Melhorias



Contorno Norte

O vice-prefeito Edson Scabora, o vereador Jean Marques e o secretário de Mobilidade Urbana (Semob), Gilberto Purpur, estiveram reunidos nesta segunda, 18, com moradores e presidentes de associações de bairro de Maringá e Sarandi para discutir melhorias no trânsito no entorno do Contorno Norte.
Os moradores do Conjunto Itatiaia e Jardim Atlanta (Maringá), do Parque Alvamar e Jardim Panorama (Sarandi), entre outros bairros da região, reclamam dos acidentes e da dificuldade em se deslocarem para a Zona Sul de Maringá. O secretário de Mobilidade Urbana (Semob), Gilberto Purpur, destaca que o projeto do Contorno Norte privilegia o sistema rodoviário e que um empreendimento para mais de quatro mil moradores na região poderá ter como medida mitigatória o prolongamento da Rua Sérgio Bittencourt, ligando as zonas Norte e Sul. “Prazos e custos estão em fase de análise”, destaca o secretário. Os moradores solicitaram a presença de agentes de trânsito na trincheira em horários de pico, entre a Avenida Ambrósio Bulla e a Rua Soares de Moura, para organizar o trânsito e a visita in loco do secretário de Mobilidade Urbana. O vice-prefeito Edson Scabora se comprometeu em estar com a comunidade no local e lembrou que a administração avaliará formas para melhorar a segurança do trânsito.
O presidente da Associação de Moradores dos Jardins Panorama e Independência, Bianco Aparecido, agradeceu o atendimento. “Entendemos que vocês pegaram de carona o problema, mas que estão dispostos em melhorar a situação. Durante o projeto de construção do Contorno Norte alertamos que seria perigoso e causaria muito transtorno para os moradores.”, acrescentou.

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Melhorias

O estádio municipal de Maringá recebe as últimas melhorias para o Campeonato da Segunda Divisão do Paranaense. Os dois times da cidade – Grêmio Maringá e o Maringá Futebol Clube – , irão mandar seus jogos no Willie Davids. A equipe do Tribuna da Massa esteve nas arquibancadas para mostrar como andam os trabalhos e também conversou com o diretor administrativo da Secretaria de Esporte, Marco Aurélio.

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Melhorias

A Secretaria de Serviços Públicos (Semusp) iniciou nesta terça, 4, o recape da avenida Cerro Azul. Nesta etapa as intervenções serão realizadas do entorno da Catedral até a praça Pedro Álvares Cabral (Praça de Patinação) e também contam com a revitalização do canteiro central com plantio de flores, grama e construção de ciclovia.
Devido às obras, a pista sentido centro-bairro será bloqueada nesta terça, e a pista sentido bairro-centro bloqueada na quarta. O recape será finalizado ainda nessa semana e em seguida será realizado até a avenida Juscelino Kubitschek junto com a construção de ciclovia e revitalização com paisagismo no canteiro central.

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O que os brasileiros querem

A inquietação manifestada pelos brasileiros nas últimas três semanas teve como estopim um problema de dramática atualidade: as altas tarifas e a má qualidade do serviço de transporte urbano. Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) com 3,7 mil pessoas em 212 municípios em 2011 sugere que se trata de dilema que afeta a população brasileira de forma desigual, mas extensiva. Dos entrevistados com renda familiar per capita mensal de zero a cinco salários mínimos, 99% declararam-se usuários cativos ou exclusivos do transporte público. Segundo o mesmo levantamento, a avaliação negativa do serviço cresce à medida que aumenta o tamanho da cidade: apenas 27% dos entrevistados em municípios com menos de 20 mil habitantes consideraram o transporte ruim ou muito ruim, enquanto essa mesma fatia sobe para 41% nas concentrações com mais de 100 mil habitantes.
Logo os manifestantes incluíram também na sua pauta de reivindicações outros serviços públicos deficientes, especialmente nas áreas de saúde, educação e segurança. Também nesse aspecto, mostraram ter com o restante da população uma sintonia raras vezes atingida por representantes eleitos nos parlamentos. Conforme o Datafolha, em levantamento realizado no dia 21, dois em cada três paulistanos eram favoráveis à continuidade das manifestações e propunham como principais bandeiras a saúde (40%), a educação (20%) e o combate à corrupção (17%). As demandas nessas áreas essenciais são urgentes, pois ninguém suporta mais ver filas de doentes nas emergências dos hospitais, pessoas esperando meses por consultas especializadas e cirurgias, falta de médicos em locais remotos, escolas sucateadas, professores desmotivados e mal pagos, índices constrangedores de reprovação e evasão escolar e violência desenfreada nos centros urbanos e até mesmo nas localidades interioranas.
Mais grave ainda do que essas falhas do Estado, que interferem diretamente na vida das pessoas, é a cultura da negligência, que permeia a máquina pública. É sabido que, nos últimos 10 anos, o Brasil experimentou uma redução significativa em sua histórica desigualdade social. Como lembra o presidente do Ipea, Marcelo Neri, nesse período a renda dos 10% mais pobres cresceu 550% mais rápido do que a dos 10% mais ricos. É compreensível que, pelo menos nos grandes centros urbanos, o ingresso massivo de brasileiros no universo do trabalho e do consumo ocorrido na última década provoque demandas adicionais sobre o conjunto dos serviços públicos e que a percepção de suas deficiências também seja acentuada com o aumento do acesso à educação e à informação. Se o país não estiver preparado para receber esse novo contingente de beneficiários de serviços e de políticas públicas com um incremento na qualidade da saúde, da educação e da segurança, estará apenas preparando o caldo de cultura para mais descontentamento.

Editorial do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, dessa segunda-feira, dia 1º de julho

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