Brasil



Inscrições do Sisu começam amanhã, dia 23 de janeiro

A abertura das inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi antecipada para 23 de janeiro e vai até o próximo dia 26. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, durante coletiva de imprensa sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017. O resultado das inscrições será divulgado no dia 29.

“Nós recebemos muitas demandas de jovens, estudantes e educadores com relação ao prazo do Sisu. Como conseguimos adiantar em um dia a divulgação do resultado do Enem, também estamos adiantando a abertura do Sisu”, explicou Mendonça Filho, lembrando que, inicialmente, as inscrições começariam em 29 de janeiro.

No total, são 239.601 oportunidades em 130 instituições, entre universidades federais, institutos federais de educação, ciência e tecnologia e instituições estaduais.

A matrícula da chamada regular deverá ser feita entre 30 de janeiro e 7 de fevereiro. “Essa é a fase de preparação das matrículas. Os editais e a programação das universidades, evidentemente, não cabe ao MEC alterar. Cada uma tem a sua responsabilidade e a sua competência legal”, afirmou Mendonça Filho.

O Sisu é o sistema informatizado do MEC por meio do qual instituições públicas de educação superior oferecem vagas a estudantes com base nas notas obtidas no Enem. O processo ocorre duas vezes por ano e cada candidato pode fazer até duas opções de curso. Podem concorrer estudantes que tenham feito o Enem 2017 e obtido nota acima de zero na prova de redação.

Senha – Para consultar as vagas que serão oferecidas pelas universidades, os estudantes vão precisar da senha na Página do Participante. Quem esqueceu pode fazer a recuperação da senha por meio do site do Enem, na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep). Lá, os candidatos têm três caminhos para recuperação da senha: para quem esqueceu apenas a senha, para quem esqueceu a senha e o e-mail e, ainda, para quem esqueceu senha, e-mail e celular.

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Versões, liberdade e bom senso

As manifestações do PT, a favor do direito da candidatura de Lula a presidente, e a favor do juiz Sérgio Moro foram assunto recorrente na semana que passou, em Maringá. Ontem ocorreram, livremente, sem violência. Antes e depois, assistimos um festival de versões e absurdos, mas é bom saber, este ano será assim: um ano atípico, movido por muitas coisas ao mesmo tempo, do oportunismo ao idealismo, muitas vezes lado a lado e em lados contrários.

Esta situação assusta um pouco, mas a confusão se aprofunda diante da falência de institituições, da perda de referências, tudo isto provocado, em grande parte, por estratégias políticas. O “quanto pior melhor” é uma alternativa boa para sobrevivência de alguns e para oportunistas em geral, que se multiplicarão muito em 2018.

A tese do novo, da renovação, é boa, sem dúvida, e merece ser avaliada. O importante é saber a legitimidade e a qualidade deste “novo”. Como errou Tiririca, pior que tá pode ficar, por incrível que pudesse (e possa) parecer. Ficou pior.

Fatos importantes de ontem: antecipação aos eventos pela Polícia Militar, com apoio do Município. Isto era necessário e funcionou. Exercício de liberdade realizado.

O Diário trouxe hoje na sua primeira página os números da Polícia Militar. 1.500 na praça e 400 na Câmara. É verdade, também, que a manifestação na praça teve vários momentos e deve ter recebido mais gente. O número citado de pessoas é uma estimativa. Por outro lado, a reunião pró-Lula teve o público máximo autorizado pelos bombeiros para a Câmara.

Reuniões pró-Lula foram realizadas ontem em várias cidades do país, sem o fator “terra natal de Sérgio Moro” e outros, que motivaram o movimento em Maringá (e que merecem análise mais profunda). O uso indevido do Lions em convites para a manifestação é algo incrível, que deveria ser investigado, com responsabilização. Também vi nomes de instituições e pessoas citados. Procurei na internet e em outros meios os apoios correspondentes e não encontrei.

Enfim, foi uma semana e um sábado de versões  e de liberdade, a espera de bom senso, que certamente a maioria têm e terá. Não é preciso postar na internet e nem ir a uma manifestação para ter opinião formada sobre Lula, sobre o Brasil, sobre o momento que vivemos. Generalizações, também, de parte a parte, não ajudam. As mudanças que o país precisa são inúmeras, profundas  e difíceis de serem concretizadas. Na forma constitucional só ocorrerão com o tempo, com maturidade e respeito.

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Bem Estar faz reportagem sobre fila de cirurgias eletivas, no Brasil

O programa Bem Estar mostrou ontem trabalho feito pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) de que, até junho de 2017, 904 mil pessoas esperavam por uma cirurgia eletiva (não urgente) no Sistema Único de Saúde. O levantamento foi feito pelo CFM em 16 estados e 10 capitais (11 estados e 15 capitais não enviaram os dados).
Os dados se referem a hospitais públicos. Não foram divulgadas informações sobre o sistema privado. O médico Ricardo Cohen, membro da Camâra Técnica sobre Cirurgia Bariátrica do CFM, coordenou a pesquisa.
Dentre as 904 mil, o CFM informa ainda que 750 procedimentos constam na fila como pendentes há mais de dez anos. Ainda, segundo a entidade, de cada mil pacientes que aguardam a cirurgia, cinco morrem por ano enquanto esperam. A avaliação não demonstra, no entanto, se a morte ocorreu em decorrência da ausência da cirurgia.
Segundo o levantamento, a maior fila de espera se concentra em apenas cinco procedimentos: cirurgias de catarata (113.185), hérnia (95.752), vesícula (90.275), varizes (77.854) e amígdalas ou adenoide (37.776). Atualmente, as cirurgias não urgentes mais comuns são da área de ortopedia, oftalmologia, otorrinolaringologia, urologia e cirurgia vascular.
Foram analisados os estados de Alagoas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Pernambuco, São Paulo e Tocantins.
O estado da Bahia só enviou dados de pacientes que ingressaram na fila em 2017; já o estado do Rio Grande do Norte, enviou somente informações da fila ortopédica.
Ministro – Em entrevista à Globo News, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, creditou a situação da fila de espera aos municípios e estados. A organização do sistema também foi apontada como justificativa.
“Esta crise é pontual. Nós temos um sistema de saúde descentralizado. Os municípios e estados são responsáveis pela execução da saúde lá na ponta. Há municípios fazendo muito bem o seu trabalho e outros não”, afirmou Ricardo Barros.
Recentemente, em pronunciamento público, o ministro afirmou que os repasses aos municípios está rigorosamente em dia, mas alguns municípios não tem feito a destinação correta  dos recursos. A denúncia é gravíssima e é reforçada agora, por esta afirmação feita ontem, ao Bem Estar, em rede nacional de televisão.

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‘O ministro da guinada econômica’

Octávio Costa assina reportagem na IstoÉ avaliando o trabalho do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Segundo ele, a frente do ministério, começou a colocar a economia nos eixos, depois de o País enfrentar a pior recessão da história, e criou o ambiente necessário para que o Banco Central reduzisse os juros para a menor taxa desde 2013. Veja a reportagem:

Em 1984, quando era 1º vice-presidente do BankBoston no Brasil, Henrique Meirelles foi convidado a participar de um curso na Harvard Business School que ensinava executivos a lidar com a economia de guerra. Em tempos de paz, o curso intensivo de quatro meses, criado durante a Segunda Guerra Mundial, é voltado especificamente para a gestão de crise. Mal sabia a direção do BankBoston que, com base, em parte, no conhecimento que adquiriu em Harvard, Meirelles ajudaria o Brasil a vencer duas graves crises econômicas. A primeira em 2008, quando era presidente do Banco Central e superou a repercussão mundial da insolvência do mercado de prime rate dos EUA. E a segunda, este ano, quando, à frente do Ministério da Fazenda, usou toda sua experiência para tirar a economia nacional da pior recessão da história. Não há crise que resista à dedicação e ao talento de Henrique Meirelles, eleito Brasileiro do Ano na Economia.

Aos 72 anos, Meirelles não tem tempo para falsa modéstia. Ele reconhece que cumpriu papel estratégico. Mas faz distinção entre os dois momentos. “Na primeira crise, em 2008, tivemos de contornar o súbito corte das fontes de crédito internacionais. Foi uma missão mais simples do ponto de vista técnico”, explica. Agora, no comando da Fazenda do governo Temer, o desafio, segundo ele, foi muito maior. “Coube-nos enfrentar a maior e mais profunda recessão de nossa história, maior até mesmo do que a dos anos 30. Fomos forçados a lidar com várias questões ao mesmo tempo”, afirmou Meirelles à ISTOÉ. Em primeiro lugar, diz, havia o enorme déficit público. Pesava também a inflação e o desemprego em alta, que provocavam uma desconfiança crescente de empresários e consumidores.

Diante do quadro debilitado que herdou do governo Dilma, Meirelles concluiu que só havia um caminho a tomar: dar um choque de confiança nos agentes econômicos. E foi o que fez. Como cartão de visita, defendeu a necessidade de se estabelecer um rigoroso teto para os gastos públicos nos próximos anos. E conseguiu que o Congresso aprovasse o remédio, apesar de amargo. Em seguida, apoiou o projeto de reforma trabalhista, que alterou vários pontos da CLT, numa iniciativa há muito reivindicada pelas entidades empresariais. Em outra frente, deu prioridade à mudança nas regras da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), praticada pelo BNDES, que deixou de ser subsidiada. Simultaneamente, o Banco Central reduziu os juros básicos para 7,5%, a menor taxa desde 2013. O próximo passo será a reforma da Previdência. Meirelles constata, com sorriso contido, que seu antídoto contra crise está surtindo efeito.

link para a IstoÉ

Foto: IstoÉ

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2017: Maringá entre as melhores cidades do Brasil para empreender

Maringá é destaque nacional mais uma vez. A cidade está na 8ª posição em um ranking da Endeavor que avaliou cidades empreendedoras. No estudo publicado em 2016 Maringá estava em 9º lugar.
A cidade tem acumulado nos últimos anos prêmios e posições de destaque em levantamentos nacionais e internacionais. Já foi eleita entre as melhores cidades para se criar filhos, 1ºlugar geral de melhor gestão do dinheiro público, 8º melhor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), 2ª em infraestrutura e sustentabilidade e 5ª em serviços de saúde.
Esse salto da cidade aconteceu nos últimos 12 anos, com as administrações Silvio Barros e Roberto Pupin, período em que as contas foram saneadas, a prefeitura voltou a investir e as entidades da iniciativa privada se aproximaram para ajudar nas decisões da esfera pública.
Segundo os organizadores do estudo, “a construção do Índice de Cidades Empreendedoras representou um grande esforço para mapear e diagnosticar as forças e fraquezas das cidades com relação ao ambiente de negócios. Isso é feito de forma muito abrangente, com 60 indicadores compondo o índice final”. Em razão disso, diversas pessoas foram envolvidas, direta e indiretamente, para tornar o estudo realidade.
Foram levantados o “Ambiente Regulatório” (tempo de processos, custo de impostos e complexidade tributária), “Infraestrutura” (transporte interurbano e condições urbanas), “Mercado” (desenvolvimeto econômico e clientes potenciais), “Acesso a Capital” (capital disponível via dívida e acesso a capital de risco), “Inovação” (imputs e outputs), “Capital Humano” (mão-de-obra básica e mão-de-obra qualificada) e “Cultura Empreendedora” (potencial para empreender com alto impacto e imagem empreendedora). Alguns dados foram de 2016 e outros de 2017.

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Temas nacionais

A vice-governadora Cida Borghetti com o presidente Temer: Articulação com a bancada

O presidente Michel Temer chamou todos os governadores para uma reunião seguida de almoço nesta quarta-feira (22) no Palácio do Planalto. O presidente convocou a equipe econômica e de articulação política para apresentar um panorama da situação nacional e os projetos que deverão chegar ao Congresso, com vistas anos próximos anos e a retomada do desenvolvimento.
O presidente conta com o auxílio dos governadores junto às suas bancadas. O Estado do Paraná será representado pela vice-governadora Cida Borghetti que é a responsável pela articulação estadual na capital federal.

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Tecpar tem experiência de décadas na produção de biológicos

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), uma instituição de ciência e tecnologia referência na área da saúde, atua desde a sua fundação na produção de medicamentos biológicos, vacinas e kits de diagnóstico para uso animal e humano. A produção do Tecpar, desde o início, atende a demandas governamentais nas esferas municipal, estadual e federal.
O instituto foi criado pelo Governo do Estado do Paraná em 1940, com o intuito de apoiar o desenvolvimento tecnológico do Estado e para atender a demandas de saúde humana e animal. Desde então, atuou em projetos específicos, para o controle de determinadas doenças, e hoje atua em projetos de longo prazo, dentro da política do Complexo Econômico Industrial da Saúde, do Ministério da Saúde.
Um dos principais imunobiológicos produzidos pelo Tecpar é a vacina antirrábica animal, cujo fornecimento ao Ministério da Saúde se dá há mais de 40 anos – nas décadas de 1980 e 1990 o instituto chegou a fornecer 60% da vacina antirrábica de uso humana usada em campanhas de imunizações, mas hoje se dedica à vacina veterinária.
Desde o início do fornecimento, o Tecpar atualiza frequentemente seu processo produtivo. Atualmente, o Tecpar utiliza, para a vacina antirrábica, o método de perfusão, que amplia a capacidade de produção da vacina. A combinação desse método com outras tecnologias deu origem ao processo cujo pedido de patente foi depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) – “Processo compacto de produção de vacina antirrábica veterinária utilizando células BHK-21, vírus PV e método de perfusão”.
Brucelose e tuberculose bovina
Ainda na área animal, o Tecpar produz desde 1981 reativos para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina, atendendo a demanda do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Bovina (Pncebt). Tanto a brucelose quanto a tuberculose são zoonoses, o que significa que elas podem ser transmitidas pelos animais ao ser humano. Além de impactar na saúde pública, as doenças causam prejuízos econômicos à agropecuária brasileira, principalmente em relação à produção de carne e leite.
O laboratório produz cinco kits diferentes para diagnóstico de tuberculose, compostos por Tuberculina PPD bovina e Tuberculina PPD aviária, além de kits para diagnóstico de brucelose, de antígeno acidificado tamponado, para prova lenta em tubo e para prova do anel do leite (ring test).
Ainda na área agropecuária, o Tecpar possui destaque no controle da peste suína no Paraná, na década de 1950, quando produzia a vacina para controle da doença com a “Vacina contra Peste Suína Clássica em Cristal Violeta”.
Na década de 1960, o então Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas (IBPT) tinha uma gama ampla de produtos veterinários. Entre os medicamentos químicos estavam Aflogistina, Arecina, Arrenal, Atropina, Cacodilato de sódio, Cafeína, Sulfaguanidina, Gliconato de cálcio a 20%, Stricnina, Linimento salicilado, Novocaina, Óleo de fígado de bacalhau A, Óleo de fígado de bacalhau B, Óleo canforado, Pomada de sulfanilamida, Sudoril, Sulfanilamida a 5%, Uroina 40% e Ferro leitões.
Entre os biológicos estavam vacina contra batedeira, bouba aviária, carbúnculo hemático, garrotilho e outras infecções piogênicas.

Vampiricida – Outro produto usado para o combate da raiva animal, produzido na década de 1980, foi o vampiricida “Tec vampicid pasta 1%”. A raiva nos bovinos é geralmente transmitida pela mordedura de morcegos hematófagos, que atuam como portadores, reservatórios e transmissores do vírus da raiva. No Brasil, a espécie mais importante é a Desmodus rotundus. Para controlar a raiva entre os bovinos, o Tecpar produziu o vampiricida para controle na população de morcegos no Paraná.
Anestésico odontológico
Também na década de 1980, o Tecpar produziu, sob demanda do Ministério da Saúde, os anestésicos odontológicos lidocaína 2% e prilocaína 3%, ambas distribuídas para a rede pública de saúde.

Vacina Tríplice – Na década de 1990, o Tecpar produziu, também a pedido do Ministério da Saúde, a Vacina Tríplice Bacteriana. Por decisão da pasta, todo o projeto foi elaborado e implantado no Tecpar para o fornecimento à rede pública de saúda da Vacina DTP, para Difteria, Tétano e Coqueluche.
Referência na saúde
Foi a expertise do Tecpar com esses e outros produtos que levou o instituto a ser o escolhido como laboratório fornecedor de medicamentos biológicos dentro da política do Complexo Econômico Industrial da Saúde.
No programa, o Tecpar já tem projetos para fornecer seis medicamentos biológicos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), até então importados: Trastuzumabe, Infliximabe, Rituximabe, Adalimumabe, Bevacizumabe e Etarnecepte. Os medicamentos são usados no tratamento de diversos tipos de câncer e para artrite reumatoide, constituindo a plataforma tecnológica de produtos monoclonais do Tecpar.
Atualmente, o Tecpar aguarda os resultados no Ministério da Saúde de sete novas propostas de PDP com o objetivo de fornecer novos produtos para o SUS, em resposta à Portaria 704/17. Dos sete projetos, quatro são de biológicos e três de medicamentos sintéticos. A resposta deve ser dada pelo Ministério da Saúde em dezembro deste ano.

ICT 4.0 – Em consonância com a nova etapa da indústria, em setembro deste ano o Tecpar passou a adotar o slogan “Tecpar ICT 4.0”. Desde então, o instituto se posiciona no mercado com o conceito de ICT 4.0, na qual as instituições científicas e tecnológicas, como são definidos institutos como o Tecpar, entram em sua Quarta Revolução.
Uma ICT 4.0 é uma instituição que aproveita a eliminação dos limites entre os mundos digital e físico para alterar a sua cadeia de valor. Como instituição científica e tecnológica, o Tecpar passa a convergir entre os mundos digital e físico para criar produtos e serviços inteligentes.
Além da área da saúde, na qual o Tecpar já é referência, o instituto oferece ainda serviços e soluções tecnológicas ao mercado, nas áreas de Saúde, Meio Ambiente, Energia, Tecnologia de Materiais, Agronegócio, Certificação e inspeção, Assessoria em Negócios e Medições e Validação.
Na área de Empreendedorismo Tecnológico e Inovador, o Tecpar conta com duas unidades da Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), com a qual dá apoio a empresas nascentes inovadoras em Curitiba e em Jacarezinho, no Norte Pioneiro. Na área de Educação, com a plataforma de Educação a Distância, o Tecpar oferta cursos de capacitação profissional e tecnológica ao mercado privado e aos servidores públicos paranaenses, com o Capacita Paraná EaD. O Tecpar Educação conta com uma plataforma presencial e a distância e funciona ainda como a Universidade Corporativa da empresa.

Campi – O Tecpar está localizado em sete campi por todo o Paraná, em cidades nas quais atua por décadas. Na Cidade Industrial de Curitiba está a sede da empresa e o Parque Tecnológico da Saúde, onde estão localizados os laboratórios voltados a soluções tecnológicas, uma das unidades da Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec) e as áreas de educação e certificação do instituto. Ainda na capital, o Tecpar está presente no campus Juvevê, onde ficam os laboratórios de produção de kits diagnósticos e do controle de qualidade. Na Grande Curitiba, o instituto tem um campus em Araucária, que também integra o Parque Tecnológico da Saúde.
O Tecpar tem dois parques, o Parque Tecnológico da Saúde, no campus CIC e em Araucária, e o Parque Tecnológico do Norte Pioneiro, em Jacarezinho. Ainda no interior, o Tecpar está presente em Ponta Grossa, com o Laboratório de Produção de Medicamentos da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Lapmed), onde será realizada a produção de medicamentos sintéticos. Já em Maringá, onde o Tecpar está instalado há mais de 30 anos, o instituto tem dois campi: o Laboratório de Análises Físico-Químicas e o Parque Biotecnológico da Saúde, onde será produzidos os novos medicamentos biológicos, do Complexo Econômico Industrial da Saúde.
Conheça o Tecpar pelo site portal.tecpar.br.

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Prefeitos de todo o país se encontram em Brasília, por recursos

Presidente da AMP, Marcel Micheletto, prefeito de Assis Chateubriand

Prefeitos de todas as regiões do Brasil estarão nesta terça e quarta-feira (dias 21 e 22), em Brasília, para pedir ao Governo Federal a liberação de R$ 4 bilhões extras para reforçar o caixa dos municípios, neste final de ano. A parte referente aos 399 municípios do Paraná é de R$ 270,3 milhões. Coordenado pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios), o movimento é parte da campanha “Não deixem os Municípios afundarem”.

A mobilização recebe o apoio da AMP (Associação dos Municípios do Paraná) e prevê a realização de várias atividades para sensibilizar o Governo Federal e o Congresso Nacional quanto à importância da liberação dos recursos. “As prefeituras estão enfrentando uma das maiores crises da sua história. A verba extra que estamos pedindo será fundamental para ajudar os municípios a honrarem seus compromissos financeiros, neste final de ano”, explica o presidente da AMP, 2º vice-presidente da CNM (Confederação Nacional dos Municípios) e prefeito de Assis Chateubriand, Marcel Micheletto.

O movimento começa na manhã desta terça (dia 21), com uma sessão solene na Câmara dos Deputados, seguida de reunião entre os municipalistas e as lideranças estaduais. O objetivo do encontro é apresentar aos parlamentares as reivindicações do movimento. Um dos projetos prioritários para as prefeituras é a votação, pelo Congresso Nacional, do veto do presidente Temer ao projeto que garante o Encontro de Contas entre o Governo Federal e as prefeituras na área previdenciária. As lideranças municipalistas defendem a derrubada do veto.

A votação da matéria foi adiada para o mesmo dia da mobilização dos municípios – 22 de novembro. Além disso, a AMP e a CNM pedem – entre outras reivindicações – a atualização dos programas federais e a prorrogação do prazo para a destinação adequada dos Resíduos Sólidos.

Aumento do FPM – A mobilização prossegue na quarta-feira (dia 22), quando haverá reunião no Auditório Petrônio Portela, localizado no Senado Federal. O presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), falará sobre o tema.

Os prefeitos esperam ainda a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 29/2017. A matéria prevê o aumento de 1% do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte de receita de 70% das 55 mil cidades brasileiras.

Ao meio dia, os participantes da mobilização deixam o Senado e percorrem a Esplanada dos Ministérios rumo ao gramado do Congresso Nacional. O ato será o ponto alto da mobilização. Finalizado o percurso, o movimento municipalista se reunirá na sede da CNM para traçar um balanço das atividades realizadas e próximos passos.

Assessoria de Comunicação da AMP , com CNM.
Aurélio Munhoz. Reg.Mtb: 2.635/PR
Telefones: 41-3223-5733 e 41-99544-0404

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De mal a pior

Mary Zaidan

A um ano das eleições gerais, os protagonistas conhecidos na disputa para o Planalto impressionam. Não por ideias, plataformas ou coisa que o valha. Mas pela falta delas. Pela repetição de vícios e modos.

À criatividade zero somam-se a desconexão com o eleitor e mais do mesmo: as mentiras de Lula nos palanques antecipados, portanto ilegais, as brigas fraticidas entre os tucanos e os repetidos atores na terceira via: Marina Silva, Ciro Gomes, Cristovam Buarque.
As novidades ficam por conta de uma aventura embalada por Luciano Huck e do ultradireitista Jair Bolsonaro, que alimenta o sonho de ser o Donald Trump tupiniquim.

Bolsonaro tem surfado no neomilitarismo, que tem lá os seus adeptos, mas que dificilmente arregimentará maioria. E, ainda que com jovens bons de barulho nas redes sociais venha conseguindo angariar apoios, atrai ódio em proporção similar.

Na outra ponta, o ex Lula lidera absoluto. Mas não tem qualquer chance de chegar lá com as tais caravanas que, nas melhores plagas petistas, Nordeste e Minas, reuniram menos gente do que o ex imaginava, e que o PT, a CUT e os demais movimentos ditos populares prometeram.

Escaldado por duas derrotas consecutivas para Fernando Henrique Cardoso no primeiro turno de 1994 e 1998, Lula sabe que tem de ir além do campo à esquerda, que, assim como o da direita de Bolsonaro, tem limite definido. Daí o perdão aos “golpistas”, diga-se, ao PMDB.
Lula foi quem desenhou e firmou a parceria com Michel Temer, ungido vice da pupila Dilma Rousseff. Foi ele quem alinhavou o apoio do PMDB que hoje ocupa com primazia as páginas do noticiário político-policial sem que o PT receba créditos pelo patrocínio da roubalheira geral e, em particular, de Sérgio Cabral e cia.

Pouco importa. Pragmático, Lula quer renovar a aliança com o PMDB.

Por dever de ofício, vai repudiar publicamente Temer, mas já abriu as portas para Renan Calheiros e os seus, para aliados de Eduardo Cunha. Do contrário, teme colaborar para que os votos do centro – a maior faixa da população — caiam no colo de novidades à la Huck ou dos tucanos, ainda que estes estejam tropeçando no peso de seus bicos.

O PSDB é um caso à parte. Tem especial talento para conspirar contra si, em especial quando as chances de poder se mostram promissoras. Seria a alternativa natural entre candidaturas extremas, mas não consegue lidar nem com as divergências internas, quem dirá com os conflitos cotidianos que um governo exige. Antes das urnas, tem dois dilacerantes confrontos intramuros agendados: a guerra pela presidência da sigla e uma ainda não definida prévia para escolha do candidato ao Planalto.

Enquanto os tucanos se imolam em vez de amolar seus bicos para a disputa de outubro, Bolsonaro mordisca parte do eleitorado do PSDB utilizando o Movimento Brasil Livre e outros do tipo. E Lula tenta alargar sua rede de apoios para além dos fiéis.

Mas está só.

Perdeu para a prisão seus dois mais preciosos auxiliares – José Dirceu, o “capitão do time”, e Antonio Palocci, o homem que dialogou com a classe média e a atraiu para o então chefe. E o rumo, com a morte do ex-ministro e salvador de todas as trapalhadas, Márcio Thomaz Bastos, há exatos três anos. Abandonou muitos companheiros desde o mensalão e hoje inspira mais desconfiança do que crédito.

Em seu favor, o candidato Lula tem o fato de as investigações concentradas no PMDB darem alívio à folha corrida do PT e dele próprio.
Com o PMDB nas páginas nobres da ladroagem, perdeu fôlego a difusão de notícias sobre os desvios petistas. Poucos lembram, por exemplo, que a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, é ré por corrupção e lavagem de dinheiro.

Lula, com ganhos declarados de R$ 6 mil da bolsa-anistia e R$ 25 mil de pró-labore da sua empresa de palestras, não mais foi cobrado pelos R$ 9 milhões de previdência privada que só vieram à tona depois de o juiz Sérgio Moro pedir o bloqueio da conta. Muito menos dos R$ 21,6 milhões que o Ministério Público Federal quer bloquear.

Nem o mais fundamentalista dos militantes seria capaz de explicar como Lula, o nordestino pobre que virou presidente, amealhou tal fortuna. Superou com folga, em pouquíssimo tempo, a elite dos 172 mil entre os 200 milhões de brasileiros que, segundo o Global Wealth Report 2016, realizado pelo Banco Credit Suisse, têm mais de U$ 1 milhão, R$ 3,4 milhões ao câmbio de hoje. Lula tem.

A fogueira na qual o PMDB arde agora protege a fritura de Lula, que, amanhã, estará azeitado com o mesmo PMDB dos escândalos de hoje.

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Arquiteto destaca estudo sobre a melhor cidade para se viver, no Brasil

Maringá: Melhor cidade para se viver. Foto de Bruno Maia

O arquiteto Aquiles Nícolas Kílaris destacou na sua página no homify.com.br estudo da Marcoplan, publicado na revista Zap Imóveis, que identificou Maringá como a melhor cidade para se viver.
O levantamento da Macroplan foi feito nas 100 maiores cidades, que representam apenas 1,8% total dos municípios brasileiros, mas que concentram a metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Adriana Fontes, economista sênior da Macroplan e coordenadora do estudo, explica: “Existem dois pontos importantes. Na lista das top 10, oito municípios estão localizados no interior de São Paulo, confirmando a disparidade. E o outro é que as cidades de médio porte estão com bom desempenho, já que quatro das cinco primeiras colocadas (com exceção de São José dos Campos) têm menos de 500 mil habitantes”.
Maringá tem se destacado, nos últimos anos, como uma das melhores cidades do Brasil, em estudos realizados por importantes empresas de planejamento. Em 2015, por exemplo, Maringá foi considerada “a melhor cidade do País em planejamento urbano”, com 7,9 no índice que variava de 0 a 8. Esta pesquisa foi realizada pela Urban Systems, para o Connected Smart Cities.
Os últimos estudos realizados sobre planejamento urbano também apontaram Maringá como a cidade com melhor dispersão urbana do país (melhor uso do espaço urbano), graças a políticas públicas de ocupação do solo.
Em 2015, a Austin Rating apontou Maringá como a 4ª melhor cidade do país. Foi um estudo muito amplo e qualificado, tabulando 212 indicadores nas áreas fiscal, econômica, social e digital.
Estes resultados foram alcançados como resultados de políticas de planejamento implantadas nas gestões dos prefeitos Silvio Barros e Roberto Pupin. O crescimento, em todos os índices, foi gradativo, até os destaques nacionais mais relevantes, publicados a partir de 2008, como este da Marcoplan, que aponta Maringá como a melhor cidade para morar no país.
As 5 melhores, no estudo, são: Maringá, Piracicaba, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Franca.

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