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Repasse anual do Bolsa Família tem queda de 7,5% para Maringá e alta de 5,1% para Londrina

Maringá é a cidade, entre as dez maiores do Paraná, com o menor repasse anual do programa Bolsa Família. Foram R$ 8,5 milhões recebidos em 2015, 7,5% a menos do que no ano anterior, conforme revelou levantamento deste jornalista para O Diário.

No mesmo período, entre 2014 e 2015, o repasse para Londrina, por exemplo, aumentou 5,1%.

Leia a reportagem completa aqui.

Manchete de O Diário desta quarta-feira, 24 de fevereiro

Manchete de O Diário desta quarta-feira, 24 de fevereiro

 

Ao contrário de outros repasses feitos pelo governo federal, a redução da verba no Bolsa Família é uma boa notícia. Como a redução dos repasses não se deu por conta de cortes no orçamento da União, essa queda significa que há menos pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza necessitando do benefício.

 

 

Bolsa Família PR - 2014 e 2015

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Municípios da Amusep perdem 263 leitos SUS em dez anos, uma queda de 16,7%

Em dez anos, a evolução do número de leitos credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foi quase que inversamente proporcional ao aumento da população na área da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). Enquanto o número de habitantes subiu 13,4%, as vagas para internação pagas pelo governo recuaram 16,7% no período.

De acordo com dados disponibilizados pelo DataSUS do Ministério da Saúde, foram fechados na região 263 leitos hospitalares pagos pelo governo, em dez anos. Eram 1,571 leitos em 2006. Hoje, são 1.308. Enquanto isso, a população da região da Amusep passou de 695,8 mil para habitantes para 788,8 mil.

A perda é ainda mais notória se feita a relação das vagas por habitante. Há dez anos, a região da Amusep dispunha de 2,25 leitos para cada grupo de mil habitantes, e seis municípios da região não dispunham dessas vagas para internação bancadas pelo governo. Hoje, a região tem 1,66 leito por mil habitantes, um recuo de 26,6% – e nove cidades não têm leitos SUS.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, o recomendável é ter pelo menos 1 leito por grupo de mil habitantes. É o que mostra a reportagem publicada por O Diário neste fim de semana. Clique aqui para ler a matéria completa. 

Abaixo, a evolução dos leitos SUS na infografia de O Diário.

 

Leitos Amusep

 

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Chefe que humilha funcionário deve ser preso

A frase acima é do advogado mestre em Ciências Jurídicas, Marllon Beraldo, e intitula a ótima entrevista concedida por ele à repórter Carla Guedes (publicada em O Diário na edição de domingo, 11 de novembro). Fazer com que o assediador moral no Brasil responda criminalmente por seus atos, tal como fez a Suécia no início da década de 1990, é o tema do primeiro livro de Beraldo: “Assédio Moral e sua criminalização”.

De acordo com o professor universitário, as humilhações sofridas no ambiente de trabalho geram em 80% das vítimas algum tipo de transtorno psicológico. E pior: 20% dessas vítimas chega a pensar em suicídio. Este Café já trouxe postagem explicando que esta prática deve ser denunciada e que a vítima, especialmente quando há testemunhas, deve buscar reparação judicial – ainda que não tenha se desligado do local de trabalho onde o assédio ocorreu.

Contudo, Beraldo quer mais, quer cadeia para os agressores. Projetos de lei, em trâmite, que já discutem esse tema, preveem de um a cinco anos de prisão para chefes que constrangerem empregados. Confira aqui a reportagem completa publicada em O Diário.



A capa mais bonita do ano de O Diário

A capa desta quinta-feira (23) de O Diário está estupenda! Certamente, a mais bela primeira página do jornal este ano.

E não limito minha avaliação à imagem da miss Maringá, Carla Fernanda Araújo, mas, sim, ao conjunto da obra.

Lógico que a moça, suas curvas e o biquíni laranjado ajudaram – e o universo masculino há de concordar comigo –, mas as cores do entardecer em Maringá, na foto do ótimo Rafael Silva, deram um toque especial.

Contudo, não creio que a edição vá se esgotar nas bancas. Apesar da beleza artística, a manchete não é lá das mais fortes. Uma denúncia ou um fato eleitoral novo cairiam perfeitamente bem nessa capa.

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Revendas de veículos e consumidores comemoram redução do IPI

Há 1 ano na expectativa de comprar um carro 0 km, a professora Marley Teresinha Paltanin aproveitou ontem (22), primeiro dia após a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) em veículos anunciada pelo governo federal, para visitar concessionárias em Maringá. Ao notar que os preços caíram, ela não perdeu tempo e partiu logo para o test-drive.

A professora soube por meio de uma irmã do pacote de incentivo à economia do governo, anunciado esta semana pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Minha irmã correu para me avisar sobre essa redução”, comentou Marley (foto abaixo). “Preciso comprar um carro e essa redução veio em boa hora.”

No IPI para carros 1.0, por exemplo, a alíquota caiu de 7% para zero. Para automóveis entre 1.000 cilindradas e 2.000 cilindradas, o imposto cai de 11% para 5,5%. Nos utilitários, a redução foi menor, de 4% para 1%. As alíquotas valem para os automóveis bicombustível, fabricados no Brasil e nos demais países do Mercosul.

Além de mudanças no IPI – válidas até 31 de agosto deste ano -, Mantega anunciou a queda do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), do crédito para pessoa física, de 2,5% para 1,5%.

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Treinamento na Folha

Nota do LF.: esta matéria foi a última que escrevi (juntamente com o repórter Murilo Gatti, aquele, ameaçado por vereadores) para O Diário nesse período de 4 anos e 4 meses em que estive no jornal. Como já relatei a amigos, no Facebook, escrevi para O Diário cerca de 1.700 matérias, boa parte delas para a editoria de Política (a qual sou um apaixonado). Foram algumas ótimas manchetes, como aquela exclusiva em que demos em primeira mão quais seriam os cargos comissionados cortados da presidência da Câmara Municipal de Maringá. Cobri duas eleições pelo maior jornal de Maringá e, de certa forma, lamento não cobrir mais a deste ano. Contudo, os caminhos da vida me mostraram novas oportunidades – e eu as estou abraçando. Fui aprovado para a vaga de colaborador da Folha de S.Paulo (e isso já não é mais público) e, a partir da próxima segunda-feira, a convite do jornalista Milton Ravagnani, passarei a fazer parte do novo time do jornalismo da TV Maringá (Band), contribuindo na edição do telejornal e com as pautas. Desde já, boto a maior fé de que a Band fará a melhor cobertura das eleições deste ano.

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Salário da maringaense sobe, mas não alcança o do homem

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado recentemente, revela que a diferença entre os salários pagos a homens e mulheres vem caindo em todo o País. Contudo, a desigualdade ainda é grande. Em Maringá, em 2010, elas passaram a ganhar 61,5% do rendimento médio mensal deles. Em 2000, esse porcentual não superava 58%.

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Ocupação em Maringá supera a média
Mão de obra na cidade está concentrada

O salário das maringaenses saltou 111,5% no intervalo analisado pelo IBGE, subindo de R$ 634,81 para R$ 1.342,98. Contudo, no mesmo período, o rendimento dos homens passou de R$ 1.094,25 para R$ 2.181,97 – alta de 99,4%. Em números, os homens recebem por mês, em média, R$ 839 a mais do que as mulheres.

 

Na avaliação da secretária nacional da Mulher Trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rosane Silva, a desigualdade entre homens e mulheres no mercado de trabalho afeta principalmente as mulheres jovens e negras. “São elas as que mais sofrem com a informalidade no mundo do trabalho. Apenas 24% das 7 milhões de empregadas domésticas, por exemplo, têm carteira assinada”, diz.

Na análise do professor de economia brasileira contemporânea da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Antônio Gomes Assumpção, a situação é complexa e não pode ser resumida ao fato de que as mulheres são discriminadas no mercado de trabalho. “Há vários fatores que levam a mulher a ganhar menos do que o homem, mas isso está mudando, porque elas estão cada vez mais ocupando postos de chefia”, diz o economista. Continue lendo

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Crispim vence votação e Hossokawa abandona pré-candidatura a prefeito

Hossokawa (PMDB)

O presidente da Câmara Municipal, Mário Hossokawa (PMDB), vai tentar a reeleição para o Legislativo. A decisão de abandonar o sonho de disputar a Prefeitura de Maringá foi tomada após a reunião da Executiva estadual do partido que, na segunda-feira à noite, decidiu por 6 votos a 5 não dissolver o diretório municipal do PMDB – que segue com o ex-vereador Umberto Crispim na presidência.

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Na avaliação de Hossokawa, a presença do rival Crispim na presidência racharia o partido durante o pleito e prejudicaria sua candidatura a prefeito. “Não dá pra começar a trabalhar meu nome para a disputa e em junho [nas convenções partidárias] mudar tudo”, diz Hossokawa. “Enquanto eu falo que sou pré-candidato a prefeito, ele [Crispim] fala que não”, reclama.

A dissolução do diretório municipal era dada como certa, mas o trabalho de Crispim nos bastidores garantiu na reunião membros pouco participativos da Executiva. “Alguns deputados que nunca aparecem nas reuniões, entre eles o Caíto Quintana [líder do PMDB na Assembleia Legislativa], resolveram dar as caras para votar a favor do Crispim”, reclamou o deputado estadual João Arruda. Continue lendo

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Fórum Eleitoral define plantões

O Fórum Eleitoral de Maringá tem atendimento ao público de segunda a sexta-feira, do meio-dia às 18 horas. Para possibilitar o acesso aos eleitores que não têm condições de comparecer no horário convencional, a Justiça Eleitoral definiu para este ano cinco plantões e expediente prolongado para três dias.

Os plantões cairão em dois sábados, dois domingos e no feriado do Dia do Trabalhador. De 7 a 9 de maio, quando termina o prazo para o alistamento (primeiro título), transferência de domicílio e regularização de pendências com a Justiça Eleitoral, os cartórios estarão abertos também pela manhã.

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A recomendação nos cinco cartórios eleitorais de Maringá é de que o eleitor não deixe para regularizar a situação na última hora. A média de 180 senhas diárias de atendimento, emitidas no início de ano, deve passar de 1,3 mil senhas/dia em 9 de maio.

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VEJA OS PLANTÕES

Abril
Dias 21 e 28 (sábados) 13h às 17h
Dia 29 (domingo) 13h às 17h

Maio
Dia 1º (feriado) 13h às 17h
Dia 5 (sábado) 10h às 17h
Dia 6 (domingo) 10h às 17h

Extra
Além das cinco dias extras de atendimento listados acima, o Fórum Eleitoral de Maringá atenderá o público com horário estendido, das 9 às 18 horas, em três dias úteis: 7, 8 e 9 de maio. Fonte: Fórum Eleitoral de Maringá

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Vereadores aprovam projeto com vício

Vereadora Márcia Socreppa (PSDB), primeira signatária do projeto

A Câmara Municipal apreciou ontem (28), em segunda discussão, o projeto de lei complementar que eleva o salário dos 62 técnicos desportivos da Secretaria de Esportes de Maringá. Apesar dos pareceres de inconstitucionalidade tanto da Procuradoria Jurídica da Câmara quanto da Procuradoria-Geral do Município, os vereadores aprovaram a matéria por unanimidade.

O procurador da Câmara, Raphael Luque, explicou que o projeto apresenta um vício de iniciativa, já que a prerrogativa de definir os salários e quadro de funcionários da prefeitura é do poder Executivo. “Mas os parlamentares têm imunidade para expor suas opiniões, palavras e votos no exercício da função, e isso os resguarda de votar um projeto com vício de iniciativa”, comentou o procurador.

Segundo o chefe de Gabinete da Prefeitura de Maringá, Rodrigo Valente, o prefeito Silvio Barros (PP) não terá outra alternativa senão vetar o projeto. “Os próprios vereadores reconhecem que a forma está equivocada, tentando reconhecer a matéria pelo mérito”, explicou Valente. “O prefeito vai vetar, e se o veto for derrubado, o município estrará com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin)”, explicou.

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Câmara mantém proibição de manifestações populares nas sessões

A Câmara Municipal de Maringá votou nesta terça-feira (27), em primeira discussão, a alteração do Regimento Interno da Casa. Apresentado pela Comissão Especial de Estudos (CEE) depois de 9 meses de trabalho, o projeto de resolução 797/2011 recebeu 38 emendas; 32 foram aprovadas. Feitas as alterações, o novo texto da proposta passou por unanimidade.

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Ao longo de 30 reuniões, os membros da CEE – Humberto Henrique (PT), Marly Silva (PPL), Heine Macieira (PP), Luiz do Postinho (PRP) e Manoel Sobrinho (PCdoB) – analisaram 270 artigos do atual regimento e propuseram alterações significativas. A mais polêmica previa a possibilidade de o público se manifestar ordeiramente durante as sessões.

Pela proposta, “os espectadores ou visitantes que se comportarem de forma inconveniente, a juízo do presidente, bem como qualquer pessoa que perturbar a ordem em recinto da Casa, serão compelidos a sair, imediatamente, do edifício da Câmara.”

A emenda modificativa 21, aprovada por 9 votos a 5, manteve regras semelhantes às atuais. O público presente às sessões deve se manter em silêncio durante os trabalhos. “Isso é uma incoerência, porque quando o público aplaude a aprovação do nome de uma rua ou de alguma homenagem, ninguém lembra que é proibido se manifestar”, criticou Humberto.

MUDANÇAS

1.368
dispositivos foram analisados
pela Comissão Especial de
Estudos da Câmara

227
dispositivos foram alterados
pela CEE na revisão do
regimento

 

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