Opinião



Sete presidenciáveis se dizem favoráveis à prisão em 2ª instância

Outros quatro pré-candidatos, todos representantes da esquerda, são contrários à medida; Temer e Meirelles optaram por não se manifestar. Sete dos dez pré-candidatos à Presidência da República que se posicionaram publicamente sobre prisão em segunda instância são favoráveis à execução da pena antes de esgotados todos os recursos. Outros quatro pré-candidatos, todos representantes da esquerda, […]

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Mensagem de um professor a mães e pais, a estudantes, especialmente adolescentes

Compartilho aqui mensagem de um professor, em momento de perda, de dor, de milhares de perguntas com respostas difíceis. Bom pensar e repensar, refletir, fazer o possível (mas fazer!), ter força, fé, e seguir em frente, mesmo que isto às vezes pareça impossível… “Aos Pais e Mães do meu Facebook Um pequeno pedido … Olhem […]

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Para presidente

 O jornal “O Tempo”, de Belo Horizonte, publicou ontem artigo de Vittorio Medioli, com opinião sobre os pré-candidatos a presidente.
O final do seu artigo é o seguinte:

“Restam no páreo atual três candidaturas com potencial. Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT) e Alvaro Dias (Podemos). Marina parece ter perdido seu melhor momento na última eleição, e sua chama não foi realimentada de novo combustível. Ciro Gomes conta com a saída de Lula para herdar a condição de representante das esquerdas nordestinas e dos órfãos do ex-presidente. Alvaro Dias estreia numa disputa presidencial, com 73 anos de idade e 50 de política, pela qual transitou como o governador do Paraná mais bem avaliado e um currículo irretocável. Sem ser novidade, entretanto, se apresenta como a única “novidade” associada à “ética” e à “experiência”. É um candidato de forte potencial.
Muito vai acontecer, mas as condições e os rumos já estão determinados no inconsciente do eleitor. O tempo e as capacidades de cada um determinarão o resultado.”

Vittorio é empresário, presidente do grupo SADA. Nascido em Parma, na Italia, é naturalizado brasileiro desde 1981. Ele é prefeito de Betim (MG), município com 427 mil habitantes e uma economia muito forte.

Artigo completo, em “O Tempo”

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As mulheres e suas esperas

Neste dia 8 de março convido vocês a visitarem o blog da Psicóloga Djeyme, que escreve este texto.

“Como compartilhamos nossas vivências, expectativas e compromissos? Como nos doamos para a família, casamento, filhos e vida profissional? Qual a nossa parte nestas divisões ou são elas que nos fazem inteiras?”

As mulheres e suas esperas. 

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O grito de Carnaval

A expressão “o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval” é muito comum. Há quem aproveite o conceito e quem o ignore, ciente da relevância do agora. Mas existem hoje questões preocupantes que o ritmo desta festa popular vem embalando.
Vamos voltar o olhar para a sua história, no período colonial. Lá, o sentido do grito de Carnaval era por liberdade. Os escravos saiam às ruas ao passo do Entrudo, uma manifestação carnavalesca, acompanhada de algazarra, movimentos tidos como violentos (jogavam farinha, bolinhas e água de cheiro), rostos pintados, vigiados e recriminados por curiosos olhares vindos das janelas e frestas dos aposentos das famílias de boa reputação.
Saltando ainda no ritmo, apenas mudando o período, nestes últimos 30, 40 anos, muita coisa mudou, desde as músicas à ousadia das fantasias. Fui uma criança que esperava pelo Carnaval, me vestia de heroína, participava de concursos, quando jovem montava blocos e assim fortalecia meus laços de amizade, com alegria sadia. Cidade pequena, tempo cheio de romantismo e uma liberdade respeitosa.
Hoje, em pleno século XXI, novamente o grito mudou. Acolho em meu trabalho pais, jovens e adultos com medo do Carnaval. Hoje o grito envolve também receio e preocupação.
Vemos, por outro lado, o ritmo carnavalesco se conscientizando e trazendo em algumas avenidas, bandeiras que levantam questões históricas, políticas e sociais importantes. Este ano mesmo, a escola Unidos do Viradouro trará no seu enredo ditos sobre a insanidade mental.
Já as organizações públicas e algumas entidades não governamentais vêm se preparando com Programas de Redução de Danos, como é o caso da campanha #RolêSemVacilo, que distribuirá cartilhas com informações sobre as seis drogas mais consumidas durante o Carnaval paulistano.
Compreender o fenômeno do Carnaval, atualmente, vai além de assistir o desenho da She-Ra como fiz um dia com minha mãe para reproduzir minha fantasia. Envolve questões de saúde pública.
Faz sentido um olhar atento para este tempo cultural, levantado por questões que se “liberam” e se alarmam no Carnaval, com consequências por todo o ano (e às vezes por toda uma vida): o uso das drogas, o abuso do álcool, a violação da moral, o sexo por vezes irresponsável e descompromissado, os beijos numéricos possivelmente movidos por um “Bailado de Máscaras”.
Mas ainda sobrevivem nas ruas e avenidas as famílias, as crianças vestidas de heróis, os adolescentes ponderados e o respeito à cultura. Sabemos que um bom grito é aquele dado com consciência e diversão, que envolve bom humor e princípios, o que vira história boa a ser contada. Portanto pense e repense sobre o seu grito de carnaval hoje.

Psicóloga Djeyme

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O mundo digital e a política

Foto: Pedro de Oliveira/Alep

* Evandro Júnior, deputado estadual na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep)

Nos últimos três anos, a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) tem investido em ações inovadoras de comunicação envolvendo redes sociais. Assim, busca a cada dia uma aproximação maior com os onze milhões de paranaenses que estão ali representados. Isso também tem estimulado os 54 deputados estaduais da casa a exercerem suas funções de maneira clara, para que toda a população realmente saiba o que tem sido feito em termos de legislação e fiscalização no Estado.

As pessoas com mais idade devem se recordar de uma época em que, para se comunicar, era preciso mandar carta ou fazer ligações telefônicas. Com a chegada da internet, a comunicação se aprimorou e nós, deputados, vereadores, prefeitos, senadores, passamos a receber recados via e-mail. As redes sociais mais utilizadas atualmente estas sim são um grande avanço na comunicação. A velocidade da comunicação digital mudou o mundo e a forma como as pessoas interagem. Com tudo isso, a comunicação envolvendo a política também mudou, e, a meu ver, para melhor.

A Alep, mesmo, tem conta no Facebook, Twitter, Instagram, Flickr e YouTube. Sei que nem todos os deputados ainda investem nesse tipo de comunicação, mas, em meu caso, sou favorável ao uso diário das redes sociais. Eu e minha equipe procuramos este diálogo constante porque acreditamos ser bom para os paranaenses e bom também para nós, pois, assim, jogamos luz às feitorias durante o mandato e conseguimos divulgar melhor o nosso trabalho constante e a nossa preocupação diária com os temas envolvendo toda a sociedade.

De acordo com a Diretoria de Comunicação da Alep, houve crescimento de 140% no número de seguidores em sua página de Facebook (a mais requisitada da casa) nos últimos dois anos: pessoas de absolutamente todas as regiões paranaenses, e ainda seguidores de fora do Estado e até de fora do País. O Instagram – que preza pela imagem ou vídeo em detrimento ao texto – também tem crescido muito. Em 2017, o número de seguidores do Instagram da Alep cresceu 40%.

O desafio para o político – ou para qualquer pessoa que queira divulgar melhor o seu trabalho – é estar atento às rápidas mudanças que envolvem a comunicação digital, seja em plataformas para computadores ou smartphones. Este 2018 é ano de eleições, e creio que será cada vez mais comum ver candidatos buscando também estratégias de campanha nas redes sociais. As regras para o jogo serão lançadas pela Justiça Eleitoral, e todo cuidado é pouco para não perder credibilidade ou até uma eleição por conta de um simples post no Twitter ou uma atualização nos “Stories do Insta”.

Os exemplos de campanhas bem sucedidas via online chegam principalmente dos Estados Unidos, com as vitórias de Barack Obama no passado e mais recentemente do próprio Donald Trump – que, convenhamos, vem respondendo a uma série de denúncias que envolvem a chamada “fake news”, ou notícias falsas.

O brasileiro deve ficar muito atento ao que é verdade ou não nas redes sociais: infelizmente tem muita gente mentindo e se apropriando do anonimato na internet. E não somente em ano de eleição: depois, é por meio das redes sociais que poderemos cobrar dos políticos aquilo que foi prometido durante a campanha.

Crédito da foto: Pedro de Oliveira/Alep

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Os tons da campanha

Artigo de Gaudêncio Torquato, jornalista, professor titular da USP e consultor político e de comunicação, publicado hoje, 17 de janeiro, na página 2 de O Diário

Como será a campanha eleitoral deste ano? Que prioridades comporão a agenda partidária? A resposta exige saber as diferenças entre o pleito deste ano e o de 2014. Vejamos: 1. Não serão permitidas doações aos partidos por empresas; 2. A campanha em rádio e TV terá a duração de 35 dias, enquanto a campanha de rua não poderá ultrapassar 45 dias. (Na anterior, durava 45 dias na mídia e 90 nas ruas).
Teremos, portanto, uma campanha mais modesta do ponto de vista de recursos financeiros e mais curta. Sob essas mudanças, resta aos candidatos as alternativas: aumentar a visibilidade junto ao eleitorado; usar novos meios para cooptar eleitores, pois contarão apenas com as verbas a saírem do Fundo Especial de Financiamento de Campanha- FEFC – aprovado pelo Senado e pela Câmara, de cerca de R$ 1,7 bilhão. (Em 2014, só para as candidaturas presidenciais as despesas somaram R$ 652 milhões, 13% do total gasto com as campanhas estaduais para governadores e deputados). Para este ano, a projeção é de um gasto de R$ 300 milhões na campanha presidencial, a metade da anterior. O cabresto financeiro curto e a diminuição do tempo de campanha elegem as coligações como a maior prioridade dos partidos que lançarão candidatos. Quanto mais ampla a coligação, maior tempo de mídia eleitoral.
O rádio e a TV são os meios que propiciam a massificação do nome e dos programas dos candidatos. Lembrando: o PT deverá dispor de 5 minutos e 13 segundos e o PSDB, de 4 minutos e 11 segundos. Seis outros partidos – MDB, PP, PSD, DEM, PR, PSB – deverão dispor de 18 minutos e 12 segundos. Logo, o caminho que resta aos candidatos é procurar formar coligações com grandes e médios partidos, de forma a aumentar sua exposição.
A campanha deste ano deverá receber forte impulso das redes sociais.
Nessa área, o deputado Jair Bolsonaro está hoje na dianteira, contabilizando 4.719.570 seguidores no Facebook e com 3,2 milhões de reações entre 23 de setembro e 23 de outubro passado, enquanto Lula, com 3.045.933 seguidores no Facebook, teve 1,1 milhão de reações; João Doria, com 1.060.737 seguidores, teve 1 milhão de reações. Os 12 nomes que hoje se apresentam como pré-candidatos somam 16,9 milhões de seguidores no Facebook, 6,2 milhões no Twitter e 1,7 no Instagram. Portanto, quem está com a máquina das redes a pleno vapor sai na frente.
Como é sabido, o marketing político com foco em eleições se ampara em cinco eixos: pesquisa, discurso, comunicação, articulação e mobilização. O eixo de articulação abriga intensa agenda de contatos com os grupamentos eleitorais e com a própria teia política. Serão vitais a articulação social e a articulação política. A primeira abrange contatos de candidatos com a freguesia eleitoral (segmentos, categorias profissionais e classes sociais). Pano de fundo: a sociedade brasileira dá as costas à política, preferindo que organizações da sociedade civil a representem: associações, sindicatos, federações, grupos, núcleos, setores profissionais. Quase 50% do eleitorado brasileiro se concentram em apenas 191 dos 5.568 municípios. Trata-se de um momento para firmar compromissos, ouvir demandas, propor coisas viáveis e factíveis, mostrar-se por inteiro ao eleitor.
Quanto ao discurso, é oportuno lembrar que o eleitor está vacinado contra promessas mirabolantes, programas fantasiosos. A pequena visibilidade de alguns candidatos poderá ser fatal. Os mais onipresentes – aparecendo em todos os lugares – estarão na dianteira. As redes sociais poderão ser meios para multiplicar a presença do candidato. Usar as redes de modo que não cheguem a massacrar o seguidor- eis outro desafio a ser enfrentado. Por isso, os programadores das redes e os fornecedores de conteúdo deverão compor o batalhão de frente das campanhas.
Resta recitar o ditado: muita disposição, fé em Deus e pé na tábua.

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Redes sociais reais

Valther Ostermann transcreveu este texto e compatilho aqui. Vale a reflexão, que talvez ajude a diminuir os “micos” e postagens desnecessárias.

“Claro que você já leu nas redes sociais mas vale o registro pela crítica comportamental embutida no texto bem-humorado, cuja autoria desconheço:

‘Para as pessoas da minha geração que não compreendem realmente porque existe o Facebook, WhatsApp etc.
Atualmente, estou tentando fazer amigos fora do Facebook, enquanto utilizo os mesmos princípios.
Portanto, todo dia eu ando pela rua e digo aos pedestres o que eu comi, como me sinto, o que fiz na noite anterior e o que farei amanhã.
A seguir, eu lhes dou fotos de minha família, do meu cachorro e fotos minhas cuidando do jardim e passando o tempo na piscina… etc.
Também ouço as suas conversas e lhes digo que os amo.
E isto funciona!
Eu já tenho 3 pessoas me seguindo: dois policiais e um psiquiatra!'”

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Você sempre está alegre? Feliz?

Um amigo me manda este vídeo. Veja como Eduardo, o palestrante, responde a pergunta: – “Você sempre está alegre?” Vejam o vídeo. Acho que vão gostar. Não importa a circunstância, nós temos muitos motivos para agradecer, para retribuir, para ser solidários e felizes.

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