IBGE



Responder o Censo Agropecuário é obrigatório

Publiquei esta semana a informação de que o Censo Agropecuário 2017 está em andamento. No Paraná, a etapa está sendo cumprida em Astorga.
Leitora me manda mensagem com a pergunta: “Gostaria de saber se sou obrigada a responder o formulário da pesquisa do censo⁉️ Espero um retorno obrigada”.
O advogado Anderson Alarcon nos ajudou. Em resumo: A resposta é necessária e se houver recusa deverá ser aplicada uma multa que, já adiantamos, não é pequena (10 salários mínimos para primários).
O pagamento da multa não elimina a obrigação da prestação das informações. O prazo será fixado no auto de infração.
Não há registro da aplicação desta multa. As normas e o valor elevado da multa terminam motivando as respostas do questionário do censo.
Portanto, a nossa sugestão: atendam bem o pessoal do IBGE e respondam as perguntas.

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IBGE começa trabalho do Censo Agropecuário 2017, em Astorga


Recenseadores chegam a Astorga para o Censo Agropecuário 2017. Desde o início do mês, recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estão levantando informações sobre a estrutura, a dinâmica e a produção de todos os estabelecimentos agropecuários do Brasil. É o Censo Agropecuário 2017, principal investigação estatística e territorial sobre a produção rural do país. Somente no Paraná, 1.350 recenseadores devem visitar cerca de 372 mil empreendimentos agropecuários.
Em Astorga, o trabalho será feito por três recenseadores: Alvacir Domingos Gonçalves, Aparecida Angelica Ruiz de Oliveira Gonçalves e Ricardo Peixoto. Ao longo da pesquisa, outros recenseadores da região poderão ser deslocados para o local. Todos estarão devidamente identificados com colete, boné, crachá e o Dispositivo Móvel de Coleta (DMC) – um smartphone que armazena as informações colhidas no campo e transmite para a rede de computadores do IBGE.
O crachá possui a foto e os dados do recenseador, bem como um número de telefone (0800- 721-8181) e um código para a confirmação das informações junto ao IBGE.
As informações obtidas junto aos produtores rurais são utilizadas única e exclusivamente para fins estatísticos, jamais sendo passadas para outro órgão do governo ou empresa privada. Quando os resultados são divulgados, a individualidade e a identidade dos informantes são preservadas.
No último Censo Agropecuário, realizado em 2007, o município de Astorga teve 1.079 propriedades rurais recenseadas.

Coleta de dados – O questionário do Censo Agropecuário 2017 traz perguntas a respeito da área do estabelecimento, número de pessoas ocupadas, emprego de irrigação e uso de agrotóxicos, dentre outros temas. Os dados levantados propiciam um conhecimento mais detalhado sobre o setor rural brasileiro, ajudando nas decisões quanto a investimentos públicos e privados, formulação e avaliação de políticas públicas, estudos acadêmicos e projetos de instituições de pesquisa.
A coleta de dados do Censo Agro vai até fevereiro de 2018. Todas as informações referentes à pesquisa podem ser acompanhadas pela internet, no site https://censos.ibge.gov.br/agro/2017/

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Cidades próximas a grandes centros são as que mais crescem no Paraná

Os municípios próximos a grandes centros estão entre os que apresentam maior aumento da população em 2017. Das 100 cidades que devem crescer acima da média do Estado, boa parte está localizada em regiões metropolitanas. Os dados são da nova estimativa populacional para 2017 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a projeção, a população do Paraná aumentará 0,69% em 2017 em relação ao levantamento de 2016, passando de 11,2 milhões para 11,3 milhões de pessoas.
O município com maior crescimento será Sarandi, na região metropolitana de Maringá, que deve ter um incremento de 3,11% – passando de 91.344 para 94.181 habitantes.

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Um novo jeito de falar “desempregados”

O mercado de trabalho brasileiro encerrou o segundo trimestre do ano com 26,3 milhões de trabalhadores “desocupados” e “subocupados” – cerca de 200 mil a menos que no trimestre anterior.

Sim, os números oficiais do desemprego se aproximam dos 30 milhões e não há nada para comemorar em relação ao trimestre anterior.

Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa ficou em 23,8% no segundo trimestre, o que representa uma queda de 0,3% em relação ao trimestre anterior. “Isso indica estabilidade da taxa”, apontou o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo. A taxa composta de subutilização da força de trabalho agrega os trabalhadores desempregados, aqueles que estão subocupados (por poucas horas trabalhadas) e os que fazem parte da força de trabalho potencial (não estão procurando emprego por motivos diversos).

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Desemprego cai

O desemprego no Brasil fechou o segundo trimestre do ano com retração em 11 das 27 unidades da federação. Segundo dados divulgados hoje (17), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a taxa, que ficou em 13%, representa 13,5 milhões de pessoas sem ocupação. Houve quedas em todas as grandes regiões. A exceção foi o Nordeste onde, embora tenha havido retração de 16,3% para 15,8%, técnicos consideram que há estabilidade. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) relativa a abril, maio e junho, comparativamente ao trimestre imediatamente anterior. A pesquisa apresenta como destaques as regiões Norte, onde a taxa de desocupação caiu de 14,2% para 12,5% e Centro-Oeste, com recuo de 12% para 10,6%.
Os dados indicam que o desemprego no Sudeste passou de 14,2% para 13,6%, e no Sul, de 9,3% para 8,4%. Em Pernambuco, a taxa passou de 17,1% para 18,8% e em Alagoas subiu de 17,5% para 17,8%. Já as menores taxas ocorreram em Santa Catarina (7,5%), Rio Grande do Sul (8,4%) e Mato Grosso (8,6%). Para o total do país, o desemprego caiu de 13,7% para 13%. Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, “nos estados onde houve aumento da desocupação não foram geradas vagas suficientes para dar conta do crescimento da procura pelo emprego”. Massa News

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IBGE aponta o Paraná com maior crescimento industrial

O Paraná registrou o maior aumento da produção industrial na passagem de janeiro para fevereiro de 2014, com avanço de 18,4%. O resultado é muito superior ao crescimento de 0,4% a produção nacional, segundo apontou a Pesquisa Industrial Mensal Regional – Produção Física, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a única expansão de dois dígitos, nesse tipo de comparação, entre os 14 locais pesquisados.
O desempenho representa a recuperação da perda de 15,9% acumulada entre novembro de 2013 e janeiro de 2014. Os ramos que mais contribuíram com o resultado foram veículos automotores; edição e impressão; máquinas e equipamentos; minerais não metálicos; mobiliário; borracha e plástico; alimentos; e máquinas, aparelhos e materiais elétricos.
“Os dados do IBGE indicam a recuperação dos níveis da produção do Paraná, ancorada na operação dos principais vetores, especialmente o agronegócio, a petroquímica, a metalmecânica e os insumos para a construção civil”, analisa a economista Ana Silvia Martins Franco, do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). “Cabe ressaltar a interferência dos primeiros efeitos dos investimentos das empresas que se instalaram no Estado desde o início de 2011”, afirma.
Para a economista, os números da produção industrial comprovam que o Paraná atravessa um estágio bastante privilegiado de ampliação e diversificação do seu parque manufatureiro, com pouco paralelo no País. “Isso representa uma continuação, de forma ampliada, do ciclo de investimentos ocorrido na segunda metade da década de 1990, interrompido durante o intervalo 2003-2010, quando o Estado afugentava investidores potenciais”, afirma.
FEVEREIRO – Foi também muito expressivo o aumento da produção industrial paranaense registrado em fevereiro de 2014, em comparação ao mesmo mês de 2013. O avanço neste indicador foi 17,7% – o maior crescimento do país e a maior taxa desde dezembro de 2011 (23,8%). No Brasil a expansão de fevereiro de 2014 sobre fevereiro de 2013 foi de apenas 5%.
Das 14 atividades pesquisadas, 11 mostraram variação positiva no Paraná. As principais contribuições para a média global foram dos seguintes setores: edição e impressão (66,4%), especialmente pela maior produção de livros, brochuras ou impressos didáticos; veículos automotores (59,6%), com aumento na fabricação de caminhões, automóveis, caminhão-trator para reboques e semirreboques e chassis com motor para ônibus ou para caminhões; metal (15,2%), pela maior produção de correntes cortantes de serras, cadeados, estruturas de ferro e aço em chapas ou em outras formas e guarnições, ferragens e artefatos semelhantes para móveis; máquinas e equipamentos (13,4%), com elevação na fabricação de máquinas para trabalhar matéria-prima para fabricar pasta de celulose, tratores agrícolas, elevadores para o transporte de pessoas e refrigeradores e congeladores e suas partes e peças; refino de petróleo e álcool (10,1%), com maior produção de gasolina automotiva, óleo diesel e outros óleos combustíveis e asfalto de petróleo; máquinas, aparelhos e materiais elétricos (7,5%); borracha e plástico (7,2%); madeira (4,6%) pelo aumento na fabricação de madeira serrada, aplainada ou polida e painéis de partículas de madeira; e minerais não metálicos (4,5%), com maior produção de e de cimentos “Portland”.
PRIMEIRO BIMESTRE – No acumulado do primeiro bimestre do ano, a indústria do Estado apresentou acréscimos de 2,3%, contra evolução de 1,3% para a indústria nacional. Dos 14 setores pesquisados, oito apontaram alta, puxados por veículos automotores (34,5%), metal (12,9%), máquinas e equipamentos (9,0%) e madeira (6,8%).
DOZE MESES – No indicador acumulado de doze meses, encerrados em fevereiro de 2014, a produção industrial regional expandiu 6,9%, ante o crescimento de 1,1% para a indústria nacional. O Estado assinalou a segunda maior taxa do país, atrás apenas do Rio Grande do Sul (7,0%), e manteve a trajetória ascendente iniciada em março de 2013 (-7,5%).
Os melhores resultados ficaram por conta dos setores de veículos automotores (21,1%); máquinas e equipamentos (14,6%); minerais não-metálicos (8,8%); máquinas e aparelhos e materiais elétricos (7,3%); edição e impressão (5,2%); e madeira (4,0%).

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Brasil agora tem 5.570 municípios

Vi a informação no Twitter de Carol Rocha, do Conasems, hoje. Com cinco novos municípios instalados no país, no dia 1º de janeiro, agora são 5.570 os municípios brasileiros.
Os novos municípios são: Pescaria Brava e Balneário Rincão, em Santa Catarina; Mojuí dos Campos, no Pará; Pinto Bandeira, no Rio Grande do Sul; e Paraíso das Águas, no Mato Grosso do Sul. Eles eram distritos e foram emancipados depois que a população aprovou o desmembramento, em plebiscito. Desta maneira, segundo o IBGE, o Brasil passa a ter 5.570 municípios.

Aqui a lista de estados e os números dos seus municípios:

1 Minas Gerais Sudeste 853
2 São Paulo Sudeste 645
3 Rio Grande do Sul Sul 497
4 Bahia Nordeste 417
5 Paraná Sul 399
6 Santa Catarina Sul 295
7 Goiás Centro-Oeste 246
8 Piauí Nordeste 224
9 Paraíba Nordeste 223
10 Maranhão Nordeste 217
11 Pernambuco Nordeste 185
12 Ceará Nordeste 184
13 Rio Grande do Norte Nordeste 167
14 Pará Norte 145
15 Mato Grosso Centro-Oeste 141
16 Tocantins Norte 139
17 Alagoas Nordeste 102
18 Rio de Janeiro Sudeste 92
19 Mato Grosso do Sul Centro-Oeste 79
20 Espírito Santo Sudeste 78
21 Sergipe Nordeste 75
22 Amazonas Norte 62
23 Rondônia Norte 52
24 Acre Norte 22
25 Amapá Norte 16
26 Roraima Norte 15

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Economia de Maringá cresce 211% em 10 anos

O Produto Interno Bruto (PIB) do município de Maringá saltou de R$ 2,6 bilhões em 2000 para R$ 8,2 brilhões em 2010, um crescimento de 211%.
O gráfico da evolução do PIB de Maringá mostra claramente a acentuada evolução do crescimento da economia da cidade.
Os dados são do IBGE.
O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região.
Informações completas sobre dados de Maringá e de todos os municípios brasileiros estão no site IBGE Cidades.

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PIB de Maringá cresce 13,50% em 2010, segundo IBGE – Corrigindo

No ano passado o IBGE informou que o Produto Interno Bruto (PIB) de Maringá havia chegado a R$ 7,2 bilhões, no ano de 2009. Agora, como sempre acontece em dezembro, o IBGE informou que o PIB municipal de Maringá em 2010 somou R$ 8,2 bilhões, um crescimento de 19,44% em relação a 2009. Em 2009 (valor anunciado em dezembro do ano passado) o crescimento do PIB de Maringá em relação a 2008 foi de 18,43%.
A renda per capita de Maringá também cresceu bastante e ultrapassou os R$ 24 mil por habitante.

A foto é de André Renato.

Corrigindo: Recebi um e-mail, de uma boa fonte, informando que o PIB havia chegado a R$ 8,6 bilhões e foi com esse número que calculei a variação. Deveria, é claro, ter conferido o valor no site do IBGE, simples assim.
O PIB de 2009 foi de  R$ 7.280.631.000,00. O PIB de 2010 foi de R$ 8.263.628.000,00. Variação de 13,50%.

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Indústria do Paraná tem melhor resultado do país em pesquisa do IBGE

Pelo décimo terceiro mês consecutivo o Paraná obteve saldo positivo na geração de empregos na indústria, em outubro. Em comparação com o mesmo mês do ano passado, houve aumento de 0,8%, contra queda de 1,2% na média nacional. Foi o melhor resultado do País. No ano, o Estado também lidera a geração de empregos na indústria, com crescimento de 2,5%, contra decréscimo de 1,4% no Brasil. Os números foram apurados pela Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em dez estados.
Apenas o Paraná, Minas Gerais (0,7%) e Santa Catarina (0,06%) registraram taxa positiva em outubro. O desempenho paranaense foi sustentado pelos setores têxtil (16,3%), fumo (15,8%), máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos e de comunicações (11,1%), produtos químicos (5,5%), alimentos e bebidas (4,9%), minerais não metálicos (4,4%), produtos de metal (3,6%), meios de transporte (3,1%) e refino de petróleo e álcool (2,8%).
A massa de salários reais (com dedução da inflação) pagos pela indústria no Paraná teve aumento de 5,8%, abaixo do registrado no Rio de Janeiro (7,9%) e Ceará (7,5%). A média nacional ficou em 3,8%. O desempenho favorável foi determinado por máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos e de comunicações (31,0%), produtos de metal (13,0%), refino de petróleo (11,2%), fumo (10,9%), têxtil (10,2%), produtos químicos (10,1%), minerais não metálicos (8,3%), alimentos e bebidas (7,1%) e metalurgia básica (6,2%).
O número de horas pagas no complexo fabril do Estado cresceu 0,1% (com queda de 1,1% para o Brasil), ficando também em terceiro lugar no ranking nacional, atrás de Minas Gerais (2,3%) e Santa Catarina (0,3%).
ACUMULADOS – De janeiro a outubro, a indústria paranaense manteve a dianteira em todos os itens ligados ao mercado de trabalho acompanhados pelo IBGE. O contingente ocupado teve crescimento de 2,5%, contra decréscimo de 1,4% no Brasil; a renda salarial real total subiu 8,5%, para 3,2% da média nacional; e as horas trabalhadas variaram 1,2%, ante uma retração de 2% para o País.
Os segmentos com melhor desempenho foram máquinas e aparelhos elétricos, meios de transporte, refino de petróleo e álcool, alimentos e bebidas, têxtil, produtos químicos, metalurgia e minerais não metálicos e metalurgia básica.
No índice anual, referente aos 12 meses até outubro, as indústrias instaladas no Estado também ocuparam o primeiro lugar no contexto nacional em volume de pessoal empregado, com índice de 2,9%, frente encolhimento de 1,2% para o País. O resultado é explicado pela evolução de máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos e de comunicações (30,3%), têxtil (11,4%), alimentos e bebidas (8,9%), minerais não metálicos (7,6%), metalurgia básica (7,2%), produtos químicos (6,3%), meios de transporte (4,8%) e refino de petróleo (4,4%).
Em volume de renda salarial real, o Paraná também ficou na primeira posição, com 9,2% contra 3,2% para a média brasileira. As taxas mais expressivas ocorreram em máquinas e aparelhos elétricos, eletrônicos e de comunicações (39%), fumo (17,7%), alimentos de bebidas (13,3%), produtos químicos (12,9%), meios de transporte (11,3%) e têxtil (9,4%). Em horas pagas, com impulsão de 1%, contra recuo de 2,0% para o Brasil, o Paraná ficou praticamente empatado com Minas Gerais (1,1%).
ANÁLISE – Para Gilmar Mendes Lourenço, diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), os indicadores comprovam o dinamismo do mercado de trabalho fabril paranaense. “O resultado é fruto do panorama positivo das cadeias produtivas da agroindústria, metalmecânica, petroquímica e construção civil, e da preservação do ambiente propício à multiplicação de negócios no Estado, fundamentado no bom relacionamento entre governo e iniciativa privada”, avaliou Lourenço.
Ele lembrou que o Programa Paraná Competitivo atraiu desde fevereiro de 2011 aproximadamente R$ 21 bilhões em projetos de investimentos industriais privados, multinacionais e nacionais, com potencial de criação de mais de 115 mil empregos.

Ricardo Caldas

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