Jovens



Reforma da Praça de Patinação

As obras de revitalização da praça Pedro Álvares Cabral, mas conhecida como Banks (ou Praça de Patinação), estão em fase de conclusão. A recuperação do local integra projeto de modernização da avenida Cerro Azul. Trecho da avenida até a praça já foi concluído. Na sequência, as obras prosseguem até a Perimetral. O objetivo é avançar com as reformas até a avenida Nildo Ribeiro. Recape, construção de ciclovias, ajardinamento dos canteiros e reforço da sinalização horizontal e horizontal e da iluminação integram o projeto de revitalização. A Praça de Patinação será reformada, preservando-se os equipamentos de lazer que justificam o nome da praça. Novo paisagismo, melhorias na iluminação e recuperação das rampas e pistas de skate estão entre as intervenções em fase de execução na praça. “A proposta é modernizar o espaço para torná-lo mais seguro e confortável para os frequentadores, especialmente os jovens que praticam skate e até disputa campeonatos na modalidade no local”, afirma o secretário de Serviços Públicos, Vagner de Oliveira.
Outras intervenções ocorrem em diversos pontos da cidade, com recape e revitalização de espaços públicos. A recuperação do piso asfáltico se concentra em trechos de ruas e avenidas com maior fluxo de veículos. “Estamos empenhados em recuperar a malha asfáltica de toda a cidade, assim como revitalizar praças e canteiros. Esse não é um trabalho pontual, mas de agenda, ou seja, será realizado de forma permanente tanto na execução das obras como manutenção delas”, afirma Vagner de Oliveira.

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Contratação de jovens

O mercado de trabalho melhorou para os jovens no Paraná. Das 559.100 contratações com carteira assinada feitas no Estado no primeiro semestre, 30% foram de trabalhadores de 18 a 24 anos. O saldo de emprego (diferença entre admissões e demissões) nessa faixa etária ficou positivo em 26.936 vagas nos primeiros seis meses do ano, mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (11.616).
Foi o terceiro melhor resultado do País, atrás apenas de São Paulo (94.185) e Minas Gerais (41.550). O Paraná teve o maior saldo entre os jovens da região Sul do País, à frente de Santa Catarina (18.289) e Rio Grande do Sul (16.928). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) compilados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social (Ipardes).
Os jovens foram os campeões em contratações no Estado no semestre. Em segundo lugar ficaram os trabalhadores com entre 30 e 39 anos (148.710) e em terceiro os entre 25 e 29 anos (102.037).

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Racismo e mercado de trabalho

Os números e relatos são impressionantes: pesquisa divulgada em um festival de inovação, em São Paulo, revelou dados sobre o racismo no ambiente de trabalho. No estudo, que ouviu cerca de 200 pessoas entre 18 e 50 anos, de diferentes classes sociais, 67% dos entrevistados afirmaram acreditar que já deixaram de ser contratados para uma vaga por serem negros. E seis em cada dez disseram que já foram vítimas de discriminação no ambiente de trabalho. Entre as principais dificuldades para conseguir entrar no mercado de trabalho, os entrevistados elencaram a falta de qualificação (43%) em primeiro lugar, seguida pelo racismo (34%) e por não ter o domínio da língua inglesa (31%) . “As consequências do racismo interferem diretamente na qualidade de vida e produtividade dos trabalhadores ao psicossomatizar em seus corpos, contribuindo para o adoecimento de talentos, e, ainda, fazendo com que o rendimento não seja desenvolvido tanto quanto poderia. Sob a perspectiva empresarial, um ambiente que propaga o racismo contribui significativamente para a baixa produtividade do colaborador, para o desenvolvimento de doenças físicas e psíquicas”, apontou Fernando Montenegro, idealizador da pesquisa.
Os entrevistados contaram que já alisaram ou rasparam o cabelo para passar por uma entrevista de emprego ou para ser aceito no ambiente de trabalho. “O gerente disse que eu deveria tirar as tranças e alisar o cabelo para ficar mais bonita”, contou uma das entrevistadas na pesquisa, que não teve seu nome revelado.

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Atividades Radicais

O 1º Encontro de Atividades Radicais da Juventude reuniu vários jovens na esplanada da Vila Olímpica. O evento, organizado para estimular o esporte de rua, contou com apresentações de roller do grupo Rollermaniacos, disputas de skate e basquete. A ação foi promovida pela Secretaria da Mulher, por meio da gerência de Juventude.

“Nosso objetivo é movimentar o esporte de rua. Muitos comentaram que haviam parado de praticar e jogar porque não tinha eventos para participar. O foco é colocar várias atividades em um mesmo espaço para a interação dos jovens”, explica o gerente da Juventude, Adriano Bacura.

Com Dj para animar o evento, a disputa de basquete envolveu quatro times com premiação para os três primeiros colocados. O skate, na categoria mirim, teve 12 participantes, os três primeiros colocados também receberam medalhas. O próximo encontro será no próximo mês entre os dias 17 e 21 de julho.

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Maioria vibra com Bolsonaro

 

Muita gente na Câmara para ver e ouvir Bolsonaro.
O protesto ficou pequeno diante do número de pessoas que vibrou com ele.
Detalhe: a maioria de presentes é de jovens.
Qual é o segredo da atração de Bolsonaro? Discurso forte, moralista e gestual completo. Coraçãozinho, tiros e tudo que a comunicação atual exige.
Não há como negar, a maioria das pessoas que foi assistir Bolsonaro vibrou com ele.

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Cultura urbana, na praça: A arte que vem dos movimentos populares


A cultura urbana ganhou novo espaço em Maringá, com Adriano Bacurau, na Juventude, e o apoio nas demais secretarias, como Mulher, Igualdade e Idoso, Cultura, Educação e Esportes. Na foto, lado do Adriano, a professora Rosângela Panucci, diretora da Semulher, e Salete (fico devendo um nome…).
A 1ª Mostra de Arte de Rua, realizada hoje, teve música, dança e fotografia.
Cultura é fundamental para os jovens, de todas as idades. A cultura urbana, que nasce na cidade, nas mais diversas comunidades, sempre tem muita realidade, emoção e sentimento, de quem vive a cidade nas suas veias mais populares, cheias de sonhos, lutas e teimosia, garra, vontade e resiliência.
Gosto dessa abertura a coisas novas, a expressões legítimas que as vezes incomodam. Mas são elas que nos colocam de cara com o que a maioria da população sente e vivencia. Temos que aprender, muito, com a cultura urbana.

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Mostra de Arte de Rua, domingo, em Maringá

De Adriano Bacurau, que coordena o setor da Juventude na administração municipal, recebo a informação sobre evento nesse domingo.
A Mostra de Arte de Rua começa às 14 horas, na Praça Pedro Alvares Cabral, a famosa Praça da Patinação (ou banks para a galera da cultura urbana).
Muito importante o apoio que a cultura urbana vem recebendo da Juventude, da Semulher, da área da cultura e também do esporte.
As manifestações populares dos jovens são ricas em cultura e novas linguagens e merecem ser conhecidas e apoiadas.

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Audiência pública discute o direito à cidade para crianças, adolescentes e jovens

Será realizada hoje (quarta-feira, 17), a partir das 19 horas, na Câmara Municipal de Maringá, audiência pública “Criança, Adolescente e Jovens: Direito à Cidade”. A programação acontecerá no Plenário Ulisses Bruder da Câmara de Maringá. A palestra será proferida por Douglas Moreira, articulador do Centro Marista de Defesa da Infância (CEDIN). A audiência pública é organizada pela Comissão dos Direitos Humanos e Cidadania, presidida pelo vereador Humberto Henrique e integrada pelos vereadores Flavio Vicente (vice-presidente), Belino Bravin, Jones Darc e Ulisses Maia.

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Número de jovens candidatos cresceu 70%

O número de jovens candidatos a deputado, com até 24 anos, cresceu 70% nessa eleição.
Um crescimento na contramão da população, que envelheceu, motivada, em grande parte, pelos movimentos do ano passado e pela conscientização dos jovens da importância de participar da política como instrumento das mudanças que querem promover.

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Jovens: mídia e realidade, quem concorda?

Evandro Oliveira, estudante de jornalismo, escreveu sobre o tema “Jovens, rezem e livrem-se do mal, amém”. Segundo ele, durante a Jornada Mundial da Juventude não faltaram elogios da imprensa ao comportamento dos jovens; mas a realidade não é bem assim.
O texto está no Jornal Matéria Prima e pode ser acessado AQUI.

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