Química



Trabalho da UEM é um dos mais acessados na Soft Matter


Trabalho de pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá, publicado na Soft Matter, uma revista muito conceituada, tem sido um dos cinco artigos mais lidos (Top 5) durante 20 dias. Intitulado Albumin release from a brain-resembling superabsorbent magnetic hydrogel based on starch, o paper aborda a pesquisa sobre o biohidrogel magnético à base de amido com aparência de um cérebro humano para uso em formulações farmacêuticas, desenvolvido na UEM. Os pesquisadores do Departamento de Química e do Programa de Pós-Graduação em Química da Universidade foram os pioneiros em demonstrar a configuração real de uma rede polimérica em um hidrogel, podendo ser visualizada a olho nu.

O trabalho faz parte um de projeto de pós-doutorado (PNPD/CAPES, proc. n° 23038.028333/2009) conduzido por Marcos Rogério Guilherme, sob a supervisão do professor Adley Forti Rubira, com a colaboração dos seguintes autores: Rodrigo S. de Oliveira, Marcos R. Mauricio, Thelma S. P. Cellet, Guilherme M. Pereira, Marcos H. Kunita e Edvani C. Muniz. Os pesquisadores comemoram o destaque, principalmente porque a revista tem alto fator de impacto, em torno de 4.5.  O artigo pode ser visto no site Soft Matter da RCS Publishing. Outras informações com o Grupo de Materiais Poliméricos e Compósitos, fone 3011-3687.

Reprodução: UEM

.

Química
1 Comentário


Professor da UEM inventa novo equipamento para analisar componentes químicos

Um dispositivo inédito, resultado da pesquisa do professor doutor Jesuí Vergilio Visentainer, promete simplificar a análise de componentes químicos de diferentes matrizes. Professor do Departamento de Química da Universidade Estadual de Maringá, o equipamento é o resultado de um estudo de pós-doutorado, que Visentainer realizou na Universidade Estadual de Campinas,sob orientação do professor doutor Marcos Nogueira Eberlin. O trabalho é capa do último número da revista Analyst, uma importante publicação internacional na área de química.

Visentainer explica que o equipamento é uma versão simplificada e portátil, constituindo uma fonte de ionização e dessorção de amostras para a análise por espectrometria de massas ou outros métodos que envolvam a aplicação de amostras via spray. Ele elimina a necessidade de cilindros de gás de laboratório, reguladores e acessórios de grande porte, o que lhe garante versatilidade e economia, ideal para o uso de espectrômetros de massas comerciais e portáteis.

A aplicação do invento é grande. O pesquisador cita, por exemplo, que ele pode ser usado em competições esportivas para a realização de exame antidoping, agilizando o resultado de maneira muito prática. O material analisado é recolhido através do equipamento e pulverizado, por exemplo, num espectrômetro portátil. Em cerca de 30 minutos o exame está pronto.

O dispositivo é bem simples, inclui uma lata de spray, um tubo de silicone do tipo usado em hospitais como mangueira para soro, uma agulha injetável e um capilar de coluna cromatográfica (foto abaixo). Em fevereiro deste ano, foi realizado um depósito de patente do equipamento, parceria entre a Unicamp e a UEM, no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). O pedido foi protocolado sob o nome comercial 57_Venturi. E, segundo o professor da UEM, já há empresas interessadas em produzi-lo.

Fonte: Universidade Estadual de Maringá

1 Comentário


Neve Artificial Caseira

Particularmente eu nem gosto de coisas artificiais, aquelas que imitam costumes estrangeiros então… nem se fala.

Escrevo este artigo, por se tratar de uma experiência química muito interessante, cujo produto pode ser aplicado em jardinagem.

O poliacrilato de sódio, se apresenta em forma de pó e, com ele, podemos  fazer uma massa muito parecida com neve, a chamada neve artificial.

A partir de agora reproduzo parte do artigo do blog Uhull S.A.

Essa substância é um polímero, um super absorvente de água, que pode absorver até 800 vezes o seu peso.

No nosso cotidiano, o principal uso do poliacrilato de sódio é como gel absorvente em fraldas. Quando entra em contato com o xixi, ele absorve a água, e mantém a criança seca.

Outra forma comum de uso do poliacrilato de sódio é como retentor hídrico. Ele é misturado à terra perto das raízes das plantas, e como absorve a água e solta bem devagar, faz com sejam necessárias menos regas.

1 Comentário