Mês: dezembro 2011



Brincando com o Google

O motor de busca da Google nunca para.

Há tempos que podemos fazer contas utilizando o campo de pesquisa, por exemplo, digite 2+2 e verá 2 + 2 = 4 como resultado da busca.

Bem, claro que o melhor motor de busca não iria ficar por aí.

É possível também traçar gráficos de funções, por exemplo, a função y=x que resulta em uma reta diagonal é um das mais simples de entender, mas podemos começar a sofisticar, digite y=x^2 que significa y=x2, você verá o gráfico da parábola desenhado na tela. Quer sofisticar só um pouquinho, pesquise y=x^3 ou qualquer outra fórmula que você lembrar.

Duas dicas:

  • passe o mouse por cima do gráfico que você terá os valores calculados em cada ponto;
  • gire o botão central do mouse e veja o zoom em funcionamento.

Outros exemplos para você brincar:

Seno y = sin(x)
Cosseno y = cos(x)
Tangente y = tan(x)
Raiz quadrada Y = sqrt(x)
Semicírculo y = sqrt(1-x^2)
Semicírculo inverso y = -sqrt(1-x^2)

 

Quando você quiser determinar a uma faixa de valores para o gráfico, basta utilizar as palavras inglesas “from”  e “to” que significam “de” e “até”, respectivamente.

Por exemplo, o gráfico do seno de 0 a 2π fica assim: y=sin(x) from 0  to PI, simples assim.

Podemos dispensar o “y=” pois essa máquina sabe muito bem o que está fazendo.

O segundo passo é comparar dois ou mais resultados, digite as fórmulas separadas por vírgulas que ele desenhará uma de cada cor.

sin(x), cos(x),tan(x)

Agora, para terminar, vamos tentar um exemplo bem legal.

Pesquise a seguinte fórmula:

sqrt(cos(x))*cos(45*x)+sqrt(abs(x))-.07)

mas sem o “y=” na frente.

Bem, na verdade eu não inventei esta fórmula, eu apenas adaptei um exemplo que circula na net, mas eu não conheço o autor:

sqrt(cos(x))*cos(200 x)+sqrt(abs(x))-.07)*(4-x*x)^0.01, sqrt(9-x^2),-sqrt(9-x^2) from -4.5 to 4.5

Claro que eu não vou contar o resultado para estragar a surpresa!

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Muitos países dentro de um só

Meu Brasil, brasileiro, feito de gente, nem feia nem bonita, brava gente brasileira. Um País que arrepia o tempo todo pelas emoções que nossa gente nos causa. Nem rica nem pobre, gente brasileira.

Minha gente que canta, que toca, que pinta, que escreve, que sobretudo luta, mesmo sem saber, luta. Em cada sorriso desdentado uma luta pra cada dente, sempre sorrindo, desdentado. Aqui anões são gigantes, desdentados são artistas, magrelas são corredores, gordinhos são bonachões.

Oh Japonês, oh galego, oh polaco, fogoió, baixinho, grandão, negão, gordo, magrão, cabeludo, careca, amarelo, marrom, azul, vermelho, cabeça… brasileiros.

Vitoriosos em nossas lutas cujo troféu é a felicidade.

Felizes sim, nós falamos a mesma língua, cheio de sotaques, isso sim, mas falamos a mesma língua e nos entendemos.

Felizes, porque somos deuses e acreditamos e um só Deus, o Deus que nasceu para nos salvar.

Natalinos, nascidos no Brasil, Terra de Filhos de Deus Pai, Filhos do Deus filho.

FELIZ NATAL!

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Mudanças na CLT: Injusto desvio de verba indenizatória.

Por: José Jácomo Gimenes, Rony Ferreira, Marcos César Romeira Moraes, Juizes Federais no Paraná e Marcus Aurelio Lopes, Juiz do Trabalho no Paraná.

O processo do trabalho não é inteiramente justo com o trabalhador que procura o Judiciário. Costumeiramente ele tem que gastar até 30% de sua indenização de salários atrasados com honorários advocatícios. Na verdade recebe somente uma parte de seu sagrado direito. É que a legislação e a jurisprudência trabalhista, desatualizadas nesse ponto, não permitem que o trabalhador seja ressarcido das despesas que teve com advogado para garantir seus direitos no Judiciário. É um defeito que deve ser urgentemente acertado.

Em 2003 foi proposto um Projeto de Lei (Deputada Dra. Clair) para modificar a CLT nesse ponto, obrigando o vencido no processo do trabalho a ressarcir o vencedor nas despesas que este teve com seu advogado (no mesmo sentido de histórica regra do art. 20 e Exposição de Motivos do Código de Processo Civil). A justificativa do Projeto original era o ressarcimento do trabalhador que custeou a despesa. Essa verba é conhecida como honorários de sucumbência, porque o vencido, o sucumbente, é quem paga. Nada mais justo e necessário.

O Projeto ficou rodando pelo Congresso. Em novembro de 2011, com relatoria de outro Deputado, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal, num pacote de modificações da CLT, porém com mudança injusta na redação, determinando que o vencido pague honorários de sucumbência AOS ADVOGADOS (Projeto de Lei 3.392/2004, § 2º do art. 791 da CLT). A oportunidade de correção de injustiça contra o trabalhador está sendo desviada.

Em caso de aprovação definitiva como está, com a alteração do Projeto original, o trabalhador vai continuar sendo injustiçado.  Receberá bem menos que a indenização realmente devida e o advogado, que costumeiramente já recebe honorários contratuais sobre o resultado do processo, muitas vezes até elevados de 30%, receberá mais os honorários de sucumbência, entre 10% a 20%, podendo chegar a 50% do valor da ação.

O trabalhador que não teve seu direito atendido amigavelmente pelo empregador, além do desgaste e demora do processo judicial, receberá bem menos que o correto. O devido processo legal, instrumento do Estado Democrático, que tem por fundamento o justo, a integral reparação do ofendido, estará sendo desatendido por interesses corporativos. O Judiciário Trabalhista continuará defeituoso nesse ponto.

A propósito, o art. 16 da Lei 5584/70 já estabelece que os honorários advocatícios, nos casos de assistência judiciária, são devidos ao sindicato profissional que patrocina a causa e não ao advogado. Portanto, a legislação já tem por fundamento que os honorários de sucumbência são destinados ao ressarcimento dos gastos com o patrocínio da causa e não para pagamento ao advogado, remunerado por contrato ou salário. O Projeto deveria seguir o mesmo princípio e reverter os honorários de sucumbência ao trabalhador, para indenizar as despesas que teve com advogado no processo.

É aplicável ao caso a lição do Ministro Joaquim Barbosa do Supremo, na ADIn 1.194, acompanhando votos de colegas: Os dispositivos impugnados, ao disciplinarem que a verba de sucumbência pertence ao advogado, não promovem propriamente a rule of law, mas o rule of lawyers. Com isso, não se incrementa a proteção judiciária, mas apenas se privilegia certa classe de profissionais que devem atuar sempre em interesse da parte que representa…”

É nesse sentido também o voto Ministro Cezar Peluso, proferido na ADIn 1194, no caso da transferência dos honorários de sucumbência ao advogado afronta o devido processo constitucional substantivo: “Penso que tal norma também ofenderia o princípio do devido processo legal substantivo, porque está confiscando à parte vencedora, parcela que por natureza seria destinada a reparar-lhe o dano decorrente da necessidade de ir a juízo para ver sua razão reconhecida.”

Apesar da farta Doutrina explicando que os honorários de sucumbência têm natureza indenizatória e pertencem ao vencedor do processo, apesar da segura indicação do Supremo na ADIn 1.194, apesar do art. 20 e Exposição Motivos do CPC no mesmo sentido, apesar dos princípios da reparação integral e devido processo legal substantivo (o processo judicial deve ser adequado para atingir seu objetivo constitucional, integral reparação do vencedor, inclusive das despesas), o trocadilho do Ministro Joaquim Barbosa, infelizmente, parece estar se realizando: promoção do processo do advogado em detrimento do devido processo legal, no Projeto de alteração da CLT e também no Projeto do novo CPC.

Não é certo transferir verba indenizatória do trabalhador reclamante para o advogado, profissional que já recebe remuneração decorrente de contrato. A sociedade, sindicatos, processualistas, Ministério Público e demais órgãos de defesa dos direitos difusos e do trabalhador devem ficar atentos para a mudança, especialmente quanto à efetiva realização do devido processo legal substantivo e justo tratamento do jurisdicionado, consumidor do serviço público judicial.

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Let it snow

 Mais uma brincadeira do Google.

Digite Let it snow no seu navegador e peça para a máquina de busca do Google procurar para você.

Você verá uma agradável surpresa!

A frase em inglês que significa algo como “faça-se a neve” ou “deixe nevar”, mostra uma chuva de flocos de neve na tela do seu computador.

Aos poucos você terá a impressão que o vidro do seu monitor congelou e, após ver a tela embaçada, se você passar o mouse com o botão clicado, terá a impressão de limpar o vidro.

Se quiser limpar tudo imediatamente, clique no botão Defrost que aparece no lugar da lupa.

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Fernanda Richa

Fernanda Richa , Secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social e primeira-dama do Paraná, esteve em Maringá hoje o dia todo.

Ela participou da entrega de brinquedos para 500 crianças carentes no evento “Natal Encantado” que é promovido pelo Provopar.

A agenda ainda incluia visita à UEM, ACIM e CESUMAR quando aproveitou para gravar diversas entrevistas em jornais, programas de rádio e televisão.

Fernanda foi recebida pelas lideranças de Maringá de onde saiu às 19:30 em direção a Londrina.

Carlos Sica, Secretária Fernanda Rica e Secretário Wilson Quinteiro

Política
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Nova forma de ver as cidades em 3D pela Internet

A Google está incentivando os clientes do Maps a utilizar o MapsGL.

Esta nova versão permite visualizar construções em 3D e sobrevoar imagens com vista aérea mostradas em 45 graus. A sensação é muito boa mesmo, é como um cenário de realidade virtual.

Segundo a Google, o MapsGL usa uma biblioteca de gráficos baseada na web, trata-se de uma nova tecnologia chamada WebGL, que aprimorou o Google Maps. Essa biblioteca mostra gráficos em 3D direto no navegador sem precisar instalar outro software, conhecido em geral, como plugin.

Além de visualizar a cidade em um cenário 3D, é possível mudar a visualização para as imagens do Street View, lembra? Aquele carro que fotografa todas as ruas da cidade. Assim você passa a ver imagens reais do local onde está visitando virtualmente.

Mas vamos com calma, para que isto realmente funcione o computador tem que estar bem equipado com três itens essenciais:

  • Navegador: Chrome 14+ ou do Firefox 8+.
  • Sistema Operacional: Mac OS Snow Leopard 10.6+ ou Lion 10.7+, Linux, Windows Vista ou 7, sendo que em computadores Windows, é necessário ter drivers que tenham sido lançados depois de 1º de janeiro de 2009.
  • Hardware da placa de vídeo: GPU com DirectX 9.0c (Shader Model 3.0+) e algumas GPUs integradas mais simples (como a Intel GMA 3100 e 3150) não são compatíveis.

Antes de tudo você pode testar seu computador para saber se está preparado para esta nova tecnologia. Visite o site de experimentos da Google e tente rodar algum exemplo. Se funcionar significa que seu computador está preparado para o MapsGL, caso contrário será emitida uma mensagem explicando o que falta.

Clique aqui para acessar o Google Maps que ele te levará para o MapsGL.

Bom proveito!

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Neve Artificial Caseira

Particularmente eu nem gosto de coisas artificiais, aquelas que imitam costumes estrangeiros então… nem se fala.

Escrevo este artigo, por se tratar de uma experiência química muito interessante, cujo produto pode ser aplicado em jardinagem.

O poliacrilato de sódio, se apresenta em forma de pó e, com ele, podemos  fazer uma massa muito parecida com neve, a chamada neve artificial.

A partir de agora reproduzo parte do artigo do blog Uhull S.A.

Essa substância é um polímero, um super absorvente de água, que pode absorver até 800 vezes o seu peso.

No nosso cotidiano, o principal uso do poliacrilato de sódio é como gel absorvente em fraldas. Quando entra em contato com o xixi, ele absorve a água, e mantém a criança seca.

Outra forma comum de uso do poliacrilato de sódio é como retentor hídrico. Ele é misturado à terra perto das raízes das plantas, e como absorve a água e solta bem devagar, faz com sejam necessárias menos regas.

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Maringá aparece no Fantástico sem ser citada!

Ontem ao assistir o programa Fantástico da Rede Globo, reparei que imagens de Maringá foram utilizadas na reportagem intitulada “Tecnologia ajuda a recuperar na Bolívia carros roubados no Brasil“.

O programa tinha foco na Bolívia, mas curiosamente na hora de mostrar mapas, por mais de uma vez a cidade de Maringá era mostrada sem que qualquer explicação sobre as imagens fosse dada sobre isto.

Você também viu?

Assita ao vídeo.

Tecnologia
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Fim de ano x Imposto de Renda

Está chegando o final do ano e este é um bom momento para investir parte do valor a ser pago como imposto de renda referente a 2011 em iniciativas dentro do Fundo para a Infância e Adolescência (FIA).

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O FIA tem escopo municipal e o doador escolhe a cidade e a entidade para o qual quer fazer a doação. Assim o doador sabe que o seu dinheiro será utilizado para ajudar projetos de entidades previamente registradas no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Inclusive é possível dividir a doação entre várias entidades escolhidas.

Para não ficar na dúvida se seu dinheiro chegou até o destino, você deve avisar as entidades que escolheu para fazer a doação. Enxergamos duas vantagens imediatas:

– a doação é na verdade abatimento fiscal, isto é, você pega parte do imposto de renda devido e transforma em caridade;

– você escolhe a cidade e entidade que vai receber a tua ajuda, assim a doação fica na sua cidade ou comunidade;

 

Quem pode contribuir?

Podem contribuir quem tem imposto de renda devido em 2011; e quem declarar utilizando o formulário completo.

Quanto eu posso contribuir?

Pode-se contribuir com até 6% do imposto de renda devido. Para fazer um cálculo de quanto você pode contribuir, vá até o site Imposto Solidário e faça uma simulação.

Como eu posso contribuir?

Se você vai contribuir com o FIA de Maringá, por exemplo, vá até o site da Prefeitura, escolha o projeto (entidade), gere o boleto de pagamento e pague o boleto até dia 30/12/11. Procure o da sua cidade, se não encontrar, ligue para a prefeitura e ele te informarão.

Como faço para obter o abatimento fiscal?

Para abatimento fiscal (limitado a 6% do imposto de renda devido), existe um campo na página de deduções do formulário completo que é utilizado para doações deste tipo. Isto é bem fácil e simples e você deve preencher no momento da declaração.

Boa doação: até 6% do imposto devido pode ser investido na entidade de tua escolha, sem que passe pela Receita Federal.

Contribuiu com este post: Elvio João Leonardo

Política
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