Política



Bolsonaro chega às 9h30

O grupo Patriotas do Brasil – MPFP informa a agenda dos deputados federais Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e Fernando Franscischini (SD-PR) e do deputado estadual do Rio de Janeiro, Eduardo Bolsonaro (PSC).
Chegada às 9h30, seguindo direto para o auditório do Unicesumar, onde haverá uma palestra para cerca de 250 pessoas, público formado por policiais militares, guardas municipais, policiais civis e federais,
Às 15 horas haverá evento na Câmara. Na programação distribuída pelo grupo Patriotas, o vereador Alex Chaves apresentará o deputado Bolsonaro, passando a palavra a ele.
Às 16h30, coletiva de imprensa na Câmara Municipal.

O MOVIMENTO – O movimento se autodenomina “pacífico, apartidário e emergiu das redes sociais, formado por cidadãos maringaenses e de todo o Brasil, preocupados com a crise institucional do país”.
“Há muito, há décadas, a sociedade organizada pleiteia reformas no ordenamento das relações sociais. Posto iso e com o clamor popular novamente às ruas, o MOVIMENTO PATRIOTAS DO BRASIL – MPFP apresenta-se como coletivo social para levar a defesa de uma p´´atria, na qual o brasileiro digno, honesto, não tenha nunca mais que se envergonhar de ser honesto”.
“Diante de tal clamor, a busca pelo fim de CORRUPÇÃO e pela volta do orgulho de sermos brasileiros, é que estaremos trazendo para Maringá-PR todos os futuros e pré-candidatos à Presidência da República do Brasil e iniciaremos com o deputado Jair Bolsonaro, para conhecer de perto a realidade do Brasil”.

O grupo Patriotas na internet:

www.facebook.com/groups/1630706910480291

www.facebook.com/patriotasmaringa

 

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Temer faz pronunciamento e reafirma que não renunciará

Conforme adiantamos aqui um pouco antes das 16 horas, o presidente Michel Temer fez um pronunciamento, há pouco, em que disse que nunca fez nada errado e que não renunciará.

Textualmente afirmou: “Não renunciarei. Repito: Não renunciarei!”

A CBN Maringá ouviu os três deputados federais com base política em Maringá e região.
Ouça as entrevistas AQUI.

Vamos continuar acompanhando os desdobramentos dessa grande crise política nacional.

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Confusão

As eleições municipais do ano que vem ocorrerão em meio a uma reforma política incompleta e inaceitável.
Prazos e normas continuam conhecidos apenas parcialmente. Há mudanças aprovadas definitivamente, algumas votadas em parte, outras ainda em tramitação.
Muitas dessas “mudanças” são “casuísmos”, para atender a interesses de alguns dos autores das leis, seus partidos e aliados.
O fim do prazo mínimo de um ano para as filiações partidárias dos pré-candidatos é uma das alterações que está permitindo grande indefinição do quadro eleitoral.
Com certeza muitas mudanças de filiações partidárias ocorrerão até abril de 2016, podendo alterar em muito as chapas de candidatos dos partidos e as forças eleitorais para a disputa.
A confusão instalada desestabiliza os partidos, reduz tempo de pré-campanha e permite influências de toda a ordem sobre os pré-candidatos.
As normas para as eleições do ano vem só serão conhecidas mesmo  nas portarias da Justiça Eleitoral, que resumirão o que está valendo ou não.

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Os enigmas das eleições 2016

Dezembro vai passando rapidamente. Em poucos dias estaremos no Natal e no Ano Novo.
2016 chega com as eleições municipais no seu calendário. Além de mudanças na legislação eleitoral, algumas mais significativas do que nos demos conta, mexendo inclusive com os setores públicos, a pré-campanha acontece em meio a uma gravíssima crise política nacional.
Assistimos nos noticiários revelações e acontecimentos que beiram o inacreditável. Uma era “vendida” como de prosperidade e justiça desmorona a cada fato novo de corrupção e irresponsabilidade administrativa que vem a público.
O governo federal acumulou um déficit enorme, que os brasileiros ainda não conhecem. Falam só do déficit primário… Esse é fichinha.
As perspectivas econômicas para 2016 e 2017 são muito desfavoráveis. Brasília vive um turbilhão de confusões, uma espécie de MMA político-jurídico com finais imprevisíveis.
O que será mais importante para os municípios no começo de julho, quando começa a campanha eleitoral? Quem terá se credenciado no município para representar o sentimento da população? Claro, isso será diferente em cada município, dependendo da sua realidade neste momento.
Respostas que teremos apenas no segundo semestre do ano que vem.
Essa poderá ser a pré-campanha mais exigente, difícil e desafiadora de todos os tempos. Ou não?

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A Argentina mudou

Antonio faz contato por mensagem às 23 e pouco. Não esconde a felicidade com a vitória de Maurício Macri, 56 anos, para presidente da Argentina.
Ele chegou a Maringá há dois anos procurando oportunidades que havia perdido em Buenos Aires e de resto, na Argentina populista que arrastou o país a um retrocesso histórico.
Antonio comemora tempos que serão difíceis, de reconstrução e lutas, mas fundamentalmente de esperança.
No Brasil vemos o país afundar um pouco mais a cada dia. Não existe perspectiva de retomada política ou econômica em horizonte próximo.
Para Antonio a vitória na Argentina pode acelerar um processo de mudanças no Brasil. Possivelmente isso poderá ocorrer, mas o grande desafio brasileiro é mudar pelo mesmo caminho da Argentina, a democracia.
As eleições municipais do ano que vem serão muito importantes, porque indicarão, muitos acreditam, passos para essa virada, para essa mudança que o país precisa.
Temos que nos afastar dos modelos populistas e potencialmente autoritários adotados na Venezuela, Bolívia e que contavam com o apoio da Argentina, além do apoio que ainda têm do governo brasileiro.
Antonio comemora, mas prevê tempos difíceis na reconstrução argentina. Está certo. E nós, aqui, assistimos o país despencando a cada dia, já contabilizando a necessidade de mudança e sabendo que cada dia desse governo desorientado e falido representa semanas, meses ou até anos de reconstrução. Assim com será na Argentina.
Vamos torcer, Antonio, para que tudo dê certo para vocês. Aqui no Brasil a caminhada da mudança parece que ainda tem longos trechos e duras lutas.

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Tempos de incertezas

Está começando uma semana que promete muita agitação no Brasil. Amanhã começa a tão anunciada greve e manifestação dos caminhoneiros pelo impechment de Dilma. No Judiciário se abre a perspectiva do julgamento de uma cassação do registro de candidatura da chapa Dilma/Temer. No dia 15, próximo domingo, estão marcadas manifestações no país que, segundo alguns, serão as maiores já realizadas.
Na Câmara dos Deputados teremos uma semana voltada ao julgamento de denúncias contra o seu presidente, deputado Eduardo Cunha.
Convidei um amigo para um evento no ano que vem, em março. A sua resposta foi direta: “Temos que ver se haverá o evento”. Não é um evento político ou do setor público, é cultural.
As dúvidas são o cenário de uma semana de muitas incertezas.
Economistas afirmam que a economia brasileira pode estar no meio da mais severa crise em mais de um século. Já há consenso entre os analistas de que o Brasil enfrentará dois anos seguidos de recessão, o que não ocorria desde 1930. O recuo deste ano é apontado pelos analistas como algo próximo de 3%.
Os números para 2016 ainda variam bastante, mas, se estiverem corretas as projeções mais pessimistas que começam a aparecer, com queda até superior a 3%, o quadro será mais desalentador: o ciclo econômico do atual biênio vai ser o pior pelo menos desde 1901, início da série histórica disponível no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). As informações são do Estadão.
Todas as projeções apontam para dois anos seguidos de forte recessão.

 

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Uma grande confusão

No dia em que a morte de Tiradentes completou 223 anos a Globo mostrou uma roda de jornalistas apresentando a segunda década do seu jornalismo, que está completando 50 anos. Os ideais de Tiradentes estão mais vivos do que nunca no país que tem uma jovem democracia, frágil e passando por uma complicada crise. Alguns testemunharam o comício da Diretas Já, que a Globo noticiou sem dizer o que era (e hoje reconheceu, outra vez, que foi um grave erro). A emenda Dante de Oliveira, das Diretas Já, a volta dos exilados, o começo da redemocratização, a eleição ainda indireta de Tancredo Neves e a sua inexplicável e misteriosa morte, no dia 21 de abril de 1985. Depois viria a primeira eleição direta para presidente, com primeiro turno em 15 de novembro de 1989, com a participação de muitos políticos tradicionais como Brizola, Covas, Maluf e Ulisses Guimarães. O segundo turno foi surpreendente, reunindo dois novatos: Fernando Collor e Lula. Nos 25 anos que se passaram desde do primeiro governo presidencial democrático após 1964 (a última eleição antes da revolução militar foi de Jânio Quadros, em 3 de outubro de 1960), tivemos o impeachment de Collor, o governo Itamar com o Plano Real, Fernando Henrique Cardoso 8 anos e a era PT, com Lula e Dilma, mais de 12 anos (e a perspectiva de mais 4). A democracia tão desejada, de 1964 a 1989, passa por uma prova gigantesca. Em manifestações e na internet há quem defenda até mesmo intervenção militar, o que é crime, pois fere a Constituição. Parece difícil que alguém que tenha vivido uma ditadura seja capaz de defendê-la como solução. Por outro lado, as instituições parecem sem força para dar uma resposta que satisfaça à população. O que se ouve sobre reforma política é muito pouco, não resolverá os problemas do país. A única salvação da democracia é o fortalecimento dos partidos, hoje satanizados juntamente com os políticos. Sem partidos e sem políticos não há forma possível de democracia. Não há reforma eficaz no país que não comece por um novo pacto federativo e pelo fortalecimento dos parlamentos. A ditadura, sombra triste da nossa história recente, emerge em meio ao assombro e fragilidade dos poderes, com uma força que se multiplica em uma sociedade que não entende o que está acontecendo e ataca as forças e a Constituição que deveria defender e ajudar a estruturar e fortalecer.

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Dentro ou fora da lei, há os partidos no caminho

Nas manifestações de domingo passado muitas pessoas entrevistadas se orgulhavam do fato de que não havia partidos políticos na organização ou participando.
O descrédito dos partidos políticos e dos políticos é grande no país, talvez o maior da nossa história.
Como os partidos se enfraqueceram tanto?
A opinião negativa sobre a política e os políticos afasta cada vez mais as pessoas. Jovens estudantes, adultos, pessoas maduras e os idosos têm se afastado dos partidos e da política.
Ocorre que a redução da atividade política enfraque os partidos, a democracia e os poderes.
As pessoas não querem participar e algumas não querem ser representadas por ninguém. No caso serão necessariamente representadas por alguém com quem não concordam e não apoiam.
Os problemas do Brasil têm duas soluções: dentro ou fora da lei.
Para ser dentro da lei, da Constituição, da democracia, os partidos políticos são fundamentais.
A mesma energia e mobilização para protestar deveria ser usada para participar da política, para invadir os partidos, para assumir os seus comandos, para eleger representantes comprometidos com as mudanças que os partidos devem defender, apoiar e exigir dos seus filiados eleitos.
Não participar da política, excluir os partidos, não respeitar os poderes leva a uma solução fora da lei.
E aí seria, em qualquer possibilidade, um retrocesso inaceitável.
Protestar é importante, mas não vai resolver. Qualquer mudança vai começar nos partidos políticos, no crescimento da participação das pessoas na política partidária.
A melhor invasão que as pessoas de bem e os setores organizados da sociedade podem fazer é aos partidos políticos.

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