Corrupção



Crescimento de 288% em 4 anos

 

As milhões de pessoas que foram às ruas em junho de 2013 não pediram a aprovação da Lei 12.850, que regulou as delações premiadas. Mas a mudança legal – parte do pacote aprovado pelo Congresso em resposta aos protestos – abriu o caminho para que o número de prisões temporárias e preventivas e os flagrantes de suspeitos de desvio de verbas públicas no país fosse multiplicado por quatro de 2013 para 2016. Números da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), da Polícia Federal, mostram que, no ano passado, dez pessoas foram presas a cada semana por agentes federais em operações de combate ao desvio de verbas públicas. Em 2013, antes da aprovação da lei sobre colaboração premiada, esse número não chegava a três por semana (2,5 em média). O jornal “O Estado de S. Paulo” analisou dados de 2.325 operações da PF no país de 1.º de janeiro de 2013 a 31 de março deste ano. As informações foram obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação.

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Câmara Municipal sedia ato contra a corrupção, hoje, às 9 horas

10meidascontraacorrupcao wO Observatório Social de Maringá, juntamente com o Ministério Público do Estado do Paraná, realiza hoje, quinta-feira (27), às 9 horas, no Plenário da Câmara Municipal de Maringá, um ato para apoiar a iniciativa do Ministério Público Federal no combate à corrução, realizado pelo movimento 10 Medidas Contra a Corrupção.
A reunião tem como objetivo reunir entidades e instituições no combate à corrupção, mobilizando e contando com apoio e colaboração da POPULAÇÃO e seus segmentos organizados.
Quem quiser assinar em apoio ao projeto de lei de iniciativa popular, nos termos do artigo 61, § 2º da Constituição Federal, deve ter em mãos o seu título de eleitor. A Câmara de Maringá recebe e apoia a reunião e o movimento.

Mais informações no site da Câmara e na fan page.

Reportagem da CBN Maringá sobre o ato de hoje, ouça aqui.

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De onde vem a corrupção

 

De onde vem a corrupção?

Lucienne Silva compartilhou essa coluna, nas redes sociais.
Ela mostra que o “jeitinho brasileiro”, do qual alguns se vangloriam, fica a um passo da corrupção ou é ela própria.
A política, no final das contas, vai refletir a sociedade.
A caminhada por uma política melhor e mais séria envolve costumes, hábitos, valores.

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Aécio, Sarney e Dilma falaram sobre Lula, ontem

Indagados sobre o depoimento de Marcos Valério em que ele incrimina o então presidente Lula, ligando-o defitivamente ao mensalão, o senador Aécio Neves, o presidente do Senado, José Sarney, e a presidente Dilma deram a sua opinião sobre o assunto. Vale a pena ler.
Aécio declarou ao Estadão: “Não faço prejulgamento do presidente Lula. O que é estranho é que não tenha feito aquilo que qualquer cidadão faria, que é se explicar e vir a público”. Aécio é apontado por lideranças tucanas como pré-candidato à Presidência da República em 2014.
O presidente do Senado, José Sarney, fez a seguinte declaração: “Primeiro eu não li (a reportagem) e, se existiu (o depoimento de Valério), é uma profunda inverdade porque a pessoa que disse não tem autoridade para falar sobre o presidente Lula, que é um patrimônio do País, da história do País, por sua vida e tudo que ele tem feito”.
Em Paris, a presidente Dilma Rousseff disse ontem (terça-feira, 11) considerar “lamentável” o que chamou de “tentativas de desgastar” a imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao associá-lo ao esquema do mensalão.  “Eu considero lamentável essas tentativas de desgastar a imagem do presidente Lula. Acho lamentável”, disse Dilma.
A presidente foi além, afirmando: “Eu repudio todas as tentativas, essa não seria a primeira vez, de tentar destituí-lo da sua imensa carga de respeito que o povo brasileiro lhe tem”.
Lula tem mantido, ao longo dos anos, uma popularidade grande e resistente. Porém isso não o torna um brasileiro melhor do que os outros nem o colocar acima da lei. Sem dúvida se há testemunhas e depoimentos sobre o seu envolvimento com corrupção ele precisa ser investigado. Como qualquer outra pessoa seria.

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Um projeto de poder que terminou no STF

Augusto Nunes, colunista da revista Veja, destacou um vídeo do “Implicante”. Ele tem apenas 5 minutos e 11 segundos.
Acho que esse vídeo ajuda a compreender o nervosismo, a agressividade e tantas ações desesperadas de alguns petistas.
Recomendo que assistam e compartilhem. É importante saber o que está acontecendo no Brasil e o que representa o julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Acesse AQUI.

 

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Oposições pedem investigação de denúncias contra Lula

Ao anunciar o posicionamento do PSDB a respeito dos fatos revelados na última edição da revista “Veja”, em que é denunciada a participação do ex-presidente Lula no escândalo do mensalão, o líder Alvaro Dias afirmou que os partidos de oposição aguardarão o encerramento do julgamento do mensalão para protocolar representação na Procuradoria Geral da República pedindo abertura de inquérito e investigação das denúncias. Na sessão plenária desta terça-feira (18/09), o senador tucano leu nota assinada pelos presidentes do PSDB, Sérgio Guerra, DEM, José Agripino, e PPS, Roberto Freire, em que defendem a apuração do caso.

Leia mais AQUI

José Pedriali, no seu blog aqui no portal, escreve sobre nota da direção nacional do PT conclamando a militância “a defender o partido, o ex-presidente Lula e o legado dos governos petistas”.
“A mobilização geral de nossa força militante é a condição fundamental para nosso sucesso nos dias 7 e 28 de outubro. Pois é a militância consciente quem desfaz as mentiras, demarca o campo, afirma nosso projeto, construindo vitórias não apenas eleitorais mas também políticas”, escreveram os dirigentes do partido.
Leia a nota do Pedriali AQUI

 

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Veja: Marcos Valério conta os segredos do mensalão

Chamada da Veja dessa semana, no seu site: “O empresário Marcos Valério, apontado como o operador do esquema, diz que, em troca do seu silêncio, recebeu garantias do PT de uma punição branda. Condenado pelo STF por vários crimes, cujas penas podem chegar a 100 anos de prisão, ele revela que o ex-presidente Lula sabia de tudo e que o caixa para subornar políticos foi muito maior: 350 milhões de reais”.

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