Meio Ambiente



Tecpar promove workshop sobre diagnóstico e remediação de áreas contaminadas


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) realiza, entre os dias 26 e 27 de outubro, o 1º Workshop Paranaense sobre Diagnóstico e Remediação de Áreas Contaminadas. As vagas são limitadas.
O workshop tem o objetivo de debater junto a técnicos do setor a legislação ambiental sobre as áreas contaminadas, a atuação pelos órgãos fiscalizadores, as certificações e análises feitas no segmento.
Especialistas do Tecpar participam do encontro. O diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Tecpar, Reginaldo Joaquim de Souza, abre o segundo dia de workshop com a palestra sobre o papel das instituições de pesquisa e desenvolvimento técnico em gerenciamento de áreas contaminadas no estado do Paraná.
Outro participante do instituto é o físico do Centro de Tecnologia em Saúde e Meio Ambiente do Tecpar Ronei Ezequiel da Paixão, que vai dedicar sua palestra às análises voláteis em amostras ambientais, à certificação e aos ensaios interlaboratoriais.
Outras instituições participantes do workshop são a Promotoria de Meio Ambiente do Paraná, o Instituto Ambiental do Paraná, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Curitiba, o Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná, além das empresas Geoambiente (organizadora e apoiadora do evento); Neiva de Lima, Zanicotti – Advogados; CSN e Nicole Brasil; Mérieux Nutrisciences; ALS Global; Innolab do Brasil; Tecnohidro; Insitu e RNAS Produtos para Remediação.
As inscrições para o workshop são gratuitas, limitadas a 120 vagas, e podem ser feitas pelo link bit.ly/2xglRww. A programação completa do evento pode ser vista pelo site bit.ly/2xeZSq5.

Serviço
1º Workshop Paranaense sobre Diagnóstico e Remediação de Áreas Contaminadas
Data: Quinta (26) e sexta-feira (27), das 8h30 às 17h30
Local: Auditório do Instituto de Tecnologia do Paraná (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba)
Inscrições
Informações

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Carta dos Sanitaristas Brasileiros

Carta elaborada e aprovada no Congresso da ABES 2017

A Lei 11.445, conhecida como a Lei do Saneamento Básico, completou 10 anos em janeiro com pouco a comemorar: um estudo realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES no início deste 2017 demonstrou quehouve melhora na situação do saneamento no país, porém, movida por avanços tímidos em algumas regiões.
A Lei, que estabelece as diretrizes nacionais e a política federal para o setor, gerou grandes expectativas quanto à melhoria da prestação e gestão desses serviços e a tão desejada universalização. Dez anos depois, os indicadores monitorados anualmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da PNAD (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios) e pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental por meio do SNIS (Sistema Nacional de Informações de Saneamento) apontam um grande contingente de pessoas ainda sem acesso aos serviços.
Diante dos números lamentáveis apresentados no estudo da ABES, intitulado “Situação do Saneamento Básico no Brasil”, a entidade lançou uma campanha nacional de diálogo pelo saneamento, o Ciclo de Debates Desafios do Saneamento Ambiental, percorrendo o País e convidando os profissionais – de empresas públicas e privadas, acadêmicos e estudantes – a discutir este quadro e refletir sobre os
entraves do setor.
Nos encontros realizados em 24 capitais brasileiras nas cinco regiões, entre março e setembro deste ano, inúmeros foram os desafios apontados por profissionais de norte a sul do país, que somam-se às questões já defendidas pela ABES e que serão discutidos no Congresso ABES/Fenasan 2017 e encaminhados às autoridades federais, estaduais e municipais, como segue:
– O Saneamento tem que ser considerado no Brasil uma política de Estado. Apesar de sua irrefutável importância, infelizmente o Saneamento é um dos segmentos mais atrasados da infraestrutura brasileira.
– O poder público e o Setor de Saneamento devem atuar sob a perspectiva da relação direta entre saneamento e saúde, não apenas no que diz respeito às políticas públicas adotadas e aos profissionais dos setores de saúde e de Saneamento, mas na comunicação com a sociedade brasileira, para que esta
entenda a importância, engaje-se e tenha participação ativa, promovendo o exercício da cidadania.
– Fortalecimento Institucional do Setor de Saneamento com a coordenação, no âmbito do Executivo Federal, do Ministério das Cidades, através da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental – SNSA, garantindo-se a atuação efetiva da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).
– Recursos para os Planos de Saneamento Básico – Destinação de recursos financeiros equivalentes a 5% do Orçamento anual destinado ao saneamento (recursos não onerosos) da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, para o financiamento da elaboração dos Planos Municipais de Saneamento Básico e para o financiamento de estudos, projetos de engenharia e assistência técnica correlatos aos Planos.
– Consideramos que o REISB (Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento do Saneamento) é instrumento fundamental, pois irá gerar benefícios econômicos – a concessão dos créditos só ocorre se houver o real aumento dos investimentos – trazendo oportunidade para vários segmentos da indústria como engenharia consultiva, projetos de engenharia, construção civil, produtos químicos, plástico, aço, máquinas e equipamentos. Gerará milhares de empregos e interferirá direta e positivamente no valor bruto da produção total.
– Assistência Técnica em saneamento para os municípios – Criação de Programa Nacional de Assistência Técnica em Saneamento destinado a conferir aos titulares dos serviços públicos de saneamento, os municípios brasileiros, capacidade técnica, institucional e de gerenciamento capaz de fazer frente aos desafios da universalização do abastecimento de água, da coleta e do tratamento dos esgotos.
– Implementação de ações junto à Caixa Econômica Federal – CEF, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e Fundação Nacional de Saúde.
– Funasa, que tornem menos burocrático e menos moroso o processo para obtenção de recursos. Também devem ser aprimorados e desburocratizados os processos de acompanhamento da execução das obras, obtendo-se agilidade nas soluções de problemas que hoje emperram o andamento e postergam em muito o prazo de implantação dos empreendimentos.
– Regulação – Fortalecer a governança regulatória de modo a possibilitar a segurança e sustentabilidade dos contratos dos concessionários e a isonomia competitiva por meio de fortalecimento das agências reguladoras existentes e da criação de agências reguladoras regionais.
– E, finalmente, estabelecer um programa estruturante voltado para cadeia do saneamento, envolvendo diversas esferas do governo e iniciativa privada, nos moldes o PBQP-Habitat já existente no âmbito da Secretaria Nacional da Habitação e aproveitando as sinergias de outras iniciativas já desenvolvidas no
Ministério das Cidades.
Não podemos mais admitir que nosso País continue exibindo os mesmos índices ano após ano, com tantas disparidades entre suas regiões, em pleno século 21.
Continuamos dispostos a colaborar para a execução das políticas e diretrizes que visem as reais melhorias e o aumento da cobertura dos serviços de saneamento básico no Brasil. É nossa missão trabalhar pela universalização dos serviços para garantir a saúde, a qualidade de vida e a dignidade de todos os brasileiros.

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Caminhões de lixo

O governador Beto Richa repassa, hoje, dia 22, mais R$ 12 milhões para 47 cidades comprarem caminhões de coleta de lixo. Richa já liberou outros R$ 20 milhões aos pequenos e médios municípios para implantarem a coleta seletiva de lixo. Cada convênio é de R$ 250 mil ou R$ 290 mil, conforme o tipo do caminhão.

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Purificação nos lagos dos parques

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema) está providenciando edital de licitação para a compra de oito aeradores de água para purificar os lagos dos parques Alfredo Nyeffeler e do Ingá.
A medida visa incorporar oxigênio e quebrar a barreira de estratificação da água, impedindo níveis diferentes de temperatura e oxigênio, deixando os lagos mais homogêneos. De acordo com o secretário Jaime Dallagnol, o problema maior de escurecimento da cor da água ocorre atualmente no Parque Alfredo Nyeffeler, na Vila Morangueira, onde a falta de chuva neste mês fez baixar o nível da água. “Isso impede que sejam abertas as comportas para a drenagem do lago, que também sofre com a proliferação de algas e o acúmulo de excrementos das dezenas de patos que frequentam o parque”, diz. Em menor proporção esses problemas também afetam o lago do Parque do Ingá, onde a água também é turva por conta da vazão diminuída. O projeto da Sema é distribuir quatro aeradores em cada um dos parques. “É certo que a qualidade da água nos dois lagos só será melhorada com a chegada da chuva, mas as providências que estamos tomando ajudarão a eliminar o excesso de formação de algas e minimizar os efeitos provocados pela proliferação de patos, que vêm aumentando de número a cada dia nas duas das principais áreas verdes da cidade”, conclui.

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Paraná em alerta

A combinação de geadas e a falta de chuvas aumenta os riscos de incêndios ambientais nesta época do ano. O alerta é da Defesa Civil Estadual, o Corpo de Bombeiros e o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) que fazem um alerta sobre a importância da população para evitar os incêndios. Neste ano, já foram registradas 3.525 ocorrências de incêndio ambiental. Apenas no mês de julho, que e o com maior número de incêndios, foram 1.013, com uma pessoa ferida. Em 2016 foram atendidas 10.708 ocorrências de incêndios ambientais no Paraná, com oito feridos.
“Durante o inverno, com a diminuição das temperaturas e da quantidade de chuvas, o tempo fica mais seco e a umidade do ar cai muito. Isso torna o ambiente propício para mais incêndios”, explica a responsável pela Comunicação Social do Corpo de Bombeiros, tenente Rafaela Diotalevi. A geada também contribui para a ocorrência de incêndios, pois queima a vegetação e facilita o processo de combustão.

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O Horto para os maringaenses

Ulisses Maia, com Jaime Dallagnol e Wilson Matos com o presidente da Companhia, Gastão Mesquita

Foto de Tabajara Marques

A notícia foi manchete de O Diário de ontem e é muito esperada pelos maringaenses. O prefeito Ulisses Maia esteve reunido com o presidente da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná, Gastão Mesquita, e pediu, formalmente, a doação da área ao município.
A razão do pedido é simples: a área já recebeu, atendendo a determinação judicial, obras de infraestrutura e conmbate à erosão, investimento elevado, que foi feito pela Prefeitura. Agora estão listadas mais 20 obras na área. Assim, ou a Companhia doa a área ou investe na readequação ambiental da área.
O Horto Florestal de Maringá tem uma história. Durante muitos anos foi o local mais visitado pelos maringaenses. Era o único local aberto, organizado, de rara beleza.
Fechado desde outubro de 2003, o Horto Florestal de Maringá permanece como um ativo turístico e histórico importante da cidade, que precisa ser cuidado e reaberto, com os devidos cuidados e preservação.
Ulisses está otimista quanto a um acordo com a Companhia.
Destacamos isso na coluna Ideias & Fatos deste domingo.
Hoje, dia 11, Tabajara Marques publicou várias fotos do Horto Florestal no seu blog.

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Semana do Meio Ambiente

A abertura da Semana de Meio Ambiente nesta segunda, 5, contou com a temática da preservação ambiental por meio de apresentações de corais e quarteto de cordas, declamações de poesias, exposição de trabalhos com sucatas do artista plástico Neto Silva, sensibilização contra a dengue e entrega do plano de ação evangelizadora que integra atividades ambientais e sociais da Arquidiocese de Maringá.

O evento, realizado na Câmara de Vereadores, teve como plateia alunos e professores da rede municipal, tendo a participação do vice-prefeito Edson Scabora, do presidente do Legislativo, Mário Hossokawa, do secretário de Meio Ambiente, Jaime Dallagnol, de vereadores, servidores, representantes da Arquidiocese, convidados e comunidade.

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Junho, meio ambiente

Escolhi essa foto do Jackson Yonegura para a capa deste começo de junho, Semana do Meio Ambiente, na gan page Diniz Neto Ideias & Fatos. 5 de junho é o Dia Mundial do Meio Ambiente. A foto mostra a beleza e os desafios do campo e da cidade, dos fundos de vale urbanos, loteamentos, ocupação do solo, enfim, a atividade humana sobre a terra. Reflorestar, cuidar, preservar, limpar, proteger. Temos a fazer pelo nosso meio ambiente.

Convido os amifos e amigas do blog para curtirem a fan page também.

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Bem-Estar Animal, ao vivo

Neste momento está sendo inaugurada a sede da Diretoria de Bem-Estar Animal, em Maringá.
A diretoria faz parte da Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal.
Esta é uma inovação importante, em gestão e políticas públicas, no país.
Assista ao vivo ou veja o vídeo, depois.

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Ávores solares: novo projeto é desenvolvido no Brasil

Em janeiro de 2014 publiquei um texto sobre uma árvore solar, desenvolvida no Chile.
Recebi foto e informação de uma assessoria de imprensa. Muitas pessoas me pediram o contato, porém apesar de inúmeras tentativas, não conseguimos, o que foi frustante.
Agora tenho a acesso a uma informação mais concreta. Um projeto que está desenvolvendo árvores solares no Brasil. A notícia está na série “Trilhas da Educação”, no portal do Ministério da Educação.
O título é “Árvore solar produz energia em campus de universidade cearense”. Essa árvore foi idealizada com a finção de captar energia solar e armazená-la para carregar bicicletas elétricas, outro projeto da Universidade Estadual do Ceará (UECE).
A árvore é um primeiro passo das pesquisas, porém tem um valor inquestionável, pelo que representa como mais um passo importante para que a energia renovável se torne uma realidade no Brasil e no mundo.
A árvores vai contribuir para o deslocamento dos servidores responsáveis pela segurança local, substituindo motocicletas e carros, com as bicicletas elétricas. Com isso, a UECE vai gastar menos com combustível e o ar fica mais puro. Sem contar que a árvore ocupa um espaço otimizado, bem menor que a disposição tradicional das células de absorção da luz e do calor do sol.
A meta agora é ampliar o projeto dentro e fora da universidade, a fim de atingir um público maior no transporte alternativo, como funcionários de fábricas e supermercados. “Queremos que ele integre o mobiliário urbano e tenha uma clara relação formal com a natureza,” afirma Lutero de Lima, professor do mestrado em Ciências Físicas Aplicadas da UECE.
Segundo Lutero Lima o objetivo da expansão do projeto é estimular o desenvolvimento econômico sustentável. Às empresas que adotarem a tecnologia deverão ser concedidos créditos de carbono, uma espécie de certificado de qualidade por medidas que colaborem com a redução de gases que provocam o efeito estufa.

Acredito que agora todas as pessoas interessadas terão acesso aos pesquisadores e ao projeto.
Isso é muito bom.

Acesso ao postal da Univesidade Estadual do Ceará >>> http://www.uece.br/uece/

Texto no Portal do MEC >>> Acesse aqui

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