Política



O mundo digital e a política

Foto: Pedro de Oliveira/Alep

* Evandro Júnior, deputado estadual na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep)

Nos últimos três anos, a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) tem investido em ações inovadoras de comunicação envolvendo redes sociais. Assim, busca a cada dia uma aproximação maior com os onze milhões de paranaenses que estão ali representados. Isso também tem estimulado os 54 deputados estaduais da casa a exercerem suas funções de maneira clara, para que toda a população realmente saiba o que tem sido feito em termos de legislação e fiscalização no Estado.

As pessoas com mais idade devem se recordar de uma época em que, para se comunicar, era preciso mandar carta ou fazer ligações telefônicas. Com a chegada da internet, a comunicação se aprimorou e nós, deputados, vereadores, prefeitos, senadores, passamos a receber recados via e-mail. As redes sociais mais utilizadas atualmente estas sim são um grande avanço na comunicação. A velocidade da comunicação digital mudou o mundo e a forma como as pessoas interagem. Com tudo isso, a comunicação envolvendo a política também mudou, e, a meu ver, para melhor.

A Alep, mesmo, tem conta no Facebook, Twitter, Instagram, Flickr e YouTube. Sei que nem todos os deputados ainda investem nesse tipo de comunicação, mas, em meu caso, sou favorável ao uso diário das redes sociais. Eu e minha equipe procuramos este diálogo constante porque acreditamos ser bom para os paranaenses e bom também para nós, pois, assim, jogamos luz às feitorias durante o mandato e conseguimos divulgar melhor o nosso trabalho constante e a nossa preocupação diária com os temas envolvendo toda a sociedade.

De acordo com a Diretoria de Comunicação da Alep, houve crescimento de 140% no número de seguidores em sua página de Facebook (a mais requisitada da casa) nos últimos dois anos: pessoas de absolutamente todas as regiões paranaenses, e ainda seguidores de fora do Estado e até de fora do País. O Instagram – que preza pela imagem ou vídeo em detrimento ao texto – também tem crescido muito. Em 2017, o número de seguidores do Instagram da Alep cresceu 40%.

O desafio para o político – ou para qualquer pessoa que queira divulgar melhor o seu trabalho – é estar atento às rápidas mudanças que envolvem a comunicação digital, seja em plataformas para computadores ou smartphones. Este 2018 é ano de eleições, e creio que será cada vez mais comum ver candidatos buscando também estratégias de campanha nas redes sociais. As regras para o jogo serão lançadas pela Justiça Eleitoral, e todo cuidado é pouco para não perder credibilidade ou até uma eleição por conta de um simples post no Twitter ou uma atualização nos “Stories do Insta”.

Os exemplos de campanhas bem sucedidas via online chegam principalmente dos Estados Unidos, com as vitórias de Barack Obama no passado e mais recentemente do próprio Donald Trump – que, convenhamos, vem respondendo a uma série de denúncias que envolvem a chamada “fake news”, ou notícias falsas.

O brasileiro deve ficar muito atento ao que é verdade ou não nas redes sociais: infelizmente tem muita gente mentindo e se apropriando do anonimato na internet. E não somente em ano de eleição: depois, é por meio das redes sociais que poderemos cobrar dos políticos aquilo que foi prometido durante a campanha.

Crédito da foto: Pedro de Oliveira/Alep

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Gilberto Xisto Pereira será candidato a deputado estadual

O advogado Gilberto Xisto Pereira, filho do desembargador Adalberto Xisto Pereira, se filiou ao PP e decidiu disputar uma das 54 cadeiras da Assembleia Legislativa nas eleições de outubro próximo. “Estamos lutando por um Paraná melhor. Quem planta a semente do bem, não tema a colheita!”, adianta Xisto Pereira.

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Juarez filia Baddini ao Podemos

Juarez Firmino e José Marcos Baddini: filiados ao Podemos

Recebi a foto e a informação do advogado e contador Juarez Firmino. Ele esteve com o jornalista José Marcos Baddini, pegando a sua assinatura na ficha de filiação ao partido “Podemos”.
Baddini é funcionário da Justiça do Trabalho, filho de Baddini Neto, um dos pioneiros do jornalismo maringaense, famoso pela seriedade e responsabilidade profisisonal.
Baddini é combativo e polêmico. Sempre disposto a dar a sua opinião, acompanha a política de Maringá há muitos anos. Tem declarado apoio a Alvaro Dias para presidente e agora o fará como um dos filiados ao Podemos.
Juarez Firmino começou a trabalhar cedo, aos 14 anos. Contador respeitado, presidiu o Sincontábil. Há anos milita na política de Maringá, com filiações partidárias, dedicação e fidelidade aos projetos do seu partido. Ingresso no Podemos para apoiar a candidatura de Alvaro Dias a presidente e tem declarado este apoio em todos os espaços, de forma pessoal e e na internet.
Firmino foi secretário de Gestão e Fazenda de Ângulo, no governo de oito anos de José Manoel de Campos Silva. Um profissional que conhece contabilidade pública e privada como poucos. Além disto, concluiu o curso de Direito há algum tempo e está advogando com qualidade, usando sua experiência e conhecimentos especializados.
Hoje é um dia especial para ele: completa 30 anos do Escritório Canção, com clientes importantes.

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PSD quer fazer quatro governadores

O ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, no programa A Voz do Brasil – 10/01/2017 (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O jornalista Ernesto Neves na coluna Radar na Veja desta quinta-feira, 18, cita o Paraná entre os quatro estados apontados pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab, com potencial de conquista do governo do Estado nas eleições de outubro. O deputado Ratinho Junior é o candidato do PSD e trabalha para ampliar a aliança de apoios com o PSC, PV, PRB, PTB, PR e PSDB.

Kassab, tem dito a interlocutores que o PSD terá crescimento expressivo nas eleições e além do Paraná, o partido pode conquistar os governos estaduais da Paraíba, Rio Grande do Norte e Mato Grosso. O PSD será vice em três estados: São Paulo (o próprio Kassab em chapa com o PSDB), Minas Gerais (provavelmente com Marcio Lacerda) e Santa Catarina (com Raymundo Colombo).

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Os tons da campanha

Artigo de Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP e consultor político e de comunicação, publicado hoje, 17 de janeiro, na página 2 de O Diário

Como será a campanha eleitoral deste ano? Que prioridades comporão a agenda partidária? A resposta exige saber as diferenças entre o pleito deste ano e o de 2014. Vejamos: 1. Não serão permitidas doações aos partidos por empresas; 2. A campanha em rádio e TV terá a duração de 35 dias, enquanto a campanha de rua não poderá ultrapassar 45 dias. (Na anterior, durava 45 dias na mídia e 90 nas ruas).
Teremos, portanto, uma campanha mais modesta do ponto de vista de recursos financeiros e mais curta. Sob essas mudanças, resta aos candidatos as alternativas: aumentar a visibilidade junto ao eleitorado; usar novos meios para cooptar eleitores, pois contarão apenas com as verbas a saírem do Fundo Especial de Financiamento de Campanha- FEFC – aprovado pelo Senado e pela Câmara, de cerca de R$ 1,7 bilhão. (Em 2014, só para as candidaturas presidenciais as despesas somaram R$ 652 milhões, 13% do total gasto com as campanhas estaduais para governadores e deputados). Para este ano, a projeção é de um gasto de R$ 300 milhões na campanha presidencial, a metade da anterior. O cabresto financeiro curto e a diminuição do tempo de campanha elegem as coligações como a maior prioridade dos partidos que lançarão candidatos. Quanto mais ampla a coligação, maior tempo de mídia eleitoral.
O rádio e a TV são os meios que propiciam a massificação do nome e dos programas dos candidatos. Lembrando: o PT deverá dispor de 5 minutos e 13 segundos e o PSDB, de 4 minutos e 11 segundos. Seis outros partidos – MDB, PP, PSD, DEM, PR, PSB – deverão dispor de 18 minutos e 12 segundos. Logo, o caminho que resta aos candidatos é procurar formar coligações com grandes e médios partidos, de forma a aumentar sua exposição.
A campanha deste ano deverá receber forte impulso das redes sociais.
Nessa área, o deputado Jair Bolsonaro está hoje na dianteira, contabilizando 4.719.570 seguidores no Facebook e com 3,2 milhões de reações entre 23 de setembro e 23 de outubro passado, enquanto Lula, com 3.045.933 seguidores no Facebook, teve 1,1 milhão de reações; João Doria, com 1.060.737 seguidores, teve 1 milhão de reações. Os 12 nomes que hoje se apresentam como pré-candidatos somam 16,9 milhões de seguidores no Facebook, 6,2 milhões no Twitter e 1,7 no Instagram. Portanto, quem está com a máquina das redes a pleno vapor sai na frente.
Como é sabido, o marketing político com foco em eleições se ampara em cinco eixos: pesquisa, discurso, comunicação, articulação e mobilização. O eixo de articulação abriga intensa agenda de contatos com os grupamentos eleitorais e com a própria teia política. Serão vitais a articulação social e a articulação política. A primeira abrange contatos de candidatos com a freguesia eleitoral (segmentos, categorias profissionais e classes sociais). Pano de fundo: a sociedade brasileira dá as costas à política, preferindo que organizações da sociedade civil a representem: associações, sindicatos, federações, grupos, núcleos, setores profissionais. Quase 50% do eleitorado brasileiro se concentram em apenas 191 dos 5.568 municípios. Trata-se de um momento para firmar compromissos, ouvir demandas, propor coisas viáveis e factíveis, mostrar-se por inteiro ao eleitor.
Quanto ao discurso, é oportuno lembrar que o eleitor está vacinado contra promessas mirabolantes, programas fantasiosos. A pequena visibilidade de alguns candidatos poderá ser fatal. Os mais onipresentes – aparecendo em todos os lugares – estarão na dianteira. As redes sociais poderão ser meios para multiplicar a presença do candidato. Usar as redes de modo que não cheguem a massacrar o seguidor- eis outro desafio a ser enfrentado. Por isso, os programadores das redes e os fornecedores de conteúdo deverão compor o batalhão de frente das campanhas.
Resta recitar o ditado: muita disposição, fé em Deus e pé na tábua.

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Álvaro Dias em Santa Catarina

Mais de 400 pessoas participaram de uma reunião com o senador Alvaro Dias (Podemos), em Campo Erê, na tarde de sábado. Compareceram cerca de 25 prefeitos e 60 vereadores do Oeste catarinense.
Alvaro fez uma palestra onde falou sobre “a falência do sistema político brasileiro, a crise interminável que assola o Brasil e empurra milhões e milhões de brasileiros para a miséria”.
Alvaro Dias defendeu “a urgente refundação do estado brasileiro, acabando com privilégios, consolidando o conceito de justiça igual para todos e reduzindo dramaticamente o aparato governamental, pregando menos Governo e mais Sociedade”.
No Oeste de Santa Catarina, o pré-candidato à Presidência da República pelo Podemos também fez palestras no sábado, 13, às 10 horas, em São Miguel do Oeste, com presença de lideranças políticas, comunitárias e empresariais da cidade e região.
O deputado estadual Natalino Lázare, o primeiro parlamentar catarinense a ingressar no Podemos, acompanhou a agenda.

Chapecó – O senador atendeu a imprensa e fez reuniões e contatos em Chapecó. Uma das reuniões, no ontem, domingo pela manhã, foi com a diretoria da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), onde reuniu sugestões para o seu plano de governo.

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Convergência natural em torno da vice

A cada fica mais clara a aliança para a eleição de Cida Borghetti (Progre) governadora e Beto Richa (PSDB) senador. Diversos sinais foram dados ao longo de 2017. Dos mais sutis aos mais diretos.

Veja bem, Cida Borghetti participou da convenção estadual do PSDB que elegeu Richa presidente da legenda. Também esteve na confraternização de fim de ano da equipe do Governo do Estado. O deputado estadual Ratinho Jr (PSD) não compareceu a nenhum dos eventos.

Já Beto Richa foi à reunião da executiva dos Progressistas agora em dezembro, onde a legenda de Cida sinalizou apoio à candidatura dele ao Senado. E não participou da pré-convenção do PSD de Ratinho Jr também realizada em dezembro.

Movimentação semelhante ocorre em São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) sinalizou para companheiros tucanos e aliados o apoio ao vice Márcio França (PSB) – que a exemplo de Cida, deve assumir o governo em Abril e concorrer à reeleição – em detrimento da candidatura própria do PSDB pleiteada por José Serra e João Dória. Alckmin afirmou que irá apoiar um só candidato ao governo paulista. O mesmo deve ocorrer no Paraná.

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Rádio e Televisão de Portugal: Entrevista com Bolsonaro

O texto é da RTP: “As sondagens para as presidenciais brasileiras colocam em segundo lugar um deputado federal defensor da ditadura que governou o país durante 20 anos e que é acusado de homofobia”.
“Jair Bolsonaro defende ainda a prisão perpétua e os trabalhos forçados.”
“O candidato deu uma entrevista exclusiva ao correspondente da RTP, Luís Baila.”

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Greca diz à CBN que apoiará Cida, em 2018

A notícia foi publicada no blog Caixa Zero, no portal da Gazeta do Povo: O prefeito Rafael Greca afirmou à rádio CBN de Curitiba, nesta quarta-feira que, caso Cida Borghetti seja mesmo candidata ao governo do estado em 2018, deverá ter seu apoio pessoal na campanha. A declaração confirma os rumores da aproximação entre o prefeito e o grupo da vice-governadora, casada com o ministro da saúde, Ricardo Barros.
Na entrevista, Greca disse que “terá lealdade com quem teve lealdade com ele na última eleição”. “A Cida me apoiou na última eleição. Se ela for concorrer ela merecerá a minha atenção como amigo e cidadão. Mas como prefeito vou manter a prefeitura na neutralidade”, afirmou o prefeito.
Em 2016, quando Greca conquistou a prefeitura, a filha da vice-governadora, deputada estadual Maria Victoria, que havia concorrido no primeiro turno, foi a primeira a anunciar apoio ao atual prefeito no segundo turno, que Greca disputou contra Ney Leprevost.
O outro candidato do campo governista à eleição de 2018, Ratinho Jr., apoiou seu correligionário Ney Leprevost. Os dois estão hoje no PSD e provavelmente farão parte da mesma chapa no ano que vem. Osmar Dias, terceiro nome importante da disputa de 2018, esteve ao lado de Gustavo Fruet, maior desafeto atual de Rafael Greca.
O movimento de Greca garante apoio importante para a vice-governadora, que deve assumir o governo estadual em abril, caso Beto Richa renuncie para ser candidato ao Senado, como se imagina. Mas também traz vantagens para Greca, que terá desde já apoio do ministro da Saúde e, em 2018, um bom acesso à governadora.

Para ouvir a entrevista completa de Greca à rádio, clique aqui.

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Ratinho assumiu presidência do PSD, no Paraná

O Partido Democrático Social (PSD) realizou a sua convenção ontem de manhã, em Curitiba e formalizou o nome do pré-candidato a governador, Carlos Massa ‘Ratinho’ Júnior como novo presidente da legenda no Paraná. Outros nomes da nova executiva também foram eleitos por aclamação. A Convenção Estadual Partidária de 2017, aconteceu no Clube Thalia, no centro de Curitiba.
Compareceram prefeitos, vereadores, deputados, dirigentes municipais e outras lideranças de todas as regiões do estado. A eleição da nova executiva estadual aconteceu por aclamação. A posse será em 2018.
Carlos Massa ‘Ratinho’ Júnior assume a presidência do partido, sucedendo os deputados federais, Sandro Alex – presidente em exercício -, e Eduardo Sciarra, titular e fundador do partido.
A convenção foi palco, ainda, de novas filiações ao PSD paranaense. Um dos filiados foi o campeão das quadras de vôlei, Gilberto Amauri Godoy Filho, o ‘Giba’.

Executiva Estadual – A nova executiva, eleita na convenção do PSD, ficou composta por: presidente, Carlos Roberto Massa Júnior (Ratinho). 1º vice-presidente, Sandro Alex Cruz de Oliveira. 2º vice-presidente, Ney Leprevost Neto. Secretário, Luiz Augusto Silva. 1º tesoureiro, Márcio Nunes. 2º tesoureiro, Hussein Bakri. Vogais: Edmar Arruda, Evandro Roman, Alexandre Guimarães, Devail Reginaldo da Silva. Suplentes: Paulo Rossi, Luiz Carlos Martins Gonçalves, Rubens Recalcatti e Reinhold Stephanes.

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