Ricardo Barros



Prestação de contas

Na XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o ministro da saúde Ricardo Barros apresentou os resultados obtidos em 1 ano de gestão a frente do Ministério da Saúde. Segundo o ministro, o ministério Teve uma equação principal, o custeio do SUS. Por isso, foi implementados uma série de ações que permitiram eficiência financeira de 3,2 bilhões. Segundo a constituição, a administração pública tem que atender os princípios da publicidade e da eficiência. Então, não é porque é público que pode ser ineficiente. Ao contrário, o público tem que ser eficiente. Por isso, todos os prefeitos devem junto com suas equipes melhorar a saúde das pessoas, disse o Ministro.

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A utopia do SUS e outros devaneios brasileiros

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado no artigo 196 da Constituição de 1988. Aquela mesma constituição “cidadã” questionado por alguns poucos observadores mais atentos como sendo uma carta magna com “muitos direitos e poucos deveres”.
Importante dizer que o direito de todos os brasileiros à saúde é algo maravilhoso. Mas esse direito, na prática, é utópico.
Para começar a análise não existe nenhum outro país no mundo com um sistema igual. O mais próximo, a Inglaterra, tem vários deveres e participações do cidadão.
Quando comecei o escrever aqui o Brasil possuía, segundo o IBGE, 209.818.255 habitantes. Os problemas de saúde para uma população desse tamanho são imprevisíveis. Não há orçamento público, mesmo bem aplicado, que seja capaz de financiar totalmente um sistema desse porte.
Quando o ministro da Saúde enfrenta essa realidade faz o mínimo de que se espera dele, assim como se exige que o governo do Brasil pare de mentir, enganar (e se enganar também), pare de pensar em um país que não é viável nem no papel, quem dirá na prática.
De fato o SUS como foi concebido é absolutamente inviável e não precisa de Colombo para descobrir isso. Aliás, nossa Constituição ampara uma federação sem viabilidade.
Cada brasileiro precisa cumprir deveres para ter direitos. Essa é a realidade que a nossa Constituição, infelizmente, não prevê.
Agora, quando termino o texto, já somos 209.818.297. Em alguns minutos chegaram mais 42 brasileiros. Nascem a cada dia 2 mil brasileirinhos e brasileirinhas. Um país gigante, cada vez mais populoso, que exige mudanças em tudo, a começar pela Constituição.

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Ministro da Saúde visita Hospital Municipal

O deputado federal Ricardo Barros, que assumiu o Ministério da Saúde, no governo do presidente Michel Temer, fará a sua primeira visita a um hospital nesse domingo, 15 de maio. Às 11 horas ele estará no Hospital Municipal de Maringá, sua cidade natal.
À tarde, às 17 horas, o ministro terá reunião com a diretoria do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.
Amanhã, segunda-feira, 16, Ricardo Barros terá reunião com o conselho deliberativo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

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Bolsa Família com controle

Quando o relator do orçamento propõe corte no programa Bolsa Família atrai contra si muitas críticas. Algumas até levianas. Mas a verdade é que o corte sugerido não é casual ou irresponsável. O que o deputado Ricardo Barros fez foi muito simples: cruzou dados do programa.
Para começar, por ano, sobram cerca de R$ 2 bilhões que não são retirados. Há pessoas que se inscrevem no programa, melhoram a sua condição social, porém continuam recebendo os benefícios. Em algumas regiões do país tem gente recebendo Bolsa Família sem a menor necessidade. Tudo isso controlado e corrigido resultará na economia que o relator propõe.
Não é objetivo do corte tirar recursos de quem precisa. Ao contrário.  Maior controle e economia dos recursos vão justamente garantir a bolsa para aqueles que realmente devem recebê-la.

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Sucessão estadual: Ricardo fala sobre o governo e a sucessão

Deputado federal Ricardo Barros (Foto: Wenderson Araújo/Gazeta do Povo)

Deputado federal Ricardo Barros (Foto: Wenderson Araújo/Gazeta do Povo)

A Gazeta do Povo traz entrevista com o deputado federal Ricardo Barros sobre “sucessão estadual”.
O título é “Barros já tem até slogan para Cida em 2018: ‘Fazer no Paraná o que foi feito em Maringá’”. A entrevista é assinada por André Gonçalves.

A vice-governadora Cida Borghetti (Pros) não apenas é candidata a assumir o Palácio Iguaçu em 2018, como já tem até plataforma de campanha: levar ao estado a experiência da gestão municipal de Maringá. Quem revela os planos é o marido dela, Ricardo Barros (PP), deputado federal que trabalha em diversas frentes para pavimentar a candidatura da esposa. Uma delas é viabilizar a antecipação dos contratos com as concessionárias de pedágio, que acabam em 2022, em troca de redução na tarifa e obras. “Esperamos que o governo [Richa], terminando bem, facilite a possibilidade de ela concorrer. Mas a nossa referência política é Maringá”, cita Barros.

O sr. tem feito críticas à gestão Richa e falou em “muitas decisões equivocadas”. Quais foram?
O Paraná tem o mérito de já ter aprovado seu ajuste fiscal. Então, isso quer dizer que nós temos a perspectiva de terminar bem o governo, com condições de fazer os investimentos que o Paraná precisa. Agora, a condução da votação do ajuste teve alguns equívocos, que todos conhecem, que provocaram um desgaste muito grande para o governador. Os erros são aqueles que toda imprensa já noticiou. O governador e o líder do governo na Assembleia [Luiz Cláudio Romanelli] escolheram mal os caminhos para alcançar o objetivo da votação. Mas está feito, está aprovado e o resultado final é bom.

O governo errou na negociação com os servidores?
Não. Acho que conduziu mal o processo legislativo. Encaminhou o projeto na data errada. Criou uma possibilidade de reação muito forte. Podia ter mandado o projeto numa segunda-feira para votar até quinta. Mas mandou na semana anterior à votação, o que permitiu uma grande mobilização. São erros que custaram grande desgaste.

Como o sr. se considera em relação ao governo Richa: um aliado, independente ou alguém que pode fazer oposição em determinados momentos?
Somos aliados porque escolhemos essa aliança e vamos participar do governo na medida em que formos chamados a opinar. A nossa condição de aliado decorre da iniciativa do governador em nos ouvir nas decisões tomadas.

Ele procura o sr.?
Nós temos procurado encontrá-lo e dar a nossa opinião sobre a condução dessas questões. Esperamos ser ouvidos.

A impressão que existe é que o sr., a vice-governadora e o secretário de Planejamento, Silvio Barros [irmão de Ricardo], têm buscado uma pauta própria dentro do governo, principalmente com a atração de recursos federais e investimentos da iniciativa privada. É isso ?
É o caminho que escolhemos para cooperar. O governo tem o seu orçamento e nós estamos buscando ações que permitam que a iniciativa privada invista muito no Paraná. Nosso objetivo é consolidar essas oportunidades, primeiro pelos investimentos que as concessionárias [de pedágio] possam fazer, por ampliação de prazo das concessões [que acabam em 2022]. O contrato com as concessionárias é ruim. A taxa de retorno de 19% ao ano é muito alta. Queremos o quanto antes reformular esse contrato para que ele possa se tornar bom para os paranaenses, com menos tarifa e mais investimentos.

O sr. tem convicção de que a saída é a antecipação da renovação dos contratos com as atuais concessionárias?
Eu estou convencido de que, se pudermos negociar com as concessionárias, numa corresponsabilidade com o governo federal, porque dependemos da delegação deles no caso das rodovias federais, isso necessariamente é bom para o Paraná. Se nós podemos antecipar obras e reduzir tarifas agora, porque devemos esperar mais sete anos? Vamos antecipar. Esse é o caminho e devemos fazer isso com absoluta transparência.
O governo do estado tem batido na tecla de que é possível separar a delegação da renovação das concessões.
É nisso que eu discordei do governador. Não vai acontecer dessa forma. A União nos dará a renovação da delegação se souber o que o governo do estado vai fazer com essa delegação. Não vai dar uma carta em branco para o estado.

O sr. vê semelhanças entre a crise da gestão Richa com a do governo Dilma?
Não. O problema do governo federal está em outro estágio. A presidente tem um problema de consolidação do governo de coalizão, que o governador não tem. Ele tem uma base segura, que participa do governo efetivamente. Cada secretário segue uma diretriz, mas tem a liberdade de aplicar o programa do seu partido na área em que atua. No governo federal não é assim. O PT quer que todos ajam dentro da sua mentalidade e detém a enorme maioria dos cargos. Evidentemente, o compromisso dos partidos que fazem parte da coalizão é bem menor. Os ministros não se sentem corresponsáveis pelo governo. É isso que fragiliza o governo Dilma.

Qual deles têm mais possibilidades de recuperar a popularidade?
O governador. Ele já fez o ajuste fiscal. Recuperando o governo, recupera sua imagem. Vejo no governo Dilma mais dificuldades para o ajuste fiscal e na relação com a base aliada.

De Brasília saem recursos para o Paraná?
Saem. Evidentemente que eu, como relator-geral do orçamento de 2016, privilegiarei o Paraná, que é minha obrigação e farei com prazer.

Hoje o sr. acha que a vice-governadora Cida Borghetti é a candidata natural à sucessão do governador?
Não acho que ela é a candidata natural. Mas ela, assumindo o governo [em caso de desincompatibilização de Richa para disputar o Senado, por exemplo], vai concorrer ao governo. Claro que isso vai depender de vários fatores. Mas é natural que ela, como vice-governadora, pleiteie o governo ao assumir a cadeira. Temos outras pretensões legítimas também que se apresentam no estado. Para nós, não tem problema, é democrático. Como é nosso estilo, ao acabar a eleição, se ganharmos, estaremos convidando todos para estar juntos. E se perdermos, estaremos juntos. Para nós, disputar eleição é disputar a oportunidade de servir a comunidade.

A candidatura da Cida só se viabiliza se o governo Richa for bem?
Nós estamos trabalhando muito para o governo ir bem. Por isso, trabalhamos em frentes que não dependem do caixa do estado. Esperamos que o governo, terminando bem, facilite a possibilidade de ela concorrer. Mas a nossa referência política é Maringá. Então, qual será o discurso da vice-governadora? Vamos fazer no Paraná o que fizemos em Maringá. É uma prefeitura extremamente organizada, com a melhor gestão fiscal do Paraná, com 22% de capacidade de investimento sobre a arrecadação. Somos primeiro no estado em quase tudo e segundo no que não dá para concorrer com a capital. A gente tem muita alegria de poder ter construído, junto com outros administradores competentes que a cidade teve, essa referência que é Maringá.

Se o governador optar, por exemplo, em tentar fazer um sucessor do PSDB, Cida pode ser candidata mesmo assim? Independe de uma decisão do grupo de Richa?
O governador, se deixar o cargo, será candidato. Evidentemente, será candidato na coligação da vice. Não vai ser candidato para ser contra quem está no governo. É natural que estejamos juntos no próximo pleito. Não vejo nenhuma dificuldade nisso. Acho que a aliança está bem formada. Temos outros pretendentes dentro do mesmo grupo político, mas não vejo nenhuma dificuldade de compor. Tem espaço para todos.

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A cidade que se destaca

ricardo

Está na página 4 do impresso de hoje reportagem de Ederson Hising sobre a importância da Feira de Aviação para o projeto do Polo Aeronáutico.
Segundo o prefeito de Maringá, Roberto Pupin, 20 empresas estão interessadas em vir para Maringá.
Destaque para a declaração do deputado federal Ricardo Barros: “A cidade que se destaca é aquela que se especializa em determinado setor”.
Maringá é uma cidade brasileira que tem um projeto de futuro. Foi feito em parceria dos poderes públicos com a sociedade organizada. A revista da ACIM que circulou essa semana tem como tema “A Maringá que queremos para as próximas décadas”.
Com boas ideias, com foco, planejamento solidário e inteligente, Maringá não é apenas uma das 30 melhores cidades do Brasil, é uma cidade muito a frente das demais.
Quem vive aqui pode até não perceber, mas é animador confirmar o quanto Maringá terá papel relevante no futuro do Paraná e do Brasil.

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Crédito para micro e pequenas empresas

Hoje, às 14 horas, o secretário de Indústria, Comércio e Assuntos para o Mercosul do Paraná, Ricardo Barros, concederá entrevista no Jornal do Canal 21 para falar do Bom Negócio, que já chegou a 80 cidades do Paraná.
O programa garante crédito fácil, barato, e capacitação gratuita para os empreendedores paranaenses.
Linhas de financiamento vão de R$ 300 a R$ 300 mil.
Para assistir é só clicar no link >  http://www.redemercosul.com.br/index.php?pag=menu&id_menu=98

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Governador recebe presidente da AMP

Ontem mesmo o governador do Paraná, Beto Richa, recebeu o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Luiz Sorvos, prefeito de Nova Olímpia.
O prefeito estava acompanhado do secretário de Indústria, Comércio e Assuntos para o Mercosul do Paraná, Ricardo Barros.
A reunião, ocorrida no dia da eleição e posse, é um sinal de apreço e canal aberto do governador com os prefeitos, algo importante para todos os municípios e prefeitos do Paraná.

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Ricardo Barros será tesoureiro nacional do PP

O secretário de Indústria e Comércio do Paraná, Ricardo Barros, participou nesta segunda-feira (8), da eleição e posse de Luiz Sorvos como no presidente da AMP (Associação dos Municípios do Paraná). Na sede da entidade, no centro de Curitiba, Barros concedeu entrevista exclusiva ao blog Boca Maldita, sobre a conjuntura para o PP nacional.
Barros adiantou que deverá ser eleito tesoureiro no novo diretório nacional do PP na convenção que será nesta semana em Brasília. Disse ainda que logo após a eleição do novo diretório o partido começará a estudar os cenários para 2014, quando optará por coligação com algum partido ou pela neutralidade, como fez em 2010, além de citar o caso do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais, onde o partido tem chances de chegar ao governo.

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Ministro e mais de 60 prefeitos no aniversário de Ricardo Barros

Na noite de ontem Ricardo Barros reuniu familiares, amigos e convidados para a tradicional festa de aniversário que realiza há 23 anos. Estiveram presentes o ministro das Cidades, Agnaldo Ribeiro, e mais de 60 prefeitos, além de vereadores de muitas cidades da região. Além da deputada federal Cida Borghetti, compareceram os deputados estaduais Dr. Batista e Evandro Júnior.
Estiveram presentes mais de mil pessoas, comemorando os 53 anos de Ricardo.
O evento de aniversário de Ricardo Barros, no mês de novembro, é o maior e mais tradicional do Paraná.

 

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