Sismmar



Servidores conquistam reposição da inflação e greve está próxima do fim

Depois de quatro dias de greve e de uma sexta-feira com várias rodadas de negociação, enfim, os servidores municipais de Maringá conquistaram a única reivindicação pela qual deflagraram greve: a reposição da inflação de 11,08%.

A Prefeitura aceitou a proposta elaborada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), pela Comissão de Organização da Greve (eleita em assembleia), pela Associação dos Funcionários Municipais de Maringá (AFMM) e por vereadores. Essa proposta foi elaborada pela manhã e entregue à administração no início da tarde. Com essa novidade, a greve está a um passo do fim.

Em assembleia realizada depois das 20 horas, na praça do Paço Municipal, a categoria aceitou o pagamento de 4% de imediato e do restante dos 11,08% parcelados em cinco vezes, nos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro – conforme garantia dada pela administração.

A assembleia também autorizou a Comissão de Organização da Greve a acertar os detalhes de dois itens pendentes: como o pagamento do retroativo condicionado à arrecadação do município e a forma como os dias parados serão repostos. Segundo a presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, esses detalhes serão acertados em nova mesa de negociação a ser realizada neste sábado, às 19 horas, no Paço Municipal. Leia mais detalhes aqui.

Nova assembleia
Para este domingo, o Sismmar já está convocando (e conta com isso com o apoio da imprensa) nova assembleia geral, às 8h30, na Câmara Municipal. Será essa assembleia que votará pelo fim da greve. Na sequência, por volta das 9 horas, os vereadores realizarão sessão extraordinária para aprovar o reajuste salarial da categoria.

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Reposição da inflação de 11,08% pode evitar greve dos servidores; Pupin ofereceu 4%

Uma nova reunião entre o prefeito Carlos Roberto Pupin e os representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), marcada para esta segunda-feira (21), pode pôr fim ao indicativo de greve da categoria. Na reunião, espera-se que o prefeito melhore a proposta de 4% (7,08%), recusada pela categoria na assembleia realizada na Câmara Municipal, no último sábado.

Na assembleia, os servidores rejeitaram por unanimidade a proposta de 4% e aprovaram a greve a partir do dia 28, caso não haja uma contraproposta da Prefeitura de, no mínimo, a reposição dos 11,08% da inflação. Na ocasião, oito vereadores se comprometeram a não aprovar na Câmara reajuste menor do que a inflação. Os vereadores são: Humberto Henrique, Ulisses Maia, Mário Verri, Bravin, Tenente Edson, Luizinho Gari,0 Da Silva e Dr. Manoel.

Assembleia decisiva
Em assembleia marcada para esta segunda-feira, às 18h30, na Câmara Municipal, a categoria avaliará a nova proposta de Pupin.

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Servidores fizeram passeata pelo Centro de Maringá no sábado (19) após aprovarem, em assembleia, indicativo de greve da categoria

 

 

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Servidores municipais distribuem panfletos à população com críticas a Pupin

Permanece o impasse entre os servidores municipais, representados pelo Sismmar (sindicato da categoria), e a administração municipal. De um lado, os trabalhadores pedem um reajuste de 17,5%, com ganho real de 6,42%, definido em assembleia realizada na última quarta-feira (9). Do outro, o prefeito de Maringá, Carlos Roberto Pupin (PP), ainda não apresentou uma contraproposta à categoria.

Segundo a diretoria do Sismmar, a espera dos servidores por uma resposta do prefeito já dura 37 dias. Em função disso, um grupo de trabalhadores mantém plantão diário em frente ao Gabinete do prefeito. Um outro grupo iniciou, nesta sexta-feira (11), uma panfletagem para a população com críticas aos prefeito. Segundo o panfleto distribuído (confira aqui), Pupin se recusa a negociar com os servidores.

Um nova assembleia foi marcada para a próxima quarta-feira, às 18h30, na Câmara Municipal.

Servidores municipais, em plantão diante do Gabinete do Prefeito

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Iraídes Baptistoni é empossada

A presidente reeleita do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), Iraídes Baptistoni, tomou posse nesta segunda-feira (29) juntamente com os demais membros da diretoria eleita. São membros da Chapa 3, que venceu as eleições do sindicato no fim do ano passado.

Na posse, o novo auditório do Sismmar, com capacidade para 100 pessoas, ficou pequeno. Várias autoridades estiveram presentes, incluindo o deputado federal Enio Verri (PT), os vereadores Humberto Henrique (PT), Mario Verri (PT) e Ulisses Maia (PDT), e representantes de vários sindicatos. O prefeito Roberto Pupin enviou representante.

Na posse, foi enaltecido o processo eleitoral democrático, no qual os servidores filiados ao sindicato foram às urnas para escolher seus representantes pelos próximos quatro anos. Em seu discurso, Iraídes comentou que o sindicato faz política sindical e não política partidária, e que convidou todos os vereadores para a posse.

Coincidência ou não, os vereadores que compareceram são de oposição ao atual governo. Atualmente, está em curso campanha salarial na qual, além de reajuste salarial, os servidores pedem ao prefeito Pupin o vale-alimentação – já concedido por cidades menores a seus servidores, entre elas Paiçandu.

Posse nova diretoria do Sismmar

Posse nova diretoria do Sismmar 2

Fotos: Valter Baptistoni

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Diretoria do Sismmar toma posse nesta segunda

A diretoria eleita do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) toma posse, nesta segunda-feira (29), às 18h30, na sede da entidade. Presidente reeleita, Iraídes Baptistoni comandará o sindicato pelos próximos quatro anos.

“A nova diretoria será composta, em sua maioria, por servidores que até então não exerceram cargos diretivos. Ao mesmo tempo em que falta-lhes experiência, sobra vontade de representar os trabalhadores no dia a dia, missão que consome, mas que é muito gratificante”, comenta Iraídes. “Tudo isso, somado à minha experiência, acumulada nesses vários anos de luta, tenho convicção de que vamos fazer uma grande gestão”, acrescenta.

Além de Iraídes (foto abaixo), estarão entre os liberados pela Prefeitura de Maringá para se dedicar à atividade sindical: Voune Melo, Celia Vilela, Marcia Dalassenta e Regina Oller. Eles ocuparão os postos de três liberados que deixam a diretoria do Sismmar: Solange Marega, Cibele Campos e Jefferson Santos.

Iraídes

 

Impasse

A data encerra um processo eleitoral conturbado, que teve a desistência do candidato a presidente Paulo Vidigal (Chapa 2) após a anulação do primeiro turno pela Comissão Eleitoral. Vidigal faria o segundo turno contra a atual presidente, Iraídes Baptistoni, que havia vencido o primeiro turno.

No novo primeiro turno, Iraídes foi reeleita ao vencer Solange, então vice-presidente. Sem Vidigal na disputa, não houve segundo turno.

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Jornal do Sismmar traz linha do tempo sobre a Trimestralidade

Em sua edição de setembro, o Jornal do Sismmar traz um especial sobre a trimestralidade, com direito a linha do tempo explicando o imbróglio. Tudo começou quando o ex-prefeito Ricardo Barros deixou de pagar o reajuste trimestral aos servidores municipais, no início da década de 1990, gerando uma ação na Justiça que já dura 22 anos. Recentemente, a busca de um acordo entre sindicato e Prefeitura de Maringá não logrou êxito.

Com esta edição do jornal, este jornalista que vos escreve encerra um período de dois anos e meio como assessor de imprensa do Sismmar. O momento é de agradecimento, especialmente à presidente Iraídes Fernandes Baptistoni, que conduz o sindicato com lisura, bom senso e – sobretudo – respeito para com todos os profissionais de sua equipe.

Leia aqui a última edição do Jornal do Sismmar. 

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Mil novos cargos na Prefeitura antes do plano de carreira é demais, avaliam vereadores

Imagem usada pelo SISMMAR para cobrar que Prefeitura dê prioridade para o plano de carreira dos servidores

Para surpresa de alguns jornalistas que cobriam a sessão de quinta-feira (5), o projeto de lei de autoria do Executivo, que pedia a criação de 941 novos cargos concursados na Prefeitura de Maringá, foi rejeitado pela Câmara Municipal. Após manifesto do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar) contrário ao projeto, houve consenso dos vereadores em derrubar o projeto por unanimidade.

O Sismmar alega que a ampliação do efetivo em cerca de 10%, neste momento, comprometeria a implantação do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) dos servidores municipais, prometido pelo prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) para novembro. O sindicato alega ainda que o projeto de lei previa a criação de cargos desnecessários, que devem ser extintos.

Os vereadores assimilaram a justificativa dada pelo sindicato. “Esse projeto comprometeria [devido ao impacto das novas contratações no orçamento] o Plano de Carreira que será enviado pelo Executivo para a Câmara”, comentou o presidente do Legislativo, Ulisses Maia (PP). Ainda de acordo com o vereador, a Câmara se dispõe a aprovar um projeto de lei que considere a de 430 postos de trabalho considerados emergenciais.  

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Maringá pode ter maior greve de sua história, adverte sindicalista

O Dia Nacional de Luta, no último sábado (30), teve passeata no Centro de Maringá. No ato, a presidente do Sindicato dos Servidores Municipais (Sismmar), Iraídes Baptistoni, relembrou em seu discurso que os trabalhadores da Prefeitura de Maringá aguardam para novembro a revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) geral.

Se a promessa do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) de entregar o PCCR até novembro não for cumprida, disse a sindicalista e coordenadora regional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), “Maringá verá a maior greve de sua história”. Iraídes também reclamou das condições de trabalho consideradas como precárias pelo Sismmar em alguns setores da administração municipal.

À imprensa, o prefeito Pupin já falou sobre seu compromisso de implementar o PCCR já em seu primeiro ano de governo. Um compromisso que deixou se ser cumprido por seu antecessor, o ex-prefeito Silvio Barros (PP).

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Prefeitura de Maringá desiste de acordo para pagamento da trimestralidade

A Prefeitura de Maringá não enviou representante a Brasília, na quarta-feira (20), para a audiência de conciliação no processo da trimestralidade. Estiveram presentes no Tribunal Superior do Trabalho (TST) apenas o advogado e a presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), Silvio Januário e Iraídes Baptistoni, respectivamente.

O processo é relativo a diferenças salarias de cerca de 3.500 servidores, o que inclui aposentados e pensionistas. Um passivo referente a valores que deixaram de ser pagos na administração do ex-prefeito Ricardo Barros (PP), hoje secretário de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul.

Em assembleia, servidores municipais rejeitaram proposta de R$ 40 milhões feita por Pupin para o pagamento da Trimestralidade. Para Sismmar, dívida é de cerca de R$ 70 milhões

A Procuradoria-Geral do município entrou com uma petição no Protocolo do TST, solicitando o cancelamento da conciliação e o envio do processo para a continuação do julgamento. Na tentativa de um acordo, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) ofereceu R$ 40 milhões, com parcelamento de R$ 4 milhões por ano. Aquém de proposta oferecida anteriormente pelo ex-prefeito Silvio Barros (PP), a proposta de Pupin foi recusada pelos trabalhadores em assembleia. Nos cálculos do Sismmar, o valor da condenação estaria em R$ 70 milhões.

De acordo com o Sismmar, Pupin não demonstrou real interesse em negociar o pagamento da trimestralidade, “esquivando-se de vários pedidos de reunião com o sindicato e apresentando proposta só na véspera da assembleia da categoria”. A Prefeitura ainda não se manifestou sobre o assunto em seu site.

O presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, que tomou conhecimento da petição apenas durante a audiência de conciliação, determinou o envio do processo para julgamento na Segunda Turma. Leia mais aqui.

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Em assembleia, servidores recuram proposta de Pupin para o pagamento da Trimestralidade

Presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, durante a assembleia do último sábado: servidores rejeitaram proposta da administração

Servidores municipais avaliaram, no último sábado (10), a proposta feita pelo prefeito Roberto Pupin (PP) para o pagamento da Trimestralidade. A proposta de R$ 40 milhões para dar fim à ação foi manchete de O Diário no fim de semana. Confira aqui, na matéria de Murilo Gatti.

Na assembleia convocada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), com direito à plenário da Câmara Municipal lotado, os trabalhadores recusaram a proposta. Foi deliberado que o sindicato apresente contraproposta ao prefeito nos próximos dias – veja os detalhes no blog do Sismmar.

A expectativa, de ambas as partes, é por um acordo até 21 de agosto, data da próxima audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. Ao que tudo indica, essa pendência que já perdura mais de 20 anos será, enfim, resolvida.

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