Deputado federal



Fica no PMDB

Na semana passada escrevi que o deputado federal João Arruda poderia deixar o PMDB para ingressar no PDT. Uma outra informação, de excelente fonte, desmente a especulação, garantindo que o parlamentar vai permanecer no PMDB.

João Arruda tem bom trânsito em Brasília e atende a alguns municípios da região.

Nas redes sociais tem um trabalho inovador. Hoje, dia 20, segunda-feira, por exemplo, às 11h30, realiza um “vivo” na sua página no Facebook, com debate sobre Uber x Táxi. Fiquei curioso, vou dar uma espiada.

 

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Sérgio Souza defende agricultura de acusações de poluição

O deputado federal Sérgio Souza (PMDB), presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, rebateu as informações do Observatório do Clima que apontam a agricultura como principal responsável pelo aumento dos índices de poluição do Brasil.

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Morre, em Maringá, mãe do deputado Luiz Nishimori

Morreu em Maringá, Santa Casa, Fumi Nishimori, aos 87 anos, mãe do deputado federal Luiz Nishimori.
Teve quatro filhos, 10 netos e 10 bisnetos.
Ele estava internada desde o dia 8 de outubro, com AVC.
O velório está acontecendo no Prever, em Marialva.
O sepultamento será às 16 horas, em Marialva.

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Luiz Nishimori recebe prefeitos do Paraná

Na semana, passada, em Brasilia, o deputado federal Luiz Nishimori (PR) recebeu a visita do prefeito de Pérola, Darlan Scalco, e da vereadora Claudinha.
Conversaram sobre o trabalho desenvolvido em apoio ao município, sobre emendas e formas de contribuir ainda mais com o bem-estar da população.
Nishimori reafirmou seus compromissos com Pérola e os municípios do Paraná.
Também na semana passada o deputado recebeu os prefeitos de Alto Piquiri, Luis Carlos Borges Cardoso; de Araruna, Leandro da Farmácia, e de Barbosa Ferraz, Edenilson Aparecido Miliossi.

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Em Munhoz de Melo

O deputado federal Luiz Nishimori (PR), realizou a entrega de máquinas para a Prefeitura Municipal de Munhoz de Mello e para a Associação dos Pequenos Produtores Rurais.
O prefeito Gera recebeu o deputado, acompanhado de vereadores, dos secretários municipais, representantes de associações, sindicatos e lideranças.
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Opinião: A solução para o pedágio paranaense

Deputado federal Sérgio Souza (PMDB) relator da MP 752/2016

Desde a década de 1990 a economia paranaense está atrelada a cobrança do pedágio nas principais rodovias do Estado. A sociedade quer boas e seguras rodovias para atender o desenvolvimento e tornar competitivo o Custo Paraná. Produtos precisam chegar aos portos e as regiões consumidoras de outros estados, e pessoas precisam se deslocar com segurança.
Por duas décadas – os contratos são de 1997 – a cobrança do pedágio impacta a economia estadual e as discussões em busca de uma solução não surtiram efeito. Governos de diferentes posições ideológicas passaram pelo Palácio Iguaçu e nada foi resolvido.
Termos técnicos como “degrau tarifário”, orçamentário como “reequilíbrio econômico-financeiro”, ou político como “abaixa ou acaba” foram usados, sem que o principal – menor custo – acontecesse.
Faltou à sociedade paranaense uma clara definição do que fazer com o pedágio. Nem mesmo a agência reguladora estadual, de recente instalação, conseguiu resolver.
A Medida Provisória 752/2016, que relatamos na Comissão Mista do Congresso Nacional, trouxe a solução, ao estabelecer diretrizes para a prorrogação e relicitação nos modais rodoviário, ferroviário e aeroportuário.
Neste momento de grandes debates em torno do desenvolvimento da infraestrutura viária, frente as dificuldades econômicas de todo o país, é preciso proteger o usuário das rodovias e buscar soluções para as ineficiências logísticas.
A MP é clara: prorrogações só são possíveis caso estejam expressamente admitidas no contrato ou no edital de concessão. O que não é o caso dos seis lotes que integram o Anel de Integração. O Paraná – ao termino da concessão em 2021 – terá de fazer nova licitação ou assumir a administração das rodovias.
A nova postura para o Estado adotar diante do pedágio, também se justifica ao se considerar as mudanças que ocorreram na economia nos últimos 20 anos. Quando a cobrança começou e o cardápio de obras foi acordado entre o estado e as concessionárias, a Taxa Interna de Retorno dos investimentos encostava nos 20 por cento. Hoje está abaixo de 10%, impactando nos custos de investimentos e, consequentemente, no valor do pedágio.
A implantação de pedágios nas rodovias brasileiras teve três fases distintas. Dos anos 1990, 2000 e 2010. O pedágio paranaense é da primeira fase. Hoje na terceira fase, não é mais admissível que se cobre mais de dez reais (valor atualizado) por eixo a cada 100 quilômetros, sem o compromisso de duplicação e outras melhorias. Seis reais com a obrigação de duplicar em cinco anos é o ideal.
Busca do equilíbrio entre interesses da sociedade e das concessionárias é o que se espera dos governos quando o assunto é pedagiamento de vias. Equilíbrio este conquistado com a Lei nº 13.488 de 05/06/2017, que “sepulta” a prorrogação dos contratos de pedágio no Paraná.

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Recursos para a Santa Casa de Cianorte

O deputado federal Edmar Arruda trabalha a favor das instituições filantrópicas da Saúde. E a Santa Casa de Cianorte é uma das entidades paranaenses contempladas com recurso viabilizado pelo parlamentar. Um comprovante de empenho de R$ 200 mil foi entregue em mãos do diretor do hospital, Gilmar Célio. A verba será aplicada na compra de equipamentos cirúrgicos e de enfermaria.
Mais informações no site do deputado.

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Ricardo Barros visita a região e fortalece pré-candidaturas


O ministro da Saúde Ricardo Barros está de férias e, nesta sexta-feira (25), estará nas regiões de Colorado e Sarandi para se reunir com lideranças municipais. Ricardo Barros iniciou uma extensa agenda de visitas em sua base eleitoral e totaliza 50 municípios visitados, desde a última segunda-feira (21). Como deputado federal, Barros exerce o quinto mandato e aproveita as visitas para consolidar a sua pré-candidatura a Federal, a de Cida Borghetti para o Governo e também de Beto Richa para o Senado.

“Esperamos consolidar as parcerias com os amigos. Nesta sexta, eu e a deputada Maria Victória iniciamos a agenda em Santo Antônio do Caiuá, seguindo para São João do Caiuá, Paranacity, Colorado, Lobato, Astorga, Sabaúdia, Mandaguari, Marialva encerrando as visitas em Sarandi. Estamos falando do quadro político que se apresenta, minha pré-candidatura a deputado federal, Maria Victoria é pré-candidata a deputada estadual, a vice-governadora Cida Borghetti, que assume o Governo em abril, concorrerá a reeleição, uma vez que o governador Beto Richa vai ao Senado”, disse.

Barros destaca ainda que na função de ministro, não tem conseguido estar presente nos municípios que representa como deputado federal. Em um ano a frente do Ministério, Ricardo Barros já visitou todos os estados brasileiros. “Essa semana foi uma grande oportunidade de rever os amigos e preparar o trabalho para o ano que vem”. Durante o período de férias do ministro Ricardo Barros, o maringaense e secretário executivo do Ministério da Saúde, Antonio Carlos Nardi, ficou à frente da Pasta.

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Deputado é contra o fundo eleitoral

Edmar Arruda antecipou que vai defender o voto distrital misto

O deputado federal Edmar Arruda (PSD) antecipou seu posicionamento com relação aos principais pontos da PEC da Reforma Política. Ele defende o voto distrital misto como melhor alternativa de sistema político para o Brasil. “A população não quer a continuidade do modelo atual. A corrupção invadiu o atual sistema e distanciou a população dos seus representantes”, observa. Ele pondera que para as eleições de 2018 e 2020 talvez seja preciso aprovar o chamado “distritão”, mesmo não sendo o melhor modelo, para que haja tempo de preparar o voto distrital misto para as eleições de 2022.
Edmar Arruda adiantou também que votará contra o fundo eleitoral. “Entendo que esse momento da economia do país não devemos utilizar recursos públicos para o financiamento de campanha”, diz. O deputado considera que o valor proposto é exorbitante e que precisa ser reanalisado. “Eu espero que o Congresso Nacional possa ouvir a sociedade e votar uma reforma política que seja adequada e que possa melhorar a vida de todos os brasileiros”, completa.
Sobre a polêmica do financiamento público de campanha, Edmar diz que defende o financiamento privado de pessoas físicas e pessoas jurídicas, desde que seja definido o valor e não um percentual sobre o faturamento.

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