Luiz Claudio Romanelli



Coluna de 10 de janeiro, quarta-feira

SOLUÇÕES Em recente liberação de mais R$ 13,4 milhões para a Região Metropolitana de Curitiba, o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PSB), líder do governo na Assembleia Legislativa, declarou: “A atuação do ministro Ricardo Barros à frente da Saúde está resolvendo gargalos históricos no Paraná”. Os números do relatório on line que o ministro mantém estão recebendo apoio e aprovação em várias regiões do país, dentro e fora de governos.

RESULTADOS No caso da saúde, no Brasil, não é possível todos os problemas de uma vez. Mas é certo que Ricardo usou sua coragem para enfrentar problemas e está apresentando resultados positivos.

SEGURANÇA Maringá deverá ter novidades importantes na área de segurança. Está em estudos um projeto, que poderá ser implantado sob o comando de um coronel, muito conhecido e conceituado.

PT A reunião da Frente Brasil Popular marcada para sábado terão presença de lideranças e militância local e regional. Gleisi, Requião e outras lideranças não vêm.

BRASIL No dia 13 estará sendo lançados os comitês do PT e Frente em diversas capitais e cidades brasileiras.

CONVITE O vereador Carlos Mariucci fez convite para o evento de apoio a Lula. Sábado, dia 13, 9h30, na Câmara, movimento de “Defesa da Democracia e do Direito de Lula ser Candidato.”

FRAUDE O movimento da Frente Brasil Popular usa a hashtag #EleiçãoSemLulaÉFraude.

REAÇÃO A reunião de apoio a Lula, em Maringá, gerou muitas reações contrárias na cidade.

APOIO A MORO Há uma mobilização com o objetivo de mostrar que a cidade onde Sérgio Moro nasceu o apoia, de forma ampla.

PREOCUPAÇÃO Há receio de que a convocação pró-Sérgio Moro, para o mesmo horário e local agendado pelo movimento pró-Lula leve a um enfrentamento nada democrático.

CORRIGINDO Domingo, escrevi errado o valor da tarifa definida para o transporte coletivo. R$ 3,06 é o valor com os 15% de desconto, fora do horário do pico. A tarifa cheia será R$ 3,60.

EDSON ABRÃO Na segunda-feira Edson Abrão da Silveira nos deixou. Um ser humano exemplar, realizador, alegre, motivador, uma das melhores pessoas que conheci. Um dos sinônimos que me ocorrem ao lembra-lo é INESQUECÍVEL!

 

MUNICÍPIOS

SEGURANÇA EM FLORAÍ A segurança promete ser um tema prioritário em Maringá e na região, este ano. Em Floraí foi constituído o Conselho Comunitário de Segurança, segunda, dia 8.

PRESIDENTE Em evento que teve a presença do prefeito, Fausto Herradon, e do presidente da Câmara, Marcia Leandro Mendes, o Dr. Pedro Vicentini assumiu a presidência do Conseg.

CARTA CONSTITUITIVA O coronel Nerino de Brito, coordenador estadual dos Consegs, fez a entrega do documento de constituição do conselho.

INFORMÁTICA A Prefeitura de Mandaguari realizou mudanças no seu setor de TI, no começo do ano. Informa que as Notas Fiscais eletrônicas já estão liberadas.

 

FRASE “Não concordo com o que dizes, mas defendo até a morte o direito de o dizeres.” Voltaire.

 

ÚLTIMA É preciso coragem e fé em Deus. Sempre.

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Deputado Romanelli conversa ao vivo no Facebook, às 20 horas

O deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli estará no seu Facebook agora, às 20 horas, falando sobre o fake news de que foi vítima nos últimos últimos.
A falsa notícia é que um caminhão da sua empresa estava transportando armas e drogas. O deputado vai esclarecer que isto não é verdade.
Ele responderá a perguntas.

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Para entender o caso da construtora Valor, no Paraná

“Houve conluio entre Valor e servidores para desvio de recursos”, explica Romanelli

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) apresentou na terça-feira (19) os processos que comprovam os desvios de recursos para construção de escolas pela Construtora Valor e as providências adotadas pelo governo do Estado. Segundo Romanelli, houve um claro conluio entre o proprietário da Construtora Valor e servidores da Sude (Superintendência de Desenvolvimento Educacional) para desviar recursos públicos.

“A análise dos processos de pedidos de aditivos revela que foram feitos cronogramas de obras, medições e relatórios falsos para justificar assinatura de termo aditivo. Posteriormente, a construtora ainda solicitou que fossem feito mais dois aditivos, referentes a prazo, um por 180 dias e outro por 12 meses, justificando que as condições climáticas impediram a realização da obra, embora os relatórios indicassem que mais de 99% da obra estaria concluída- o que era absolutamente falso”, revela Romanelli.

O deputado Romanelli analisou o processo referente à Escola Ribeirão Grande, em Campina Grande do Sul, mas salientou que o “modus operandi” era o mesmo em todas as obras. “Cerca de quatro meses depois de assinado o contrato para construção, a construtora solicitava um aditivo, sob o argumento de que as condições do solo eram desfavoráveis. O chefe de fiscalização da Sude dava parecer favorável e anexava medições e documentos forjados. Na sequência, o diretor de Engenharia, Projetos e Orçamentos e o superintendente da Sude concordavam com a necessidade do aditivo”, diz.

Trâmite – Romanelli explica que a liberação de recursos era realizada com anuência de técnicos, fiscais, diretor e superintendente. “Em relação ao pedido de aditivo, o processo percorreu toda a cadeia de comando, passando pela coordenação de orçamentos, coordenação de fiscalização, diretoria de engenharia, projetos e orçamento, superintendente da Sude, setores de Orçamento, Financeiro, Jurídico e Diretor Geral da Secretaria de Educação, Núcleo Jurídico da Casa Civil, Conselho de Gestão Administrativa e Fiscal. O processo passou por doze instâncias ou profissionais antes de ser assinado pelo governador Beto Richa”, explica.

O líder do governo também detalhou as providências adotadas pela Secretaria de Educação e pelo Governo do Estado para apurar as irregularidades. “Em 5 de abril o então secretário Fernando Xavier Ferreira determinou a abertura de sindicância. As obras foram todas vistoriadas e constatou-se que não foram executadas. Providências administrativas foram adotadas, com afastamento dos engenheiros e criação de comissão de supervisão da fiscalização. O governador determinou abertura de processo administrativo”.

“Os servidores envolvidos foram exonerados e a Procuradoria Geral do Estado ajuizou ações de improbidade administrativa, pleiteando ressarcimento por danos materiais e morais coletivos que superam R$ 41 milhões. O governador também determinou a declaração de inidoneidade da Valor, proibição de contratar com a administração pública por cinco anos, multa de R$ 5 milhões, rescisão dos contratos e nulidade dos termos aditivos”, explicou.

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