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​Assembleia decide pelo fim da greve e vereadores aprovam a reposição da inflação de 11,08%

​A assembleia geral realizada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), na manhã deste domingo (3), na Câmara Municipal, encerrou a greve iniciada na última terça-feira ​(29). Por unanimidade, a categoria aceitou a proposta da reposição parcelada da inflação de 11,08% – sendo 4% de imediato (retroativo a março) e o restante parcelado.

Serão cinco parcelas, com índices de 1,32% em agosto e setembro e 1,33% em outubro, novembro e dezembro. No acordo firmado com a administração, com apoio dos vereadores, apenas o retroativo dependerá da arrecadação do município.

“A Prefeitura assumiu o compromisso de, em outubro, voltar a conversar com o sindicato. Como só em dezembro vamos recuperar o nosso poder de compra, não vamos desistir do retroativo”, comentou Iraídes Baptistoni, presidente do Sismmar.

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Fim da greve. A presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, e seu vice Carlinhos Specian (terceiro da dir. para esq.) com os vereadores e servidores ao fundo

Para Iraídes, apesar de o parcelamento não ser a melhor opção (o sindicato pedia o pagamento integral das perdas inflacionárias dos últimos 12 meses, tal como ocorreu em outros municípios), a conquista dos 11,08% é tida como uma vitória dos mais de 7 mil servidores que aderiram à greve. Antes da paralisação, o prefeito Carlos Roberto Pupin havia oferecido apenas 4%. Depois, garantiu apenas 5,54% (metade da inflação), um índice considerado indigno e que só foi revertido graças à grande mobilização da categoria.

Ainda segundo a presidente, o pagamento do retroativo será uma das lutas prioritárias do sindicato, este ano, pelo entendimento de que esse valor é importante para as famílias dos servidores que, em sua maioria, ganham baixos salários. Atualmente, segundo o Sismmar, a média salarial dos 12,1 mil servidores municipais é de R$ 1.500. Há salários, no entanto, de R$ 1.015.

Sessão extraordinária
Após a assembleia, os vereadores aprovaram, também por unanimidade, dois projetos de lei: um concedendo o reajuste dos servidores da Prefeitura e outro o reajuste dos servidores da Câmara, que também tiveram a inflação de 11,08% reposta. A diferença é que, ao contrário do prefeito Pupin, o presidente da Câmara, Chico Caiana, optou por pagar integralmente o valor, sem parcelas.

Como os projetos de lei precisam ser aprovados em duas discussões, a Câmara Municipal realizará uma nova sessão extraordinária nesta segunda-feira, às 9 horas. ​

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Servidores conquistam reposição da inflação e greve está próxima do fim

Depois de quatro dias de greve e de uma sexta-feira com várias rodadas de negociação, enfim, os servidores municipais de Maringá conquistaram a única reivindicação pela qual deflagraram greve: a reposição da inflação de 11,08%.

A Prefeitura aceitou a proposta elaborada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), pela Comissão de Organização da Greve (eleita em assembleia), pela Associação dos Funcionários Municipais de Maringá (AFMM) e por vereadores. Essa proposta foi elaborada pela manhã e entregue à administração no início da tarde. Com essa novidade, a greve está a um passo do fim.

Em assembleia realizada depois das 20 horas, na praça do Paço Municipal, a categoria aceitou o pagamento de 4% de imediato e do restante dos 11,08% parcelados em cinco vezes, nos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro – conforme garantia dada pela administração.

A assembleia também autorizou a Comissão de Organização da Greve a acertar os detalhes de dois itens pendentes: como o pagamento do retroativo condicionado à arrecadação do município e a forma como os dias parados serão repostos. Segundo a presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, esses detalhes serão acertados em nova mesa de negociação a ser realizada neste sábado, às 19 horas, no Paço Municipal. Leia mais detalhes aqui.

Nova assembleia
Para este domingo, o Sismmar já está convocando (e conta com isso com o apoio da imprensa) nova assembleia geral, às 8h30, na Câmara Municipal. Será essa assembleia que votará pelo fim da greve. Na sequência, por volta das 9 horas, os vereadores realizarão sessão extraordinária para aprovar o reajuste salarial da categoria.

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Servidores municipais devem iniciar greve nesta terça

É bem pouco provável que a greve dos servidores municipais de Maringá seja evitada, o que dependeria de uma melhora no reajuste oferecido pela Prefeitura, de 5,54% – o que equivale à metade da inflação de 11,08%. Considerando que várias outras cidades do Paraná têm garantido a reposição da inflação aos trabalhadores, os servidores de Maringá devem recorrer à greve para manter o mesmo poder aquisitivo.

A decisiva assembleia geral convocada pelo Sindicado dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) ocorre nesta segunda-feira (28), às 18h30, na Câmara Municipal. Leia mais aqui.

2016-03-28_Reajuste salarial outras cidades

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Ampla cobertura da greve dos servidores de Joinville

A greve dos servidores do Joinville foi o principal assunto, nesta terça (20), nos veículos de comunicação da cidade. Ampla cobertura da mobilização dos trabalhadores que, no primeiro dia de braços cruzados, teve 6.000 adesões (no cálculo do Sinsej) e 2.800 adesões (segundo a Prefeitura).

Bela foto de Fabrício Porto, do Notícias do Dia. Servidores fizeram plantão diante da Prefeitura de Joinville no dia de paralisação

Destaque para o jornal Notícias do Dia, que trouxe três páginas sobre o assunto na edição impressa. A matéria é assinada pelas repórteres Daiana Constantino, Thaís Moreira e Suellen Venturini.

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Greve dos bancários: confira dicas para não ficar na mão na hora de pagar as contas

Teve início, à zero hora desta quinta-feira (19), a paralisação nacional dos bancários de bancos públicos e privados. A categoria cobra reajuste de 11,93%, enquanto a Federação Nacional dos Bancos oferece 6,1%. Entre outras reivindicações dos trabalhadores também está o piso salarial de R$ 2.860,21 (salário mínimo considerado ideal pelo Dieese).

Apesar de justas as reivindicações, a greve – que não tem data para acabar – pode causar transtornos aos clientes. Por isso, é bom estar preparado. Nesse sentido, a Folha de S.Paulo traz hoje dicas importantes para o consumidor driblar a paralisação sem sair no prejuízo. 

“Para evitar eventuais encargos, como multas e juros pelo não pagamento da dívida em dia, a primeira atitude é ligar para a agência na qual possui conta para saber se ela aderiu à greve. Caso tenha aderido, procure saber se outra agência está operando”, diz trecho da reportagem.

Veja aqui as dicas!

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Greve do Samu de Maringá chega ao fim, após 54 horas de paralisação

Durante boa parte do período de greve, socorristas fizeram protestos diante do Paço Municipal

Depois de 54 horas de paralisação, a greve dos servidores do Samu de Maringá chega ao fim. A greve havia sido deflagrada às 7 horas de segunda-feira, sendo encerrada por volta das 13 horas desta quarta-feira (10).

Em nova rodada de negociações, por volta das 11 horas, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) apresentou contraproposta ao Samu. Em assembleia, realizada no início da tarde, a categoria aceitou a proposta, abrindo mão da gratificação mensal de R$ 450 e suspendendo a paralisação.

Leia mais sobre a greve do Samu
Veja mais sobre o assunto no Café

Em ofício entregue à comissão de negociação, formada por dirigentes do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) e socorristas, Pupin aceitou a redução da jornada de trabalho – de 40 para 36 horas semanais (6 horas por dia) – dos teleatendentes e controladores de frota do Samu. Em busca desse benefício, o sindicato já havia ingressado na Justiça contra a Prefeitura de Maringá.

Também formalmente, Pupin prometeu que o Samu será uma das três prioridades na revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR), que tem implementação prevista para novembro. As demais prioridades, elencadas pela comissão do PCCR (da qual o Sismmar faz parte) e acatadas pela administração municipal, são:

– Incorporar ao salário base o abono de R$ 200, que já é pago a todos os servidores do município;
– Incluir as auxiliares de creche no PCCR específico do Magistério.

O abono será incorporado por primeiro às categorias consideradas prioritárias. “Para esses trabalhadores, o abono vai ser incorporado de forma escalonada, antes de novembro, até porque eles [socorristas] não tem carreira, pois são celetistas [e não estatutários, como a maioria dos servidores]”, comenta a presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni. Com a incorporação do abono, aumenta-se, por exemplo, o valor da hora extra paga aos servidores.

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Greve do Samu tem ampla cobertura da imprensa

Repórteres de O Diário: Carla Guedese Rafael Silva

A primeira greve enfrentada por Roberto Pupin (PP), desde que tomou posse como prefeito de Maringá, tem recebido ampla cobertura da imprensa local. A paralisação do Samu começou na segunda-feira (8), sem prazo para acabar. Na manhã desta quarta-feira, em nova rodada de negociações, não houve acordo entre administração municipal e Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar). Pupin não aceitou conceder aumento aos socorristas.

A greve do Samu continua, até o momento, sem ter comprometido o atendimento à população. É o que diz o Siate. Ouça aqui em reportagem da CBN. 

Veja no blog do Sismmar fotos dos profissionais de imprensa na cobertura da greve do Samu.

 

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Sem acordo em reunião, greve do Samu continua

Sem acordo entre prefeitura e sindicato, greve prossegue na terça-feira

A reunião realizada na Secretaria de Recursos Humanos para tratar da greve do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) terminou por volta das 15h30, depois de mais de 1 hora de negociações. A administração descartou a possibilidade de aumento para a categoria, que deflagrou greve às 7 horas da manhã e manteve protestos durante todo o dia na frente do Paço Municipal. Neste segunda-feira, o Samu operou com apenas 50% do efetivo, no atendimento médio de 200 chamadas por dia.

Representando os trabalhadores na mesa de negociação, a comissão foi formada por dirigentes do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) e socorristas. Representaram a administração os secretários José Luiz Bovo (Fazenda) e Gilmar Silva (Recursos Humanos) e o procurador-geral, Luiz Manzato. O prefeito Roberto Pupin (PP), que viaja hoje para Brasília, não participou das negociações. Do lado de fora do Paço, inclusive durante a reunião, servidores mantiveram o apitaço, com faixas de protesto e distribuição de panfletos à população.

Aumento negado
Na mesa de negociação, Bovo foi taxativo na recusa em conceder aumento aos servidores do Samu. O secretário alegou que a reivindicação será contemplada apenas na revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) – aguardado pelos servidores há mais de oito anos e previsto para novembro 2013. Diante da negativa, os socorristas passaram a cobrar o pagamento de gratificação mensal de R$ 450, para todos os servidores do Samu, até a efetivação do PCCR.

O secretariado informou que consultará o prefeito Pupin antes de qualquer decisão sobre a gratificação. A resposta deve ser dada ao Sismmar nesta terça-feira. Enquanto isso, os trabalhadores seguem com a greve por tempo indeterminado.

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Reunião entre secretários municipais e sindicato pode encerrar greve do Samu

Desde cedo, servidores do Samu fazem protesto diante do Paço Municipal

Secretários municipais e dirigentes sindicais, acompanhados de socorristas do Samu, iniciaram reunião na Secretaria de Recursos Humanos, na Prefeitura, para tratar da greve. As informações são do Sismmar.

Deflagrada a greve, desde cedo a categoria faz protesto por melhores salários e condições de trabalho diante do Paço Municipal. A administração municipal chegou a enviar nota à imprensa, informando ter se comprometido, anteriormente, com várias reivindicações da categoria. Contudo, não tocou na questão salarial.

Com salário em torno de R$ 1.100, servidores do Samu de Maringá ganham metade dos colegas de Londrina. A categoria reivindica, pelo menos, aumento para R$ 1.400. O valor ainda assim ficaria abaixo do menor valor pago a cargos comissionados (CCs), que recebem entre R$ 1.591 e R$ 10.600

No melhor dos cenários, a reunião resultará no fim da greve.

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Samu de Maringá entra em greve por tempo indeterminado

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Maringá está em greve por tempo indeterminado. A paralisação foi deflagrada na manhã desta segunda-feira (8), às 7 horas, depois que a presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) Iraídes Baptistoni, leu para os trabalhadores ofício no qual a administração municipal diz não ser possível conceder reajuste salarial antes do fim do ano.

Leia o que já foi publicado no Café sobre o Samu
Veja mais sobre a greve no blog do Sismmar

Protesto de servidores do Samu diante do Paço Municipal

A posição do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) deixou indignados os servidores, que partiram da sede do Samu em carreata até o Paço Municipal, onde ocorre protesto. Atualmente, socorristas do Samu de Maringá ganham menos de R$ 1.100. Bem menos que os salários pagos a cargos comissionados (CCs) – que recebem entre R$ 1.591 (menor) e R$ 10.600 (secretários).

Os manifestos devem prosseguir durante todo o dia ou até o prefeito receber uma comissão formada por dirigentes sindicais e socorristas. Nesta segunda-feira, o Samu atenderá com duas unidades básicas e uma avançada, o que representa 50% do efetivo. Em 72 horas, se não houver retorno da administração à categoria, o atendimento pode ser reduzido para até 30% do efetivo.

Leia mais, com nota da Prefeitura sobre a greve, em odiario.com. 

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