Paraná



Para entender o caso da construtora Valor, no Paraná

“Houve conluio entre Valor e servidores para desvio de recursos”, explica Romanelli

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) apresentou na terça-feira (19) os processos que comprovam os desvios de recursos para construção de escolas pela Construtora Valor e as providências adotadas pelo governo do Estado. Segundo Romanelli, houve um claro conluio entre o proprietário da Construtora Valor e servidores da Sude (Superintendência de Desenvolvimento Educacional) para desviar recursos públicos.

“A análise dos processos de pedidos de aditivos revela que foram feitos cronogramas de obras, medições e relatórios falsos para justificar assinatura de termo aditivo. Posteriormente, a construtora ainda solicitou que fossem feito mais dois aditivos, referentes a prazo, um por 180 dias e outro por 12 meses, justificando que as condições climáticas impediram a realização da obra, embora os relatórios indicassem que mais de 99% da obra estaria concluída- o que era absolutamente falso”, revela Romanelli.

O deputado Romanelli analisou o processo referente à Escola Ribeirão Grande, em Campina Grande do Sul, mas salientou que o “modus operandi” era o mesmo em todas as obras. “Cerca de quatro meses depois de assinado o contrato para construção, a construtora solicitava um aditivo, sob o argumento de que as condições do solo eram desfavoráveis. O chefe de fiscalização da Sude dava parecer favorável e anexava medições e documentos forjados. Na sequência, o diretor de Engenharia, Projetos e Orçamentos e o superintendente da Sude concordavam com a necessidade do aditivo”, diz.

Trâmite – Romanelli explica que a liberação de recursos era realizada com anuência de técnicos, fiscais, diretor e superintendente. “Em relação ao pedido de aditivo, o processo percorreu toda a cadeia de comando, passando pela coordenação de orçamentos, coordenação de fiscalização, diretoria de engenharia, projetos e orçamento, superintendente da Sude, setores de Orçamento, Financeiro, Jurídico e Diretor Geral da Secretaria de Educação, Núcleo Jurídico da Casa Civil, Conselho de Gestão Administrativa e Fiscal. O processo passou por doze instâncias ou profissionais antes de ser assinado pelo governador Beto Richa”, explica.

O líder do governo também detalhou as providências adotadas pela Secretaria de Educação e pelo Governo do Estado para apurar as irregularidades. “Em 5 de abril o então secretário Fernando Xavier Ferreira determinou a abertura de sindicância. As obras foram todas vistoriadas e constatou-se que não foram executadas. Providências administrativas foram adotadas, com afastamento dos engenheiros e criação de comissão de supervisão da fiscalização. O governador determinou abertura de processo administrativo”.

“Os servidores envolvidos foram exonerados e a Procuradoria Geral do Estado ajuizou ações de improbidade administrativa, pleiteando ressarcimento por danos materiais e morais coletivos que superam R$ 41 milhões. O governador também determinou a declaração de inidoneidade da Valor, proibição de contratar com a administração pública por cinco anos, multa de R$ 5 milhões, rescisão dos contratos e nulidade dos termos aditivos”, explicou.

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Cadastro desatualizado para doação de medula

No ano passado, 43 pessoas que apresentaram compatibilidade para a doação de medula óssea não foram localizadas no Paraná. A desatualização dos cadastros é um dos principais desafios para a realização dos transplantes e um dos temas destacados no Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, celebrado neste sábado (16).
“Aquele cadastrado pode ser a única esperança do paciente que espera por uma medula compatível. Então, é fundamental incluir o maior número possível de formas de contato e sempre que houver alterações de telefone ou endereço é necessário atualizar para que possa ser localizado em caso de compatibilidade”, destaca a responsável pelos cadastros no Hemepar, Jaqueline Castro. A atualização cadastral deve ser realizada no próprio local de cadastro ou pelo site www.inca.gov.br/doador.
O Paraná é o terceiro estado com maior número de cadastros, com 496 mil pessoas cadastradas. Em 2016 112 paranaenses receberam uma doação de medula. “Se cadastrar é muito simples e rápido. Basta ir até um hemocentro com documento oficial de identificação. Lá será assinado um termo de consentimento e retirado apenas 5 ml de sangue para fazer parte do registro nacional”, explica o diretor do Hemepar, Paulo Hatschbach. Para se cadastrar é necessário ter entre 18 e 54 anos, estar em bom estado de saúde e não ter doença infecciosa, doença no sangue, do sistema imunológico ou câncer.
As chances de compatibilidade são de uma a cada 100 mil. Em alguns casos, chega a uma em um milhão. “O cadastro não deve ser feito como um modismo, pelo contrário, é necessário refletir sobre a importância desta doação que não traz malefício ao doador, apenas benefícios a quem recebe”, conta. No último ano, apenas em Curitiba, 23 cadastrados desistiram da doação quando convocados.

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Terrremoto no Paraná

O Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) informou, na manhã desta segunda-feira (18), que o tremor na região de Rio Branco do Sul e de Itaperuçu atingiu a magnitude de 3,5. Estima-se que o tremor foi próximo da superfície, com uma profundidade de menos de cinco quilômetros. A unidade está realizando averiguações nos dados coletados por durante a madrugada pelo sistema de maneira automática.
O professor Marcelo Bianchi, do Centro de Sismologia da USP, explica que os tremores de terra como o identificado na Região Metropolitana de Curitiba são relativamente comuns. A instituição registra pelo menos um por mês no Brasil, com magnitude média de 3.
“O tremor de terra pode ocorrer em qualquer lugar, mesmo o nosso País estando no meio de uma placa tectônica. As tensões pela movimentação se distribuem pela placa. No Brasil, registramos tremores como este uma ou duas vezes por mês”, salienta.
De acordo com ele, o que chama atenção no caso de Rio Branco do Sul e Itaperuçu é a proximidade com os centros urbanos, chamando ainda mais atenção para o fenômeno e mostrando esta realidade. “Um tremor desta magnitude não gera danos maiores, mas pode causar rachaduras, dependendo da qualidade da construção, além de quebrar vidros”, comenta Bianchi. Apesar dos relatos nas redes sociais de rachaduras nas paredes, a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros Comunitários de Rio Branco do Sul não registrou qualquer pedido de atendimento até às 8h30.

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Coluna de terça-feira, dia 12 de setembro

PEQUENOS HOSPITAIS O governo do Paraná tem repassado, mensalmente, recursos para 106 pequenos hospitais, no interior. O Hospsus é um programa de grande importância para estes hospitais, criado e desenvolvido sob a coordenado do secretário de Saúde do Paraná, o maringaense Michele Caputo.

NÚMEROS Dos 106 hospitais, 86 são públicos municipais e 20 filantrópicos. Os valores repassados variam de R$ 10 mil a R$ 60 mil mensais.

TOTAL Segundo Caputo, desde a implantação do Hospsus, em 2011, o Estado já destinou mais de R$ 700 milhões ao custeio de hospitais deste porte, no Paraná.

URBANISMO Em 2011 e em 2015, em dois estudos diferentes, publicados pela Exame, Maringá foi se destacou por ter o melhor planejamento urbano do Brasil.

FIM DO IMPOSTO PROGRESSIVO Hoje os vereadores devem votar, em segunda discussão, o projeto de lei complementar que acaba com o IPTU progressivo, em 2018.

FERRAMENTA O IPTU progressivo é principal instrumento do Estatuto da Cidade para evitar vazios urbanos. Mesmo provisória, segundo o Executivo, a suspensão preocupa.

CALÇADAS Leitor da coluna escreve para falar dos desníveis das calçadas do Bosque 2 e também na Praça Renato Celidônio, indo para o Fórum.

EROSÃO A erosão do Bosque 2 tem aumentado o declive da calçada, em vários pontos do parque. Há riscos de desabamentos para dentro do parque.

SEM ACESSIBILIDADE O CMEI Afonso Vidal César, na rua Laz Paz, na Morangueira, tem 25 anos, foi reformado em 2015, mas não tem acessibilidade.

MUDANÇAS CLIMÁTICAS Por falar nisso, quem a lei que proibiu o CFC no Paraná foi feira pelo maringaense Lindolfo Junior, então deputado estadual, em 1987.

ATENTADO Por aqui passou quase em branco, ontem, o atentado às torres gêmeas, em Nova Iorque, ocorrido há 16 anos, em 2001. Assuntos do dia, furacão, corrupção e prisões.

COLETIVA O deputado Ratinho Junior (PSD) concederá hoje, às 14 horas, coletiva na Assembleia Legislativa. Ratinho Junior vai fazer um balanço das suas ações como secretário de Desenvolvimento Urbano do Paraná.

MAIS APOIO Em entrevistas, a vice-governadora Cida Borghetti tem anunciado a sua pré-candidatura ao governo e falado em uma ampla frente de apoio à chapa majoritária.

 

REGIÃO

FLORESTA Atletas de Floresta se destacaram na Copa do Brasil de Kickboxing 2017, organizada pela Confederação Brasileira de Kickboxing, em Londrina.

ATLETAS A equipe teve Paulo Sagae (Paulinho), campeão; Alexandre Blanco Rodrigues (Xandy) e o professor Diego Olher (Mestre Grafith), vice-campeão.

CONSÓRCIOS A melhor solução para os resíduos sólidos de uma região, são consórcios. Faz tempo que se sabe isto. Porque as lideranças municipalistas não falam sobre isto?

SAMU O médico regulador e intervencionista do SAMU Regional, Maurício Lemos, fará palestra na Câmara de Mandaguari, amanhã, 13, às 19:30hs, sobre o funcionamento do serviço na cidade.

 

FRASE
“Não se pode criar experiência. É preciso passar por ela”. Albert Camus

 

PARA LEMBRAR

15 DE SETEMBRO, 21 horas, Teatro Marista, espetáculo “Meu Passado Me Condena – A Peça”. Atores Fábio Porchat e Miá Mello. Ingressos disponíveis na Av. Getúlio Vargas 266, térreo do Edifício Três Marias, e no site AloIngressos. Os valores para o segundo lote são R$ 130,00 inteira e R$ 65 meia.

16 DE SETEMBRO, 20 horas – ANIVERSÁRIO – “20 Anos do Colégio Estadual Tânia Varella Ferreira”. Comemoração com jantar/baile, no Buffet Ilha Di Capri (Avenida Alziro Zarur, nº 172 – Mandacaru – Maringá/PR).

21 DE SETEMBRO, 18h30, na Uningá. Palestra com o Dr. Maurício Casa, especialista Invisalign e Tratamento Ortodôntico Estético. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site da instituição: uninga.br.

 

ÚLTIMA
Indireta em Facebook é como granada: Mira em um, acerta em trinta!

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Atletas de Floresta se destacam na Copa do Brasil de Kickboxing 2017

 

Paulinho, campeão

Mestre Grafith, vice-campeão

A Copa do Brasil de Kickboxing 2017, que aconteceu em Londrina, organizada pela Confederação Brasileira de Kickboxing, foi cenário de muita competição, mas também de vitórias para atletas de Floresta, que competiram.

Representada pelos atletas Paulo Sagae (Paulinho), Alexandre Blanco Rodrigues (Xandy) e o professor Diego Olher (Mestre Grafith), Floresta se destacou.

Nas disputas da categoria Light Contact (63 kg), o atleta Paulinho após vencer 3 lutas, alcançou o título de campeão, subindo ao pódio com a medalha de ouro no pescoço. Já o mestre Grafith, professor de Kickboxing na Speed Academia de Floresta, além de outras academias em Maringá, foi o vice-campeão na categoria Kick Light.

Agora o novo desafio será 10º Campeonato Sul Americano de Kickboxing, que ocorrerá em Foz do Iguaçu/PR, de 30 de novembro a 03 de dezembro.

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Pequenos hospitais recebem recursos mensais do Estado, no Paraná

Michele Caputo Neto

Os 106 hospitais de pequeno e médio porte do Paraná recebem R$ 2,6 milhões mensais da Secretaria Estadual da Saúde para custeio de serviços prestados à população. Eles integraram à terceira fase do Hospsus, programa de apoio aos hospitais públicos e filantrópicos.
“Este investimento amplia o atendimento hospitalar em todo Paraná”, destacou o secretário Michele Caputo Neto. Segundo ele, desde a implantação do Hospsus em 2011, o Estado já destinou mais de R$ 700 milhões ao custeio de hospitais deste porte, o que tem garantido resultados expressivos, como a ampliação de leitos gerais e de UTI.
“Os incentivos criados pelo Estado têm regras e metas. Não se trata de mesada, mas de recursos públicos aplicados para custear e ampliar serviços aos nossos cidadãos”, disse Caputo Neto. A Secretaria de Saúde identificou mais 76 hospitais que podem receber recursos estaduais, mas precisam aderir ao Hopsus. Com a adesão deles, o aporte mensal pode subir para R$ 4,5 milhões mensais.

Três fases – Dos 106 hospitais já credenciados na terceira fase do programa, 86 são públicos municipais e 20 filantrópicos. Os valores repassados variam de R$ 10 mil a R$ 60 mil mensais. Hospitais até 15 leitos recebem R$ 10 mil por mês; de 16 a 30 leitos, R$ 20 mil; de 31 a 50 leitos, R$ 30 mil. As unidades que possuem entre 51 e 100 leitos só podem participar do programa caso estejam em localizados em cidades com até 50 mil habitantes.
A primeira fase do programa, em 2011, foi dirigida a hospitais de alta complexidade e maternidades que atendem gestantes de alto risco. A segunda fase foi lançada no início de 2013 com a estratégia de qualificação do parto, voltada a hospitais e maternidades que atendem gestantes de risco habitual e intermediário.
A terceira fase entrou em funcionamento no final de 2013 para atender aos pequenos hospitais, na maioria públicos municipais. O apoio estadual oferece uma solução a estas instituições que, muitas vezes, possuem dificuldades em se manter, dando a elas uma nova vocação. Além do repasse de recursos, o Estado oferece apoio e consultoria para que os hospitais se adaptem às regras do programa e garantam a contrapartida à sociedade.

Linhas de atuação – Cada hospital pode optar por uma das três linhas de atuação: priorizar a atenção materno-infantil, aderindo à Rede Mãe Paranaense; atuar como Centro de Atenção Psico-Social, na área de atendimento de saúde mental; ou fortalecer seu atendimento de urgência e emergência.
“Aumentar a capacidade de atendimento dos pequenos hospitais é uma forma de evitar a sobrecarga das instituições de maior complexidade, que estão concentradas nos grandes centros. Esse apoio fortalece toda rede hospitalar”, afirmou o diretor do Paraná Urgência, Vinícius Filipak.
Um dos municípios atendidos pelo repasse é Prado Ferreira, no norte do estado. Segundo o prefeito e também presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Paranapanema (Cismepar), Sílvio Antônio Damasceno, desde o começo do governo Beto Richa o repasse de recursos para os hospitais da região aumentou mais de seis vezes.
“Este recurso do Estado ajuda muito a equilibrarmos as contas. Os hospitais públicos representam cerca de 80% dos gastos com saúde que temos na região. Graças a esta e outras iniciativas da Secretaria de Saúde e do Governo do Estado vamos poder ajudar muito mais a população”, enfatizou Damasceno.

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Universidades do Paraná sobem em ranking da Abril

Subiu para dezesseis o número de cursos das universidades estaduais que receberam a nota máxima (5 estrelas) e 140 são considerados muito bons (4 estrelas) na avaliação do Guia do Estudante (GE), da editora Abril de 2017, que circulará nas bancas de todo país a partir de 16 de outubro. Quatro das sete universidades estaduais obtiveram nota máxima: a Estadual de Londrina (UEL), de Maringá (UEM), do Oeste do Paraná (Unioeste) e de Ponta Grossa (UEPG). Em 2016, foram dez cursos com nota máxima e 94 considerados muito bons nas sete instituições. A publicação é considerada referência para vestibulandos, que utilizam o ranking como uma das fontes para escolha de curso e universidade.
“Essas avaliações comprovam o avanço na qualidade dos cursos ofertados nas universidades estaduais. Um mérito de toda a comunidade acadêmica, dos nossos professores e também dos investimentos constantes em infraestrutura feitos pelo Governo do Estado para garantir o melhor desempenho das atividades desenvolvidas diariamente”, ressaltou o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes.

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Agenda única para micro e pequenas empresas, no Paraná

Ercílio Santinoni defende que o apoio às micro e pequenas empresa precisa começar pela desburocratização, em todos os níveis legais

Em dois dias de evento quase mil pessoas participaram do 2º Encontro das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) do Paraná, realizado na FIEP, em Curitiba. Uma das diretrizes aprovadas será a elaboração de uma agenda conjunta para o segmentos das micro e pequenas empresas, no Paraná, focando na melhorias do ambiente de negócios em todas as regiões do estado.
O evento teve palestras e atividades gerais e oficinas temáticas sobre Associativismo, Serviços Financeiros; Inovação e Tecnologia; Simplificação e Desburocratização; Compras Públicas; Educação Empreendedora. Com as oficinas foi possível partir das melhores experiências dos municípios paranaenses, discutir e elaborar conjuntamente uma agenda de compromissos e ações com os empresários de MPEs, voltada para o fortalecimento dos negócios locais.
Ercílio Santinoni, líder do movimento nacional das micro e pequenas empresas, presidente da Confederação Nacional do segmento, coordenador do Fórum Permanente do Paraná e membro do conselho deliberativo do Sebrae nacional, participou da oficina de “Racionalização Legal e Burocrática”. Para ele, o apoio aos empreendedores da micro e pequena empresa precisa começar pela desburocratização, hoje ainda um obstáculo a quem quer investir, trabalhar, produzir, gerar empregos.
Na Oficina de Compras Públicas, foram apresentados painéis com cases do município de Entre Rios do Oeste, vencedor do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor; da Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil), que mantém um escritório de compras públicas; da cooperativa Cooperu, de Umuarama, sobre seu trabalho com a aquisição de merenda escolar pelo município; e do município de Laranjeiras do Sul, também vencedor do Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor.
“A ideia foi refletir como os cases relevantes do Estado podem causar impactos positivos nos municípios. Com base neles, foram discutidas as propostas que serão apresentadas no encerramento do evento”, destacou a consultora do Sebrae/PR Juliana Schvenger, uma das instrutoras da oficina.
As experiências do sistema de inovação Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) na região Oeste, da Bússola de Inovação do Sistema Fiep/Senai e do ecossistema do município de Pato Branco foram destaque na oficina de Inovação e Tecnologia. Um painel também apresentou o que vem sendo feito pelas diferentes instituições nos seis Sistemas Regionais de Inovação do Estado.
Edivaldo Souza, de Curitiba, participou da oficina Inovação e Tecnologia. Ele disse que as apresentações mostraram que diferentes regiões do Paraná estão em pé de igualdade em relação ao tema. “Não há grandes diferenças entre as regiões apresentadas, como norte e capital, por exemplo. Outra questão foi que a oficina desmistificou um pouco o conceito de startups, mostrando que elas precisam estar inseridas num contexto econômico, operacional e social e não necessariamente são empresas de TI”, afirmou.
Para Amanda Amaral, secretária de educação de Carlópolis, na região norte do Estado, a oficina gerou um debate interessante entre os participantes, que resultou em ideias criativas e produtivas. “Temos o Programa implantado em duas escolas, e achei ótima essa troca de experiências. Uma das ideias que podemos implantar são as oficinas para confecção de material, para revender e arrecadar dinheiro para as escolas”, contou.
A desburocratização para facilitar o acesso a crédito foi um dos pontos debatidos na oficina de Serviços Financeiros. “Levantamos a possibilidade de parcerias com a Fomento Paraná, visando a criação de um fundo estadual de garantias. A ideia é possibilitar taxas melhores para os empreendedores de pequenos e médios negócios do Paraná”, explicou Itamar Carminatti, secretário da Agência do Trabalhador de Barracão, no sudoeste do Estado.
Além do Sebrae/PR, promoveram o evento o Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Estado do Paraná (Fopeme), a Fiep, a Fecomércio PR, a Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), a Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Estado do Paraná (Fampepar) e o Governo do Paraná. O BRDE é patrocinador do encontro.

Crédito das imagens: Luiz Costa

Yagor Victor Assis Mariano representou o secretário Francisco Favoto e a Prefeitura de Maringá no 2º Encontro das Micro e Pequenas Empresas do Paraná

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Pessuti se declara pré-candidato ao Senado

Orlando Pessuti é pré-candidato ao Senado

O ex-governador Orlando Pessuti adiantou que será candidato ao Senado, em 2018, pelo PMDB. Ele garante que tem apoio da direção nacional do partido.
Pessuti trabalha a sua candidatura na vaga do senador Roberto Requião, que responde a processo de expulsão do PMDB e deve disputar a reeleição pçor outro partido (entre os mais prováveis são citados o PT ou Rede).
Pessutti defende que o Paraná precisa de uma representação qualificada no Senado, que defenda os interesses do Estado

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Superlotação

Com 9.756 pessoas em 178 unidades prisionais que possuem capacidade para apenas 3.330 detentos, o Paraná sofre com os problemas de superlotação. Um projeto piloto desenvolvido pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do Paraná (GMF-PR), pretende solucionar esta situação. Chamada “Ocupação Prisional Taxativa”, a iniciativa começou em maio deste ano e prevê a implantação de vagas individualizadas. “Esse projeto segue o princípio da impenetrabilidade. Dois corpos não podem ficar em um mesmo lugar ao mesmo tempo. Para entrar um, outro deve sair. É uma ideia básica”, comenta o juiz Eduardo Lino Bueno Fagundes Junior, da 1ª Vara de Execuções Penais de Curitiba, que é coordenador do GMF-PR.
Cada Juízo que decidiu aderir sugeriu um determinado número de vagas, de acordo com os processos criminais e com a rotina de trabalho da Vara. “O próprio juiz vai começar a administrar e fazer uma verificação diária do número de vagas e de presos”, explica o juiz. As vagas disponíveis nesses estabelecimentos serão individualizadas, com a combinação de letras e números, seguida do nome do preso e a data de início da ocupação.
As Varas Criminais e de Execução Penal que aderiram ao projeto eram responsáveis pelos processos de 2.465 presos provisórios. Depois de 60 dias o GMF-PR fez um primeiro balanço das ações. O número foi reduzido para 2.006 encarcerados em delegacias, o que representou uma queda de 182,35% para 152% na superlotação.

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