Campeão



Campeão

O Maringá F. C. Carimbou a faixa de campeão da 2ª Divisão do Campeonato Paranaense com vitória de 2 a 0 sobre o União de Francisco Beltrão no Willie Davids, revertendo resultado desfavorável no primeiro jogo na casa do adversário, quando perdeu por 2 a 1. A vaga na 1ª Divisão de 2018 já havia sido conquistada com goleada de 4 a 0 sobre o Andraus, de Ponta Grossa, e a derrota do Paranavaí pelo Cascavel por 2 a 1 na fase de grupos.
Portuguesa Londrinense, Operário, Iraty e União integravam o grupo B da segunda fase da comptição. No início da disputa, Iraty acusou a Portuguesa de escalar irregularmente o zagueiro Lucas Marcato. A acusação foi parar no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná, adiando o encerramento do campeonato. Com a absolvição do jogador, o campeonato foi reiniciado com vitória do União, que se habilitou a disputar o título com o Maringá.

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Gustavo Junqueira, campeão no 8º Beal Open, em Cascavel

Gustavo Junqueira, sócio e professor de tênis do Maringá Clube, venceu o famoso e tradicional Super Beal Open, em Cascavel.

O torneio tem o apoio da Federação Internacional e da Confederação Brasileira de Tênis.

Diretoria e amigos do Maringá Clube felizes com a conquista.

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Fassina leva o handebol de Maringá a mais um título nacional

Valmir Fassina (a direita), comandou a equipe de handebol do Unimed/UEM/Maringá na conquista de mais um título nacional. Desta vez foi a Copa Brasil de Handebol, diputada em Juiz de Fora (MG).
Fassina é um apaixonado pelo handebol, ao lado de Marcelo Junqueira, Dourivaldo Teixeira e outros atletas e professores que têm investido na modalidade. Essa história também tem um nome importante, no seu começo, o professor João Marim Mechia
O handebol de Maringá é conhecido e reconhecido pela capacidade de formar atletas de alto nível, que jogam nas grande equipes brasileiras e no exterior.
O título é importante para o handebol maringaense e faz justiça ao belíssimo trabalho que vem sendo feito pela Associação Maringaense de Handebol, com apoio da Unimed Maringá e do município.
Na foto, o treinador da Seleção Brasileira, Javier Cuesta, com Valmir Fassina, que tem sido convocado como auxiliar técnico no trabalho de treinamento e preparação dos atletas brasileiros para o novo ciclo olímpico.

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Vettel, vitória do esporte

A equipe Red Bull venceu o campeonato de construtores e viu seu piloto, Sebastian Vettel, vencer o mundial de pilotos.
A Red Bull, por exigência do seu dono, não praticou o jogo de equipes. Curioso é que manter os resultados da pista, sem interferência, foi o que deu o título a Vettel.  Se a equipe tivesse interferido em Interlagos, Alonso teria ganho hoje, em Abu Dhabi.
A vitória de Vettel faz justiça ao piloto mais rápido da temporada e à equipe que respeitou o público e o esporte.
A Ferrari termina o ano com um Fernando Alonso furioso. Ele não foi cumprimentar Vettel e ainda discutiu com Vitaly Petrov, da Renault, porque ele não facilitou a ultrapassagem, durante a corrida. Alonso disse que Petrov correu como se esta fosse a corrida da sua vida. Ora, quem bom que ele fez isso. Correr com determinação e profissionalismo é o mínimo que se espera de um piloto de Fórmula 1.
A lamentar a passividade de Felipe Massa com o seu insuportável colega de equipe, permitindo a falta de respeito dele e da equipe, não apenas na troca de posições na pista, mas na ultrapassagem na entrada dos boxes, no GP da China.
O baixo rendimento de Massa foi decepcionante, bem como a sua atitude diante da equipe, de Alonso e do campeonato.
Felizmente Vettel venceu e limpou a imagem deste campeonato que deve servir de lições para muita gente, a começar para Alonso e para a Ferrari.

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