Como melhorara vida nas grandes cidades?

Terry Bennett, gerente sênior de engenharia civil da Autodesk, nos Estados Unidos, escreve sobre esse tema. Ele afirma que, pela primeira vez na história da humanidade, de acordo com o relatório das Nações Unidas sobre deslocamento demográfico, mais de 50% da população mundial vive nas metrópoles. Historicamente, esse êxodo é compreensível, já que as pessoas migram em busca de melhores oportunidades, empregos, educação e qualidade de vida. Em termos sociais, no entanto, há um grande ônus acarretado por esse processo. Para aqueles que vivem em cidades de países em desenvolvimento o problema fica mais evidente. Sua população é mais vulnerável a riscos de saúde, segurança e questões ambientais. Já em países industrializados, a migração em massa da população urbana para os subúrbios leva a outro fenômeno: o declínio da região central de várias cidades.
A criação de uma nova infraestrutura para os desafios dessas cidades e assim reverter e revitalizar esses centros urbanos implicaria em investimentos globais de US$ 53 trilhões nos próximos 35 anos, como relatado pela OECD (Organization for Economic Cooperation and Development). Embora pareça ser muito dinheiro, este montante só seria suficiente para cobrir despesas para melhorias de infraestrutura básica, como rodoviárias, ferroviárias, telecomunicações, eletricidade e água.
O desafio, aqui, é pensar além da questão econômica. É indispensável focar em um planejamento para antecipar problemas futuros e ao mesmo tempo lidar com as necessidades atuais.
O texto completo está no Portal da Propaganda.

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