Mês: fevereiro 2016



Diretoria do Sismmar toma posse nesta segunda

A diretoria eleita do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) toma posse, nesta segunda-feira (29), às 18h30, na sede da entidade. Presidente reeleita, Iraídes Baptistoni comandará o sindicato pelos próximos quatro anos.

“A nova diretoria será composta, em sua maioria, por servidores que até então não exerceram cargos diretivos. Ao mesmo tempo em que falta-lhes experiência, sobra vontade de representar os trabalhadores no dia a dia, missão que consome, mas que é muito gratificante”, comenta Iraídes. “Tudo isso, somado à minha experiência, acumulada nesses vários anos de luta, tenho convicção de que vamos fazer uma grande gestão”, acrescenta.

Além de Iraídes (foto abaixo), estarão entre os liberados pela Prefeitura de Maringá para se dedicar à atividade sindical: Voune Melo, Celia Vilela, Marcia Dalassenta e Regina Oller. Eles ocuparão os postos de três liberados que deixam a diretoria do Sismmar: Solange Marega, Cibele Campos e Jefferson Santos.

Iraídes

 

Impasse

A data encerra um processo eleitoral conturbado, que teve a desistência do candidato a presidente Paulo Vidigal (Chapa 2) após a anulação do primeiro turno pela Comissão Eleitoral. Vidigal faria o segundo turno contra a atual presidente, Iraídes Baptistoni, que havia vencido o primeiro turno.

No novo primeiro turno, Iraídes foi reeleita ao vencer Solange, então vice-presidente. Sem Vidigal na disputa, não houve segundo turno.

Comente aqui


Repasse anual do Bolsa Família tem queda de 7,5% para Maringá e alta de 5,1% para Londrina

Maringá é a cidade, entre as dez maiores do Paraná, com o menor repasse anual do programa Bolsa Família. Foram R$ 8,5 milhões recebidos em 2015, 7,5% a menos do que no ano anterior, conforme revelou levantamento deste jornalista para O Diário.

No mesmo período, entre 2014 e 2015, o repasse para Londrina, por exemplo, aumentou 5,1%.

Leia a reportagem completa aqui.

Manchete de O Diário desta quarta-feira, 24 de fevereiro

Manchete de O Diário desta quarta-feira, 24 de fevereiro

 

Ao contrário de outros repasses feitos pelo governo federal, a redução da verba no Bolsa Família é uma boa notícia. Como a redução dos repasses não se deu por conta de cortes no orçamento da União, essa queda significa que há menos pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza necessitando do benefício.

 

 

Bolsa Família PR - 2014 e 2015

Comente aqui


Municípios da Amusep perdem 263 leitos SUS em dez anos, uma queda de 16,7%

Em dez anos, a evolução do número de leitos credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foi quase que inversamente proporcional ao aumento da população na área da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). Enquanto o número de habitantes subiu 13,4%, as vagas para internação pagas pelo governo recuaram 16,7% no período.

De acordo com dados disponibilizados pelo DataSUS do Ministério da Saúde, foram fechados na região 263 leitos hospitalares pagos pelo governo, em dez anos. Eram 1,571 leitos em 2006. Hoje, são 1.308. Enquanto isso, a população da região da Amusep passou de 695,8 mil para habitantes para 788,8 mil.

A perda é ainda mais notória se feita a relação das vagas por habitante. Há dez anos, a região da Amusep dispunha de 2,25 leitos para cada grupo de mil habitantes, e seis municípios da região não dispunham dessas vagas para internação bancadas pelo governo. Hoje, a região tem 1,66 leito por mil habitantes, um recuo de 26,6% – e nove cidades não têm leitos SUS.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, o recomendável é ter pelo menos 1 leito por grupo de mil habitantes. É o que mostra a reportagem publicada por O Diário neste fim de semana. Clique aqui para ler a matéria completa. 

Abaixo, a evolução dos leitos SUS na infografia de O Diário.

 

Leitos Amusep

 

Comente aqui


MOOCs abrem as portas de Harvard para ‘meros mortais’

Quem diria que meros mortais, como este jornalista que vos escreve, teria um dia condições da fazer um curso certificado por universidades de renome como Stanford e Harvard, nos Estados Unidos. E melhor, de graça!

O compartilhamento de conteúdo é o espírito dos cursos on-line abertos e massivos (MOOCs, da sigla em inglês), assunto abordado na reportagem “MOOCs abrem portas de universidades renomadas”, publicada por O Diário (Maringá, 14/02/2016, página A4). Pelo incentivo ao estudo, imbuído no texto, foi  uma das matérias me mais me animou escrever.

veduca

Veduca. Plataforma brasileira para MOOCs conta com a parceria da USP e da UnB

 

Leia a reportagem completa em odiario.com

Estudando o tema, e para tanto me cadastrando em plataformas onde você pode cursar os MOOCs, encantei-me pelo assunto e propus a pauta. Ganhei da chefia alguns dias para apurar e escrever. E, de quebra, acabei me cadastrando no MOOC de Ciência Política ofertado pela Universidade de São Paulo (USP) na plataforma Veduca.

Abaixo, segue a lista de onde você encontra os MOOCs:

CourseraUma das maiores plataformas em número de MOOCs, conta com 138 instituições parceiras de todo o mundo, entre elas Yale e Stanford. Há cursos em vários idiomas, sendo a maioria em inglês. As instituições parceiras no Brasil são: Fundação Leman, Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a instituição Insper.

EdXProvedor de MOOCs desenvolvido em 2012 a partir de uma parceria entre a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), conta com várias universidades renomadas entres suas quase 100 instituições parceiras. São ofertados cursos nas mais diversas áreas, em cinco idiomas: inglês, mandarim (chinês), francês, hindi e espanhol.

VeducaPlataforma brasileira, ainda tem um número discreto de MOOCs (13 atualmente). A vantagem é que todos os cursos são em português. Entre as instituições parceiras estão: Universidade de São Paulo (USP), BM&FBovespa, Unisinos e Universidade de Brasília (UnB). Além dos MOOCs, oferta palestras de universidades norte-americanas, entre elas Harvard, Stanford, Yale e MIT – com legendas em português.

UdacityOutra gigante do universo dos MOOCs (sem opções em português), possui estrutura didática semelhante ao da EdX, mas ao invés de ter universidades como parceiras, conta com cursos oferecidos por empresas como Google, Facebook, At&t e Amazon. Criada a partir de um experimento da Universidade de Stanford, teve mais de 160 mil inscritos em seu primeiro curso, de introdução à inteligência artificial, em 2011.

Mooc.orgExtensão do EdX, foi desenvolvida em 2013 por Harvard e MIT, em parceria com o Google, como plataforma para a oferta de MOOCs por empresas, professores e até mesmo instituições governamentais. Também permite que universidades e faculdades que não fazem parte do EdX ofereçam suas aulas.

Miríada XExistem ainda várias outras plataformas para MOOCs, como a espanhola Miríada X, que conta com 60 instituições parceiras. Em sua maioria são da Espanha, como a Universidad de Navarra, mas também há instituições e Portugal e do Brasil, como a Universidade Nova de Lisboa, a Anhembi Morumbi, a PUC do Rio Grande do Sul e a Universidade de Blumenau (Furb).

Outros. Há várias outras plataformas para compartilhamento de MOOCs e algumas delas são exclusivas de determinadas instituições. Um exemplo é a Saberes, do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), do Senado Federal. Na Saberes estão disponíveis quase 50 cursos. São MOOCs também, apesar de o ILB ainda não adotar essa nomenclatura.

Vale a pena conferir conferir a matéria e turbinar seu currículo com algum desses cursos. De graça, como diz a reportagem, não há mais desculpa para não estudar.

 

 

Comente aqui