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Servidores municipais devem iniciar greve nesta terça

É bem pouco provável que a greve dos servidores municipais de Maringá seja evitada, o que dependeria de uma melhora no reajuste oferecido pela Prefeitura, de 5,54% – o que equivale à metade da inflação de 11,08%. Considerando que várias outras cidades do Paraná têm garantido a reposição da inflação aos trabalhadores, os servidores de Maringá devem recorrer à greve para manter o mesmo poder aquisitivo.

A decisiva assembleia geral convocada pelo Sindicado dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) ocorre nesta segunda-feira (28), às 18h30, na Câmara Municipal. Leia mais aqui.

2016-03-28_Reajuste salarial outras cidades

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Servidores municipais distribuem panfletos à população com críticas a Pupin

Permanece o impasse entre os servidores municipais, representados pelo Sismmar (sindicato da categoria), e a administração municipal. De um lado, os trabalhadores pedem um reajuste de 17,5%, com ganho real de 6,42%, definido em assembleia realizada na última quarta-feira (9). Do outro, o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), ainda não apresentou uma contraproposta à categoria.

Segundo a diretoria do Sismmar, a espera dos servidores por uma resposta do prefeito já dura 37 dias. Em função disso, um grupo de trabalhadores mantém plantão diário em frente ao Gabinete do prefeito. Um outro grupo iniciou, nesta sexta-feira (11), uma panfletagem para a população com críticas aos prefeito. Segundo o panfleto distribuído (confira aqui), Pupin se recusa a negociar com os servidores.

Um nova assembleia foi marcada para a próxima quarta-feira, às 18h30, na Câmara Municipal.

Servidores municipais, em plantão diante do Gabinete do Prefeito

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Concurso da Prefeitura de Joinville recebe inscrições; salários chegam a R$ 6 mil

Prefeitura de Joinville

Estão abertas, desta quinta-feira (12) até 11 de julho, as inscrições para o concurso público da Prefeitura de Joinville (SC). São ao todo 1.522 vagas, com salários que variam de R$ 1.080,65 a R$ 6.013,27, mais gratificações.

As provas serão objetivas, discursivas e de títulos e a previsão de realização é para os dias 3, 17 e 24 de agosto.

Há oportunidades em diversas áreas. Em nível superior, para administração geral, as vagas são para: administrador, advogado, analista de tecnologia da informação, arqueólogo, arquiteto, arquivologista, auditor fiscal da Receita Municipal, biólogo, contador, engenheiros, especialistas cultural, extensionista rural, geólogo, historiador, jornalista, procurador, professor de atividades musicais, professor de cursos artísticos, relações púbicas e técnico em atividades esportivas.

SAIBA COMO FAZER INSCRIÇÃO.

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Problema do lixo se resolve com melhores salários e coleta seletiva

Repórter Sandro Ivanowski, da RPCTV, em matéria sobre as montanhas de lixo em Maringá

Foi notícia em vários veículos de comunicação (veja a matéria da RPCTV aqui) o acúmulo de lixo pelos bairros de Maringá. Calçadas com montes de sacolas, lixeiras transbordando, mau cheiro. Tudo porque o setor da coleta da Prefeitura não está dando conta de recolher tanto lixo.

Há quem garanta que, por trás disso tudo, está a vontade da administração municipal em terceirizar a coleta. E “sucatear” o serviço público seria uma etapa nesse processo. Mas vamos deixar essa questão para outro post.

À imprensa, o secretário de Serviços Públicos de Maringá (Semusp), Vagner Mussio, disse que o atraso na coleta está associado ao déficit de 36 coletores. Estaria difícil conseguir mão-de-obra para o serviço. E assim vai continuar sendo se a Prefeitura pagar baixos salários a seus coletores.

Hoje, qualquer flanelinha consegue tirar por mês (sem trabalhar) três ou quatro vezes mais que um coletor. É a triste realidade desses servidores municipais.

Mesmo que venha a ocorrer um aumento salarial para tornar a função “mais atrativa”, ainda faltará resolver o problema da ineficiente coleta seletiva em Maringá. Muitos moradores que separam o lixo reclamam que o material reciclável continua tendo o mesmo destino dos orgânicos. Em cidade que tritura livros, ainda há muito a fazer na coleta seletiva. E assim, o volume de lixo a ser coletado pelos caminhões é maior do que deveria ser.

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Prefeitura de Maringá desiste de acordo para pagamento da trimestralidade

A Prefeitura de Maringá não enviou representante a Brasília, na quarta-feira (20), para a audiência de conciliação no processo da trimestralidade. Estiveram presentes no Tribunal Superior do Trabalho (TST) apenas o advogado e a presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), Silvio Januário e Iraídes Baptistoni, respectivamente.

O processo é relativo a diferenças salarias de cerca de 3.500 servidores, o que inclui aposentados e pensionistas. Um passivo referente a valores que deixaram de ser pagos na administração do ex-prefeito Ricardo Barros (PP), hoje secretário de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul.

Em assembleia, servidores municipais rejeitaram proposta de R$ 40 milhões feita por Pupin para o pagamento da Trimestralidade. Para Sismmar, dívida é de cerca de R$ 70 milhões

A Procuradoria-Geral do município entrou com uma petição no Protocolo do TST, solicitando o cancelamento da conciliação e o envio do processo para a continuação do julgamento. Na tentativa de um acordo, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) ofereceu R$ 40 milhões, com parcelamento de R$ 4 milhões por ano. Aquém de proposta oferecida anteriormente pelo ex-prefeito Silvio Barros (PP), a proposta de Pupin foi recusada pelos trabalhadores em assembleia. Nos cálculos do Sismmar, o valor da condenação estaria em R$ 70 milhões.

De acordo com o Sismmar, Pupin não demonstrou real interesse em negociar o pagamento da trimestralidade, “esquivando-se de vários pedidos de reunião com o sindicato e apresentando proposta só na véspera da assembleia da categoria”. A Prefeitura ainda não se manifestou sobre o assunto em seu site.

O presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, que tomou conhecimento da petição apenas durante a audiência de conciliação, determinou o envio do processo para julgamento na Segunda Turma. Leia mais aqui.

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Paralisação de engenheiros da Prefeitura de Maringá tem 90% de adesão

Paralisação com direito a enterro simbólico no Paço Municipal: salário base de alguns engenheiros é apenas 41% do piso da categoria

Dos 54 engenheiros, arquitetos e agrimensores da Prefeitura de Maringá, 90% cruzaram os braços nesta sexta-feira (12). Em protesto contra a falta de valorização profissional, a categoria realiza um dia de paralisação, que iniciou às 8 horas e prossegue até as 17 horas.

A categoria reclama da terceirização de serviços, em contrato de R$ 7,5 milhões, e cobra o pagamento da gratificação por responsabilidade técnica, que já é concedida a procuradores e contadores do município. Recentemente, a Câmara Municipal estendeu o benefício também a arquitetos, engenheiros e agrimensores, mas o projeto de lei foi vetado pelo oprefeito Carlos Roberto Pupin (PP).

De acordo com o Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), o pagamento da gratificação por responsabilidade técnica, de 100%, dobraria o rendimento de engenheiros, arquitetos e agrimensores. A gratificação compensaria um problema criado pela administração municipal, que paga menos que o piso salarial da categoria. “Outras prefeituras resolveram esse problema pagando a gratificação, que é um meio legal”, disse o servidor Rodrigo Pupin, em entrevista à rádio CBN.

Na Prefeitura de Maringá, o salário base inicial de um engenheiro é de aproximadamente R$ 2,7 mil. O valor é 41% menos do que o piso dos engenheiros, de R$ 6,5 mil. Segundo a presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, o sindicato espera reunião com a equipe de governo, nesta sexta-feira, para negociar avanços.

Programação
A segunda paralisação enfrentada por Pupin esta semana – a outra foi a greve do Samu, que durou 54 horas –, terá entrega de panfletos à população e apitaço. Por volta das 9 horas, vestidos de preto, engenheiros, arquitetos e agrimensores fizeram um enterro simbólico, dando as mãos ao redor de um caixão e de coroa de flores, dispostos poucos metros da entrada principal do Paço Municipal. Alguns dos servidores usaram capacetes de obras e nariz de palhaço.

De mãos dadas ao redor do caixão: servidores questionam terceirização de serviços e pedem pagamento de gratificação

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Acordo para pagamento da trimestralidade deve sair até 20 de agosto

A Prefeitura e o Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) devem buscar um acordo para o pagamento da trimestralidade até 20 de agosto. As partes firmaram esse compromisso em audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, na última quarta-feira (12).

Sob a mediação do ministro Carlos Alberto Reis de Paula, presidente do TST, a audiência contou com a presença da presidente do sindicato, Iraídes Baptistoni, e os advogados Silvio Januário, Marthius Savio Lobato e Maximiliano Garcez . A Prefeitura de Maringá foi representada pelos advogados Luiz Guilherme Turchiari e Euclides Alcides Rocha.

Na ação da trimestralidade, o sindicato pede o pagamento – com os devidos reajustes – de recursos que Ricardo Barros, em seu mandato como prefeito, deixou de pagar aos servidores municipais. Alguns dos trabalhadores já morreram ser ver a cor do dinheiro

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