Futebol



Maringaense lança o livro “Campeões para Sempre: a saga da Seleção Pentacampeã em Infogols”

O maringaense Edson Teramatsu lançou o livro “Campeões para Sempre: a saga da Seleção Pentacampeã em Infogols”, pela LivrosdeFutebol, uma homenagem para a seleção com mais títulos da Copa do Mundo. Prefaciado pelo jornalista Marcelo Ribeiro, em 312 páginas coloridas, o livro é fruto de ampla pesquisa e traz a versão revisada e concentrada dos ebooks […]

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Futebol master de Maringá (lembranças)

Equipe Master que fazia amistosos por Maringá. Walter Guerlles publicou hoje no grupo de Whatsapp e compartilho aqui com vocês.
Técnico: Martins. Preparador físico: Alexandre. Almeida, Biro, Avilmar, Wilson, Edvaldo Lima, Luiz Antônio, Hernani, Marco Aurélio, Zé Aparecido. Embaixo, Jorginho, Guerlles, Dirceu, Deva, Airton Scandinari, Jerri, Danúbio, Serra. Detalhe: Os filhos!

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Uma novidade em Porto Alegre

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Amanhã acontecerá o Gre-Nal, em Porto Alegre. Será o jogo número 404 entre as duas equipes, com uma novidade: foi separada uma ala superior do Beira Rio para mil torcedores do Inter que poderão levar um torcedor gremista convidado.

Essa é uma novidade nos estádios brasileiros. A tentativa é de começar um processo no qual as torcidas possam conviver nos estádios, como acontece em grande parte da Europa.

A rivalidade Gre-Nal é uma das maiores do futebol brasileiro. A iniciativa é ousada e todos vão acompanhar com atenção, acredito que torcendo para que dê certo.
A barbárie nos estádios brasileiros chegou a um ponto que afasta famílias e muitos torcedores dos estádios.  A grande maioria quer ir ao estádio para assistir a um jogo de futebol, não para brigar ou ter que enfrentar uma verdadeira guerra.

Outra novidade para o Gre-Nal de amanhã será”O Caminho Gol”. O caminho para o estádio Beira Rio, desde o centro, será fechado para carros. Os torcedores terão acesso por ele livremente, pelas ruas. A experiência inédita foi um dos destaques na Copa, no Brasil, com grande aprovação. Pelo caminho muitas atividades culturais e um ambiente que favorece uma tarde de domingo para diversão e lazer.

Tomara que dê certo e que essa experiência se multiplique no país que precisa de  muitas mudanças. Algumas simples e fáceis de começar, outras bem mais complexas e profundas.

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E por falar na mãe do árbitro…

Sou do tempo que o árbitro de futebol, o do apito, que entrava em campo de preto e sem propaganda na camisa, era chamado de juiz.
Não quero ficar aqui falando de futebol, que não é a minha praia, apesar de ter sido durante muitos um esporte que acompanhei.
Quando se fala no jogo Grêmio e Santos, na semana passada, é preciso dizer que o árbitro Wilton Pereira Sampaio trabalhou muito, muito mal, interferindo diretamente no resultado. Também deixou as coisas correrem soltas, sendo peça chave na irritação da torcida. Ele não percebeu o clima e nada colocou na súmula. Mandou um e-mail, na segunda-feira, completando a súmula, depois que viu o tempo armado com a história de racismo.
Pegou 90 dias de suspensão. Não quero ser injusto, mas o senhor Wilton Pereira Sampaio, de Goiás, dos quadros da FIFA, não mostrou condições para o ofício. Deveria ser esquecido e aposentado.
Agora muito pior mesmo foi o árbitro Wagner Reway que apitou Flamengo e Coritiba, ontem.
Na boa, sem exagero, esse cidadão classificou o Flamengo. Fica difícil, muito difícil, acompanhar futebol no Brasil da forma como as coisas estão.
Se existisse seriedade o jogo tinha que ser anulado e os dois times jogariam outra partida. Ontem foi no garfo.
Anotem: Wagner Reway. Pelo amor dos meus filhinhos, meus netinhos, bisnetinhos e daí por diante!

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E o futebol virou saudade

O Brasil foi considerado, por muito tempo, o país do futebol.
1950 ficou para a história como uma grande tragédia, épica.
Ninguém, nem os mais pessimistas, esperavam 2014.
Em campo o Brasil construiu uma tragédia bizarra.
Aí veio 2014 e o ano ainda não acabou!
Houve o jogo Grêmio e Santos pela Copa do Brasil, dia 25, em Porto Alegre.
Quem gosta de futebol, aquele gostar de ir em campo, gritar, torcer, sabe que campo de futebol não é uma missa.
Campo de futebol era, antes do padrão Fifa, das arenas, naquele tempo do futebol por amor às camisas, às histórias dos clubes, um dos poucos lugares onde havia liberdade de expressão. As mães dos juízes que o digam.
Os cânticos das torcidas sempre foram carregados de insultos aos adversários. Sem pureza e sem perdão.
Mas 2014 será o ano do vexame do futebol brasileiro e do fim das torcidas como elas eram.
Hoje os estádios filmam os torcedores para entregar as imagens para a polícia.
Os estádios viraram um big brother vergonhoso. Acabaram os estádios populares, chegaram as arenas da Fifa, do politicamente correto, da falta de liberdade em todos os sentidos.
Clubes em busca de grana, ingressos para ricos, sistema e tecnologia para fazer dos estádios um não sei o que.
Claro, não defendo racismo, nem violência. Mas cá pra nós, ir ao estádio para cantar música clássica não dá.
O futebol brasileiro agoniza. Os clubes estão de joelhos. Os verdadeiros torcedores, aqueles com alma, com sangue, com garra, não têm mais estádios para ir.
Saudade do futebol brasileiro, das suas conquistas, dos seus grandes times e das suas torcidas de verdade (que agora começam a ser proibidas).
Saudade do Grêmio, do Olímpico, da torcida que era gremista (com apoio do clube, que ainda era um clube) e cantava livre e com garra pelo futebol de verdade.

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Clássico do Café

Às 16 horas de hoje acontece o último jogo do Paranaense de Futebol 2014, no Estádio Willie Davids, em Maringá.
O jogo será em Maringá porque a equipe fez melhor campanha.

No domingo passado o jogo foi em Londrina. Estádio com quase 30 mil torcedores, um mar azul torcendo para o time da casa. O Maringá trouxe de lá um empate daqueles que valem por uma vitória. Hoje serão 20 mil pessoas no Willie Davids, uma festa em preto e branco.

A destacar o clima de entusiasmo e torcida sem violência, que é tudo que se espera hoje.

Na internet se percebe que os londrinenses estão muito confiantes, são mais agressivos, debochados na sua torcida, não acreditam em derrota. Em Maringá a torcida acontece de forma mais respeitosa. Mesmo assim, há uma grande confiança na conquista do campeonato hoje.

Resta a torcida mais importante, por um domingo com festa e futebol, em paz.

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Clássico do Café

Domingo, às 16 horas, em Londrina, Maringá enfrenta o time da casa no que foi no passado o Clássico do Café.
Na época era o galo contra o tubarão.
No domingo o primeiro dos dois jogos que repetem a final de 1981. Dia 13 de abril será a vez do jogo em Maringá.
Os ingressos começam a ser vendidos hoje à tarde, no O Diário, na Maringá FM e em outros locais.
Ao Maringá Futebol Clube, seu dirigentes e apoiadores todo o aplauso.
Fizeram história em 2014. E a decisão não poderia ser mais extraordinária, uma decisão do interior, no melhor estilo pé vermelho.

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A surpreendente conquista do Maringá

Impossível não comentar sobre a conquista do Maringá Futebol Clube, que chega à final do Campeonato Paranaense 2014, no ano da sua volta à primeira divisão.
Um resgate surpreendente da melhor tradição do futebol maringaense.
Parabéns a todos que trabalharam e apoiaram o time na campanha e nessa conquista.

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Muitos anos de prejuízo

O jogo do Londrina hoje, com o Coritiba, decidindo o primeiro turno do Campeonato Paranaense, mostrou como é e será difícil aos times do interior com tradição no passado voltarem à elite do futebol.
O estádio estava cheio, os jogadores azuis se dedicaram muito, mas havia mais de 20 anos de distância entre os times em campo.
A volta vai demorar alguns anos, se houver investimentos e persistência em trabalho sério. Do contrário, haverá de vez em quando um sonho compartilhado com um estádio lotado e legiões de esperança sem chance de vitória.
A imagem das arquibancadas no final do jogo era de desolação. A história precisa ser contada e resgatada, mas também é necessário mobilizar sem ilusões.
O que vale para Londrina infelizmente vale para Maringá, neste caso. E aqui a distância é, a cada ano, maior e mais difícil de ser recuperada.
Muito pouco – O Coritiba, da elite do futebol brasileiro, ficou devendo para a sua torcida e quem gosta de futebol.
A arbitragem foi muito mal, o que não é novidade, infelizmente. O pênalti não marcado foi bem evidente no ângulo do juiz.

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