Morte



Antonio Pepato (1949-2017)

 Antonio Pepato morreu ontem, vitimado por um infarto, aos 68 anos. Um dos seus projetos é a Orquestra Raiz Sertaneja de Marialva.
Músico de grande talento, pessoa extraordinária, tinha muitos amigos e fazia sucesso com a sua música no Paraná e em muitas regiões do país.
Pepato é um daqueles que vai contrariar a frase “ninguém é insubstituível”. A cultura da região perde um ativista talentoso, brilhante.

O velório está sendo realizado na capela do Prever de Marialva.
Às 14 haverá uma homenagem. O sepultamento está marcado para as 16h30.
O prefeito Victor Martini decretou luto oficial na cidade neste dia 16. O expediente de atendimento no paço municipal, nesta quinta-feira, será até às 11h30.

Antonio Pepato é pai do produtor musical Eduardo Pepato, produtor musical de grandes nomes da música sertaneja brasileira.

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Padre Geraldo Schneider morre, aos 81 anos

Padre Geraldo Schneider

Morreu hoje, às 6 horas, o padre Geraldo Schneider, aos 81 anos. Ele estava na casa dos padres idosos, anexa à residência de Dom Anuar Battisti. Padre Geraldo teve um infarto fulminante. Schneider sofria de insuficiência cardíaca e renal crônica.

O velório será realizado a partir das 16h na Catedral de Maringá. A última missa de corpo presente será celebrada nessa terça-feira (14) às 15h30. Logo após a celebração o corpo do padre Geraldo será cremado, a pedido do próprio presbítero. As cinzas serão depositadas no ossário da Catedral de Maringá.

O Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, pede que, ao invés de coroas de flores, quem quiser, pode fazer doações em dinheiro na secretaria da Catedral. O valor arrecadado será destinado às obras sociais que o padre Geraldo criou.

Na página da Arquidiocese está publicado um texto sobre o padre Geraldo Schneider, que escreveu seu nome na história de Maringá.

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Morre, em Maringá, mãe do deputado Luiz Nishimori

Morreu em Maringá, Santa Casa, Fumi Nishimori, aos 87 anos, mãe do deputado federal Luiz Nishimori.
Teve quatro filhos, 10 netos e 10 bisnetos.
Ele estava internada desde o dia 8 de outubro, com AVC.
O velório está acontecendo no Prever, em Marialva.
O sepultamento será às 16 horas, em Marialva.

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Dirceu Oscar de Mattos

O conheci há muito anos, sempre militando no esporte. Atleta, dirigente, árbitro, comentarista. Alto astral, bom papo, amigo. Presidia a Liga Desportiva Amadora de Maringá e era assessor do deputado federal Luiz Nishimori.
Hoje chegou a hora da notícia que ninguém queria dar: Dirceu morreu, vencido por uma doença agressiva, semelhante à leucemia.
Nas redes sociais é possível perceber como ele é admirado e tem amigos.
Muita tristeza nos meios esportivos, especialmente entre os profissionais da comunicação que conviveram com ele, por muitos anos.
Uma perda irreparável.

O velório será a partir das 20 horas desta segunda-feira, na Sala 3 do Prever, em frente ao Cemitério Municipal de Maringá. O sepultamento será amanhã, terça-feira, dia 5 de setembro, às 10h30.

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Em Iguaraçu

Faleceu nessa madrugada, aos 82 anos, a pioneira Maria Aparecida da Silva Brunetti, o corpo será velado na Capela Mortuária de Iguaraçu, a partir das 8 horas. Haverá missa, às 16 horas e em seguida o sepultamento.
Ela é mãe de Tião Aurélio, que foi prefeito de Iguaraçu em três mandatos. Deixa 5 filhos, 10 netos e 8 bisnetos.

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Morre Paulo Silvino

Morreu nesta quinta-feira, 17, aos 78 anos, o ator Paulo Silvino. Segundo a Central Globo de Comunicação, ele estava em casa, na Barra da Tijuca, no Rio. Afastado da TV desde o ano passado, o ator e humorista lutava contra um câncer no estômago.
Ao receber a notícia ao vivo no Encontro com Fátima Bernardes, Betty Faria se emocionou. “Fica a saudade, o fato de não encontrar mais no Projac, não ver mais o trabalho… um beijo, Paulo Silvino”, disse a atriz, às lágrimas.
Paulo Ricardo Campos Silvino, nasceu em 27 de julho de 1939, no Rio de Janeiro, filho de Silvino Netto e Naja Silvino.
De acordo com seu site oficial, com 20 anos de idade ele participou, ao lado de nomes como Altamiro Carrilho, Durval Ferreira e Eumir Deodato, do disco Nova Geração em Ritmo de Samba, compondo e interpretando, ainda sob o nome de Silvino Junior.
Durante as décadas de 1960 e 1970 seguiu na sua produção musical e teatral, escrevendo e atuando em peças e filmes. Passou pelas extintas TV Tupi, Continental, Rio e Excelsior. Estreou na Globo em 1967 em TV Ó – Canal Zero.
Participou ao longo dos anos de vários programas de humor da Globo: Faça Humor Não Faça Guerra, Satiricon, O Planeta dos Homens, Balança Mais Não Cai, Viva o Gordo, Brasil Pandeiro, Cassino do Chacrinha, Escolinha do Professor Raimundo, e, mais recentemente, do Zorra.
No SBT de 1989 a 1992, atuou na Praça é Nossa e na Escolinha do Golias. Massa News

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‘Encontrei meu ídolo numa mesa de necrotério’

Quando soube que a nova turnê de Elvis Presley passaria pela cidade de Memphis, no Tennessee (EUA), o médico brasileiro Raul Lamim, então com 29 anos, quase não acreditou: finalmente teria a chance de assistir a um show do “rei do rock”.
A animação era tanta que pensou em convidar colegas do Baptist Memorial Hospital – Memphis, onde fazia residência médica, para assistir ao concerto no Mid-South Coliseum, uma arena com capacidade para 10 mil pessoas. Só faltava definir a data: 27 ou 28 de agosto? Tinha que decidir logo, antes que os ingressos se esgotassem. Enquanto o dia do show não chegava, Raul procurava se concentrar em sua tese de mestrado. Quando não estava dando plantão, o mineiro de Juiz de Fora gostava de estudar na biblioteca do hospital. Em 16 de agosto de 1977, não foi diferente. Após pegar alguns livros de patologia clínica emprestados, passou na secretaria da necropsia. Lá, pegaria o pager e seguiria para casa. Em caso de emergência, voltaria ao hospital. A funcionária, no entanto, pediu a ele que esperasse. Havia uma necropsia urgente – e importante – para fazer. O relógio marcava 16h.
“Quando ela disse que o corpo era o do Elvis, achei que estivesse de brincadeira. Mas, quando vi carros da polícia e caminhões de TV estacionando do lado de fora, não tive dúvidas: havia acontecido algo de errado”, lembra o médico, que hoje, aos 69 anos, se divide entre aulas na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e consultas na Santa Casa da cidade mineira.
Pistas sobre causas
Quando Lamim entrou na sala de necropsia do Baptist Memorial Hospital, Thomas McChesney, patologista-chefe da instituição, já estava lá. Logo que viu o corpo do cantor deitado sobre a maca, duas coisas lhe chamaram a atenção: a boca entreaberta com a língua parcialmente para fora e a tonalidade azulada da pele e das mucosas – fenômeno também conhecido como cianose. “São sinais de grande sofrimento respiratório”, explica o médico. O corpo de Elvis fora encontrado sem vida, duas horas antes, por Ginger Alden, sua noiva, no banheiro de seu quarto em Graceland, a mansão em que o cantor vivia em Memphis.
A famosa propriedade do cantor fica a menos de 25 km de distância do Baptist Memorial Hospital. Se Lamim contava os dias para o show, o rei do rock também não disfarçava a ansiedade. Daquela vez, a turnê duraria apenas 12 dias, começaria por Portland, no Oregon, e terminaria em Memphis.
Na noite anterior ao início da excursão, Elvis não conseguira relaxar. Segundo seus biógrafos, passou a madrugada em claro, jogando squash (uma partida às 04h00 da manhã, em que se movimentou pouco), repassando músicas ao piano e beliscando guloseimas – o último lanche teria sido quatro bolas de sorvete e seis cookies de chocolate. Entre uma atividade e outra, ingeria calmantes. Às 9h, quando Ginger Alden se levantou da cama, Elvis continuava acordado. Segundo o livro “Elvis & Ginger: Elvis Presley’s fiancée and last love finally tells her story” (“Elvis e Ginger: A noiva e último amor de Elvis finalmente conta sua história”, em tradução livre), que ela lançou em 2014, o cantor teria dito que ia ao banheiro para ler e nunca mais foi visto com vida.
Por volta das 14h, Ginger bateu à porta do banheiro. Como Elvis não respondia, abriu. O cantor estava caído, de bruços, sobre o carpete. Ao seu lado, o livro “A scientific search for the face of Jesus” (“A busca científica pelo rosto de Jesus”), de Frank Adams, sobre o Santo Sudário, uma peça de linho com uma imagem de homem que seria Jesus. Na opinião do médico brasileiro, a posição em que o cantor caiu no sono teria impedido a respiração e provocado sua asfixia. “O que mais chama a minha atenção, 40 anos depois, é a precocidade da morte do Elvis. Ele só tinha 42 anos. Era muito novo”, afirma. Na mesma hora, o médico do cantor, George Nichopoulos, tentou reanimá-lo, aplicando massagem cardiorrespiratória. “Respire, Elvis, respire!”, repetia. Nada. Logo, Joe Esposito, gerente de turnês do artista, chamou a ambulância. Durante o trajeto até o Baptist Memorial HOspital, os paramédicos Charlie Crosby e Ulysses Jones Jr., que atenderam a chamada, repetiram o procedimento. Em vão. Às 15h30, no horário local, Elvis Presley foi declarado oficialmente morto.
‘Elvis não morreu’?
A participação de Lamim na necropsia de Elvis Presley é citada em ao menos um dos inúmeros livros escritos sobre o rei do rock, “The death of Elvis Presley – What really happened” (“A morte de Elvis Presley – O que realmente aconteceu”), lançado em 1991.
Nele, os autores Charles C. Thompson e James P. Cole reforçam a tese do “Elvis não morreu”. Para eles, o astro teria assumido uma identidade falsa e, por razões desconhecidas, fixado residência em outro país.
Inúmeras teorias conspiratórias, aliás, tentaram forjar explicações para a morte de Elvis. Umas dizem que ele teria sido envenenado. Outras, que teria sucumbido a uma overdose de drogas. O patologista de Juiz de Fora refuta as duas teses. “O exame toxicológico não encontrou vestígios de veneno ou de drogas ilícitas, como maconha, cocaína e heroína, no organismo do cantor. De acordo com seus registros médicos, Elvis não fazia uso de cigarro, bebida ou drogas”, afirma o médico.
O mesmo, porém, não se pode dizer de medicamentos. “Elvis dormia e acordava à base de remédios”, lamenta Lamim. O exame de sangue acusou 14 substâncias diferentes, entre analgésicos (codeína e morfina), ansiolíticos (diazepam) e, principalmente, sedativos (ethinamate, etclorvinol, pentobarbital, butabarbital e fenobarbital), todos em doses aceitáveis pelos médicos. O único medicamento que teria sido tomado acima do recomendado foi o antidepressivo metaqualona.
Na ocasião, George Nichopoulos, que tratava do cantor havia dez anos, chegou a ter sua licença suspensa por três meses após ser acusado pelo Conselho de Médicos Legistas do Tennessee de prescrever remédios em excesso para seus pacientes. Em 1995, após reincidir no erro, perdeu a licença em definitivo.
“Quarenta anos depois, a sensação que fica é de espanto. Quando eu poderia imaginar que aquilo fosse acontecer? Nunca imaginei que, um dia, encontraria meu ídolo da juventude em uma mesa de necrotério. Uma pessoa tão idolatrada e, ao mesmo tempo, como outra qualquer”, filosofa o médico.

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Morte de mulheres diminui

O Paraná reduziu em 30,2% a morte de mulheres de 2010 a 2015. O dado é Atlas da Violência 2017 e representa uma conquista no que defende a Lei Maria da Penha, que completa 11 anos nesta segunda-feira (7). A lei fornece amparo legal à mulher, contra violências física, moral, psicológica, sexual e patrimonial em ambiente doméstico, e é essencial para a garantia de direitos da mulher. Pesquisa da Agência Patrícia Galvão indica que a maioria da população conhece a Lei Maria da Penha.
“Após o surgimento da lei, a divulgação do tema foi maior. Hoje, mesmo que não se saiba qual é o teor da legislação, sabe-se, ao menos, que a violência contra a mulher é proibida, pois se fala muito sobre o assunto. Já é uma conquista”, explica Ana Claudia Machado, coordenadora da Política da Mulher. A coordenação trabalha para a criação de centros municipais, que recebem apoio técnico da Secretaria da Família. Centros de Referência e Atendimento Especializado à Mulher em Situação de Violência (Cram) estão distribuídos em oito municípios (Apucarana, Campo Mourão, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Londrina, Maringá, Sarandi e Umuarama) e têm a unidade estadual em Curitiba.

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Morre a ex-vereadora Márcia Socreppa

Na madrugada deste domingo, 30 de julho, morreu Márcia Socreppa. Ela nasceu em Irati, tinha 62 anos e foi vereadora em três legislaturas (2001 e 2009 e 2013 a 2016).
Márcia também foi secretária de Educação, de 2009 a 2011, e presidiou a Fundação de Desenvolvimento Social de Maringá, de 1993 a 2000).
Aconteceu um velório no Cemitério Parque, no começo da manhã. Neste momento o corpo segue para o Cemitério Parque Iguaçu, em Curitiba, onde acontecerá o supultamento.

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Jogador de Campo Mourão morre em campo

Um atleta do Sport Clube Campo Mourão morreu após sofrer um infarto na tarde desta desta terça-feira, 25, no campo do Jardim Silvana durante um treinamento. João Pedro da Silva Rocha, 21 anos, é natural de Porto Alegre/RS. Ele chegou à Campo Mourão nesta segunda-feira, 24, e não teria feito grande esforço no treinamento em que aconteceu a tragédia. Uma equipe do SAMU foi acionada, mas a vítima não reagiu as tentativas de reanimação. A Polícia Civil esteve no local e o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal de Campo Mourão. Familiares estão a caminho de Campo Mourão para realizar o translado do corpo.

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