Australia



Intercambistas da Austrália, Argentina e Uruguai visitam região de Maringá

Dois times do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE), patrocinado pela Fundação Rotária, estão conhecendo a região noroeste do Paraná, que corresponde ao distrito 4630 do Rotary International. Um dos times é formado por cinco australianas e o outro tem membros da Argentina e do Uruguai.

Australianas em reunião em Rotary Club de Campo Mourão

Ambos os times, que estão tendo a oportunidade de conhecer várias cidades da região, estarão em Maringá a partir do fim de semana para participar da Conferência Distrital do Rotary. No evento, também estarão presentes o time de IGE do Brasil que esteve recentemente na Austrália e também o grupo de intercambistas daqui que viajará para o Uruguai e Argentina em maio.

No IGE, cada membro tem a oportunidade de fazer visitas técnicas em sua área de atuação profissional. Além disso, sendo os hospedados em casa de rotarianos, os membros do intercâmbio acabam conhecendo a fundo os costumes e o estilo de vida da região anfitriã. De quebra, os intercambistas têm a oportunidade de visitar o que a região tem de melhor para oferecer.

Austrália
No Estado da Austrália Ocidental, o time de IGE do qual o autor deste café fez parte, conheceu a capital Perth e várias outras cidades, como a histórica Fremantle; a cidade do ouro na Austrália, Kalgoorlie; e Esperance e suas magníficas praias de areia branca. Um pouco dessa experiência foi compartilhada no blog do grupo. Para conferir, clique aqui!

 

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Novidade: faltam vagas para estacionar no Centro de Maringá

Li em blogs da cidade sobre quantidade de vagas de estacionamento que a construção de um prédio está tomando.

Em Maringá, os anos passam e muitas das reclamações continuam sempre as mesmas. Uma delas é a falta de lugar para estacionar no Centro. E vai continuar sendo enquanto o município não adotar uma estratégia séria e eficiente para o transporte público. Com carro demais nas ruas, vai sempre faltar vagas nos estacionamentos e espaço para faixas exclusivas de ônibus e ciclovias.

Melbourne, Austrália: sofisticado sistema de bondes, linhas exclusivas para ônibus e ciclovias fazem a diferença

Por 40 dias, tive a oportunidade de visitar algumas grandes cidades da Austrália. No transporte público, a que mais me chamou a atenção foi Melbourne. Na capital do Estado de Victoria, há bondes servindo a população nas principais avenidas e com destino a vários bairros, metrô e ônibus. O sistema é integrado e mesmo no horário de pico a superlotação não é um problema. O transporte é bom, pontual e relativamente barato – se considerar que estacionar o carro nas ruas é caro.

Para quem prefere pedalar, a malha cicloviária de Melbourne cobre quase toda o centro e bairros próximos. Em cidades menores da Austrália, como Fremantle (Austrália Ocidental), com menos de 50 mil habitantes, há linhas de ônibus gratuitos. Tudo para fazer o povo deixar o carro na garagem. É um luxo não depender de carro e não ter de reclamar de falta de vaga no estacionamento. Mas com transporte de qualidade duvidosa, superlotação e preço além do devido, prefiro usar meu carro.

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Em Perth, jornalista recém-formado ganha 40 mil por ano

Na capital da Austrália Ocidental, o salário inicial para um jornalista recém-formado é de, no mínimo, 40 mil dólares australianos por ano (cerca de 85 mil reais). Em Perth é muito pouco, já que um jornalista com dez anos de experiência ganha, pelo menos, três vezes mais do que isso.

Vida de intercambista: competição de vela após visita ao sindicato dos jornalistas

A informação foi passada ao Café com Jornalista pela representante do sindicato dos jornalistas da Austrália Ocidental, Tiffany Venning. A visita do autor deste blog ao sindicato aconteceu na manhã da quarta-feira (3), penúltimo dia vocacional do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil-Austrália.

Em Perth e nos demais municípios do Estado, a negociação entre o sindicato – que conta com apenas três funcionários em tempo integral – e os patrões é válida por três anos. O sindicato representa 600 jornalistas filiados em toda a Austrália Ocidental.

Flâmula do segundo lugar em etapa de competição local de vela

Surpresa à tarde
Em todo o calendário de visitas técnicas do IGE, para o autor deste blog foi o primeiro dia em que a o dia vocacional não tomou o dia todo. Sendo assim, à tarde sobrou tempo para algo inesperado. Meu anfitrião naquela semana, Ed McKinnon me perguntou se eu gostaria de velejar. Evidentemente, disse que sim.

McKinnon, que velejou por 12 anos e chegou a conquistar o segundo lugar em uma competição nacional na Austrália, fez alguns telefonemas e conseguiu para mim lugar numa equipe que disputaria etapa local de campeonato de vela. Uma experiência única.

No final das contas, participei da competição (não fazendo muito mais do que ajudar com as velas) e trouxe para casa uma flâmula de segundo lugar na etapa. À noite, participei de confraternização com McKinnon e seus amigos no South of Perth Yacht Club.

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The West Australian vai cobrir os Jogos Olímpicos no Rio

Como de costume, tenho postado aqui no Café sobre minhas visitas vocacionais do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil – Austrália. Nesta terça-feira (2), o programa do Rotary International me proporcionou visitar o The West Australian, o maior jornal do Estado.

The West Australian: academia de primeira (foto), cafeteria, refeitório, estacionamento próprio e outras facilidades para os 160 jornalistas da empresa

A visita, apesar de ter sido a mais burocrática da série, foi bastante proveitosa. Fui recebido às 8 horas pos jornais e elo gerente geral da empresa, Liam Roche. Há 32 anos na empresa, Roche começou como gráfico e hoje gerencia vários setores do jornal, entre eles a impressão. O parque gráfico, por onde iniciou meu tour, é impressionante.

O grupo WA Newspapers imprime também outros jornais do grupo, como o Kalgoorlie Miner, e jornais comunitários da cidade. A impressora principal possui 22 tores, sendo 16 delas para o jornal e as demais para encartes e revistas do grupo. Ao todo são 160 jornalistas, dos quais quase a metade são editores. A parte editorial ocupa dois andares de um dos dois prédios do jornal – ambos inaugurados na década de 90.

Por volta das 10 horas, fui apresentado ao editor-chefe do grupo, Bob Cronin, um cara simpático e muito curioso sobre o Brasil. Ele quase não acreditou quando contei que a ele que vários jornais brasileiros comemoram aumento das assinaturas e das vendas em bancas. Por aqui, tal como ocorre nos Estados Unidos, os jornais estão perdendo território para os sites de notícias. Apesar disso, segundo Cronin, o The West Australian mantém tiragem diária de 1,2 milhões de exemplares – incluindo os jornais periféricos do grupo.

Parque gráfico do grupo: impressora tem 22 torres

Em corte de gastos, o The West Australian provavelmente não terá enviados especiais para a Copa do Mundo de futebol, ano que vem, no Brasil. Contudo, o jornal planeja enviar equipe de três ou quatro jornalistas para a cobertura das Olimpíadas de 2016, no Rio.

Aproveitei a conversa com Cronin para entregar a ele edições da Folha de S.Paulo e de O Diário do Norte do Paraná. Após contextualizado sobre a área de abrangência desses dois jornais, Cronin elogiou ambos. No jornal, também visitei a redação, mas por conta do horário grande parte das mesas ainda estavam vazias. Depois disso, parti de trem para o centro de Perth. Mas a questão do transporte público por aqui é assunto para outra postagem.

 

Redação do jornal pela manhã, antes da maioria dos jornalistas chegarem

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No Channel Ten, coletiva com a primeira-ministra da Australia

(sem acentuacao por conta do teclado)

No quinto dia vocacional do Intercambio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil – Australia, do Rotary International, o autor deste blog escreve diretamente do Channel Ten. A emissora conta com boa estrutura – inclusive helicoptero – e cerca de 30 funcionarios na area editorial, incluindo jornalistas, cinegrafistas e produtores. Nesta quinta-feira (28), passarei o dia todo na emissora, com possibilidade de acompanhar do estudio os telejornais, no periodo da tarde e inicio da noite.

Pela manha, pouco depois da 8 horas, fui recebido pelo chefe de reportagem do Channel Ten em Perth, Dougal Wallace, que me intimou a acompanhar a reporter Aleisha Banner em coletiva de imprensa com a primeira-ministra da Australia, Julia Gillard. Num parque em Belmont, regiao metropolitana de Perth, Julia inaugurou a Great Eastern Hwy, avenida que liga Perth a bairros da regiao leste e cidades vizinhas. O ato foi apenas simbolico porque a ampliacao da avenida – agora com tres pistas em cada sentido e ciclovia – foi entregue ‘a algumas semanas.

Primeira-ministra da Australia visita Perth para inauguracao de via rapida

Como fazia mais de tres meses que a primeira-ministra nao dava as caras em Perth, os jornalistas presentes aproveitaram o raro momento para permuntar ‘a ministra sobre recentes problemas politicos em seu governo. Na Australia existem dois partidos predominantes: Labor Party e Liberal Party. Os Labors governam o pais, mas os Liberals vivem melhor momento na Australia Ocidental. Ou seja, em Perth Gillard nao estava pisando em territorio politico favoravel. Foi polida, destacou o que o governo federal tem feito pela Western Australia e aos jornalistas nao falou por mais de 20 minutos.

Com reporteres do Channel Ten Perth

De volta ‘a TV, fui muito bem recebido pela Gerente de Noticias do Channel Ten em Perth, Kerri Sands. Ela me apresentou toda a estrutura que a emissora dispoe para o jornalismo e, fato que tambem eh importante, levou-me ‘a cafeteria da emissora para tomar um cafe. De setor em setor, conheci a apresentadora de um dos telejornais, que ja foi intercambista do IGE nos Estados Unidos. A ela nao precisei explicar o quanto este intercambio eh valido profissionalmente.

Outro atrativo do dia vocacional: Channel Ten tem helicoptero proprio

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Direto do Kalgoorlie Miner, principal jornal de Goldfields (Australia)

Kalgoorlie Miner, jornal fundado em 1895

Na visita vocacional desta semana, o autor deste Cafe (em teclado sem acento) escreve diretamente da redacao do Kalgoorlie Miner, principal jornal de Goldfields – a maior regiao da Australia Ocidental (Western Australia). O jornal, que publicou nesta segunda-feira (25) materia sobre o time brasileiro do Intercambio de Grupo de Estudos (IGE) do Rotary, foi fundado em 1895 e ainda funciona em sua primeira sede, um predio historico no centro da cidade.

Leia no Kalgoorlie Miner sobre o time
de IGE da Australia que visitara o Parana

Publicado diariamente (exceto aos domingos, quando circula um semanario), o unico jornal de Kalgoorlie-Boulder tem tiragem de 9 mil exemplares. Isso aos sabados, dia em que o jornal tem 64 paginas. Para uma cidade de 31 mil habitantes, a tiragem do Kalgoorlie Miner pode ser considerada otima.

A boa tiragem e o numero expressivo de anunciantes permitem ao jornal manter uma equipe com 17 jornalistas e 3 fotografos. O expediente comeca cedo, por volta das 8 horas, com reuniao de pauta ‘as 8h30. Participei da reuniao desta segunda-feira e pude notar que, por aqui, nao existe a figura do pauteiro. O reporter tem de sugerir as pautas e, se o assunto for bom, trabalha apenas uma materia naquele dia – se o assunto for muito bom e exigir investigacao, tera ainda mais tempo para finalizar a reportagem.

Luiz entre o chefe de reportagem Jarrod Lucas e a editora-chefe interina, Nadene Parsons, e com a equipe de repórteres do Kalgoorlie Miner

/TrabalhoO comercio da cidade gira em torno da mineracao. Lembra muito a cidade de Minacu-GO (onde morei em 2007), que vive em funcao da exploracao de amianto. O clima por la tambem eh (estou sem acentuacao neste teclado) arido, mas alguma coisa em agricultura e pecuaria pode ser feito devido ‘a proximidade do Rio Tocantins. Em Kalgoorlie-Boulder, pelo contrario, a ‘agua doce vem encanada de Perth, a mais de 600 km de distancia. Ha varios lagos na regiao de Goldfields, mas para azar dos locais todos sao de agua salgada.

Ao contrario das outras visitas tecnicas, no Kalgoorlie-Miner nao fiquei so olhando. Supostamente para testar minha capacidade de entrevistar e escrever em ingles, Nadine me passou uma pauta para o dia: ligar para as igrejas da cidade para saber qual a programacao para a Sexta-feira Santa e para o fim de semana. Tarefa concluida, apesar da dificuldade para entender o ingles australiano.

Para minha sorte, o sotaque de Nadine eu compreendo muito bem – por ter estudado ingles na Cidade do Cabo. A proxima pauta sera escrever uma materia curta sobre algum ponto turistico do Parana. Escolhi as Cataratas do Iguacu.

 

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Café com Jornalista no único jornal de Esperance, Austrália

Nos dias de visita vocacional do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) do Rotary Internacional, normalmente, os membros do programa têm a oportunidade de fazer mais de uma visita técnica por dia. Então, no mesmo dia da visita à rádio ABC, na terça-feira (19), tive a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pelo Esperance Express.

LF com Paul, Lauren e Rex do Esperance Express

Conforme informado na postagem anterior, Esperance é uma pequena cidade ao sul da Austrália Ocidental, Estado que tem Perth como capital. E com poucos leitores o jornal da cidade não consegue ser diário. O Esperance Express é um jornal bem feito, mas tem edições apenas nas quartas e sextas-feiras. “Já publicamos na cidade, mas se tornou caro imprimir aqui e agora rodamos o jornal em Perth”, contou o editor-chefe do jornal, Paul Goldie.

Confira do blog do IGE Brasil – Austrália

Fui recebido no jornal pelo próprio editor, rotariano de um clube que o IGE visitou na noite anterior. Goldie disse que em toda a Austrália estão em circulação 300 jornais, a maior parte nas cidades de Sydney, Melbourne e Adelaide. Único jornal na cidade, o Esperance Express tem como principal concorrente o Kalgoorlie Miner – de uma cidade vizinha, mas que mantém correspondente em Esperance.

O Diário na Austrália: editor-chefe do Esperance Express elogiou o maior jornal de Maringá

O Esperance Express emprega 15 pessoas, entre os quais uma editora e dois repórteres – além do próprio editor-chefe. Publica apenas notícias locais e tem venda média de 4.000 exemplares por edição. Considerando que Esperance possui apenas 15 mil habitantes, há de se considerar que o jornal é bem vendido. Nas casas onde já estive hospedado, percebi que o australiano tem costume de ler jornal, mesmo que seja apenas para conferir a programação da TV ou para ver a coluna social.

Na visita, perguntei e respondi a várias perguntas. O que era para ser apenas um bom bate-papo virou entrevista, com matéria prevista para ser publicada na sexta-feira (22). No Esperance Express, também tive a oportunidade de conhecer a editora Lauren Vardy e o repórter Rex Drabik, que escreverá a matéria sobre a visita do IGE Brasil – Austrália a Esperance. Por falar em entrevista, aquela concedida à ABC foi ao ar em rede nacional na Austrália, na manhã desta quarta-feira (20).

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Emissora pública da Austrália, ABC conta com 60 escritórios espalhados pelo país

Nos moldes da BBC de Londres – financiada com dinheiro público – a Australian Broadcasting Corporation (ABC) é a emissora pública da Austrália. Em todo os país, são 60 escritórios espalhados pelas principais cidades, sob comando de redações em Melbourne, Sydney e Perth. Nas menores cidades a cobertura é feita por equipes enxutas.

Com a equipe da ABC de Esperance: Serena à esq. e Tara à dir.

No terceiro dia de visitas vocacionais do Intercâmbio de Grupo de Estudos (IGE) Brasil – Austrália, visitei nesta terça-feira (19) a redação da ABC em Esperance, na Austrália Ocidental (Western Australia). O escritório conta com três estúdios e conta com apenas uma secretária, uma produtora e uma repórter. A cobertura é focada nas área de agricultura, pecuária e pesca, que formam a base da economia de Esperance.

Dirigindo trator da família anfitriã: em Esperance-WA muitos são fazendeiros

Os jornalistas da ABC me ajudaram a entender um pouco melhor Esperance. A cidade possui 400 fazendas e cerca de 15 mil habitantes que, agraciados por praias de beleza ímpar (mas com água gelada), têm entre seus hobbies jogar vôlei. Todos em Esperance são fazendeiros, filhos d

e fazendeiros ou têm alguém na família que seja. A jornalista da emissora, Tara De Landgrafft – suplente do IGE da Austrália que visitará o Brasil – também é filha de fazendeiros. Na segunda-feira (18), primeiro dia em Esperance, tive a oportunidade de visitar a fazenda de minha família anfitriã, John e Louise Gray, e também de dirigir um trator dos grandes. As fazendas de Esperance, todas planas, contou-me John Gray, são muito bem equipadas e, por isso, não demandam grande número de trabalhadores. Os Gray tocam a fazenda com apenas um trabalhador de fora da família.Voltando à ABC, Tara disse que emissora conta com cerca de 3.500 funcionários, dos quais 15% são jornalistas de rádio e TV. Descobri que o salário médio de um jornalista na ABC, contratado por tempo integral, é na faixa de 137 doláres australianos por ano. Na moeda brasileira, cerca de R$ 280 mil por ano. Evidentemente, o custo de vida na Austrália é muito maior. Para se ter uma ideia, o quilo de banana por aqui custa na faixa de R$ 10.

Entrevista à ABC com a produtora Serena Shaddick

Ao final da visita à emissora, na primeira parte da manhã, concedi entrevista à produtora Serena Shaddick. Devo ter dito algo errado no inglês porque Tara, que acompanhava a entrevista, caiu na risada em determinado momento. Serena perguntou-me principalmente sobre o que é o grupo de estudos do qual eu faço parte e minhas primeiras impressões sobre a Austrália. No final das contas, dei e recebi lembrancinhas dos novos amigos jornalistas em Esperance.

A entrevista deve ir ao ar na manhã de quarta-feira (20), noite de terça-feira no Brasil.

 

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Channel 7: vinte jornalistas e tres estudios

Para produzir seus tres telejornais, cada qual com 30 minutos (incluindo comerciais), mais os boletins ao longo da programacao, o Channel 7 Perth conta com uma equipe de 20 jornalistas – incluindo editores, reporteres, ancoras e produtores. Cada qual tem sua mesa na redacao da emissora, que possui area para `as reunioes de pauta e sala reservada do diretor de conteudo.

Com Howard Gretton, diretor de conteúdo do Channel 7 Perth

O chefe de reportagem, por sua vez, coordena os trabalhos de uma mesa elevada de onde se tem vista privilegiada da redacao (mais tarde posto fotos). Dos 20 jornalistas, dez sao reporteres, que tem `a disposicao oito cinegrafistas. Parte do grupo chega `a redacao `as 8 horas e outra parte no final da manha. Os trabalhos sempre iniciam com a reuniao de pauta – a qual pude acompanhar no inicio da manha desta terca-feira (12).

Ha pouco, acompanhei no switcher um dos boletins. O Channel 7 Perth possui tres espacosos estudios, um dos quais reservados ao noticiario. Em televisao, sabemos bem, nao tem domingo nem feriado. Na Australia eh a mesma coisa. Logo mais, estarei no estudio para ver de perto um dos tres telejornais do dia. Vai bater saudades dos tempos de bancada na TV Maringa (Band), com o colega jornalista Milton Ravagnani.  

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Channel 7, na hora do almoco

Assim como acontece em varias cidades, o Channel 7 esta localizado num dos bairros mais altos da cidade e afastado do centro de Perth. Nos arredores nao ha restaurantes, entao os jornalistas comem na cafeteria da TV ou trazem de casa a propria comida. No refeitorio ha espaco para cerca de 30 pessoas.

Na redacao, achei estranho que notei os jornalistas vindo do corredor com o prato de comida nas maos. Percebi que, ao menos aqui na emissora, eh costume almocar diante do computador. Tanto eh que na cafeteria ha uma mensagem dizendo: “se voce nao touxer o prato de volta ate `as duas da tarde, alguem vai ficar bravo”.

Entre uma garfada e outra, o pessoal segue trabalhando, mas eu, ao contrario deles fiquei sem jeito de comer na mesa de trabalhado. Preferi o refeitorio quase vazio. Comi frango apimentado, batata assada, salada e um pouco de arroz. A refeicao paga por quilo, com refrigerante, custou 9,50 dolares australianos (quase R$ 25).

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