blogid == 71){ ?> fevereiro 2012 - Coisas do Japão

Coisas do Japão

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Tokyo Sky Tree

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Matéria do G1 mostra que o Japão concluiu hoje a torre mais alta do mundo. É a Tokyo Sky Tree,  “reconhecida como a torre mais alta do mundo em 2011 pelo Guinness, o livro dos recordes”.

A matéria fala que a torre atingiu sua altura total em março do ano passado, com  634 metros, e ultrapassou a Canton Tower, na China.

Mas a torre não é a edificação mais alta do mundo. É superada pelo o arranha-céu Burj Khalifa, com seus 828 metros de altura, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Segundo o Guinness, o prédio de Dubai é a estrutura mais alta do mundo.

  • por: Eduardo
  • Postado em: 29 de fevereiro de 2012 às 15:13
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Cultura do Japão ajuda na redução de crimes envolvendo brasileiros

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Compreensão e adaptação à cultura do Japão podem explicar a redução de crimes envolvendo brasileiros no país, segundo relatos de denunciados e de quem lida com a comunidade brasileira. Detidos por policiais japoneses há cerca de um ano, o estudante brasileiro André Ryuji Abe Lage, de 14 anos, e um grupo de amigos foram acusados de vandalismo. O grupo foi flagrado pichando  muros e quebrando vidros da janela de um prédio na cidade de Ikeda, província de Gifu, Região Central do Japão.

Como ainda tinha 13 anos na época, ele não foi a julgamento, mas recebeu como punição seis meses de visitas periódicas com a família a uma clínica psicológica. “Entendi que o que estava fazendo era algo errado e que poderia cometer crimes mais graves no futuro”, disse Lage.

O estudante faz parte dos dados da Agência Nacional de Polícia do Japão que mostram que caiu o número de jovens envolvidos com crimes no país. No primeiro semestre de 2011, 54 jovens brasileiros com idade de 14 a 19 anos foram julgados. Dos crimes citados apenas um foi considerado hediondo, 34 foram furtos e o restante se refere ao envolvimento com drogas.

O sociólogo e professor da Universidade Musashi Angelo Ishi, disse, no entanto, que não se pode limitar a causa da queda no número de delitos cometidos por jovens brasileiros à redução da quantidade de imigrantes do Brasil no Japão. “Um número maior de pais se conscientizou sobre a necessidade de se comunicar mais com os filhos, e também de monitorá-los”, disse. “Outra explicação é que os jovens perceberam que a polícia japonesa é extremamente eficiente para prender quem comete um crime.”

A presidenta da Associação das Escolas Brasileiras no Japão (AEBJ), Maria Shizuko Yoshida, disse ainda que o tempo médio de permanência do brasileiro no país aumentou em relação ao passado, o que facilitou a adaptação à sociedade japonesa. “Sentir-se mais inserido significa entender melhor as regras, os costumes e a cultura e dominar melhor o idioma falado no país”, explicou.

No fim de 2001, o Parlamento do Japão aprovou um projeto de lei que reduziu de 16 para 14 anos a idade mínima a partir da qual um jovem pode ser considerado criminalmente responsável. A revisão da lei, originalmente promulgada em 1949, representou grande mudança em relação ao objetivo inicial de reabilitar os infratores juvenis, mais do que puni-los.

A modificação foi feita após uma série de crimes brutais que marcaram a sociedade japonesa, todos cometidos por adolescentes. Naquele ano, um estudante de 17 anos matou a mãe a golpes de raquete. Um mês antes, outro jovem de 17 anos, doente mental, sequestrou um ônibus e matou uma passageira idosa a facadas.

O crime mais marcante aconteceu em 1997, quando um garoto de 14 anos matou um colega de 11. Depois, ele o decapitou e pendurou a cabeça no portão da escola onde estudavam. Na comunidade brasileira, um dos crimes mais marcantes foi o que envolveu o jovem Herculano Lukocevicius, de 14 anos, espancado até a morte por um grupo de jovens japoneses em outubro de 1997.

Fonte: Agência Brasil

  • por: Eduardo
  • Postado em: 27 de fevereiro de 2012 às 14:20
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Menores no crime

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Dados da Agência Nacional de Polícia do Japão mostram que no primeiro semestre de 2011, 54 jovens brasileiros entre 14 e 19 anos foram julgados no país. Um dos crimes foi considerado hediondo, 34 foram furtos e o restante classificado como envolvimento com drogas.

Dentre os cerca de 90 mil menores detidos no arquipélago nipônico nos primeiros 6 meses do ano passado, 360 eram estrangeiros. Durante uma década, de 2001 a 2010, os brasileiros lideraram o ranking de delinquência juvenil por nacionalidade. A liderança, agora, é de chineses e coreanos.

  • por: Eduardo
  • Postado em: às 10:34
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Recuperando lembranças

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Aos poucos, moradores do município de Ofunato, no Japão, estão recuperando fotos que foram levadas durante o tsunami que atingiu a região em março do ano passado. Cerca de 350 mil fotografias já foram recuperadas dos escombros e estão sendo restauradas pela prefeitura local. Depois disso, começa a busca pelos donos.

O processo de restauração é feito por uma equipe de sete pessoas e é lento. Só depois de restauradas é que essas fotos são levadas aos centros residenciais temporários que abrigam os sobreviventes para voltar aos seus donos, tentando suaviazar os estragos provocados pelo desastre na cidade, que ainda são bem visíveis.

  • por: Eduardo
  • Postado em: 23 de fevereiro de 2012 às 14:35
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Maringaense na NHK

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Este é o maringaense Massayuki Katayama, participando de um concurso de karaokê no Japão organizado pelo canal NHK. Ele é pai de Johnny Katayama, que trabalha em O Diário.

  • por: Eduardo
  • Postado em: 17 de fevereiro de 2012 às 9:36
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UFC em Saitama

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O retorno do UFC ao Japão contará com novidade. O card principal do UFC 144, no dia 26 de fevereiro, na Saitama Super Arena, na cidade de Saitama, perto de Tóquio, terá sete combates, número incomum para a marca. De acordo com o planejamento, o UFC pretende estender os combates principais durante 4h (caso todos sejam decididos pela arbitragem ao final), estipulando uma possível “maratona” para os espectadores do main card.

O aumento do número de combates se deu em virtude da presença de dois conhecidos representantes japoneses, que a princípio lutariam somente no card preliminar: o peso-médio Yushin Okami, que desafiou o título de Anderson Silva em agosto do ano passado, no Rio de Janeiro; e o peso-galo Hatsu Hioki, um dos candidatos a ser um dos próximos rivais de José Aldo.

Okami, que não entra no octógono desde o nocaute contra Anderson Silva, enfrentará o embalado Tim Boetsch. Por outro lado. Hioki terá pela frente o polonês Bart Palaszewski. Além da dupla, estão no card principal Yoshihiro Akiyama, vítima de Vitor Belfort no UFC 133, e que estreará entre os meio-médios contra Jake Shields.

Os dois principais combates da noite não terão a presença de lutadores orientais. No co-main-event, Quinton “Rampage” Jackson, ídolo no oriente por conta das históricas apresentações no Pride, encara Ryan Bader. Já no main-event do primeiro UFC japonês desde 2000 (UFC 29), Frankie Edgar defenderá o cinturão dos pesos-leves contra Ben Henderson.

  • por: Eduardo
  • Postado em: 15 de fevereiro de 2012 às 14:15
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