Futebol



Campeão

O Maringá F. C. Carimbou a faixa de campeão da 2ª Divisão do Campeonato Paranaense com vitória de 2 a 0 sobre o União de Francisco Beltrão no Willie Davids, revertendo resultado desfavorável no primeiro jogo na casa do adversário, quando perdeu por 2 a 1. A vaga na 1ª Divisão de 2018 já havia sido conquistada com goleada de 4 a 0 sobre o Andraus, de Ponta Grossa, e a derrota do Paranavaí pelo Cascavel por 2 a 1 na fase de grupos.
Portuguesa Londrinense, Operário, Iraty e União integravam o grupo B da segunda fase da comptição. No início da disputa, Iraty acusou a Portuguesa de escalar irregularmente o zagueiro Lucas Marcato. A acusação foi parar no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná, adiando o encerramento do campeonato. Com a absolvição do jogador, o campeonato foi reiniciado com vitória do União, que se habilitou a disputar o título com o Maringá.

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Para os São paulinos

Rogério Ceni não é mais técnico do São Paulo. Em comunicado oficial, o São Paulo divulgou, agora à pouco, a sua demissão. Um dos maiores ídolos da história tricolor, o ex-goleiro não conseguiu brilhar na nova função de treinador e acabou sendo demitido após seis meses de trabalho, com o time na zona do rebaixamento e há seis rodadas sem vitória no Campeonato Brasileiro. Dorival Junior e Marcelo Oliveira são os mais cotados pra assumir o time.

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Renovação

Para disputar a final do Campeonato Paranaense Segunda Divisão, o Maringá renovou alguns contratos de jogadores que já estavam participando desde o início da segundona 2017. Foram mantidos 11 atletas com idade abaixo de 23 anos que, inclusive, alguns com contratos estendidos até o final desse ano e outros até final do ano que vem, e mais alguns jogadores acima da idade para a final do campeonato, dentre esses: Ednaldo, Anderson, Egon, Rhuan, Fabrício, Léo Maringá, Rodrigo Jesus e Reis Moura.

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Tragédia com avião da Chapecoense causa consternação

O pais acordou hoje com a notícia do acidente com o avisão que levava a equipe da Chapecoense para o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana, em Medellín, na Colômbia.
Até agora são cinco sobreviventes, três jogadores, um jornalista e um tripulante.
A tragédia repercute ainda em todo o mundo. Tristeza pela fatalidade.
A CBF cancelou os jogos dessa semana. Eventos esportivos também estão sendo cancelados.
Redes de TV, canais de esportes, portais, estão dando prioridade para a cobertura do acidente e os esforços de resgate.

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E por falar na mãe do árbitro…

Sou do tempo que o árbitro de futebol, o do apito, que entrava em campo de preto e sem propaganda na camisa, era chamado de juiz.
Não quero ficar aqui falando de futebol, que não é a minha praia, apesar de ter sido durante muitos um esporte que acompanhei.
Quando se fala no jogo Grêmio e Santos, na semana passada, é preciso dizer que o árbitro Wilton Pereira Sampaio trabalhou muito, muito mal, interferindo diretamente no resultado. Também deixou as coisas correrem soltas, sendo peça chave na irritação da torcida. Ele não percebeu o clima e nada colocou na súmula. Mandou um e-mail, na segunda-feira, completando a súmula, depois que viu o tempo armado com a história de racismo.
Pegou 90 dias de suspensão. Não quero ser injusto, mas o senhor Wilton Pereira Sampaio, de Goiás, dos quadros da FIFA, não mostrou condições para o ofício. Deveria ser esquecido e aposentado.
Agora muito pior mesmo foi o árbitro Wagner Reway que apitou Flamengo e Coritiba, ontem.
Na boa, sem exagero, esse cidadão classificou o Flamengo. Fica difícil, muito difícil, acompanhar futebol no Brasil da forma como as coisas estão.
Se existisse seriedade o jogo tinha que ser anulado e os dois times jogariam outra partida. Ontem foi no garfo.
Anotem: Wagner Reway. Pelo amor dos meus filhinhos, meus netinhos, bisnetinhos e daí por diante!

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E o futebol virou saudade

O Brasil foi considerado, por muito tempo, o país do futebol.
1950 ficou para a história como uma grande tragédia, épica.
Ninguém, nem os mais pessimistas, esperavam 2014.
Em campo o Brasil construiu uma tragédia bizarra.
Aí veio 2014 e o ano ainda não acabou!
Houve o jogo Grêmio e Santos pela Copa do Brasil, dia 25, em Porto Alegre.
Quem gosta de futebol, aquele gostar de ir em campo, gritar, torcer, sabe que campo de futebol não é uma missa.
Campo de futebol era, antes do padrão Fifa, das arenas, naquele tempo do futebol por amor às camisas, às histórias dos clubes, um dos poucos lugares onde havia liberdade de expressão. As mães dos juízes que o digam.
Os cânticos das torcidas sempre foram carregados de insultos aos adversários. Sem pureza e sem perdão.
Mas 2014 será o ano do vexame do futebol brasileiro e do fim das torcidas como elas eram.
Hoje os estádios filmam os torcedores para entregar as imagens para a polícia.
Os estádios viraram um big brother vergonhoso. Acabaram os estádios populares, chegaram as arenas da Fifa, do politicamente correto, da falta de liberdade em todos os sentidos.
Clubes em busca de grana, ingressos para ricos, sistema e tecnologia para fazer dos estádios um não sei o que.
Claro, não defendo racismo, nem violência. Mas cá pra nós, ir ao estádio para cantar música clássica não dá.
O futebol brasileiro agoniza. Os clubes estão de joelhos. Os verdadeiros torcedores, aqueles com alma, com sangue, com garra, não têm mais estádios para ir.
Saudade do futebol brasileiro, das suas conquistas, dos seus grandes times e das suas torcidas de verdade (que agora começam a ser proibidas).
Saudade do Grêmio, do Olímpico, da torcida que era gremista (com apoio do clube, que ainda era um clube) e cantava livre e com garra pelo futebol de verdade.

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Clássico do Café

Às 16 horas de hoje acontece o último jogo do Paranaense de Futebol 2014, no Estádio Willie Davids, em Maringá.
O jogo será em Maringá porque a equipe fez melhor campanha.

No domingo passado o jogo foi em Londrina. Estádio com quase 30 mil torcedores, um mar azul torcendo para o time da casa. O Maringá trouxe de lá um empate daqueles que valem por uma vitória. Hoje serão 20 mil pessoas no Willie Davids, uma festa em preto e branco.

A destacar o clima de entusiasmo e torcida sem violência, que é tudo que se espera hoje.

Na internet se percebe que os londrinenses estão muito confiantes, são mais agressivos, debochados na sua torcida, não acreditam em derrota. Em Maringá a torcida acontece de forma mais respeitosa. Mesmo assim, há uma grande confiança na conquista do campeonato hoje.

Resta a torcida mais importante, por um domingo com festa e futebol, em paz.

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A surpreendente conquista do Maringá

Impossível não comentar sobre a conquista do Maringá Futebol Clube, que chega à final do Campeonato Paranaense 2014, no ano da sua volta à primeira divisão.
Um resgate surpreendente da melhor tradição do futebol maringaense.
Parabéns a todos que trabalharam e apoiaram o time na campanha e nessa conquista.

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O que será que será?

No final da tarde de ontem mais de 10 mil pessoas foram às ruas, em Maringá, para protestar contra a corrupção, falta de recursos para saúde e educação, pedindo melhores serviços públicos, enfim, foram muitas as manifestações livres e espontâneas.
Não há dúvida de que a distorção dos investimentos de mais de R$ 30 bilhões para a Copa do Mundo de Futebol, atendendo ao tal “padrão Fifa”, foi a gota d´água para as comparações com os serviços públicos e os investimentos nas áreas básicas e essenciais no país.
Os movimentos, em todos o país, tem uma característica: a mobilização tem um caráter legítimo, nasceu em grande parte das redes sociais, repudia a interferência de partidos políticos e políticos.
Algo novo e forte aconteceu no Brasil. O futebol está definitivamente em segundo plano e 2014 não será apenas o ano da Copa.

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