Saúde



O ‘cabo de guerra” em torno da insulina

Ontem, uma fonte do gabinete de Ricardo Barros, em Curitiba, depois de lamentar que “é evidente a má vontade com que as ações de Barros são aprioristicamente vistas por certa imprensa”, garantiu que o ministro da Saúde está num ‘cabo de guerra’ com a indústria farmacêutica, diante do preço 30% mais caro com que ela entrega a insulina NPH à rede Aqui Tem Farmácia Popular. Exemplificou a distorção: Enquanto se paga R$ 10,5 por frasco para abastecer o SUS, nas farmácias privadas conveniadas ao programa o valor é R$ 26,55. Em ambos os casos o cidadão tem acesso ao medicamento de forma gratuita.

Esta e outras notícias está no blog do sempre bem informado Aroldo Murá.

Ele também dá outras informações, como a continuidada do programa Farmácia Popular.

FARMÁCIA CONTINUARÁ
E mais acrescentou: “A existência da Farmácia Popular vai continuar, no que toca ao atendimento do público. Os remanejamentos feitos pelo ministro levaram ao fechamento, apenas, de algumas unidades da farmácia, com absoluta vantagem para o erário: a economia foi revertida em repasses para Estados e Municípios”, garantiu.

Comente aqui


Ter uma vida mais saudável

A Sociedade Paranaense de Reumatologia, em parceria com a Infinity Pharma, fez esse vídeo com dicas para uma vida mais saudável.
Muito importante a consulta regular ao médico, que orientar sobre a alimentação e os exercícios físicos. Acompanhamento médico regular é importante, em todas as idades.

Acompanhe a Sociedade Paranaense de Reumatologia no Facebook.

Comente aqui


Campanha de vacinação contra dengue inicia nesta quarta, 20 de setembro

A Secretaria de Saúde inicia nesta quarta, 20, a 3ª etapa de vacinação contra a dengue. A vacina estará disponível na Sala de Vacina e em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) para pessoas com idade entre 15 e 27 anos completos, que já iniciaram o esquema de vacina, composto por três doses e intervalo de seis meses. A expectativa é vacinar aproximadamente 55 mil pessoas somente com as 2ª e 3ª doses. É necessário levar documento de identificação, preferencialmente o RG ou CPF, e a carteira de vacinação. A campanha segue até o dia 27 de outubro. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, quem não foi imunizado nas etapas anteriores da campanha, não poderá iniciar a vacina nesta nova etapa. O ciclo deveria ser fechado nesta 3ª etapa, mas devido à cobertura vacinal insuficiente da 1ª etapa, abriu-se exceção para quem não tivesse tomado dose em 2016 a iniciar o esquema. Na 1ª etapa de vacinação contra dengue, foram aplicadas 34.211 doses, o que corresponde a uma cobertura de 36,78% das 93.004 pessoas no total. Já na 2ª etapa, foram 46.792 doses aplicadas, o que significa a cobertura de 50.31% de um total de 93.004 pessoas.
O “Dia D” para atendimento exclusivo da campanha está definido para o dia 21 de outubro. Neste dia, as unidades de saúde ficam abertas para facilitar o acesso da população à vacina. Postos volantes também reforçarão a campanha, com atendimento em instituições de ensino e empresas.

1 Comentário


Cadastro desatualizado para doação de medula

No ano passado, 43 pessoas que apresentaram compatibilidade para a doação de medula óssea não foram localizadas no Paraná. A desatualização dos cadastros é um dos principais desafios para a realização dos transplantes e um dos temas destacados no Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, celebrado neste sábado (16).
“Aquele cadastrado pode ser a única esperança do paciente que espera por uma medula compatível. Então, é fundamental incluir o maior número possível de formas de contato e sempre que houver alterações de telefone ou endereço é necessário atualizar para que possa ser localizado em caso de compatibilidade”, destaca a responsável pelos cadastros no Hemepar, Jaqueline Castro. A atualização cadastral deve ser realizada no próprio local de cadastro ou pelo site www.inca.gov.br/doador.
O Paraná é o terceiro estado com maior número de cadastros, com 496 mil pessoas cadastradas. Em 2016 112 paranaenses receberam uma doação de medula. “Se cadastrar é muito simples e rápido. Basta ir até um hemocentro com documento oficial de identificação. Lá será assinado um termo de consentimento e retirado apenas 5 ml de sangue para fazer parte do registro nacional”, explica o diretor do Hemepar, Paulo Hatschbach. Para se cadastrar é necessário ter entre 18 e 54 anos, estar em bom estado de saúde e não ter doença infecciosa, doença no sangue, do sistema imunológico ou câncer.
As chances de compatibilidade são de uma a cada 100 mil. Em alguns casos, chega a uma em um milhão. “O cadastro não deve ser feito como um modismo, pelo contrário, é necessário refletir sobre a importância desta doação que não traz malefício ao doador, apenas benefícios a quem recebe”, conta. No último ano, apenas em Curitiba, 23 cadastrados desistiram da doação quando convocados.

Comente aqui


Prefeito de Arapongas elogia ações do ministro

Prefeito de Arapongas, Sergio Onofre, Jiroko Rosales, assessora da Prefeitura de Dallas, e o empresário Luiz Pontes

O prefeito de Arapongas, Sérgio Onofre (PSC), não pode receber o ministro da Saúde, Ricardo Barros, ontem á tarde, no seu município, mas fez questão de agradecer o apoio que ele e os demais prefeitos do país vem recebendo do Ministério da Saúde. A razão da sua ausência é justa: ele estava chegando de Dallas, nos Estados Unidos, onde foi aberto o show room da Feira “Brazilian Furniture Week”. O local ficará aberto em caráter permenante, um convênio com o porto de Dallas, empresas de Arapongas, com apoio do município, abrindo um canal permanente para exportações de móveis de Arapongas para os Estados Unidos. Atraso na conexão impediu o prefeiro de chegar em Arapongas a tempo.
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, entregou R$ 1,5 milhão à UPA 24 horas. A UPA estava pronta, porém faltavam detalhes que o prefeito e a equipe encaminharam agora, em 2017, para o Ministério, colocando a UPA em condições de atendimento. O ministro também anunciou recursos mensais para o funcionamento da UPA, o que ampliará sobremaneira a capacidade de atendimento à população.
O prefeito Sérgio Onofre afirma que o ministro Ricardo Barros vem fazendo uma gestão positiva no ministério, formalizando parcerias com os municípios, que ficam na ponta do atendimento à população. Ele enumerou várias medidas e investimentos, como o recente anúncio de novas ambulâncias para municípios de todas as regiões do país.
O prefeito disse ainda que não falava apenas por ele, mas pelos demais prefeitos com quem tem contato, do Paraná e de outros estados. Para ele Ricardo é um ministro municipalista e de resultados, que tem coragem de enfrentar os problemas de frente e decidir de forma justa, com o objetivo de ampliar o atendimento de saúde a quem precisa.

1 Comentário


Ministério da Saúde quer ampliar oferta do “Farmácia Popular”

Esta é uma notícia importante: O Ministério da Saúde iniciou uma rodada de negociações com a indústria farmacêutica e o setor de drogarias para ampliar o acesso aos medicamentos do “Farmácia Popular”. O ministério observou que, em média, os valores que paga pelos produtos de asma, hipertensão e diabetes estão 30% acima dos praticados pelo mercado. A estimativa é que, quando adequados, seriam economizados R$ 750 milhões. Assim, o custo do programa passaria de R$ 2,6 bilhões para R$ 1,85 bilhão atendendo o mesmo número de brasileiros. Os recursos obtidos podem ser utilizados para ampliar o acesso a medicamentos e a serviços da rede pública. Não há qualquer restrição de oferta para os pacientes que utilizam o programa.
Os valores praticados atualmente na venda de produtos do “Farmácia Popular” para o Ministério da Saúde obedecem as regras da CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos), a qual regula o mercado, e estabelece critérios para a definição e o ajuste de preços de medicamentos. A entidade estabelece um valor teto para a venda, mas os laboratórios e drogarias podem praticar preços menores para o consumidor. Em uma pesquisa feita pela pasta, foi observado que os descontos estavam sendo realizados para os clientes individuais, porém, não, para o Ministério da Saúde. Além de comprar em maior escala, o programa “Farmácia Popular” atrai consumidores para dentro dos estabelecimentos comerciais. Esse cenário está sendo levado para a mesa de negociações.
Outra análise é sobre a insulina. O Ministério da Saúde apresentou ao setor os valores de compra do produto. De forma centralizada, o valor de aquisição pela pasta, incluindo o custo da insulina NPH, a transferência de tecnologia, os impostos e a logística, sai por R$ 10. No “Farmácia Popular,” o desembolso do Ministério da Saúde é de R$ 27,50, um recurso suficiente para mais que dobrar a oferta de insulinas. O objetivo é sensibilizar os parceiros para diminuir essa diferença de custo.
A oferta dos medicamentos está mantida no programa. O objetivo da negociação é dar maior eficiência a utilização dos recursos públicos e garantir que não haja ônus para o SUS, além de buscar ampliar a oferta de produto e serviços da rede de saúde. A decisão será tomada conjuntamente com o setor para a garantia da continuidade do “Farmácia Popular” em todo o país.

Comente aqui


Congresso Brasileiro de Reumatologia apresentou novidades da especialidade

Termina hoje, perto das 13 horas, o XXXIV Congresso Brasileiro de Reumatologia, realizado no Centro de Eventos Florianópolis (CentroSul). Mais de 2.400 reumatologistas de todo o Brasil se inscreveram para o evento, que teve convidados de outros países, conferências, simpósios, debates e cursos. Novos consensos e diretrizes de tratamentos foram apresentados, ao lado de avanços em prevenção, diagnóstico e terapias.
O Paraná participou do evento com 150 reumatologistas e com um estande, onde a Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR) mostrou seu trabalho no estado. A ênfase é para a valorização dos médicos e da especialidade, com integração e regionalização, levando orientação e informações para todas as regiões do Paraná.
O médico Marco Rocha Loures, que preside a SPR, considerou o evento muito bom, de alto nível, importante para a troca de informações e conhecimentos, que resultam am atualização para os profissionais utilizadas em benefício dos pacientes.

TODAS AS IDADES As doenças reumáticas, estudadas e tratadas pelos reumatologistas, ocorrem em pessoas de todas as idades. Estão muito longe de ser “doenças de velhos”. Hoje são estudadas mais de 100 doenças, algumas bem conhecidas, como osteoporose, artrite, artrose, fibromialgia, lúpus e gota. Outras são mais raras e naturalmente menos conhecidas. Essas doenças geram nas crianças sintomas semelhantes aos que afetam os adultos, como dor e rigidez nas articulações e algumas delas podem levar a dano e limitações permanentes comprometendo o futuro do pequeno paciente.
O Dr. Marco alerta para a necessidade de atenção a estes sintomas, em pessoas de todas as faixas etárias. A rápida procura de um reumatologista pode ajudar, e muito, no tratamento e para evitar sequelas, muitas delas permanentes, sem possibilidade de reversão.
No site da SPR há uma sessão com a lista de todos os reumatologistas do Paraná. É possível acessá-la aqui.

CONVITE O presidente da SPR, reumatologista Marco Rocha Loures, levou aos colegas de todo o país um convite por uma mobilização nacional em favor da especialidade. Ele propõe a união em torno de um projeto que reúna, mobilize e integre os reumatologistas de todas as regiões do país, valorizando os profissionais e a especialidade, além de levar informações e conhecimento à população, em eventos públicos de responsabilidade social.

O site da SPR é reumatologiapr.com.br/

A fan page, com fotos e informações, pode ser acessada aqui.

3 Comentários


Coluna de terça-feira, dia 12 de setembro

PEQUENOS HOSPITAIS O governo do Paraná tem repassado, mensalmente, recursos para 106 pequenos hospitais, no interior. O Hospsus é um programa de grande importância para estes hospitais, criado e desenvolvido sob a coordenado do secretário de Saúde do Paraná, o maringaense Michele Caputo.

NÚMEROS Dos 106 hospitais, 86 são públicos municipais e 20 filantrópicos. Os valores repassados variam de R$ 10 mil a R$ 60 mil mensais.

TOTAL Segundo Caputo, desde a implantação do Hospsus, em 2011, o Estado já destinou mais de R$ 700 milhões ao custeio de hospitais deste porte, no Paraná.

URBANISMO Em 2011 e em 2015, em dois estudos diferentes, publicados pela Exame, Maringá foi se destacou por ter o melhor planejamento urbano do Brasil.

FIM DO IMPOSTO PROGRESSIVO Hoje os vereadores devem votar, em segunda discussão, o projeto de lei complementar que acaba com o IPTU progressivo, em 2018.

FERRAMENTA O IPTU progressivo é principal instrumento do Estatuto da Cidade para evitar vazios urbanos. Mesmo provisória, segundo o Executivo, a suspensão preocupa.

CALÇADAS Leitor da coluna escreve para falar dos desníveis das calçadas do Bosque 2 e também na Praça Renato Celidônio, indo para o Fórum.

EROSÃO A erosão do Bosque 2 tem aumentado o declive da calçada, em vários pontos do parque. Há riscos de desabamentos para dentro do parque.

SEM ACESSIBILIDADE O CMEI Afonso Vidal César, na rua Laz Paz, na Morangueira, tem 25 anos, foi reformado em 2015, mas não tem acessibilidade.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS Por falar nisso, quem a lei que proibiu o CFC no Paraná foi feira pelo maringaense Lindolfo Junior, então deputado estadual, em 1987.

ATENTADO Por aqui passou quase em branco, ontem, o atentado às torres gêmeas, em Nova Iorque, ocorrido há 16 anos, em 2001. Assuntos do dia, furacão, corrupção e prisões.

COLETIVA O deputado Ratinho Junior (PSD) concederá hoje, às 14 horas, coletiva na Assembleia Legislativa. Ratinho Junior vai fazer um balanço das suas ações como secretário de Desenvolvimento Urbano do Paraná.

MAIS APOIO Em entrevistas, a vice-governadora Cida Borghetti tem anunciado a sua pré-candidatura ao governo e falado em uma ampla frente de apoio à chapa majoritária.

 

REGIÃO

FLORESTA Atletas de Floresta se destacaram na Copa do Brasil de Kickboxing 2017, organizada pela Confederação Brasileira de Kickboxing, em Londrina.

ATLETAS A equipe teve Paulo Sagae (Paulinho), campeão; Alexandre Blanco Rodrigues (Xandy) e o professor Diego Olher (Mestre Grafith), vice-campeão.

CONSÓRCIOS A melhor solução para os resíduos sólidos de uma região, são consórcios. Faz tempo que se sabe isto. Porque as lideranças municipalistas não falam sobre isto?

SAMU O médico regulador e intervencionista do SAMU Regional, Maurício Lemos, fará palestra na Câmara de Mandaguari, amanhã, 13, às 19:30hs, sobre o funcionamento do serviço na cidade.

 

FRASE
“Não se pode criar experiência. É preciso passar por ela”. Albert Camus

 

PARA LEMBRAR

15 DE SETEMBRO, 21 horas, Teatro Marista, espetáculo “Meu Passado Me Condena – A Peça”. Atores Fábio Porchat e Miá Mello. Ingressos disponíveis na Av. Getúlio Vargas 266, térreo do Edifício Três Marias, e no site AloIngressos. Os valores para o segundo lote são R$ 130,00 inteira e R$ 65 meia.

16 DE SETEMBRO, 20 horas – ANIVERSÁRIO – “20 Anos do Colégio Estadual Tânia Varella Ferreira”. Comemoração com jantar/baile, no Buffet Ilha Di Capri (Avenida Alziro Zarur, nº 172 – Mandacaru – Maringá/PR).

21 DE SETEMBRO, 18h30, na Uningá. Palestra com o Dr. Maurício Casa, especialista Invisalign e Tratamento Ortodôntico Estético. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da instituição: uninga.br.

 

ÚLTIMA
Indireta em Facebook é como granada: Mira em um, acerta em trinta!

1 Comentário


Pequenos hospitais recebem recursos mensais do Estado, no Paraná

Michele Caputo Neto

Os 106 hospitais de pequeno e médio porte do Paraná recebem R$ 2,6 milhões mensais da Secretaria Estadual da Saúde para custeio de serviços prestados à população. Eles integraram à terceira fase do Hospsus, programa de apoio aos hospitais públicos e filantrópicos.
“Este investimento amplia o atendimento hospitalar em todo Paraná”, destacou o secretário Michele Caputo Neto. Segundo ele, desde a implantação do Hospsus em 2011, o Estado já destinou mais de R$ 700 milhões ao custeio de hospitais deste porte, o que tem garantido resultados expressivos, como a ampliação de leitos gerais e de UTI.
“Os incentivos criados pelo Estado têm regras e metas. Não se trata de mesada, mas de recursos públicos aplicados para custear e ampliar serviços aos nossos cidadãos”, disse Caputo Neto. A Secretaria de Saúde identificou mais 76 hospitais que podem receber recursos estaduais, mas precisam aderir ao Hopsus. Com a adesão deles, o aporte mensal pode subir para R$ 4,5 milhões mensais.

Três fases – Dos 106 hospitais já credenciados na terceira fase do programa, 86 são públicos municipais e 20 filantrópicos. Os valores repassados variam de R$ 10 mil a R$ 60 mil mensais. Hospitais até 15 leitos recebem R$ 10 mil por mês; de 16 a 30 leitos, R$ 20 mil; de 31 a 50 leitos, R$ 30 mil. As unidades que possuem entre 51 e 100 leitos só podem participar do programa caso estejam em localizados em cidades com até 50 mil habitantes.
A primeira fase do programa, em 2011, foi dirigida a hospitais de alta complexidade e maternidades que atendem gestantes de alto risco. A segunda fase foi lançada no início de 2013 com a estratégia de qualificação do parto, voltada a hospitais e maternidades que atendem gestantes de risco habitual e intermediário.
A terceira fase entrou em funcionamento no final de 2013 para atender aos pequenos hospitais, na maioria públicos municipais. O apoio estadual oferece uma solução a estas instituições que, muitas vezes, possuem dificuldades em se manter, dando a elas uma nova vocação. Além do repasse de recursos, o Estado oferece apoio e consultoria para que os hospitais se adaptem às regras do programa e garantam a contrapartida à sociedade.

Linhas de atuação – Cada hospital pode optar por uma das três linhas de atuação: priorizar a atenção materno-infantil, aderindo à Rede Mãe Paranaense; atuar como Centro de Atenção Psico-Social, na área de atendimento de saúde mental; ou fortalecer seu atendimento de urgência e emergência.
“Aumentar a capacidade de atendimento dos pequenos hospitais é uma forma de evitar a sobrecarga das instituições de maior complexidade, que estão concentradas nos grandes centros. Esse apoio fortalece toda rede hospitalar”, afirmou o diretor do Paraná Urgência, Vinícius Filipak.
Um dos municípios atendidos pelo repasse é Prado Ferreira, no norte do estado. Segundo o prefeito e também presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paranapanema (Cismepar), Sílvio Antônio Damasceno, desde o começo do governo Beto Richa o repasse de recursos para os hospitais da região aumentou mais de seis vezes.
“Este recurso do Estado ajuda muito a equilibrarmos as contas. Os hospitais públicos representam cerca de 80% dos gastos com saúde que temos na região. Graças a esta e outras iniciativas da Secretaria de Saúde e do Governo do Estado vamos poder ajudar muito mais a população”, enfatizou Damasceno.

Comente aqui


Ministério da Saúde libera compra de 6,5 mil ambulâncias

 

O Ministério da Saúde liberou R$ 520 milhões para aquisição de 6,5 mil ambulâncias brancas usadas no transporte sanitário. Esses veículos são usados no transporte de pacientes que necessitam de locomoção para os serviços de saúde, além de garantir o transporte de pacientes entre municípios e serviços de referência em outras cidades. Essa ação facilita o acesso a consultas, exames e internação para cirurgias eletivas, beneficiando diretamente milhões de pessoas em todo o Brasil.
A portaria regulamenta o investimento para aquisição desses veículos utilizando recursos programáticos da pasta, o que facilita o acesso da gestão local à ampliação desses serviços, de forma menos burocrática e mais ágil, tendo em vista que até então esse tipo de ambulância só poderia ser adquirida por meio de emendas parlamentares. A compra será feita pelo Ministério da Saúde, de forma centralizada, e a distribuição aos municípios se dará de acordo com critérios a serem estabelecidos.
“Em julho, já havíamos anunciados a compra dessas ambulâncias. Agora, estamos oficializando esse compromisso com todo o Brasil, uma vez que os 5.570 municípios estão aptos a receber as novas ambulâncias, desde que tenham indicação parlamentar. Vamos priorizar, nesse momento, os municípios menores, porque são as regiões que mais precisam de atenção e investimento na área de saúde nesse momento”, explicou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
Ainda dentro do critério de distribuição, os municípios que tiverem até 20 mil habitantes terão direito a uma ambulância; os que tiverem de 21 mil a 50 mil terão direito a duas; os que tiverem de 51 mil a 100 mil terão direito a três, e os municípios que tiverem mais de 100 mil habitantes terão direito a quatro ambulâncias.

NOVAS AMBULÂNCIAS – Em julho, o Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 467,6 milhões para a compra de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e 1.000 vans para atender as necessidades da população.
Das ambulâncias do SAMU, o Ministério da Saúde irá ofertar 1.098 unidades para renovação da frota existente, com mais de cinco anos de uso. Outras 402 serão destinadas para expansão da oferta. A medida irá beneficiar 134 regiões que não possuem esse tipo de serviço. Com isso, a cobertura da população chegará a 83,4%. Atualmente, o País possui 3.215 ambulâncias em funcionamento, com custeio de mais de R$ 1 bilhão. Só nessa gestão, outras 929 ambulâncias estão sendo adquiridas para renovação e expansão.

AÇÕES DE GESTÃO – Em mais de um ano de gestão, o ministro Ricardo Barros economizou R$ 3,8 bilhões de recursos sendo totalmente reinvestidos na habilitação de novos serviços. Do total de recursos, a pasta liberou R$ 2 bilhões para o custeio de 12.138 novos agentes comunitários de saúde, 3.103 novas equipes de Saúde da Família, 2.299 novas equipes Bucal, 882 novos Núcleos de Apoio à Saúde da Família, 113 novas equipes de Saúde Prisional e 34 novos consultórios na rua.
A medida, que beneficia 1.787 municípios e representa cobertura de mais 22 milhões de pessoas na atenção básica, também prevê o credenciamento de 34 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs) e a aquisição de 10 mil cadeiras para consultórios odontológicos, com raio-x, que funcionam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Por Gustavo Frasão, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa
(61) 3315- 3533 / 3580

Comente aqui