Astronomia



Lunático: Impressora 3D gigante criará estação na lua!

Já imaginou? Construir uma estação lunar já é lunático, mas construir isto utilizando uma impressora…

A Agência Espacial Europeia (ESA) está avaliando se é possível construir uma base lunar utilizando materiais disponíveis na Lua. Pode parecer lunático, mas se nós construímos na Terra utilizando materiais terrestres, porque não construir na Lua utilizando materiais próprios.

Aqui na Terra, enfrentamos diversas catástrofes provocadas pela própria natureza, mas na Luz a coisa é pior ainda. Pela ausência da gravidade ela recebe vários meteoros, que chegam em velocidade estonteante e explodem na superfície causando aquelas enormes crateras. Você quer morar lá?

A impressora 3D, já é uma realidade, e foi objeto de artigo neste blog, mas a ESA tem uma que pode criar grandes objetos de até 2 metros por hora e eles estão se esforçando para criar até 3,5 metros por hora.

Bom, utilizando uma mistura de rocha de basalto terrestre, óxido de magnésio e um sal de ligação, a ESA já conseguiu criar um bloco de 1,5 toneladas na Terra com uma impressora 3D fabricada pela empresa britânica Monolite.

Será que nossas casas serão construídas assim no futuro?

Artigo sugerido por Pablo Sica.

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Que tal ver um belo cometa na próxima semana?

http://www.astrobin.com/full/31183/?mod=none

Na próxima terça-feira, o cometa C/2012 F6 Lemmon atingirá a menor distância da Terra, quando estará a 146 milhões de km do nosso planeta. Apesar de ainda estar longe do periélio, Lemmon está brilhando tanto que até com um pequeno binóculo já pode ser visto nas noites do hemisfério sul.

O cometa Lemmon é a bola da vez nos céus do hemisfério sul e um dos alvos mais procurados pelos astrofotógrafos e astrônomos amadores. E não é para menos.

Lemmon está aumentando diariamente seu brilho e de acordo com observadores mais experientes, sua magnitude já atinge 6 pontos, o que o coloca no limiar de percepção da visão humana e forte o suficiente para ser visto através de binóculos ou registrado em fotografias.

Lemmon está se aproximando do Sol e à medida que a distância fica menor o brilho se intensifica e poderá atingir a magnitude 3 quando chegar ao periélio, no dia 24 de março. Alguns observadores acreditam que o cometa tem potencial para ficar ainda mais brilhante e até mesmo atingir magnitudes negativas.

Onde está Lemmon?

Atualmente, Lemmon pode ser encontrado com facilidade no vértice da estrela delta da constelação do Oitante, que brilha na magnitude 3.7 e deve ser usada como referência para localizar o cometa.

Aqui no Brasil, esta constelação está nascendo antes do anoitecer nestes dias de fevereiro, então não será difícil encontra-la quando o céu já estiver bem escuro. Às 21h0 BRST Lemmon e a constelação já estarão a 25 graus de elevação no quadrante sul. Então basta localizar a constelação e a estrela de referência para achar o cometa. A carta celeste mostrada acima ajuda a entender melhor.

Para localizar o quadrante, abra os dois braços em forma de cruz e aponte o braço esquerdo para onde o Sol se põe. O quadrante Sul estará atrás de você.

Se você tiver uma máquina fotográfica com bastante zoom, ISO elevado e que permita exposições com 10 ou 15 segundos, registrar o cometa Lemmon será relativamente fácil.

Apoie a máquina em um tripé e aponte-a na direção da Oitante. Ajuste o tempo de exposição para o maior valor possível e aplique cerca de 10 ou 15 vezes de zoom. Faça algumas cenas e depois localize o cometa nas imagens. Lemmon é inconfundível e se parecerá como um objeto verde nas fotografias. Igualzinho a um limão!

Fonte e Contato: CAEH.

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Já que o mundo não vai acabar, assista uma chuva de meteóros.

Segundo o Clube de Astronomia Edmond Halley, na noite de hoje (13/12 após as 23:00) teremos o pico da chuva de meteoros Geminídeos.

Muito se ouve falar sobre as chuvas de meteoros ao longo do ano, mas quase todas as melhores chuvas são vistas em horários considerados crueis para aqueles que estão começando na Astronomia observacional ou quer ter um primeiro contato com esse tipode fenômeno.

Não é necessário ter um telescópio para observar o fenômeno, apenas aconselhamos que deite no chão, com os pés na direção norte, e observem, pois os meteoros devem cortar o céu desde as “3 marias”, na constelação de Órion, até o Cruzeiro do Sul.

Esses meteoros, conhecidos popularmente como “estrelas cadentes”, que na verdade são fragmentos de cometas e asteróides que penetram na atmosfera terrestre a altíssima velocidade, nesse caso específico são fragmentos oriundos do asteróide 3200 Phaethon, descoberto pela NASA em 1.983.

Em sua grande maioria, o tamanho destas “pedrinhas” varia de alguns milímetros e alguns centímetros, e são restos de um caminho de poeira deixado por esse asteróide em órbita do sol.

Aproveitem essa oportunidade, já que será lua nova, aquela que nem aparece para nós, então se o céu estiver limpo, será a noite perfeita para ver meteoros.

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O fim do mundo está chegando? Uma visão astronômica.

Escrito por Clube de Astronomia Edmond Halley.

Catástrofes, extinções, Armagedon, asteróides cruzando os céus, ameaças nucleares, pessoas correndo, marcianos destruindo tudo.

Tudo isso parece roteiro de filme hollywoodiano, daqueles com temas apocalípticos. E é! É também a imagem que muitos têm do fim do mundo, do momento que antecede o caos e o colapso de nossa sociedade.

Fomos educados assim. Vivemos em uma sociedade pautada em um livro religioso que termina com o caos total, onde praticamente todos serão punidos  e tudo que foi conquistado pelo homem será desfeito. Inconscientemente carregamos em nossa memória estórias e imaginações desse momento final e por isso a sociedade tem tanto fascínio por tal tema, alimentando sempre a necessidade de se precaver, a ansiedade por esse momento, e os mais profundos pesadelos e tormentos mentais sobre o fim do mundo.

Todo esse sentimento de cisma social pelo apocalipse deixa de ser  inofensivo no momento que boatos e lendas são expostas a um número cada vez maior de pessoas, muitas delas mal informadas e sem alfabetização científica, e que tomam isso como verdade, sem nunca checar as fontes. Nesse momento os devaneios individuais se tornam ameaças ao conhecimento e ao bom senso, pois pessoas influenciam pessoas, e toda influência tem peso, seja boa ou ruim.

Sempre tivemos estórias de catástrofes, apocalipses e todo tipo de aberração que se possa imaginar contra a raça humana. Porém, nos últimos anos, até porque temos um acesso muito maior a informação que gerações passadas, a quantidade de “besteiras” que surgem sobre o tema é cada vez maior. Temos há alguns anos uma lenda que diz que Marte ficará do tamanho da Lua e todo ano ela retorna enganando muitos desavisados.  Ano passado era o planeta Nibiru, esse ano é o tal calendário Maia, agora no final do ano são três naves no padrão do Império (Star Wars), que estão vindo para destruir a Terra. Para cada cometa que surge aparecem uma enxurrada de invencionices e teorias absurdas de que aquele pálido pedaço de gelo sujo possa ser o nosso fim e assim caminham as teorias da conspiração e as profecias furadas.

Cabe a todos que gostam e tem um mínimo de acesso a ciência, combater e desmistificar tais teorias, informando e incentivando as pessoas a procurar fontes, verificar a veracidade de tais informações  e questionar antes de divulgar ou temer pelo pior.

A pseudociência se confunde muito facilmente com a ciência séria e na maioria das vezes seus resultados são mais mirabolantes que o da ciência verdadeira, tornando-se mais chamativo para o leigo. Basta ver o tamanho do espaço que a astrologia tem em jornais e revistas, o interesse que os programas sensacionalistas de TV têm pela ufologia, o tanto de curandeiros que ainda existem no mundo e o tanto de gente que busca solução em tratamentos alternativos, pessoas vendendo geradores infinitos de energia e por aí vai.

Porém a pseudociência deixa furos.  E essa ferramenta tem e deve ser usada para que as pessoas questionem informações e não se iludam com notícias insensatas que fazem mal para o conhecimento. É normal ver pseudocientistas e pseudo-estudiosos amparando seus “trabalhos” em nome de cientistas sérios, conturbando dados e estudos de anos, insistindo em atribuir tais informações a agências de pesquisas renomadas. É comum ver o nome da NASA, CERN, ESA, e até mesmo o site Wikileaks, hoje na moda por vazar informações ditas como confidenciais.

É muito importante, antes de crer, divulgar ou viver qualquer informação, que se busque sua fonte, se realmente existem nos sites de tais agências essa informação, se aquele famoso cientista realmente disse aquela informação  e principalmente, se existe lógica no que está lendo.

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Como nasce uma galaxia?

Esta simulação cosmológica mostra como seria o desenvolvimento de uma galáxia em formato de disco, o que levaria cerca de 13,5 bilhões de anos.

A simulação parte de pouco depois do “Big Bang” até o presente momento.

As cores indicam a idade dos astros, por exemplo, as estrelas velhas aparecem em vermelho, e as estrelas jovens em branco ou azul claro. É como tivéssemos assistindo isto a uma distância  de 300.000 anos-luz de diâmetro, o que significa que deveríamos viajar 300.000 anos na velocidade da luz para atravessar a galaxia de ponta a ponta.

A simulação correu no supercomputador Pleiades no Ames Research Center da NASA, em Moffett Field, na Califórnia, e exigiu cerca de 1 milhão horas de CPU.

Crédito: F. Governato e T. Quinn (Univ. de Washington), A. Brooks (Univ. of Wisconsin, Madison), e J. Wadsley (McMaster Univ.).

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Está afim de ver uma chuva de meteoros?

Nesse final de semana a Terra estará passando por restos do cometa Swift-Tuttle, e estará propiciando para nós uma fantástica visão de uma chuva de meteoros, chamada de perseidas. As perseidas são assim denominadas devido ao ponto do céu de onde parecem vir, o radiante, localizado na constelação de Perseus. As chuvas de meteoros ocorrem quando a Terra atravessa um rasto de meteoros. Neste caso o rasto é denominado de nuvem Perseida e estende-se ao longo órbita do cometa Swift-Tuttle. A nuvem consiste em partículas ejectadas pelo cometa durante a sua passagem perto do Sol. A maior parte do material presente na nuvem actualmente, tem aproximadamente 1.000 anos. No entanto, existe um filamento relativamente recente de poeiras neste rasto proveniente da passagem do cometa em 1862.
Em 2012, o pico da chuva de meteoros Perseidas vai coincidir com a lua em crescente minguante , isto produzirá circunstâncias favoráveis para visualização dessa experiência anual no verão. Com mais de 80 meteoros por hora previstos e em zonas longe das cidades onde a poluição luminosa é menor poderão se avistar até 150 meteoros por hora.
É uma boa oportunidade para quem gosta de desfrutar deste tipo de eventos e se deslocar em passeio com família e amigos se possível até ao campo e apreciar a olho nu ou mesmo com uns binóculos ou com um pequeno telescópio, também estará propicio para a fotografia.
O fenômeno é visível anualmente a partir de meados de Julho, registrando-se a maior atividade entre os dias 8 e 14 de Agosto, ocorrendo o seu pico por volta do dia 12. Durante o pico, a taxa de estrelas cadentes pode ultrapassar as 60 por hora. Podem ser observadas ao longo de todo o plano celeste, mas devido à trajetória da órbita do cometa Swift-Tuttle, são observáveis essencialmente no Hemisfério Norte (no nosso caso a chuva é vista sempre ao norte).
Os grãos brilhantes de poeira do cometa estão viajando a uma velocidade de 60 quilômetros por segundo através de uma atmosfera mais densa a aproximadamente 100 quilômetros acima da superfície da Terra. Você quer tentar ver a chuva de meteoros esse ano? Bem você está com sorte, pois nesse fim de semana quando acontece o máximo dessa chuva, nós teremos menos interferência da luz da Lua, pois ela estará na sua fase crescente, nascendo poucas horas antes do Sol nascer. 

Chuva de meteoros

Clube de Astronomia Edmond Halley

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Vista noturna a partir da nave ISS

E vídeo é uma composição de fotografias tiradas da Estação Espacial Internacional (Internacional Space Station), portanto o crédito é da tripulação a bordo da nave ISS.
Tratamento de vídeo
Música de John Murphy – Sunshine (Adagio In D Minor)
Cortesia da imagem do Image Science & Analysis Laboratory,
NASA Johnson Space Center, The Gateway to Astronaut Fotografia da Terra
eol.jsc.nasa.gov

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Observando os astros.

O Clube de Astronomia Edmond Halley (CAEH), em parceria com o Grupo Centauro de astronomia amadora (GCAA), realizará uma observação astronômica pública no próximo sábado dia 28/07/2012.
Será no cruzamento das avenidas são Paulo com Horácio Racanello, em frente ao Shopping avenida Center.
Serão disponibilizados alguns telescópios para ver Saturno, Marte, Lua e aglomerados estelares.
A observação é gratuita e aberta para toda a comunidade.

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Novo Telescópio em Marialva


Luiz Otávio Nacamura (agachado), Maico Zorzan (a esquerda) e Junior Conte (a direita): Integrantes voluntários do Caeh

O Clube de Astronomia Edmond Halley (Caeh) de Marialva – PR recebeu a doação de um telescópio de grande porte para uso em atividades públicas, com foco especial no trabalho desenvolvido com crianças das escolas da região de toda a região.

Esse equipamento será utilizado em atividades de ensino e aprendizagem da astronomia, mas também terá grande papel na divulgação científica e popularização dessa ciência em todo o Estado do Paraná.

Trata-se de um equipamento sofisticado que poucos clubes de astronomia possem, e a partir de agora as criação será convidadas para conhecer o maravilhoso universo da astronomia.

O motivo de orgulho para o Caeh, estimado em trinta mil reais, é um telescópio de 14 polegadas com abertura 355mm. Um dos maiores da região nas mãos de astrônomos amadores, está equipado com uma câmera fotográfica especial para registro de astrofotografias e uma montagem computadorizada para melhor localização e acompanhamento dos astros.

Este equipamento permite a observação de muitos detalhes das superfícies de planetas como Marte, Júpiter, Saturno e do nosso belo satélite, a Lua.

Além disso é possível localizar inúmeros objetos de céu profundo como nebulosas, galáxias e aglomerados de estrelas com boa definição.

Parabéns aos integrantes do clube pela excelente aquisição, mas principalmente pela demonstração de cidadania!
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