Lucas Lima deve ir para o Barcelona

Já deve estar no Brasil o diretor de futebol do Barcelona, Raul Sanllehí. De acordo com o jornal catalão Mundo Deportivo, ele viajou na noite de terça-feira (20) ao País sem revelar o motivo da vinda. Muitos especulam a contratação de Lucas Lima, camisa 10 do Santos Futebol Clube. Sofrendo com lesões e fazendo uma temporada abaixo do esperado, questiona-se a qualidade do meia ofensivo para jogar no time de Neymar, Messi e companhia. O empresário nega a contratação. No entanto, um amigo de infância do atleta revelou ao blog que Lucas Lima jogará sim no Barcelona. Resta esperar: alegando gripe forte, ele não viajou à Bahia com o elenco santista para enfrentar o Vitória, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. Para ficar com o jogador, o Santos ofereceu R$ 500 mil de salário mais luvas por cada jogo (envolvendo assistências e gols feitos).

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O bom filho a casa torna

Por Fábio Castaldelli

Às vezes o filho precisa sair de casa. Seja por não concordar mais com as leis já estabelecidas no lar, para buscar novos desafios e experiências  ou mesmo para provar para os pais, ou para vizinhança inteira que vigia seus passos de perto, que o mundo é um amontado de aventuras que merece ser explorado. O filho vai, mas leva consigo seu sobrenome e a gratidão – ainda que disfarçada de raiva, mágoa e indiferença – pelas origens que o fizeram ser quem é.

O tempo passa e os motivos são varridos para debaixo do tapete da saudade. E então, mais dia ou menos  dia, o bom filho a casa torna.

Assim é a trajetória de Léo Maringá no Maringá Futebol Clube. O meio-campista, que estampa como apelido nas costas de sua camisa de jogo o nome time, é símbolo de um clube ainda jovem (foi fundado em 2010) mas que tem ambição de gente grande. O jogador foi peça fundamental na engrenagem que levou o MFC a conquistar o título da Divisão de Acesso do Estadual em 2013 e carimbar o passaporte para a estreia na elite do Paranaense ano seguinte.

E que estreia. Com um elenco muito bem encaixado, o Maringá chegou à decisão contra o Londrina EC, empatou no tempo normal, e decidiu o título nos pênaltis. Antes das cobranças, o clima tenso dos jogadores no gramado era semelhante ao dos milhares torcedores que se espremiam na arquibancada do Willie Davids. Todos estavam apreensivos, mas não Léo Maringá.

De um lado o técnico Claudemir Sturion conversava com a comissão técnica, de outro, jogadores recebiam massagem nas pernas para tentar aliviar a dor de um jogo bastante movimentado. Enquanto isso, Léo ia de companheiro em companheiro para tentar alertá-los da importância do momento vivido. “Não vamos deixar esse título escapar. Ele não vai sair daqui”, pude ouvi-lo dizer a alguns atletas – dentro de campo, eu cobria a partida para o Jornal O Diário.

O pedido de Léo não pôde ser atendido. Ele até marcou o gol dele nas penalidades, mas não foi suficiente para dar a vitória e o título ao MFC.

Depois daquela fatídica derrota, muita coisa aconteceu. Léo se transferiu para o rival Londrina, fez gol contra o Maringá, se desentendeu com o torcedor maringaense. Mas, como já foi dito, o bom filho a casa torna.

E mais que isso. Ajuda a colocar a casa em ordem.

Como redenção, Léo retornou ao Maringá para dar a experiência que faltava ao meio de campo e outra vez levar o time à Primeira Divisão do Paranaense. Fica agora a esperança que, com Léo e companhia, o elenco possa novamente chegar a uma decisão na elite e, dessa vez, escrever na história um capítulo mais feliz para o torcedor da cidade.

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Maringá FC: profissionalismo e sorte

Por Fábio Castaldelli

Quantas vezes o favorito é o perdedor da noite? Quantas vezes os rumos de um campeonato são definidos pelo que deixa de acontecer depois de um drible mal feito, por um chute torto, por um centímetro de distância para cá ou para lá, ou pelo silêncio do apito do juiz em uma jogada polêmica? Quantas vezes, as pranchetas de esquemas táticos são trocadas pela calculadora e regulamento do campeonato em mãos, a somar pontos dos adversários e a observar critérios de desempate? Muitas vezes.

Situações como estas pontuam apenas alguns trechos que contam a história do Maringá FC na Divisão de Acesso do Estadual. O time carimbou neste domingo (28) seu acesso à Primeira Divisão do Paranaense de 2018 e alcançou seu principal objetivo na temporada. Mas foi um longo caminho até aí.

Rebaixado em 2016, em último lugar na tabela de classificação com apenas 9 pontos em 11 jogos, o Tricolor ficou em cacos. Dentro de campo, o time simplesmente não conseguia se encontrar. Faltava técnica, vontade, sintonia. Fora das quatro linhas, desentendimentos. Discórdia entre diretores culminaram na saída do presidente e do diretor de futebol. A crise era generalizada e o Maringá FC, que viveu uma ascensão meteórica a partir de 2010 – subindo para a elite do Estadual, onde, inclusive, chegou a jogar (e perder) uma final – conhecia seu pior momento. Era um quase clube-cadáver, cansado de apanhar dos adversários, torcida e imprensa, e respirando por aparelhos.

No fundo do poço, o clube tinha dois trajetos possíveis. Tentar se reerguer com uma gestão profissional e com conceitos mais modernos de marketing e planejamento, ou desistir do papel de protagonista, montar elencos sem critérios e se acomodar com o ostracismo em divisões de acesso.

Para o bem do futebol maringaense, a primeira opção foi a escolhida. Os integrantes da diretoria que haviam saído do clube voltaram com total autonomia na administração e trouxeram com eles empresários da cidade dispostos a investir na profissionalização do clube. Assim, homens de futebol se juntaram a homens de negócio, que traçaram um projeto ambicioso: seguir os passos do vizinho Londrina EC e chegar às principais divisões do Campeonato Brasileiro.

O primeiro passo foi dado. O retorno à elite do Estadual está garantido, mas só foi assegurado na última rodada, dependendo, ainda, de resultados de outra partida. Foram, até aqui, 33 pontos acumulados em 15 jogos, com 10 vitórias, três empates e duas derrotas. A melhor campanha da competição também fez as pazes com a sorte e agora espera pelo adversário da final. A outra equipe que vai disputar a Primeira Divisão na próxima temporada e fará a decisão com o time maringaense ainda não foi definida.

Longe da frieza dos números, o torcedor do Maringá está em festa. Da arquibancada, orgulhosos, eles sabem que o futebol continua sendo uma caixinha de surpresas, mas aprenderam que com trabalho sério, essa surpresa tende a ser mais agradável.

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Corinthians é o mais valioso da América, diz Forbes

A revista Forbes soltou recentemente uma pesquisa que mostra os 50 clubes mais valiosos da América. O Corinthians é o número 1 da lista, seguido de Palmeiras (2º), Grêmio (3º) e Chivas (4º). O São Paulo Futebol Clube é o 11º, enquanto que o Santos figura na 34º, sob a seguinte alegação: “apesar da grande história, segue sem renovação em suas instalações”.

O ranking avaliou as 16 principais ligas dos três continentes, com mais de 150 clubes envolvidos. “O ranking é elaborado a partir de quatro quesitos: os valores dos jogadores que pertencem a cada clube (não estão inclusos os atletas emprestados), as receitas com direitos de transmissão na televisão, o custo do estádio (caso pertença ao clube) e o valor da marca do clube”, apontou a revista. Abaixo, a lista dos 50 clubes mais valiosos da América:

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Marcelo Xavier na Tailândia

O zagueiro maringaense, Marcelo Xavier, que defendeu o Botafogo da Paraíba esta temporada, jogará 2017 no futebol tailandês. O nome do clube ainda não foi revelado, mas, o jogador adianta que é um time da Primeira Divisão.

“Estou indo com contrato de um ano e com prioridade para o clube renovar por mais um. A expectativa é a melhor possível. O futebol lá está crescendo muito. Além disso, já estou com 28 anos e preciso pensar no meu futuro e no da minha família”, declarou Xavier, que se apresentará em dezembro para a pré-temporada.

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Final da Libertadores será igual a da Champions

Por Wilame Prado

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, anunciou mudanças importantes envolvendo a Taça Libertadores da América. Segundo ele, a partir do ano que vem, a Libertadores terá final única, a ser realizada em campo neutro, assim como tradicionalmente acontece na Champions League. Aliás, essa “europeização” do torneio sul-americano é sempre tema para os amantes da bola. Uns defendem uma profissionalização maior da Liberta. Outros argumentam dizendo que o grande charme da Libertadores é a catimba em campo adversário, a torcida xingando, o jogo pegado, a guerra instaurada no gramado verde contornado pelas quatro linhas brancas – isso quando tem luz no estádio.

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Zebra estreia na Série D com derrota de goleada

A estreia do Maringá FC na Série D do Campeonato Brasileiro foi com derrota. E de goleada. Na tarde deste domingo (12), o time visitou o Ituano no Estádio Novelli Júnior, em Itu, e perdeu por 4 a 0. Igor e Wellington marcaram na primeira etapa e Marcão (de pênalti) e Bassan, no segundo tempo, deram números finais à partida.

Agora a Zebra tentará a reabilitação no próximo domingo (19), às 16h, quando, no Estádio Willie Davids, enfrentará o Caxias, o outro time do Grupo 17 que venceu na rodada de abertura da competição. Em Caxias do Sul-RS, no Estádio Centenário, os anfitriões fizeram 2 a 1 no Metropolitano-SC. Os gols saíram apenas na segunda etapa. Jajá abriu 2 a 0 de vantagem para os gaúchos e o time catarinense descontou com Di Maria, nos acréscimos.

O Ituano, do técnico Tarcísio Pugliese, conseguiu os três pontos com Fábio; Arnaldo, Naylhor, Luiz Felipe e Peri; Guly (Morato), Simião, Claudinho e Aloísio (Bassani); Marcão (Rafael Martins) e Igor. Já o MFC, comandado por Rogério Perrô, foi defendido por Edvaldo; Rhuan, Wesley, David e Flavinho (Jerfesson); Paulo Henrique, Andrezinho, Russo e Max (Makanaki); Vinicius e Robson (Tita).

Os 68 clubes que buscam o título da Série D e o acesso para a Série C do ano que vem jogaram neste domingo (12). Confira um resumo dos 34 duelos:

 

GRUPO 1

17h30 – Atlético-AC 4 x 2 Trem-AP

Em um duelo bastante movimentado, na Arena da Floresta, em Rio Branco, o Atlético-AC levou a melhor para cima do Trem-AP. Os dois tempos da partida foram vencidos pelo time da casa por 2 a 1. Na primeira etapa, Diego e Leandro abriram 2 a 0 e Balão Marabá descontou. Na volta do intervalo, o Atlético marcou mais duas vezes com Eduardo e Josy. Já o Trem balançou as redes apenas uma vez com Branco e o resultado final foi 4 a 2.

 

19h – Genus-RO 1 x 0 Nacional-AM

No Aluízio Ferreira, em Porto Velho, o Gênus encontrou dificuldades, mas venceu o Nacional-AM por 1 a 0. O gol da partida foi marcado aos 37 minutos da etapa final. Pemaza garantiu os três pontos para a equipe da casa.

 

GRUPO 2

16h – Palmas-TO 4 x 2 São Francisco-PA

Em jogo de seis gols, o Palmas bateu o São Francisco, no Nilton Santos, em Palmas. Os mandantes marcaram quatro vezes, com Patrick, Rodrigo Silva, Denis e Caio. Já os visitante fizeram apenas dois, com Samuel e Aleílson. Placar final: 4 a 2.

 

16h30 – Princesa do Solimões-AM 0 x 0 Baré-RR

Princesa do Solimões e Baré estrearam empatadas em 0 a 0. A igualdade persistiu até o apito final no estádio Gilberto Mestrinho, em Manacapuru (AM).

 

GRUPO 3

17h – Náutico-RR 3 x 1 Rio Branco-AC

O Náutico-RR fez valer o mando de campo e venceu o Rio Branco por 3 a 1 no estádio Roberto Marinho, em Boa Vista. O time da casa contou com três gols de Robemar para encaminhar a vitória. Geovane ainda descontou para os visitantes.

 

17h – São Raimundo-PA 4 x 0 Rondoniense-RO

No estádio Colosso do Tapajós, em Santarém (PA), o São Raimundo estreou com o pé direito. Jogando diante do seu torcedor, o time paraense bateu o Rondoniense-RO por 4 a 0. A goleada foi construída por Thiago, Bené, Tony Love e Jaquinha.

 

GRUPO 4

17h – Santos-AP 0 x 0 Moto Club-MA

As redes do estádio Zerão, em Macapá, não balançaram na tarde deste domingo (12). Sem conseguir furar a defesa adversária, ataques de Santos e Moto Club passam em branco na estreia e equipes iniciam a caminhada com um ponto cada.

 

17h – Águia de Marabá-PA 1 x 0 Tocantinópolis-TO

No Zinho Oliveira, em Marabá (PA), o gol de Esdras foi suficiente para o Águia-PA sair vitorioso do confronto contra o Tocantinópolis-TO. O placar foi construído aos 38 minutos do primeiro tempo.

 

GRUPO 5

16h – Juazeirense-BA 1 x 1 Icasa-CE

No Adauto Moraes, em Juazeiro (BA), um ponto e um gol para cada lado no duelo entre Juazeirense e Icasa. O empate em 1 a 1 foi definido ainda no primeiro tempo. O time baiano saiu na frente com Sassa e o cearense respondeu com Wellington, de pênalti.

 

16h – Maranhão-MA 0 x 3 Altos-PI

Mesmo fora de casa, no Castelão, em São Luís, o Altos-PI superou o Maranhão-MA por 3 a 0. Os gols da partida foram marcados por Genesis, Manoel e Bruno Aquino.

 

GRUPO 6

16h – Guarani-CE 0 x 1 Central-PE

No Mauro Sampaio, em Juazeiro do Norte (CE), o zero só saiu do placar aos 40 minutos do segundo tempo entre Guarani e Central. O gol contra de Jhonata decretou a vitória dos visitantes por 1 a 0.

 

17h – Parnahyba-PI 2 x 1 CSA-AL – Mão Santa – Parnaíba (PI)

No estádio Mão Santa, em Parnaíba (PI), os gols só saíram na segunda etapa. O Parnahyba abriu 2 a 0 com Thiago Granja e Capela. O CSA chegou a diminuir com Marcelo Nicaccio, mas não foi suficiente para evitar a derrota por 2 a 1.

 

GRUPO 7

16h – Galícia-BA 0 x 2 América-PE

Com dois gols de Branquinho, o América-PE conquistou uma boa vitória, fora de casa, diante do Galícia, no José Rocha, em Jacobina (BA). O triunfo foi construído nos primeiros dez minutos da etapa final.

 

16h – Sousa-PB 0 x 2 Globo-RN

O placar de 2 a 0 para os visitantes se repetiu no confronto entre Sousa e Globo no Marizão, em Sousa (PB). A equipe do Rio Grande do Norte contou com um gol contra de Luiz Paulo e um de cabeça de Pablo Carioca na etapa inicial para vencer o duelo.

 

GRUPO 8

16h – Serra Talhada-PE 0 x 1 Uniclinic-CE

No Nildo Pereira, em Serra Talhada (PE), deu Uniclinic. Com gol de André Lima, aos 4 minutos do segundo tempo, os visitantes levaram a melhor diante dos pernambucanos.

 

17h – Potiguar-RN 1 x 0 Itabaiana-SE

Os visitantes não se criaram no Leonardo Nogueira, em Mossoró (RN). Com gol de Thiago Barreiros, o Potiguar fez valer o mando de campo e venceu o Itabaiana por 1 a 0.

 

GRUPO 9

16h – Sergipe-SE 1 x 1 Fluminense de Feira-BA

No Lourival Baptista, em Aracaju, tudo igual entre Sergipe e Fluminense de Feira. Após sair na frente com Diego Neves, o time da casa cedeu o empate já nos acréscimos. Rafael Granja foi o responsável pelo empate em 1 a 1.

 

16h – Murici-AL 1 x 0 Campinense-PB

No José Gomes da Costa, em Murici (AL), Wellington marcou o gol que garantiu a vitória dos mandantes diante do Campinense. Uma vitória magra que dá a liderança do Grupo A9 para os alagoanos.

 

GRUPO 10

16h – Ceilândia-DF 5 x 0 Comercial-MS

Uma goleada para ninguém colocar defeito. Foi assim a estreia do Ceilândia diante do Comercial-MS. Com gols de Baiano, Gabriel, William (2) e Gilvan, o time de Distrito Federal se impôs no Maria Abadia, em Ceilândia, e venceu por 5 a 0.

 

17h – Araguaia-MT 0 x 1 Aparecidense-GO

Mais modesto que o líder do grupo, a Aparecidense venceu por 1 a 0 o Araguaia no Zeca Costa, em Barra do Garças-MT. O único gol da partida foi marcado por Washington.

 

GRUPO 11

16h – Anápolis-GO 0 x 0 Sinop-MT

No estádio Jonas Duarte, em Anápolis, a igualdade prevaleceu entre o time da casa e Sinop-MT. Sem conseguir marcar, as equipes terminaram empatadas em 0 a 0.

 

18h30 – 7 de Setembro-MS 1 x 0 Luziânia-DF

No Douradão, em Dourados (MS), o 7 de Setembro bateu o Luziânia pelo placar de 1 a 0. A vitória simples dos mandantes foi decretada aos 39 da primeira etapa. O autor do único gol da partida foi Jhony.

 

GRUPO 12

16h – Goianésia-GO 0 x 4 Volta Redonda-RJ

O equilíbrio entre Goianésia e Volta Redonda durou apenas 45 minutos no estádio Waldeir José de Oliveira, em Goianésia (GO. Superior durante toda a segunda etapa, o Voltaço construiu a goleada por 4 a 0 com Thiago Amaral, Henrique, Airton e Glauber.

 

16h – URT-MG 2 x 1 Desportiva-ES

No Zama Maciel, em Patos de Minas (MG), o URT mostrou poder de reação e virou para cima do Desportiva-ES. Após Acerola abrir o placar, Toni e Michel Paulista responderam e garantiram a vitória dos mandantes.

 

GRUPO 13

11h – Boavista 0 x 0 Audax-SP

No estádio Nivaldo Pereira, em Austin (RJ), Boavista e Audax-SP iniciaram a caminhada com um ponto cada. Os ataques das equipes bem que tentaram, mas esbarraram nas boas defesas dos goleiros e tiraram o zero do placar.

 

16h – Espírito Santo 0 x 1 Caldense

Quem largou na frente no Grupo A13 foi a Caldense. Mesmo fora de casa, em Cariacica (ES), o time mineiro saiu vitorioso do duelo contra o Espírito Santo, no estádio Engenheiro Araripe. Léo Guerreiro foi o autor do único gol da partida.

 

GRUPO 14

11h – São Bento 1 x 0 São José-RS

No Walter Ribeiro, em Sorocaba (SP), o São Bento voltou à Série D com o pé direito. Há 24 anos sem disputar a competição, o time paulista estreou com vitória por 1 a 0 em cima do São José-RS. Os mandantes superaram o semifinalista do Gauchão com o gol de Tiago Tremonti, aos 11 minutos da etapa inicial.

 

16h – Villa Nova-MG 1 x 1 Portuguesa-RJ

No Castor Cifuentes, em Nova Lima (MG), o Villa Nova saiu na frente com Gustavo França, mas cedeu o empate à Portuguesa no apagar das luzes. Já nos acréscimos, a equipe carioca estragou a festa mineira com Allan, de pênalti.

 

GRUPO 15

15h – Madureira-RJ 0 x 0 Brusque-SC

No Aniceto Moscoso, no Rio de Janeiro, as redes não balançaram. O empate sem gols persistiu e Madureira e Brusque empataram em 0 a 0.

 

16h – Novo Hamburgo-RS 0 x 3 J. Malucelli-PR

O J. Malucelli se mostrou um visitante indigesto e bateu o Novo Hamburgo por 3 a 0 no estádio do Vale, em Novo Hamburgo (RS). O time paranaense largou na frente do Grupo A15 com os gols de Eltinho, Santiago e Quirino.

 

GRUPO 16

16h – Internacional-SC 1 x 2 Linense-SP

O Inter até saiu na frente do marcador com o gol contra de Guilherme Teixeira, mas foi o Linense que estreou com a vitória. O time paulista chegou à virada ainda na etapa inicial com os gols de Leleco e Thiago Humberto e venceu por 2 a 1 no estádio Vidal Ramos Júnior, em Lages (SC).

 

16h – PSTC-PR 1 x 2 São Paulo-RS

No estádio Do Café, em Londrina (PR), o São Paulo-RS repetiu o feito do Linense e, jogando fora de casa, conquistou um importante triunfo por 2 a 1. Ao contrário do jogo da partida em Santa Catarina, o time gaúcho abriu 2 a 0 com Júlio Abu e Lucas Silva. Na etapa final, o PSTC descontou com Lucão, mas a reação parou por aí.

 

GRUPO 17

16h – Caxias-RS 2 x 1 Metropolitano

Em Caxias do Sul (RS), no estádio Centenário, o time da casa venceu o Metropolitano por 2 a 1. Os gols saíram apenas na segunda etapa. Após o Caxias abrir 2 a 0 com dois gols de Jajá, o time catarinense descontou com Di Maria nos acréscimos.

 

16h30 – Ituano-SP 4 x 0 Maringá-PR

Sem tomar conhecimento do Maringá, o Ituano goleou na estreia por 4 a 0. Jogando em casa, no Novelli Júnior, em Itu (SP), o time paulista fez dois gols em cada tempo. Igor e Wellington marcaram na primeira etapa. Marcão e Bassani fecharam o placar.

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Série D com mais times

O Maringá FC já tem vaga garantida na Série D do Campeonato Brasileiro deste ano e encontrará pela frente uma competição com mudanças em relação à edição do ano passado. Segundo a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com o objetivo de proporcionar “calendário cheio” a mais times, oito novas vagas serão disponibilizadas. Dessa forma, o campeonato contará com 48 equipes, divididas em 12 grupos de quatro clubes. Os times se enfrentarão em turno e returno e se classificarão para a 2ªfase os dois primeiros de cada chave e os oito melhores terceiros colocados, totalizando 32 clubes. A partir de então, os duelos serão no mata-mata. O MFC está classificado para Série D por ter sido campeão da Taça FPF Sub-23 em 2015. /// Fábio Castaldell

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O torcedor, o Maringá FC e o grito

Por Fábio Castaldelli

O sujeito poderia ter aproveitado o dia para investir na carreira de tenor de ópera, locutor de rodeio, vendedor de botijão de gás, mas preferiu ser torcedor. Bem acomodado em uma cadeira do setor coberto do Willie Davids, ele foi um dos 2.124 que assistiram à vitória do Maringá FC por 1 a 0 diante o Rio Branco, domingo (31) à tarde, na estreia dos times no Paranaense.

“Quebra! Quebra!”. Gritava alucinadamente o rapaz de barba rala, bochecha vermelha e um pouco acima do peso toda vez a Zebra perdia a bola no meio de campo. “Vira o jogo. Vamos time!”. Também esgoelava ele a cada chance de um contra-ataque mal armado, no mesmo instante em que tirava o boné vermelho da cabeça. Mas era um “Urrrgh”, urrado sem dar a entender o pretexto ou em qual contexto, que mais parecia incomodar um jovem casal sentado à frente, já que borrifos de saliva se perdiam pelo ar.

O torcedor tinha rosto, certamente nome, RG, CPF e profissão, mas no jogo era apenas uma voz uniformizada. Vestido com uma camisa do time de 2014 e dono de pulmões privilegiadamente saudáveis, daqueles que engatilham o ar com rara competência e como uma bazuca disparam berros que ganham potência na garganta e cordas vocais, causando inveja ao rouco vendedor de batatinha frita e amendoim, que de tempo em tempo passava atrás dele.

Quem dera ao técnico Edison Borges também ter pulmões daqueles. As orientações poderiam ser passadas (e compreendidas pelos jogadores) em tempo real, à beira do gramado. Nem a descida ao vestiário seria necessária no intervalo.

Silenciosamente, o tempo passou rápido no WD. Nos 90 minutos, uma partida trucada, típica de equipes em começo de temporada. Na súmula, o placar de 1 a 0 para os donos da casa, graças ao gol contra do lateral Lito. E na arquibancada, a certeza de uma vitória construída no grito, do jeito que deve ser.

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Maringá FC: Adriano dá ‘volta por cima’

Por Fábio Castaldelli

Adriano foi decisivo no primeiro gol da Zebra no Estadual - FOTO:  Roberta Adriana Kotowski

Jogador foi decisivo no primeiro gol da Zebra no Estadual – FOTO: Roberta Adriana Kotowski

“O Olavo passou para mim em um lance muito rápido e como eu não tinha muitos recursos, bati na bola de três dedos em direção ao gol e o lateral do time deles desviou para as redes”.

É assim que o lateral-direito do Maringá FC, Adriano, descreve a participação dele no lance que originou o gol da vitória da Zebra, por 1 a 0, diante do Rio Branco, domingo (31), no Willie Davids, na rodada de abertura do Paranaense. Entretanto, para o jogador, que desde 2013 não ia a campo, a partida valeu bem mais que os três pontos na classificação.

Adriano não participava de um jogo oficial há dois anos. Em 2012, quando defendia o Atlético Paranaense, ele sentiu uma lesão no joelho direito no jogo com o Sampaio Corrêa, em São Luís-MA, pela Copa do Brasil, e passou por uma artroscopia. No ano seguinte, chegou a jogar três partidas no Paranaense, mas, a região lesionada voltou a apresentar problemas e ele teve que se submeter a duas cirurgias. O jogador ainda foi contratado pelo Atlético Goianiense e Paraná Clube, mas dores musculares e problemas com a documentação o impediram de brigar por um espaço.

A chance que ele queria chegou no Maringá FC e logo na estreia do time no Estadual o lateral foi decisivo no resultado que valeu a vitória da Zebra. “Há dois anos que eu não jogava. Por isso, atuar e ser importante para o time foi uma vitória também para mim. Encaro o jogo passado como um recomeço. Só Deus sabe o que eu e minha passamos”, comenta ele. “Fiquei tanto tempo sem jogar que nem lembrava como era a sensação após o jogo. Saí destruído de campo, desgastado, mas é uma sensação que não tem preço”, completa.

* Matéria parcialmente publicada no caderno de Esportes da edição desta terça-feira do Jornal O Diário do Norte do Paraná

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