Governo



Estado repassa recursos para atender pessoas com deficiência

A Secretaria da Família e Desenvolvimento Social começou a repassar os R$ 24 milhões destinados a 100 municípios para aquisição de veículo adaptado a crianças e adolescentes com deficiência. Mais R$ 20 milhões serão liberados ainda este ano por meio de outros editais para melhoria da estrutura das entidades voltadas para este público.

No caso dos carros adaptados, cada prefeitura selecionada receberá, pela modalidade fundo a fundo, R$ 240 mil para a compra do veículo, com capacidade mínima de 10 lugares, para atender a rede socioassistencial. A deliberação que rege este repasse é a 005/2017 do Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas) e os recursos são do Fundo Estadual da Assistência Social (Feas).

A iniciativa beneficiou 100 municípios de pequeno porte que ainda não foram favorecidos por outras iniciativas com mesma destinação nos últimos quatro anos. Os recursos serão transferidos em parcela única diretamente para o Fundo Municipal de Assistência Social.

A secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, disse que os repasses vão melhorar as condições de acesso e inclusão social de crianças e adolescentes com deficiência. “Além de garantir um direito, o veículo serve como adaptação, principalmente às pessoas com deficiência intelectual, para uso do transporte coletivo. Assim, o impacto ao entrar em um ônibus convencional é menor”, afirmou a secretária. “Podemos dizer que é uma inclusão gradativa”, acrescentou.

Fernanda Richa citou também os editais 002 e 004/2017, do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca), que liberaram R$ 20 milhões, do Fundo da Infância e da Juventude (FIA), para organizações da sociedade civil, no ano passado. “As entidades sociais são braço de nossa rede estadual de assistência social. Elas puderam acessar esses recursos para melhorar o atendimento, realizar ações ou mesmo comprar bens móveis”, disse.

Ainda está aberto o edital 006/2017 do Cedca, que repassa R$ 6,9 milhões para atendimento exclusivo a crianças e adolescentes com deficiência. Organizações da sociedade civil têm até 28 de fevereiro para inscrever projetos.

A documentação necessária deve ser entregue em um dos 22 escritórios regionais da Secretaria, distribuídos em todo o Estado. Essa chamada pública complementa a 002/2017. Só estarão aptas ao novo edital as entidades sociais que não participaram de outros processos para o mesmo fim.

Municípios atendidos – Agudos do Sul, Alto Paraná, Alto Piquiri, Ampére, Antonina, Antônio Olinto, Assaí, Bela Vista do Paraíso, Boa Ventura de São Roque, Bocaiúva do Sul, Cafelândia, Campina da Lagoa, Candói, Cantagalo, Capanema, Capitão Leônidas Marques, Carambeí, Carlópolis, Catanduvas, Centenário do Sul, Cerro Azul, Céu Azul, Chopinzinho, Clevelândia, Congonhinhas, Contenda, Corbélia, Cruz Machado, Faxinal, Figueira, Florestópolis, Formosa do Oeste, Foz do Jordão, General Carneiro, Guaraniaçu, Icaraíma, Imbaú, Ipiranga, Iporã, Iretama, Itapejara d’Oeste, Ivaí, Jaguapitã, Jataizinho, Jesuítas, Joaquim Távora, Lindoeste, Mallet, Mandaguaçu, Mangueirinha, Marmeleiro, Matelândia, Moreira Sales, Morretes, Nova Aurora, Nova Cantu, Nova Laranjeiras, Nova Londrina, Nova Prata do Iguaçu, Palmital, Paraíso do Norte, Peabiru, Planalto, Porecatu, Primeiro de Maio, Querência do Norte, Quitandinha, Realeza, Rebouças, Ribeirão do Pinhal, Rio Azul, Rio Bonito do Iguaçu, Roncador, Salto do Lontra, Santa Cruz de Monte Castelo, Santa Isabel do Ivaí, Santa Izabel do Oeste, Santa Maria do Oeste, Santa Mariana, Santo Antônio do Sudoeste, São Jerônimo da Serra, São João, São João do Triunfo, São Jorge d’Oeste, Sengés, Siqueira Campos, Teixeira Soares, Terra Boa, Terra Rica, Terra Roxa, Tibagi, Tijucas do Sul, Tomazina, Três Barras do Paraná, Turvo, Uraí, Ventania, Vera Cruz do Oeste, Verê, Wenceslau Braz.

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Cida Borghetti assume o Governo do Paraná na próxima semana

Cida Borghetti assume o Governo do Paraná na próxima semana. O governador Beto Richa cumpre agenda oficial na Europa de 10 a 17 de dezembro.
Entre os compromissos de Cida Borghetti estão a assinatura de convênio com o Ministério da Justiça, a liberação de recursos para prefeituras e o anúncio da parceria com Curitiba para despoluição do Rio Belém. Além disso, a governadora em exercício irá representar o Paraná na reunião do Codesul em Porto Alegre e inaugurar o Centro de Especialidades de Maringá e o Hospital Madre de Dio em São Miguel do Iguaçu.

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Temas nacionais

A vice-governadora Cida Borghetti com o presidente Temer: Articulação com a bancada

O presidente Michel Temer chamou todos os governadores para uma reunião seguida de almoço nesta quarta-feira (22) no Palácio do Planalto. O presidente convocou a equipe econômica e de articulação política para apresentar um panorama da situação nacional e os projetos que deverão chegar ao Congresso, com vistas anos próximos anos e a retomada do desenvolvimento.
O presidente conta com o auxílio dos governadores junto às suas bancadas. O Estado do Paraná será representado pela vice-governadora Cida Borghetti que é a responsável pela articulação estadual na capital federal.

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Governo do Paraná libera mais R$ 100 milhões para municípios


O governador Beto Richa confirmou nesta terça-feira, 21, mais R$ 100 milhões para obras e outros investimentos em 250 cidades do Paraná. As prefeituras vão executar obras de pavimentação e melhorias na agricultura, esporte, caminhos para coleta seletiva de lixo, obras de combate à erosão. “Essa parceria entre o Estado e os municípios se fortalece a cada dia. Praticamente todas as semanas repassamos recursos para os prefeitos. Vale lembrar que só conseguimos destinar recursos graças ao ajuste fiscal iniciado há dois anos que permite ampliar os investimentos nas cidades do Estado”, disse Richa.

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Maringá precisa de mais viaturas para a segurança

Terminou agora há pouco a reunião da ACIM, na qual empresários e lideranças da cidade debateram a recente entrega de viaturas pelo governo do Paraná para a área de segurança, dentre outros assuntos.

O clima da reunião ficou pesado quando várias críticas foram apresentadas, todas as elas considerando a entrega de viaturas uma piada com Maringá, diante das necessidades da cidade.

Houve também uma cobrança da pouca participação dos deputados eleitos por Maringá nas decisões e atos do governo do Estado relacionados ao município, de forma ainda mais crítica nas questões ligadas à segurança pública.

Os vereadores e autoridades municipais também receberam puxões de orelha na reunião. Há um clamor para que se tornem mais presentes e ativos nas cobranças por soluções dos principais problemas do município.

Haverá uma nova entrega de viaturas dentro de alguns dias. As lideranças da cidade vão cobrar dos deputados, do governador e da vice governadora, que que é de Maringá, uma revisão substancial no número de viaturas para Maringá.

A necessidade destes equipamentos é grande e Maringá não pode continuar sendo preterida, pela importância que tem no contexto estadual.

A coisa pegou. O pessoal cansou de esperar. Vai agir.

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O primeiro

Com uma bancada de 13 deputados, o Podemos foi o primeiro partido da base aliada a anunciar oficialmente nesta quinta-feira, 18, o rompimento com o governo Michel Temer. Em carta assinada pela presidente nacional do partido, deputada Renata Abreu (SP), e pelo líder da legenda na Câmara, deputado Alexandre Baldy (GO), a sigla afirma que assumirá posição de “independência” em relação ao governo.

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Cascavel


Da assessoria de Comunicação de Cascavel recebo informação sobre reunião realizada nessa quinta-feira, dia 11, entre o prefeito de Cascavel, Leonaldo Paranhos, e o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. No encontro eles reafirmaram as parcerias entre prefeitura de Cascavel e o Estado. “Temos vários projetos importantes realizados em conjunto com o Estado e a visita do secretário (José Richa Filho) serve para ratificar novamente estes compromissos”, disse Paranhos.

Estão na pauta projetos importantes para Cascavel, como a execução das obras do Aeroporto Municipal e a duplicação da BR-277, entre o Trevo Cataratas e a Ferroeste. “No caso do aeroporto, a remodelação do projeto já teve a aprovação do Governo do Estado e os recursos liberados nesta semana em anúncio feito pelo próprio governador Beto Richa”, destacou o prefeito.

“Estamos à disposição para ajudar nos grandes desafios de Cascavel”, disse o José Richa Filho durante do encontro. A reunião desta quinta-feira contou ainda com a presença do superintendente da regional do DER, Nelson Farhat, e do coordenador regional do Paranacidade, Mauricio Theodoro.

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Sucessão estadual: Ricardo fala sobre o governo e a sucessão

Deputado federal Ricardo Barros (Foto: Wenderson Araújo/Gazeta do Povo)

Deputado federal Ricardo Barros (Foto: Wenderson Araújo/Gazeta do Povo)

A Gazeta do Povo traz entrevista com o deputado federal Ricardo Barros sobre “sucessão estadual”.
O título é “Barros já tem até slogan para Cida em 2018: ‘Fazer no Paraná o que foi feito em Maringá’”. A entrevista é assinada por André Gonçalves.

A vice-governadora Cida Borghetti (Pros) não apenas é candidata a assumir o Palácio Iguaçu em 2018, como já tem até plataforma de campanha: levar ao estado a experiência da gestão municipal de Maringá. Quem revela os planos é o marido dela, Ricardo Barros (PP), deputado federal que trabalha em diversas frentes para pavimentar a candidatura da esposa. Uma delas é viabilizar a antecipação dos contratos com as concessionárias de pedágio, que acabam em 2022, em troca de redução na tarifa e obras. “Esperamos que o governo [Richa], terminando bem, facilite a possibilidade de ela concorrer. Mas a nossa referência política é Maringá”, cita Barros.

O sr. tem feito críticas à gestão Richa e falou em “muitas decisões equivocadas”. Quais foram?
O Paraná tem o mérito de já ter aprovado seu ajuste fiscal. Então, isso quer dizer que nós temos a perspectiva de terminar bem o governo, com condições de fazer os investimentos que o Paraná precisa. Agora, a condução da votação do ajuste teve alguns equívocos, que todos conhecem, que provocaram um desgaste muito grande para o governador. Os erros são aqueles que toda imprensa já noticiou. O governador e o líder do governo na Assembleia [Luiz Cláudio Romanelli] escolheram mal os caminhos para alcançar o objetivo da votação. Mas está feito, está aprovado e o resultado final é bom.

O governo errou na negociação com os servidores?
Não. Acho que conduziu mal o processo legislativo. Encaminhou o projeto na data errada. Criou uma possibilidade de reação muito forte. Podia ter mandado o projeto numa segunda-feira para votar até quinta. Mas mandou na semana anterior à votação, o que permitiu uma grande mobilização. São erros que custaram grande desgaste.

Como o sr. se considera em relação ao governo Richa: um aliado, independente ou alguém que pode fazer oposição em determinados momentos?
Somos aliados porque escolhemos essa aliança e vamos participar do governo na medida em que formos chamados a opinar. A nossa condição de aliado decorre da iniciativa do governador em nos ouvir nas decisões tomadas.

Ele procura o sr.?
Nós temos procurado encontrá-lo e dar a nossa opinião sobre a condução dessas questões. Esperamos ser ouvidos.

A impressão que existe é que o sr., a vice-governadora e o secretário de Planejamento, Silvio Barros [irmão de Ricardo], têm buscado uma pauta própria dentro do governo, principalmente com a atração de recursos federais e investimentos da iniciativa privada. É isso ?
É o caminho que escolhemos para cooperar. O governo tem o seu orçamento e nós estamos buscando ações que permitam que a iniciativa privada invista muito no Paraná. Nosso objetivo é consolidar essas oportunidades, primeiro pelos investimentos que as concessionárias [de pedágio] possam fazer, por ampliação de prazo das concessões [que acabam em 2022]. O contrato com as concessionárias é ruim. A taxa de retorno de 19% ao ano é muito alta. Queremos o quanto antes reformular esse contrato para que ele possa se tornar bom para os paranaenses, com menos tarifa e mais investimentos.

O sr. tem convicção de que a saída é a antecipação da renovação dos contratos com as atuais concessionárias?
Eu estou convencido de que, se pudermos negociar com as concessionárias, numa corresponsabilidade com o governo federal, porque dependemos da delegação deles no caso das rodovias federais, isso necessariamente é bom para o Paraná. Se nós podemos antecipar obras e reduzir tarifas agora, porque devemos esperar mais sete anos? Vamos antecipar. Esse é o caminho e devemos fazer isso com absoluta transparência.
O governo do estado tem batido na tecla de que é possível separar a delegação da renovação das concessões.
É nisso que eu discordei do governador. Não vai acontecer dessa forma. A União nos dará a renovação da delegação se souber o que o governo do estado vai fazer com essa delegação. Não vai dar uma carta em branco para o estado.

O sr. vê semelhanças entre a crise da gestão Richa com a do governo Dilma?
Não. O problema do governo federal está em outro estágio. A presidente tem um problema de consolidação do governo de coalizão, que o governador não tem. Ele tem uma base segura, que participa do governo efetivamente. Cada secretário segue uma diretriz, mas tem a liberdade de aplicar o programa do seu partido na área em que atua. No governo federal não é assim. O PT quer que todos ajam dentro da sua mentalidade e detém a enorme maioria dos cargos. Evidentemente, o compromisso dos partidos que fazem parte da coalizão é bem menor. Os ministros não se sentem corresponsáveis pelo governo. É isso que fragiliza o governo Dilma.

Qual deles têm mais possibilidades de recuperar a popularidade?
O governador. Ele já fez o ajuste fiscal. Recuperando o governo, recupera sua imagem. Vejo no governo Dilma mais dificuldades para o ajuste fiscal e na relação com a base aliada.

De Brasília saem recursos para o Paraná?
Saem. Evidentemente que eu, como relator-geral do orçamento de 2016, privilegiarei o Paraná, que é minha obrigação e farei com prazer.

Hoje o sr. acha que a vice-governadora Cida Borghetti é a candidata natural à sucessão do governador?
Não acho que ela é a candidata natural. Mas ela, assumindo o governo [em caso de desincompatibilização de Richa para disputar o Senado, por exemplo], vai concorrer ao governo. Claro que isso vai depender de vários fatores. Mas é natural que ela, como vice-governadora, pleiteie o governo ao assumir a cadeira. Temos outras pretensões legítimas também que se apresentam no estado. Para nós, não tem problema, é democrático. Como é nosso estilo, ao acabar a eleição, se ganharmos, estaremos convidando todos para estar juntos. E se perdermos, estaremos juntos. Para nós, disputar eleição é disputar a oportunidade de servir a comunidade.

A candidatura da Cida só se viabiliza se o governo Richa for bem?
Nós estamos trabalhando muito para o governo ir bem. Por isso, trabalhamos em frentes que não dependem do caixa do estado. Esperamos que o governo, terminando bem, facilite a possibilidade de ela concorrer. Mas a nossa referência política é Maringá. Então, qual será o discurso da vice-governadora? Vamos fazer no Paraná o que fizemos em Maringá. É uma prefeitura extremamente organizada, com a melhor gestão fiscal do Paraná, com 22% de capacidade de investimento sobre a arrecadação. Somos primeiro no estado em quase tudo e segundo no que não dá para concorrer com a capital. A gente tem muita alegria de poder ter construído, junto com outros administradores competentes que a cidade teve, essa referência que é Maringá.

Se o governador optar, por exemplo, em tentar fazer um sucessor do PSDB, Cida pode ser candidata mesmo assim? Independe de uma decisão do grupo de Richa?
O governador, se deixar o cargo, será candidato. Evidentemente, será candidato na coligação da vice. Não vai ser candidato para ser contra quem está no governo. É natural que estejamos juntos no próximo pleito. Não vejo nenhuma dificuldade nisso. Acho que a aliança está bem formada. Temos outros pretendentes dentro do mesmo grupo político, mas não vejo nenhuma dificuldade de compor. Tem espaço para todos.

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Ministro culpa imprensa por ‘mau humor’ sobre a Copa

Em encontro com blogueiros no Palácio do Planalto, Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) responsabilizou a chamada grande imprensa pelo “mau humor” em relação a Copa do Mundo, apontando inclusive a “sonegação de informação” e “envenenamento”. As informações são da Folha de S. Paulo.
Para o ministro, o Brasil “dos economistas da imprensa e o Brasil da realidade é completamente diverso”. “O Brasil de muitas colunas políticas e o Brasil do dia a dia do povo é outra coisa. Nós temos tido a sorte […] de ainda ter o apoio da maioria apesar desse martelar diário em que tudo está perdido”.
Carvalho afirmou que, ao ler os jornais, tem “a impressão de que o Brasil não aguenta nem para depois de amanhã, quebra amanhã na economia, na política, é uma tragédia”. “Nós inventamos a corrupção, nós somos os que se apropriaram do Estado para dar cargos aos companheiros e ponto. E estamos nos locupletando tremendamente”, disse.
Próximo de Lula, de quem foi ministro por oito anos, Carvalho adotou linha semelhante ao do ex-presidente, que defendeu neste mês a regulação da mídia, paralisada no governo Dilma.
Na conversa com blogueiros, Carvalho afirmou que é preciso fazer uma tentativa de contraponto para haver “um tratamento democrático da informação”. “O problema não é uma imprensa que critica o governo. O problema é o que eu chamaria de sonegação da informação”, afirmou.
“Se você pegar a Copa do Mundo, por exemplo, esse mau humor que se formou em torno da Copa do Mundo, está fundada numa desinformação profunda. Tudo bem você criticar o custo de um estádio, mas você tem que dizer para que vai servir aquele estádio de fato. Isso não foi colocado”.
Questionado pela imprensa sobre as críticas realizadas ao evento, Carvalho contemporizou, mas disse que tem certeza que há sonegação de informação no Brasil. “Quero deixar muito claro que liberdade de imprensa não se discute. O que eu digo é que parte das pessoas que se posicionaram contra a Copa o fizeram por falta de informação adequada do conjunto de oportunidades que a Copa traz ao Brasil”, disse.
Na opinião de Carvalho, “o clima que se estabeleceu em grande parte contra a Copa, resulta de uma excessiva editorialização da opinião e a falta da informação real”. “Há coisas que foram ditas que não correspondem à realidade e houve um processo de envenenamento mais ou menos generalizado que acho que agora, mais ou menos, reverteu”, afirmou.

E você, leitora, leitor, concorda com o londrinense, petista e amigo do Lula, Gilberto Carvalho?

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Por que os recursos do Paraná não vêm?

O governador Beto Richa escreveu ontem na sua página no Facebook o seguinte:

“MAIS UMA VEZ, STF DÁ RAZÃO AO PARANÁ. O QUE FALTA?
Mais uma decisão do Supremo Tribunal Federal dá razão ao Paraná. Conseguimos há pouco uma liminar do ministro Roberto Barroso que dá razão ao Paraná na questão dos gastos em saúde. Era isso que a Secretaria do Tesouro Nacional e o governo federal queriam para liberar o financiamento do Proinveste? Esta aí a decisão. O povo do Paraná agora espera a liberação dos R$ 817 milhões do para investimentos em infraestrutura em todas as regiões do estado. Decisão de Justiça é dada para ser cumprida. E esperamos que o governo federal assim o faça.”

São recursos de grande importância para o estado, em todas as regiões, para a população.
Fazer uma jogada política, para tentar prejudicar um governador, e acertar na população é um absurdo.
Isso não pode continuar.
O que estão fazendo com o Paraná é absolutamente inaceitável. O maior prejuízo é da população, dos paranaenses.

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