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Jornal do Sismmar traz linha do tempo sobre a Trimestralidade

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Em sua edição de setembro, o Jornal do Sismmar traz um especial sobre a trimestralidade, com direito a linha do tempo explicando o imbróglio. Tudo começou quando o ex-prefeito Ricardo Barros deixou de pagar o reajuste trimestral aos servidores municipais, no início da década de 1990, gerando uma ação na Justiça que já dura 22 anos. Recentemente, a busca de um acordo entre sindicato e Prefeitura de Maringá não logrou êxito.

Com esta edição do jornal, este jornalista que vos escreve encerra um período de dois anos e meio como assessor de imprensa do Sismmar. O momento é de agradecimento, especialmente à presidente Iraídes Fernandes Baptistoni, que conduz o sindicato com lisura, bom senso e – sobretudo – respeito para com todos os profissionais de sua equipe.

Leia aqui a última edição do Jornal do Sismmar. 

Prefeitura de Maringá desiste de acordo para pagamento da trimestralidade

Categorias: Ahh... Maringá

A Prefeitura de Maringá não enviou representante a Brasília, na quarta-feira (20), para a audiência de conciliação no processo da trimestralidade. Estiveram presentes no Tribunal Superior do Trabalho (TST) apenas o advogado e a presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), Silvio Januário e Iraídes Baptistoni, respectivamente.

O processo é relativo a diferenças salarias de cerca de 3.500 servidores, o que inclui aposentados e pensionistas. Um passivo referente a valores que deixaram de ser pagos na administração do ex-prefeito Ricardo Barros (PP), hoje secretário de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul.

Em assembleia, servidores municipais rejeitaram proposta de R$ 40 milhões feita por Pupin para o pagamento da Trimestralidade. Para Sismmar, dívida é de cerca de R$ 70 milhões

A Procuradoria-Geral do município entrou com uma petição no Protocolo do TST, solicitando o cancelamento da conciliação e o envio do processo para a continuação do julgamento. Na tentativa de um acordo, o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) ofereceu R$ 40 milhões, com parcelamento de R$ 4 milhões por ano. Aquém de proposta oferecida anteriormente pelo ex-prefeito Silvio Barros (PP), a proposta de Pupin foi recusada pelos trabalhadores em assembleia. Nos cálculos do Sismmar, o valor da condenação estaria em R$ 70 milhões.

De acordo com o Sismmar, Pupin não demonstrou real interesse em negociar o pagamento da trimestralidade, “esquivando-se de vários pedidos de reunião com o sindicato e apresentando proposta só na véspera da assembleia da categoria”. A Prefeitura ainda não se manifestou sobre o assunto em seu site.

O presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula, que tomou conhecimento da petição apenas durante a audiência de conciliação, determinou o envio do processo para julgamento na Segunda Turma. Leia mais aqui.

Em assembleia, servidores recuram proposta de Pupin para o pagamento da Trimestralidade

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Presidente do Sismmar, Iraídes Baptistoni, durante a assembleia do último sábado: servidores rejeitaram proposta da administração

Servidores municipais avaliaram, no último sábado (10), a proposta feita pelo prefeito Roberto Pupin (PP) para o pagamento da Trimestralidade. A proposta de R$ 40 milhões para dar fim à ação foi manchete de O Diário no fim de semana. Confira aqui, na matéria de Murilo Gatti.

Na assembleia convocada pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Maringá (Sismmar), com direito à plenário da Câmara Municipal lotado, os trabalhadores recusaram a proposta. Foi deliberado que o sindicato apresente contraproposta ao prefeito nos próximos dias – veja os detalhes no blog do Sismmar.

A expectativa, de ambas as partes, é por um acordo até 21 de agosto, data da próxima audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. Ao que tudo indica, essa pendência que já perdura mais de 20 anos será, enfim, resolvida.

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