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Com Maluf na lista, cinco políticos mais ricos do Brasil têm patrimônio de US$ 3,2 bilhões

Maluf

Os cinco políticos mais ricos do Brasil possuem, ao todo, patrimônio de aproximadamente US$ 3,2 bilhões. O ranking foi publicado pela Forbes, em levantamento feito a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em ordem, os mais ricos são: senador Lirio Albino Parisotto (PMDB-AM), com US$ 1,9 bilhão; senador Blairo Borges Maggi (PR-MT), com US$ 960 milhões; Marcelo Beltrão de Almeida (PMDB-PR), com US$ 200 milhões; Otaviano Olavo Pivetta, prefeito de Lucas do Rio Verde (MT), com US$ 100 milhões.

O quinto no ranking é Paulo Maluf (PP-SP), com patrimônio líquido de US$ 33 milhões. A Forbes lembrou que Maluf está na lista dos procurados pela Interpol, a polícia internacional, por acusações de corrupção. Deputado federal, Maluf compõe a base de apoio à presidente Dilma Rousseff no Congresso.

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Cinco partidos têm 74% dos filiados em SC

Ao menos no número de filiados, cinco partidos largam na frente, em Santa Catarina, para a disputa das eleições de 2014. A cada cem eleitores ligados a um partido, no Estado, 74 fazem parte do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), PP (Partido Progressista), DEM (Democratas), PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) e PT (Partido dos Trabalhadores). Dos 798.507 catarinenses filiados, 590.309 estão nesses cinco partidos. A minoria (26%) está distribuída nas outras 27 legendas reconhecidas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Os cinco grandes partidos também lideram nos dois maiores colégios eleitorais do Estado, com 68,6% do total de filiados em Florianópolis e 65,9%, em Joinville. A ordem de grandeza, no entanto, inverte-se. Maior legenda em Santa Catarina, com quase 185 mil filiados, o PMDB é líder na Capital, mas perde para o PSDB em Joinville.

O levantamento do Notícias do Dia partiu de dados disponibilizados pelo TSE no Filiaweb (Sistema de Filiação Partidária), criado para que os partidos políticos informem à Justiça Eleitoral o número de filiações. Desde outubro de 2009, as legendas são obrigadas a atualizar os dados, eletronicamente, de duas a seis vezes por ano.

Continue lendo no Notícias do Dia.

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São Paulo e Santa Catarina concentram 77% das cidades com IDHM ‘muito alto’

Melhores cidades do Brasil em qualidade de vida

Das 45 cidades com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) muito alto – 0,800 pontos ou mais –, 35 ficam em São Paulo e em Santa Catarina. Os dados são do Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, divulgado nesta segunda-feira. Leia mais aqui.

A cidade com melhor qualidade de vida no Brasil é São Caetano do Sul (0,862), no ABC paulista. São Paulo tem ainda outros 24 cidades com IDHM muito alto. Das 10 cidades catarinenses com ótima qualidade de vida, Florianópolis (0,847) é a mais bem classificada entre todas as capitais brasileiras.

Entre as cidades paraenses, Curitiba é a 10ª no ranking nacional e Maringá a 23ª. Veja o ranking do Estado aqui

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Curitiba e Maringá são as melhores cidades em qualidade de vida no Paraná

Melhores cidades em qualidade de vida no PR (fonte: Pnud 2013)

O  Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou, na tarde desta segunda-feira (29), o “Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013“. De acordo com os indicadores, Curitiba e Maringá apresentam o melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) entre os 399 municípios do Paraná. 

No ranking, que varia de 0 a 1, a capital paranaense figura com 0,823 pontos e Maringá com 0,808 – acima de 0,8 a qualidade de vida é considerada “muito alta”. Na lista das dez cidades com melhor IDHM do Paraná também estão: Quatro Pontes (0,791), Pato Branco (0,782), Cascavel (0,782), Londrina (0,778), Marechal Cândido Rondon (0,774), Francisco Beltrão (0,774), Palotina (0,768) e Toledo (0,768).

Leia mais sobre o IDHM
Clique aqui para ampliar o ranking

De acordo com o Pnud, o IDHM é resultado de análise de mais de 180 indicadores socioeconômicos do País, entre eles: demografia, educação, renda, habitação, trabalho e vulnerabilidade. Os critérios de desempate são definidos a partir desses indicadores.

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