Folha de Pagamento



Governo de Santa Catarina vai demitir comissionados e concursados

Com a folha de pagamento muito elevada e a necessidade de cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal e manter investimentos em obras, saúde e segurança pública, govenador Eduardo Moreira (MDB) anuncia corte em cargos comissionados, medida que poderá se estender a concursados ainda em estágio probatório.

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Folha dos servidores federais atinge maior nível dede 2000

A folha salarial dos servidores federais atingiu o maior nível em relação ao limite fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Em 2017, as despesas com pessoal chegou a 41,8% da receita corrente líquida. É o maior percentual desde a aprovação da LRF, em 2000. Dois fatores explicam a situação. O primeiro é a queda […]

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Fies será descontado em folha de pagamento

O estudantes que fecharem contratos com o Financiamento Estudantil (Fies) a partir de 2018 terão que pagar o dinheiro do empréstimo com desconto automático na folha de pagamento após concluirem o curso e conseguirem emprego formal. Essa é uma das mudanças nesta quinta-feira (6) e que só passam a valer para contratos firmados a partir do próximo ano. Além do desconto no salário, o Ministério da Educação (MEC) anunciou que o Fies passará a oferecer terá três tipos diferentes de contrato (veja os detalhes abaixo). Em um deles, o governo prevê 100 mil vagas a juro zero para alunos com renda per capita familiar de até três salários mínimos.
A seleção do segundo semestre, no entanto, continua sob as regras antigas. Serão oferecidas mais 75 mil novas vagas de contratos de financiamento. O cronograma com as datas será publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (7), segundo o MEC.

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Desoneração da folha de pagamento pode ser feita setorialmente

BRASÍLIA – A falta de entendimento no governo sobre a desoneração da folha de pagamento das empresas levou parte da equipe econômica a propor à presidente Dilma Rousseff que a medida seja adotada setorialmente. Entre os segmentos que poderiam ser beneficiados num primeiro momento estão os de software e construção civil – num estímulo à inovação e ao investimento, respectivamente – e as indústrias têxtil e de calçados, afetadas pelo câmbio.
Segundo técnicos do governo, na área de software a desoneração da folha seria uma forma de dar mais competitividade à produção e de atrair grandes grupos internacionais que querem se instalar no Brasil. Cerca de 60% dos custos do setor são relacionados à mão de obra. E já existe a experiência das empresas exportadoras de software e serviços de Tecnologia de Informação, que pagam uma contribuição menor sobre a folha.
O setor de software está presente em quase toda a atividade econômica. A desoneração da folha é essencial para aumentar a competitividade e a força dessas empresas – afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), Gérson Schmitt.
A Abes e outras cinco entidades já apresentaram ao governo uma conta que mostra que a contribuição previdenciária de 20% que hoje incide sobre a folha de pagamento equivale a 2,7% do faturamento das empresas do setor. No caso da construção civil, é em torno de 2%. Isso significa que uma eventual contribuição criada sobre o faturamento nos percentuais calculados pelos setores teria resultado neutro para a arrecadação.

 Texto de Martha Beck – [email protected] – publicado no site da CBIC

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