Economia



Governo de Santa Catarina vai demitir comissionados e concursados

Com a folha de pagamento muito elevada e a necessidade de cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e manter investimentos em obras, saúde e segurança pública, govenador Eduardo Moreira (MDB) anuncia corte em cargos comissionados, medida que poderá se estender a concursados ainda em estágio probatório.

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‘Simples Internacional’ será tema do V Congresso Latino-Americano da Micro e Pequena Empresa

Começa amanhã, quinta-feira, 12 de abril, e prossegue na sexta-feira, dia 13, em Curitiba, o V Congresso Latino-Americano da Micro e Pequena Empresa, uma realização da Conampe, com apoio institucional do Sebrae. O tema é “Pequenos Negócios: Integração Latino-Americana”. Serão realizados workshop, painéis de debates e palestras sobre diversos temas de interesse do segmento, no […]

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“O Assunto é Política” desta segunda-feira, 9h40, na CBN Maringá

Hoje falamos sobre denúncias, investigações e nomeação de parentes em municípios da região.
Falamos também sobre o Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), que realizou hoje eleição por consenso e posse da diretoria 2018/2019.
O diretor do Grupo Maringá de Comunicação, José Roberto Mattos, assume a presidência do Codem. Esta é a primeira vez que um representante do setor de comunicação preside o conselho.

Foi convidado para o evento o jornalista Carlos Alberto Sardenberg, que falou sobre “O Futuro das Cidades”.

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Coluna de quarta-feira, 28 de fevereiro

PALESTRA “O Cenário da Economia, em 2018, e os desafios a serem enfrentados pelas cidades” será o tema da palestra que marca a retomada das atividades do Comitê Territorial de Desenvolvimento de Ambiente para os Pequenos Negócios, na região da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). O evento, nesta sexta-feira, dia 2, às 8 horas, no Escritório Regional Noroeste do Sebrae, em Maringá.

ANÁLISE O economista João Ricardo Tonin vai analisar as tendências, até dezembro de 2018, para a economia nacional, estadual e regional.

NA PAUTA Entram na pauta da avaliação os reflexos da Copa do Mundo, na Rússia, as eleições de outubro, e as perspectivas e oportunidades para o agronegócio.

FINANÇAS As atenções se voltam hoje para a Câmara Municipal de Maringá onde, a partir das 9 horas, será realizada a prestação de contas das finanças da Prefeitura, referentes ao 3º quadrimestre de 2017.

CONVOCAÇÃO A audiência pública de prestação de contas é convocada pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara, presidida pelo vereador Sidnei Telles, e integrada também pelos vereadores Onivaldo Barris e Chico Caiana.

VERIFICANDO Números previamente divulgados pela Prefeitura à imprensa serão conferidos hoje pelos vereadores. A audiência é pública, todos os interessados podem participar.

SEGURANÇA A suspensão de uma sessão itinerante que a Câmara de Maringá realizaria ontem à noite, no Centro Esportivo do Jardim São Silvestre, chamou a atenção pelo motivo alegado: “Segurança”.

NOTA No site da Câmara, nota afirma que o cancelamento ocorreu “pela impossibilidade de garantir a segurança tanto dos vereadores e dos funcionários quanto dos moradores que estariam presentes”.

REVOLTA A RPC fez reportagem ontem, ouvindo moradores, que ficaram revoltados com o cancelamento.

SEGURANÇA PRIVADA O presidente da Câmara, Mario Hossokawa, anunciou ontem que está em estudos uma licitação para contratação de segurança privada para as sessões da Câmara.

PORTA GIRATÓRIA Quando foi presidente da Câmara, em 2011-2012, Hossokawa mandou instalar uma porta giratória e catracas para identificação e controle do acesso à Câmara.

RETIRADA Esta porta e as catracas foram retiradas em 2013 pelo então presidente, Ulisses Maia, por determinação dos Bombeiros, após laudo sobre as condições de prevenção e combate a incêndio do prédio.

PEDÁGIO Após declarações do deputado Romanelli contra Requião, agora as “relembranças” chegam ao partido de Osmar Dias, o PDT.

PARTIDO A CPI do Pedágio, na Assembleia, foi presidida pelo PDT. O deputado Nelson Luersen, líder do PDT, presidiu a CPI que foi muito criticada.

SUGESTÃO A solução proposta foi a redução dos impostos sobre as tarifas, para reduzí-las. Bom para as concessionárias, péssimo para o Estado e a população.

DORIA A bancada estadual do PSDB de São Paulo assinou documento, ontem, apoiando o prefeito da capital, João Doria, como candidato tucano a governador.

MULTAS O diretor do Procon de Maringá, Rogério Calazans, apresenta proposta para reduzir o valor das multas e parcelar os valores, conseguindo com isto maior volume de pagamento.

MEDICAMENTOS O Paraná vai triplicar a capacidade da produção de medicamentos biológicos com a construção de uma nova unidade do Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos, em Piraquara.

RECURSOS Os recursos federais, R$ 46 milhões, foram anunciados pelo governador, Beto Richa, e pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em reunião com a vice-governadora, Cida Borghetti, e o secretário da Saúde, Michele Caputo, no Palácio Iguaçu.

MUNICÍPIOS

REGIÃO Duas reuniões importantes estão agendadas para a região, esta semana. Amanhã, dia 1º de março, reunião dos prefeitos, na sede da Amusep.

MARINGÁ Um dos assuntos que não estão na pauta, mas devem ser tratados, é a posição de Maringá em relação à associação de municípios, com um afastamento extraoficial anunciado.

DEPUTADO O deputado Evandro Júnior visitou nove municípios do Oeste do Paraná. Anunciou liberação de recursos, atendendo a solicitações.

PRAÇA As famílias de Mandaguari vão ganhar uma nova Praça Tiradentes (Bom Pastor) a partir da próxima sexta-feira (2 de março). Às 17 horas a praça, revitalizada, será entregue oficialmente.

FRASE “As pessoas que falam muito, mentem sempre, porque acabam esgotando seu estoque de verdades.” Millôr Fernandes

ÚLTIMA Procura-se uma porta giratória e catracas. Onde estarão?

PARA LEMBRAR

HOJE, 9h40 – “O Assunto é Política”, com Diniz Neto, na CBN Maringá. Duas edições por dia, de segunda a sexta-feira: às 9h40 e às 14h20. Hoje direto da Câmara de Maringá, na audiência pública de prestação de contas.

28 DE FEVEREIRO, 9 horas – Audiência pública de prestação de contas da Prefeitura de Maringá, referentes ao 3º quadrimestre de 2017. Convocação da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de Maringá.

1º DE MARÇO, 14 horas – Primeira reunião dos prefeitos na região na sede da Amusep, em Maringá, à avenida Nóbrega, 370, Maringá.

1º DE MARÇO, 17 horas – Auditório Hélio Moreira. O ministro Ricardo Barros, o governador Beto Richa, a vice Cida Borghetti, a deputada estadual Maria Victória e o prefeito de Maringá, Ulisses Maia, assinam ordem de serviço do Hospital da Criança em Maringá.

02 DE MARÇO, – “O Cenário da Economia, em 2018, e os desafios a serem enfrentados pelas cidades”, palestra com o economista João Ricardo Tonin, no Escritório Regional Noroeste do Sebrae, avenida Bento Munhoz da Rocha Netto, 1.116, Zona 7, Maringá (PR).

 

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O desafio global para atrair empresas

A informação é da Folha: Está em curso uma espécie de guerra fiscal global. Um número cada vez maior de países corta tributos para atrair empresas dispostas a produzir em seus territórios. O Brasil – que amarga uma crise fiscal e se esforça para não promover uma nova rodada de aumento de impostos – corre o risco de ficar para trás, o que significaria perda de investimentos e de empregos.
O exemplo mais retumbante dessa competição vem do Norte. Em dezembro, os congressistas americanos aprovaram a redução da alíquota do imposto sobre o lucro das empresas de 35% para 21%. Ao Sul, porém, há movimentos na mesma direção. Na virada do ano, a Argentina seguiu Donald Trump e também aprovou um corte tributária progressivo.
A lista de nações que já anunciaram a intenção de reduzir os tributos corporativos nos próximos dois anos é diversificada. Inclui Japão, Grécia, Bélgica e Reino Unido. A expectativa é que o México, pressionado pelas mudanças americanas, entre na fila. Dados da consultoria EY indicam que o imposto médio corporativo no grupo da OCDE (que reúne países em sua maioria desenvolvidos) era de 32% em 2000 e caiu para 24% neste ano – bem abaixo dos 34% cobrados hoje pelo Brasil. Na América Latina, já é certo que o país vai perder espaço até para a Colômbia. Hoje a tarifa total está em 37% e vai cair a 33% até 2019.
Se quiser entrar na competição tributária mundial, o Brasil terá que rever a cobrança sobre o lucro corporativo, diz Bernard Appy, diretor do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal). “Não é uma questão de o Brasil querer ou não mudar, mas de ser competitivo como um polo de atração de investimentos”, diz Appy.
Na reforma americana, além da alíquota menor para quem produz internamente, os EUA isentaram o lucro obtido por empresas americanas no exterior. Antes, quando empresas americanas repatriavam o lucro auferido em outros países, pagavam a diferença em relação à alíquota dos EUA, de 35%. Assim, uma empresa americana que produzia no Brasil pagava 34% por aqui mais uma diferença de 1%, se enviasse o lucro aos EUA. Com a isenção nos EUA, o peso de produzir no Brasil cresceu.

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Henrique Meirelles compara números da economia de 2016 e de agora, 2017

No seu Twitter, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), faz comparações do antes (2016) e o depois (2017) quando a economia nacional ficou sob seu comando. Lá estão a inflação, taxa de juros, produção industrial e safra agrícola, índices que apontam a retomada do crescimento no País.

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‘O ministro da guinada econômica’

Octávio Costa assina reportagem na IstoÉ avaliando o trabalho do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Segundo ele, a frente do ministério, começou a colocar a economia nos eixos, depois de o País enfrentar a pior recessão da história, e criou o ambiente necessário para que o Banco Central reduzisse os juros para a menor taxa desde 2013. Veja a reportagem:

Em 1984, quando era 1º vice-presidente do BankBoston no Brasil, Henrique Meirelles foi convidado a participar de um curso na Harvard Business School que ensinava executivos a lidar com a economia de guerra. Em tempos de paz, o curso intensivo de quatro meses, criado durante a Segunda Guerra Mundial, é voltado especificamente para a gestão de crise. Mal sabia a direção do BankBoston que, com base, em parte, no conhecimento que adquiriu em Harvard, Meirelles ajudaria o Brasil a vencer duas graves crises econômicas. A primeira em 2008, quando era presidente do Banco Central e superou a repercussão mundial da insolvência do mercado de prime rate dos EUA. E a segunda, este ano, quando, à frente do Ministério da Fazenda, usou toda sua experiência para tirar a economia nacional da pior recessão da história. Não há crise que resista à dedicação e ao talento de Henrique Meirelles, eleito Brasileiro do Ano na Economia.

Aos 72 anos, Meirelles não tem tempo para falsa modéstia. Ele reconhece que cumpriu papel estratégico. Mas faz distinção entre os dois momentos. “Na primeira crise, em 2008, tivemos de contornar o súbito corte das fontes de crédito internacionais. Foi uma missão mais simples do ponto de vista técnico”, explica. Agora, no comando da Fazenda do governo Temer, o desafio, segundo ele, foi muito maior. “Coube-nos enfrentar a maior e mais profunda recessão de nossa história, maior até mesmo do que a dos anos 30. Fomos forçados a lidar com várias questões ao mesmo tempo”, afirmou Meirelles à ISTOÉ. Em primeiro lugar, diz, havia o enorme déficit público. Pesava também a inflação e o desemprego em alta, que provocavam uma desconfiança crescente de empresários e consumidores.

Diante do quadro debilitado que herdou do governo Dilma, Meirelles concluiu que só havia um caminho a tomar: dar um choque de confiança nos agentes econômicos. E foi o que fez. Como cartão de visita, defendeu a necessidade de se estabelecer um rigoroso teto para os gastos públicos nos próximos anos. E conseguiu que o Congresso aprovasse o remédio, apesar de amargo. Em seguida, apoiou o projeto de reforma trabalhista, que alterou vários pontos da CLT, numa iniciativa há muito reivindicada pelas entidades empresariais. Em outra frente, deu prioridade à mudança nas regras da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), praticada pelo BNDES, que deixou de ser subsidiada. Simultaneamente, o Banco Central reduziu os juros básicos para 7,5%, a menor taxa desde 2013. O próximo passo será a reforma da Previdência. Meirelles constata, com sorriso contido, que seu antídoto contra crise está surtindo efeito.

link para a IstoÉ

Foto: IstoÉ

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Valor Econômico destaca o estado do Paraná

Por Thais Carrança, Valor Econômico

O Paraná é um exemplo do surpreendente desempenho da região Sul no processo de saída da recessão. O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) projetava crescimento de 1,6% para o PIB do Estado em 2017, agora revisado para 2%.

“Temos uma combinação importante: serviços e comércio crescendo razoavelmente, agropecuária num ano muito bom, indústria de transformação dando resposta”, cita Julio Takeshi Suzuki Júnior, diretor-presidente do Ipardes. “Neste ano, definitivamente decretamos o final da crise aqui no Estado do Paraná.”

Segundo Suzuki Júnior, a produção de grãos no Paraná cresceu neste ano quase 15%. O impacto no PIB do Estado é direto, uma vez que o setor primário responde por 10% do produto. Os efeitos da safra recorde também chegam à indústria.

No acumulado até agosto de 2017, o avanço da indústria de transformação paranaense foi de 4,6%, o maior do país. O desempenho foi puxado pelos setores de máquinas e equipamentos – voltados para o agronegócio – e automotivo, com crescimentos de 61,5% e 13,5%, respectivamente.

Outro destaque na atividade do é o setor de serviços, com avanço de 4,2% no ano. Paraná e Mato Grosso (5,6%) foram os únicos Estados a terem resultado positivo no período, enquanto o país acumula queda de 3,8% na Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE. Segundo Suzuki Júnior, “isso é resultado da recuperação da demanda doméstica”, já que os serviços “não têm a opção da exportação”. A demanda no Paraná é impulsionada pela redução da taxa de desemprego – de 10,3% para 8,9% entre o primeiro e o segundo trimestres do ano – e geração de vagas com carteira assinada – saldo positivo de 25,3 mil vagas até agosto.

Também reflexo dessa melhora da demanda, o varejo paranaense avança 3,2% no ano, ante 0,7% no Brasil como um todo. Para completar o quadro, as exportações também crescem com força no ano, com destaque para o setor automotivo (alta de 76% até setembro), devido à retomada da demanda argentina.

Mesmo com a recuperação, André Pitoli, sócio da Tendências Consultoria, acha que, assim como o Nordeste, o Sul tem o desafio de buscar novas vocações econômicas.

“No caso da região Sul, as especializações econômicas que estimularam o crescimento durante décadas estão indo para outras regiões”, afirma o economista. É o caso da fronteira agrícola, que avançou rumo ao Centro-Oeste, e das indústrias química e de papel e celulose, cujos investimentos migraram para novas regiões.

Outros setores tradicionais na região Sul, o têxtil e o calçadista têm perdido competitividade no mercado internacional.

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Sardenberg em Maringá, dia 30 de outubro

Carlos Alberto Sardenberg estará em Maringá, no dia 30 de outubro

O jornalista Carlos Alberto Sardenberg estará em Maringá no dia 30 de outubro apresentando o Info Cash-Seminário Financeiro. O bate-papo será realizado a partir das 20 horas, no Clube Hípico de Maringá, com o tema principal “Estabilidade e Recuperação: a economia e a Lava Jato nas eleições de 2018”.
Convite da rádio CBN – O diretor comercial do GMC – Grupo Maringá de Comunicação, José Roberto Mattos, destaca que a expectativa para o seminário é de grande público. “O Sardenberg vai tratar de temas importantes da nossa atualidade e é um momento perfeito para falar do crescimento da economia brasileira e a influência da Lava Jato nas eleições de 2018. Será um bate-papo franco para gente analisar e pensar em como não errar no ano que vem”.
Mattos lembra ainda que Sardenberg é referência em economia, com grande experiência na área como comentarista. “É uma palestra para quem está interessado em saber quais serão as tendências para os próximos anos no Brasil. Esperamos casa cheia no evento, para todos aproveitarem esse compartilhamento de ideias e conhecimento”.

Jornalista – Carlos Alberto Sardenberg é âncora do programa CBN Brasil, comentarista de economia dos programas noticiosos da CBN, do Jornal das Dez (Globonews), do Jornal da Globo (TV Globo) e escreve coluna no jornal O Globo. Sardenberg é jornalista desde 1969, já venceu por dez vezes o Prêmio Comunique-se e foi escolhido como o segundo jornalista economista mais admirado do Brasil no prêmio dos portais Jornalistas&Cia e Maxpress.

Serviço – Os ingressos do Seminário estão disponíveis para compra no térreo do Edifício Três Marias – avenida Getúlio Vargas nº266- ou no site aloingressos.com.br. Os convites custam R$90 inteira ou R$ 45 meia entrada com a apresentação da carteirinha de estudante.
Info Cash-Seminário Financeiro é uma realização do GMC – Grupo Maringá de Comunicação e SVN Investimentos, com mídia partner da CBN Maringá, Mix FM e Maringá FM. O evento conta com apoio da Santa Massa, Alcopar, Divesa, Internacional Hotel e Eventos, Feitep, Usaçucar e ICI.

Quando: 30 de Outubro
Local: Clube Hípico Maringá
Horário: 20 horas
Investimento: R$90 inteira ou R$ 45 meia (com apresentação da carteirinha de estudante)
Pontos de vendas dos ingressos: Térreo do Edifício Três Marias, avenida Getúlio Vargas nº266; site aloingressos.com.br

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Porquê algumas empresas desistiram do Brasil – com atualização

O Citbank decidiu sair do Brasil. Razão: A filial brasileira gerava 1% da receita total de R$ 10 BILHÕES POR MÊS da empresa, ou seja, a filial faturava R$ 100 milhões por mês. A filial brasileira gerava 93% das ações trabalhistas de todas as sua empresas. Além do Citibank, também anunciaram recentemente a saída do país a Fnac (França), HSBC (Inglaterra), Kirin (Japão), Geely Motors (China) e Nintendo (Japão). O Citibank estava no Brasisl há mais de 100 anos.

Que concede a entrevista é o empresário Flávio Gurgel Rocha. Sua família é proprietária de um dos 50 maiores grupos privados do país, que inclui empresas como a Rede de Lojas Riachuelo e o Shopping Midway Mall. Ele foi deputado federal e, assessorado pelo economista da FGV Marcos Cintra, apresentou em 1991 uma proposta de emenda constitucional criando o Imposto Único sobre Transações — uma alíquota de 2% sobre todas as operações financeiras, a ser repartida entre credor e devedor — em substituição aos 58 impostos existentes, incluindo o imposto de renda. Os recursos arrecadados seriam depositados numa conta única e repassados à União.

É preciso debater questões como esta para entender nossos problemas e promover as mudanças necessárias.

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