Opinião



Redes sociais reais

Valther Ostermann transcreveu este texto e compatilho aqui. Vale a reflexão, que talvez ajude a diminuir os “micos” e postagens desnecessárias.

“Claro que você já leu nas redes sociais mas vale o registro pela crítica comportamental embutida no texto bem-humorado, cuja autoria desconheço:

‘Para as pessoas da minha geração que não compreendem realmente porque existe o Facebook, WhatsApp etc.
Atualmente, estou tentando fazer amigos fora do Facebook, enquanto utilizo os mesmos princípios.
Portanto, todo dia eu ando pela rua e digo aos pedestres o que eu comi, como me sinto, o que fiz na noite anterior e o que farei amanhã.
A seguir, eu lhes dou fotos de minha família, do meu cachorro e fotos minhas cuidando do jardim e passando o tempo na piscina… etc.
Também ouço as suas conversas e lhes digo que os amo.
E isto funciona!
Eu já tenho 3 pessoas me seguindo: dois policiais e um psiquiatra!'”

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Você sempre está alegre? Feliz?

Um amigo me manda este vídeo. Veja como Eduardo, o palestrante, responde a pergunta: – “Você sempre está alegre?” Vejam o vídeo. Acho que vão gostar. Não importa a circunstância, nós temos muitos motivos para agradecer, para retribuir, para ser solidários e felizes.

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Coisas pra pensar, avaliar e repetir (ou não)

Flavia Gamonar, Top Voice Linkedin, empreendedora, professora, especialista em comunicação, de forma especial em comunicação digital, escreveu este texto e compartilho aqui no blog.
Começo de ano é momento propício para avaliar o que temos feito. Se estamos alcançando os resultados desejados ou se precisamos mudar, melhorar, avançar.
Neste aspecto nunca é demais lembrar: se a gente continuar fazendo a mesma coisa que fez nos meses anteriores, não teremos resultados novos.
A internet e as redes sociais tomam um bom tempo de todos nós, todos os dias, especialmente quem trabalha com comunicação, conteúdo e internet. Mesmo assim é preciso rever processos e formas de trabalho, ser mais eficiente e produtivo.
Gostei do final do texto da Flavia, item 12. Realmente falar não significa nada. O que interessa é ser um “fazedor”.
Boa sorte gente! Vamos continuar tentando encontrar e fazer os melhores caminhos para a nossa vida, digital e real, todos os dias, a cada dia, sempre.
Texto de Flavia Gamonar:
Entre 2017 e início de 2018 fiz algumas coisas que me deram mais paz e me fizeram sentir alguém melhor.
1) Parei de ver o que pessoas negativas dizem por aí dos outros
2) Não fiz nenhum post que tivesse potencial de gerar polêmica (nunca fiz propositalmente, mas fui mais cuidadosa ainda)
3) Cuidei mais da minha vida
4) Postei menos, me perguntei antes se o que tinha a dizer era realmente relevante, a timeline ganhou qualidade e diminui as notificações que me faziam ficar muito conectada
5) Me expus menos, muitas vezes geramos até provas contra nós mesmos ao falar tanto
6) Antes de pensar em falar mal ou julgar alguém, olhei pra mim mesma e lembrei que não tenho direito e não conheço as causas que levam alguém a fazer algo. Quem sou eu pra isso?
7) Impedi fofocas de prosseguirem, eu simplesmente não queria saber
8) Não postei nenhuma indireta e nem achei que alguma foi para mim. Isso foi libertador !
9) Vivi mais offline do que online.
10) Segurei a ansiedade e não sai contando meus projetos antes da hora
11) Tirei do armário 2/3 dos meus sapatos e 1/2 das roupas, ficando cada vez mais com o que uso e preciso mesmo
12) Me tornei ainda mais uma fazedora, porque passar o dia falando e falando não muda nada. É preciso fazer.
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Versões, liberdade e bom senso

As manifestações do PT, a favor do direito da candidatura de Lula a presidente, e a favor do juiz Sérgio Moro foram assunto recorrente na semana que passou, em Maringá. Ontem ocorreram, livremente, sem violência. Antes e depois, assistimos um festival de versões e absurdos, mas é bom saber, este ano será assim: um ano atípico, movido por muitas coisas ao mesmo tempo, do oportunismo ao idealismo, muitas vezes lado a lado e em lados contrários.

Esta situação assusta um pouco, mas a confusão se aprofunda diante da falência de institituições, da perda de referências, tudo isto provocado, em grande parte, por estratégias políticas. O “quanto pior melhor” é uma alternativa boa para sobrevivência de alguns e para oportunistas em geral, que se multiplicarão muito em 2018.

A tese do novo, da renovação, é boa, sem dúvida, e merece ser avaliada. O importante é saber a legitimidade e a qualidade deste “novo”. Como errou Tiririca, pior que tá pode ficar, por incrível que pudesse (e possa) parecer. Ficou pior.

Fatos importantes de ontem: antecipação aos eventos pela Polícia Militar, com apoio do Município. Isto era necessário e funcionou. Exercício de liberdade realizado.

O Diário trouxe hoje na sua primeira página os números da Polícia Militar. 1.500 na praça e 400 na Câmara. É verdade, também, que a manifestação na praça teve vários momentos e deve ter recebido mais gente. O número citado de pessoas é uma estimativa. Por outro lado, a reunião pró-Lula teve o público máximo autorizado pelos bombeiros para a Câmara.

Reuniões pró-Lula foram realizadas ontem em várias cidades do país, sem o fator “terra natal de Sérgio Moro” e outros, que motivaram o movimento em Maringá (e que merecem análise mais profunda). O uso indevido do Lions em convites para a manifestação é algo incrível, que deveria ser investigado, com responsabilização. Também vi nomes de instituições e pessoas citados. Procurei na internet e em outros meios os apoios correspondentes e não encontrei.

Enfim, foi uma semana e um sábado de versões  e de liberdade, a espera de bom senso, que certamente a maioria têm e terá. Não é preciso postar na internet e nem ir a uma manifestação para ter opinião formada sobre Lula, sobre o Brasil, sobre o momento que vivemos. Generalizações, também, de parte a parte, não ajudam. As mudanças que o país precisa são inúmeras, profundas  e difíceis de serem concretizadas. Na forma constitucional só ocorrerão com o tempo, com maturidade e respeito.

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Ninguém nos conhece melhor

– Alô! De onde falam?
– Google´s pizza.
… – Mas este telefone não era da Pizzaria do Gordo?
– Sim senhor, mas a Google comprou.
– OK. Anote meu pedido.
– O Senhor vai querer a de sempre?
– A de sempre? Você me conhece?
– Segundo nossa planilha de dados do identificador de chamadas,nas últimas 12 vezes,o senhor pediu meia quatro queijos,meia calabresa, massa grossa.
– Tá! Vai esta mesmo…
– Posso sugerir-lhe, desta vez, meia ricota, meia rúcula com tomate seco.
– O quê? Odeio verduras.
– É que seu colesterol não anda bom, senhor…
– Como você sabe?
– Cruzamos o número de sua linha fixa com seu nome,pelo guia de assinantes.
Temos o resultado dos seus exames de sangue dos últimos 7 anos.
Além disso, segundo dados da seguradora,o senhor tem consultado um cardiologista.
– Ok, mas eu não quero essa pizza! Já tomo remédio…
– Desculpe-me, mas o senhor não tem tomado remédio regularmente.
Pelo nosso banco de dados comerciais,faz 4 meses que o senhor adquiriu uma caixa com 30 comprimidos para colesterol com desconto na Rede Drogasil, onde é cadastrado.
Parcelou em 3 vezes sem acréscimo,conforme informações da administradora do seu cartão Visa final 5692.
– Posso ter comprado com cheque ou dinheiro,seu esperto…
– Só se foi em dólares não declarados.
O senhor emitiu apenas 2 cheques nos últimos 3 meses,segundo seus dados bancários.
Suas retiradas em dinheiro costumam ser de R$ 750,00 e ocorrem pouco antes do dia 10,possivelmente para pagar sua empregada que recebe esse salário desde maio.
– Até o salário da empregada…Como você sabe?
– Pelo valor do INSS que o senhor recolhe mensalmente através do banco online.
– Vá se danar, seu metido!
– Me desculpe, senhor,utilizamos tais informações apenas com a intenção de ajudá-lo.
– Chega! Estou de saco cheio de google,facebook, twitter,WhatsApp, tablets, falta de privacidade. Vou para as ilhas Fuji ou, sei lá,para outro lugar sem internet, TV a cabo,onde celular não dê linha e com ninguém para me vigiar.
– Entendo senhor… Só uma última coisinha…
– O que foi agora?
– Seu passaporte está vencido.

Recebi este texto hoje de um colega jornalista de Curitiba.
Tentei achar o crédito. Achei uma publicação do colunista Walcyr Carrasco, da Época, em 16 de maio do ano passado. Ele também recebeu o texto de uma amiga e sobre isto, escreveu: “Esse texto não é meu. Recebi de minha amiga Renata (instagram @lifeselfcoaching). Ela não soube dizer a origem. Pode ser de um autor famoso ou de um gênio a ser descoberto. Se ele se identificar, darei os créditos com prazer. Poucas vezes vi alguém descrever o que acontece hoje de maneira tão divertida e realista.”

Faz tempo que eu brinco (falando a mais absoluta verdade) que o Google me conhece melhor do que eu. Meu celular também… ele registro os lugares onde vou, grande parte do que falo e escrevo. A tecnologia de informações, seus softwares sofisiticados de dados e seus cruzamentos, a inteligência artificial e tantas outras coisas que eram consideradas impossíveis e que hoje podem ser feitas de forma quase banal e em série, mudaram de vez o presente e o futuro. Ele será muito diferente do que imaginamos no cotidiano e não me arrisco a projeções e previsões.

A internet, que promoveu em um primeiro momento uma verdadeira pulverização da mídia pode, no fim das contas, se tornar um “big brother” controlador e limitante, como nas páginas do “Admirável Mundo Novo”, de Aldous Huxley?

Também não arrisco opinar, mas sem dúvida, uma região, uma cidade, um bairro, uma rua, uma casa podem sofrer uma enorme interferência e manipulção, se o Seu Google quiser. Alguém duvida?

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2018 vai ser muito melhor

*Carlos Massa Ratinho Júnior

O ano de 2017 não foi fácil para muitos paranaenses e muitos brasileiros. Foi um ano de superação. E essa talvez seja a marca mais profunda que ficará registrada quando olharmos para trás, puxando em nossas memórias esse período: a superação que nos fortaleceu e nos uniu.
Também foi um ano de construção. Em meio aos ajustes necessários que o nosso País viveu em tantas áreas, começamos a construir as bases para um cenário diferente no futuro. Um cenário de crescimento e que projeta esse crescimento sustentado em ações que se traduzem em mais respeito e mais dignidade.
E essa foi exatamente a linha que seguimos. Foi exatamente isto o que fizemos. Eu e meus companheiros do PSD, do PSC, e de vários partidos que nos acompanham, percorremos boa parte do Paraná em encontros regionais para dialogar com as pessoas em um diálogo franco e aberto onde mais ouvimos do que falamos. Em cada encontro, além da mão amiga, as pessoas nos estenderam suas esperanças, suas crenças e suas sabedorias para indicar qual o melhor caminho para chegarmos a um futuro melhor, possível para todos, com o respeito que cada cidadão merece.
Neste Paraná tão grande, onde cada região tem realidades e características próprias, discutimos os assuntos de interesses locais, mas a partir de uma visão ampla e integrada. Penso que é assim que nosso estado deve ser gerido e que a inovação passa obrigatoriamente por esse olhar atento que reconhece, compreende e respeita as características e as necessidades de cada região, de cada município. O Paraná não pode ter esquecidos.
Porque acreditamos na força do diálogo, do entendimento e na cooperação, penso que o caminho está sendo bem trilhado pois alguns pontos em comum já começam a cristalizar.
Se este ano que está iniciando será crucial para a realização do futuro que queremos para todos os paranaenses, é fundamental que comecemos a pensar e planejar a realização de programas de gestão pública focados em qualidade e que sejam ininterruptos. É preciso assumir um compromisso de zelo com a coisa pública. Um compromisso com a eficiência.
Temos a grande oportunidade de contrariar as previsões pessimistas. Não podemos adiar as mudanças e os avanços que a sociedade espera. Não podemos deixar que o radicalismo, tampouco as teimosias ou interesses pessoais, formem uma barreira contra o avanço, contra a inovação.
Os sinais são cada vez mais claros de que as mudanças são inadiáveis. A distância que se coloca entre o Paraná de hoje e o Paraná inovador, mais forte e mais competitivo, deixará de existir quando as ações de gestão do nosso estado passarem a fazer parte de um consistente planejamento estratégico, capaz de elevar o nosso estado ao patamar de desenvolvimento sonhado por todos.
2018 será bem melhor. Vamos avançar na direção de um futuro mais próspero, condizente com o enorme potencial do nosso estado. Vamos trabalhar para que esse cenário se realize. Tenham certeza. Bom ano novo para todos.

*Ratinho Júnior é deputado estadual pelo PSD

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Retrospectiva 2017 – reflexões

Trabalhando na última coluna do ano, que será publicada na edição do dia 31 de dezembro, não consegui colocar todos os destaques que considero importantes, em 2017.

Assim, continuarei nas colunas seguintes.

Detalhe importante: fiz registros de fatos, evitei opinião. Na verdade quem fez as coisas foram as pessoas citadas. Não tive participação ou autoria e também não opinei a respeito.

Algumas pessoas não gostam dos fatos, mas a ideia da retrospectiva era apenas relatar coisas importantes. A opinião cada um terá de acordo com o que entendeu sobre o que foi registrado.

É curioso como os fatos, narrados, no passado, se referindo a um ano, falam alto mesmo sem qualificação.

Vem a mente o que está na Bíblia, em muitas filosofias e na literatura: Todos podem escolher o que plantar, mas, certamente, será colhido o que foi plantado.
Não é possível plantar cebola e colher soja.

Da mesma forma, quem não planta, não vai colher. Parece óbivio, mas tem gente que não quer entender esta lógica da vida, das coisas, do tempo.

Outra coisa que também transparece ao longo de um período de tempo é a ação e a omissão, a realização ou a ausência dela. Isto também independe de opinião, é fato, aconteceu, foi assim durante aquele breve período de tempo.

Positivo é saber que temos sempre um novo dia pela frente, no qual podemos recomeçar e até começar a fazer o que não fizemos antes.

Agora uma coisa é bom pontuar: Não podemos culpar as pessoas por falarem das coisas que fizemos ou não realizamos. Esta culpa e responsabilidade sempre será nossa, ou seja, de quem fez ou não alguma ou algumas coisas.

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Quer ajudar na retrospectiva 2017?

Última semana de 2017.
Vamos fazer uma retrospectiva?
Nas colunas no impresso vamos publicar o que aconteceu de mais importante em Maringá, região e Paraná, em 2017, na nossa opinião. Serão quatro colunas, dias 27, 28, 29 e 30/31.
Quem quiser pode participar, encaminhando sugestões de coisas importantes nos comentários, escrevendo na fan page, em comentários ou inbox, por e-mail [email protected] e pelo whatsapp 44 9 9122 8715.

Conto com vocês!

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Só o tempo dirá

Aqueles que vieram antes de nós não foram perfeitos, mas ajudaram a construir a cidade que temos. Nosso passado não é um inferno. Quem escolheu viver aqui, trabalha e ama Maringá, merece respeito.

Desde janeiro tem sido recorrentes as críticas às gestões passadas de Maringá. Tudo o que se faz (não importa que seja igual ou pior a coisas feitas no passado) vem acompanhado de autoelogios e críticas ao passado. A impressão que se tem é que todas as coisas boas da cidade começaram em 1º de janeiro de 2017.
Tenho feito sempre a seguinte reflexão: Os eleitores de Maringá escolheram a mudança. Resolveram mudar uma cidade que tem os melhores indicadores da sua história e que é considerada, em todos os estudos importantes do país, uma das melhores cidades do Brasil. Esses indicadores não foram obtidos em 2017 e Maringá não começou a sua história no dia 1º de janeiro de 2017. Portanto, parabéns à mudança, mas também é necessário respeito aos que vieram antes e alcançaram este nível de cidade.
A mudança eleitoral ainda não pode ser avaliada, essa é a verdade. Poderá ser para melhor, o que todos que amam Maringá desejam, com certeza, mas também poderá ser para pior, o que não queremos, é claro. Só o tempo dirá, com fundamento em números, comportamentos, decisões, resultados. Autoelogios e críticas ao passado são equívocos recorrentes, discurso antigo e deselegante, que destroi, justamente no momento em que deveríamos todos estar sendo convidados a uma união honesta, limpa e transparente pela cidade.

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Papo de gestão

José Nascimento está a frente do projeto Top de Gestão.
Compartilho aqui um vídeo em que ele conversa com Paulo Silvestre Fernando sobre mudanças na comunicação.
Hoje cedo eu conversava com Walter Bento, de Floraí, sobre comunicação e suas mudanças.
Tem muitas e isso não vai parar, jamais!

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