Mês: agosto 2013



Acadêmicos capitaneiam a construção de bicicletários e ciclofaixas na UEM

Com eu já havia noticiado neste blog, o conselho superior da UEM, o COU, aprovou orçamento de R$ 150.00,00 para construção de um centro de convivência para os alunos, bem como a construção e instalação de bicicletários no padrão da ONG “Transporte ativo” e ciclofaixas nas ruas da UEM.

Este assunto já vem sendo debatido ao longo de pelo menos um ano, e algumas iniciativas já tem dado resultados. o Evento DIA DA BICICLETA, por meio dos seus patrocinadores, fabricou e doou para a UEM, que instalou 21 paraciclos padronizados.

Ontem, 29/08/2013, este professor, juntamente com alunos envolvidos na causa da bicicleta, se reuniu com o Prefeito do Campus Universitário para discutir as linhas para a execução do projeto.

Será constituída uma comissão pelo reitor, para definir os projetos, orçamento e calendário de execução. O bom disto tudo, é que o prazo para esta ação acontecer, é 21 de setembro. Com a participação voluntária e empreendedora de todos isto é exequível.

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Roberto Takashina: 10.000km de bicicleta

DEPOIMENTO DE ROBERTO TAKASHINA

Esta semana completei 10.000 km pedalando no trajeto da minha casa até o meu trabalho com a minha gloriosa Caloi Supra. Essa contagem iniciei em fevereiro de 2009 quando decidi adotar a bike como meio de locomoção por influencia e insistência do meu amigo Alinor Rodrigues Jr. Decorreram 4 anos e 6 meses que venho fazendo esse trajeto de 5,5 km, 4 vezes ao dia. Posso dizer que foi uma decisão que mudou a minha vida! Melhorou a minha saúde, o meu humor, passei a praticar o mountain bike como esporte e fiz muitos amigos nas trilhas, economizei muito dindim deixando de queimar combustível, colaborei com o meio ambiente não lançando CO2 na natureza. Não foram só coisas boas… as vezes deu vontade de desistir e voltar a usar o carro para ir trabalhar. Levei inúmeras fechadas de carro, tiraram muitas finas e até fui atropelado uma vez em dezembro de 2011, na Rua Tomé de Souza, quando motorista falando no celular avançou a preferencial na qual eu estava passando. Alem disso chuvas, frio, pneu furado, falta de respeito e xingamentos dos motoristas, mas continuo firme porque acho que vale a pena. Percebo também que muita coisa melhorou em termos de segurança nos últimos tempos graças a insistência e perseverança de grupos de ciclistas que surgiram como o Bicicultura, Pedala Maringá e outros, que preocupados principalmente com a segurança dos ciclistas vem desenvolvendo extraordinário e heroico trabalho de conscientização junto ao Poder Público e a população de Maringá. Devagar tá melhorando, quem sabe um dia seremos como uma Amsterdã ou alguma grande cidade da Europa em termos de utilização da bike com meio de locomoção.

Roberto Takashina é Engenheiro civil na Sanepar.

Este post, foi uma maneira singela de homenagear nossos amigos ciclistas e agradecer pelo bom exemplo que ambos tem dados para todos nós.

Só nos resta dar os parabéns pelo grande exemplo.

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UEM decide investir em Infraestrutura Cicloviária.

Ontem, 26/08/2013 o Conselho Universitário (COU) aprovou o Orçamento Gerencial da UEM, como acontece todo ano. A novidade é que este ano foi determinada a implantação de um sistema viário para veículos não motorizados, começando por bicicletários e ciclofaixas.

A primeira proposição (bicicletários) nasceu dos alunos, que reunidos, elaboraram a proposta e apresentaram ao COU. Como complemento, este professor, propôs que o orçamento fosse estendido para a construção de ciclofaixas.

Entendemos como uma semente e, um bom exemplo para o Município.

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Transforme sua bicicleta simples em uma elétrica na hora.

O Rubbee é um um módulo de accionamento de atrito para a maioria das bicicletas normais no mercado.

Com ele você pode atingir até 25 km/h sem fazer esforço e , segundo o fabricante, a empresa inglesa, com o mesmo nome, a autonomia é 25 km.

Quer ver como é simples? Assista ao vídeo abaixo.

Bom, eu preciso dizer que adoro as bicicletas em que eu mesmo pedalo.
Isto é que é vida!

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Passeio Ciclístico da Família

Hoje, dia 15/08, dia de Nsa. da Glória começou com um maravilhoso Passeio Ciclístico da Família, organizado por todas as Paróquias da Arquidiocese de Maringá, o passeio saiu da Catedral foi até a Prudente de Morais e voltou para a Catedral, onde foram sorteadas várias bicicletas.
Bicicleta
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Feito Brasil: tecnologia a favor da beleza e do meio ambiente

A feito Brasil é uma empresa de Mandaguaçu-PR que fabrica cosméticos desde 2004.

Bem, isto não é novidade, o interessante é que a metodologia adotada é totalmente sustentável. Até a hora que a fábrica mantém no seu quintal é molhada com água recolhida da chuva.

Com produtos fabricados manualmente, por processo de emulsão a frio, são totalmente biodegradáveis. Eles não utilizam maquinários nem para embalar os produtos. Além disso eles se vangloriam, com toda razão, por que não fazem testes dos seus produtos em animais e muito menos utilizam matéria prima animal.

Feito Brasil: Uma iniciativa com responsabilidade real com a natureza.

 

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Mobilidade Urbana: Exemplo de Floripa

Como convencer os motoristas de ônibos e taxis que a vida do ciclista é tão importante como a deles?

Basta se colocar no lugar do outro.

Empresa de ônibus de Florianópolis, em um treinamento, colocam os motoristas para sentir na pele a sensação de levar uma “fina” de um ônibus. Apesar do teste ser feito em um lugar seguro, com a situação totalmente controlada, os motoristas revelaram que entenderam bem a posição do menor.

Vamos lá TCCC, seguir um bom exemplo como este só pode levar vocês a melhores resultados.

 

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LIBERDADE

Essa é a palavra que melhor define a bicicleta. E já era assim no final do século XIX. Antes dependendo da anuência e ajuda dos homens para levá-las onde desejavam ir, americanas e europeias começaram a se locomover conforme sua vontade e disposição, conquistando autonomia. Passaram a circular mais pelo espaço público, a ir mais longe e a se reunir com outras mulheres sem a presença de homens, fosse para discutir e trabalhar pelos seus direitos ou mesmo para se divertir.

Como consequência da vontade e da necessidade de usar a bicicleta, as mulheres conseguiram se libertar também das vestes que as sufocavam. Grandes saias, que pesava e limitavam seus movimentos, e espartilhos apertados, que machucavam seus corpos, foram substituídos por roupas mais leves e justas, como os spencers (uma adaptação do casaco masculino usado à época) e as calças bloomer. Lançadas em 1850 por Amélia Bloomer, aliada de Susan e Elizabeth e editora do primeiro jornal voltado às mulheres, as calças largas lembravam um pouco as saias, mas permitiam um uso mais confortável da bicicleta e facilitavam até o caminhar.

A bicicleta trouxe às mulheres liberdade de movimento e de deslocamento, direta e indiretamente, deixando um legado que se estende aos dias de hoje. E já estava, há mais de um século, situada em meio a lutas e conquistas de direitos e liberdades, acompanhando quem lutava por uma sociedade mais justa e igualitária.

Fonte: http://vadebike.org/2013/03/bicicleta-emancipacao-feminina/

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Audiência, balburdia e o fim da Democracia

Quando temos uma opinião, queremos e devemos lutar por ela. Devemos argumentar e mostrar o lado bom dela, os benefícios que aquela decisão traria para a maioria.

Ontem na Audiência Pública da UEM, para conhecer a opinião da platéia sobre a construção de um contorno viário, foi fácil de notar, logo no início, que a maioria era contra qualquer projeto e obras neste sentido, pois quem se mostrasse favorável à obra era vaiado.

Curiosamente, dentro dos meus 33 anos de UEM, essa balburdia, que considero o enterro da democracia, foi promovida por aqueles que se dizem democráticos e lutam por ela até o fim.

Lembram-se do industrial Henry Ford que disse “”O cliente pode ter o carro da cor que quiser, contanto que seja preto”? Foi assim que assisti o “debate” ontem.

Não podemos de forma alguma fechar os olhos para o problema que Maringá vive, temos que ser criativos e democráticos o suficiente para superar os problemas políticos e partir encontrar tecnicamente uma solução para o sistema viário de Maringá.

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