Ricardo Barros

 

No Haiti

O ministro da saúde Ricardo Barros informa que está de viagem para o Haiti acompanhado da família da saudosa Zilda Arns e o arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti. No Haiti, participarão de cerimônia no Hospital Comunitário de Referência Dra. Zilda Arns, de solenidades oficiais e ainda fará a doação de 15 mil doses de vacina antirrábica a população.

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Cida e o Mercosul

Antenada nos debates e soluções para melhorar os investimentos em saúde pública, a vice-governadora do Paraná, Cida Borghetti, participa do encontro dos Ministros da Saúde do Mercosul, nesta sexta (16) em Buenos Aires. O ministro Ricardo Barros será um dos principais expositores do encontro. Barros detalhará as medidas de gestão que resultaram na economia de R$ 3 bilhões em 12 meses à frente do ministério. Também será negociada a compra conjunta de medicamentos.
Na quinta, Cida Borghetti e Ricardo Barros se reuniram com o ministro do Paraguai, Antonio Carlos Barrios Fernandez para debater ações conjuntas na fronteira, em especial no controle de doenças transmissíveis. A viagem da vice-governadora não tem ônus para o Estado.

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Coluna do dia 13 de junho, terça-feira

VICE-PRESIDENTE O deputado federal Edmar Arruda (PSD) será o vice-presidente da comissão mista (formada por deputados e senadores) que analisará a proposta da MP 775/2017. Seu objetivo é regular as operações financeiras que envolvam títulos de crédito, aumentando a eficiência e a segurança deste sistema. O registro dos bens constituídos em entidades registradoras ou depositárias vai conferir mais transparência às práticas financeiras, diminuindo o risco no mercado de crédito, especialmente para um segmento importante da economia brasileira, que é o das micro e pequenas empresas (PMEs).

COMISSÕES Em 2017, Edmar atua nas seguintes comissões parlamentares: preside a Comissão Mista da MPV 761/2016 (Seguro Emprego); é membro da Comissão de Finanças e Tributação – CFT, da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania – CCJC, Reforma Trabalhista (PL 6787/2016), da Comissão que trata das medidas educativas do ECA (PL 7197/2002) e da Comissão Lei Kandir (PLP 221/98) que trata dos impostos dos Estados e no DF, relativo ao ICMS.

VÍDEO Muito bom o vídeo sobre a história de Maringá publicado na fan page da Prefeitura (fb.com/prefeiturademaringa). Trabalho da Flamma e RPS.

MAPA Foi lançado na ACIM um novo mapa turístico de Maringá. O mapa traz detalhes dos principais pontos turísticos e várias informações sobre serviços e locais.

SESSÃO Hoje, a partir das 9 horas, tem sessão na Câmara. Esta semana, será a única, pois quinta-feira é feriado.

LDO 2018 Hoje às 9 horas haverá audiência pública na sala das comissões, para debater a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018. Importante.

RESÍDUOS À noite, às 19 horas, no plenário, será realizada audiência pública para debate do Plano Municipal de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

SUGESTÕES Neste momento a Câmara está recebendo propostas para alterações (supressões, inclusões e modificações) do Plano.

PARLAMENTO JOVEM Também hoje, na Câmara, às 19 horas, haverá reunião do Parlamento Jovem. Coordenação da Escola Legislativa.

VACINAÇÃO o secretário de Saúde, Jair Biatto, entregou ao ministro da Saúde, Ricardo Barros, dados sobre a vacinação contra gripe, em Maringá, que foi acima da meta.

ENFERMAGEM “Urgência e Emergência” será o tema geral da XV Semana de Enfermagem da UNINGÁ (Centro Universitário Ingá), que acontece nos dias 28 a 30 de junho, no campus da instituição.

 

REGIÃO

ALISTAMENTO O prazo para o alistamento militar dos jovens que completam 18 anos em 2017 termina em 30 de junho. Pode ser feito na Junta Militar ou pelo site www.alistamento.eb.mil.br.

ILUMINAÇÃO A Secretaria de Urbanismo de Sarandi realizou o rebaixamento da iluminação pública em cinco postes, na rua Plutão no Jardim Universal.

EDUCAÇÃO Mandaguari iniciou curso aberto aos professores e educadores infantis da Rede Municipal de Ensino. O prefeito Romualdo Batista participou da abertura.

PONTO FACULTATIVO A Prefeitura de Mandaguari decretou ponto facultativo nas repartições públicas na próxima sexta-feira, dia 16.

 

FRASE
“A ociosidade é que envelhece, não o trabalho”. Sócrates

 

PARA LEMBRAR

CAMPANHA DO AGASALHO 2017 – Os pontos de entrega estão neste link, no portal da Prefeitura: http://www2.maringa.pr.gov.br/cdn-imprensa/relacaoprovopar1.pdf. Os shoppings Maringá Park, Avenida e Catuaí têm pontos de coleta. A campanha prossegue até o final de julho.

14 a 18 DE JUNHO – 28ª Festa das Nações de Floraí. Shows musicais, barracas de gastronomia, parque de diversões. Evento coincide com a fase regional do Jogos Abertos do Paraná, com participação de 1.400 jovens atletas, de 30 delegações de cidades.

16 DE JUNHO, sexta-feira, às 19 horas, na Livrarias Curitiba do Maringá Park, o Clube de Leitura Bons Casmurros e o tradutor Caetano Galindo vão discutir “Ulysses”. A moderação será do jornalista Victor Simião, colunista de literatura da CBN Maringá e organizador do grupo de leitura. O evento é gratuito.

 

ÚLTIMA
Hoje é uma terça com cara de quinta-feira.

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Prestação de contas

Na XX Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o ministro da saúde Ricardo Barros apresentou os resultados obtidos em 1 ano de gestão a frente do Ministério da Saúde. Segundo o ministro, o ministério Teve uma equação principal, o custeio do SUS. Por isso, foi implementados uma série de ações que permitiram eficiência financeira de 3,2 bilhões. Segundo a constituição, a administração pública tem que atender os princípios da publicidade e da eficiência. Então, não é porque é público que pode ser ineficiente. Ao contrário, o público tem que ser eficiente. Por isso, todos os prefeitos devem junto com suas equipes melhorar a saúde das pessoas, disse o Ministro.

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A utopia do SUS e outros devaneios brasileiros

O Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado no artigo 196 da Constituição de 1988. Aquela mesma constituição “cidadã” questionado por alguns poucos observadores mais atentos como sendo uma carta magna com “muitos direitos e poucos deveres”.
Importante dizer que o direito de todos os brasileiros à saúde é algo maravilhoso. Mas esse direito, na prática, é utópico.
Para começar a análise não existe nenhum outro país no mundo com um sistema igual. O mais próximo, a Inglaterra, tem vários deveres e participações do cidadão.
Quando comecei o escrever aqui o Brasil possuía, segundo o IBGE, 209.818.255 habitantes. Os problemas de saúde para uma população desse tamanho são imprevisíveis. Não há orçamento público, mesmo bem aplicado, que seja capaz de financiar totalmente um sistema desse porte.
Quando o ministro da Saúde enfrenta essa realidade faz o mínimo de que se espera dele, assim como se exige que o governo do Brasil pare de mentir, enganar (e se enganar também), pare de pensar em um país que não é viável nem no papel, quem dirá na prática.
De fato o SUS como foi concebido é absolutamente inviável e não precisa de Colombo para descobrir isso. Aliás, nossa Constituição ampara uma federação sem viabilidade.
Cada brasileiro precisa cumprir deveres para ter direitos. Essa é a realidade que a nossa Constituição, infelizmente, não prevê.
Agora, quando termino o texto, já somos 209.818.297. Em alguns minutos chegaram mais 42 brasileiros. Nascem a cada dia 2 mil brasileirinhos e brasileirinhas. Um país gigante, cada vez mais populoso, que exige mudanças em tudo, a começar pela Constituição.

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Ministro da Saúde visita Hospital Municipal

O deputado federal Ricardo Barros, que assumiu o Ministério da Saúde, no governo do presidente Michel Temer, fará a sua primeira visita a um hospital nesse domingo, 15 de maio. Às 11 horas ele estará no Hospital Municipal de Maringá, sua cidade natal.
À tarde, às 17 horas, o ministro terá reunião com a diretoria do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.
Amanhã, segunda-feira, 16, Ricardo Barros terá reunião com o conselho deliberativo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

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Bolsa Família com controle

Quando o relator do orçamento propõe corte no programa Bolsa Família atrai contra si muitas críticas. Algumas até levianas. Mas a verdade é que o corte sugerido não é casual ou irresponsável. O que o deputado Ricardo Barros fez foi muito simples: cruzou dados do programa.
Para começar, por ano, sobram cerca de R$ 2 bilhões que não são retirados. Há pessoas que se inscrevem no programa, melhoram a sua condição social, porém continuam recebendo os benefícios. Em algumas regiões do país tem gente recebendo Bolsa Família sem a menor necessidade. Tudo isso controlado e corrigido resultará na economia que o relator propõe.
Não é objetivo do corte tirar recursos de quem precisa. Ao contrário.  Maior controle e economia dos recursos vão justamente garantir a bolsa para aqueles que realmente devem recebê-la.

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Sucessão estadual: Ricardo fala sobre o governo e a sucessão

Deputado federal Ricardo Barros (Foto: Wenderson Araújo/Gazeta do Povo)

Deputado federal Ricardo Barros (Foto: Wenderson Araújo/Gazeta do Povo)

A Gazeta do Povo traz entrevista com o deputado federal Ricardo Barros sobre “sucessão estadual”.
O título é “Barros já tem até slogan para Cida em 2018: ‘Fazer no Paraná o que foi feito em Maringá’”. A entrevista é assinada por André Gonçalves.

A vice-governadora Cida Borghetti (Pros) não apenas é candidata a assumir o Palácio Iguaçu em 2018, como já tem até plataforma de campanha: levar ao estado a experiência da gestão municipal de Maringá. Quem revela os planos é o marido dela, Ricardo Barros (PP), deputado federal que trabalha em diversas frentes para pavimentar a candidatura da esposa. Uma delas é viabilizar a antecipação dos contratos com as concessionárias de pedágio, que acabam em 2022, em troca de redução na tarifa e obras. “Esperamos que o governo [Richa], terminando bem, facilite a possibilidade de ela concorrer. Mas a nossa referência política é Maringá”, cita Barros.

O sr. tem feito críticas à gestão Richa e falou em “muitas decisões equivocadas”. Quais foram?
O Paraná tem o mérito de já ter aprovado seu ajuste fiscal. Então, isso quer dizer que nós temos a perspectiva de terminar bem o governo, com condições de fazer os investimentos que o Paraná precisa. Agora, a condução da votação do ajuste teve alguns equívocos, que todos conhecem, que provocaram um desgaste muito grande para o governador. Os erros são aqueles que toda imprensa já noticiou. O governador e o líder do governo na Assembleia [Luiz Cláudio Romanelli] escolheram mal os caminhos para alcançar o objetivo da votação. Mas está feito, está aprovado e o resultado final é bom.

O governo errou na negociação com os servidores?
Não. Acho que conduziu mal o processo legislativo. Encaminhou o projeto na data errada. Criou uma possibilidade de reação muito forte. Podia ter mandado o projeto numa segunda-feira para votar até quinta. Mas mandou na semana anterior à votação, o que permitiu uma grande mobilização. São erros que custaram grande desgaste.

Como o sr. se considera em relação ao governo Richa: um aliado, independente ou alguém que pode fazer oposição em determinados momentos?
Somos aliados porque escolhemos essa aliança e vamos participar do governo na medida em que formos chamados a opinar. A nossa condição de aliado decorre da iniciativa do governador em nos ouvir nas decisões tomadas.

Ele procura o sr.?
Nós temos procurado encontrá-lo e dar a nossa opinião sobre a condução dessas questões. Esperamos ser ouvidos.

A impressão que existe é que o sr., a vice-governadora e o secretário de Planejamento, Silvio Barros [irmão de Ricardo], têm buscado uma pauta própria dentro do governo, principalmente com a atração de recursos federais e investimentos da iniciativa privada. É isso ?
É o caminho que escolhemos para cooperar. O governo tem o seu orçamento e nós estamos buscando ações que permitam que a iniciativa privada invista muito no Paraná. Nosso objetivo é consolidar essas oportunidades, primeiro pelos investimentos que as concessionárias [de pedágio] possam fazer, por ampliação de prazo das concessões [que acabam em 2022]. O contrato com as concessionárias é ruim. A taxa de retorno de 19% ao ano é muito alta. Queremos o quanto antes reformular esse contrato para que ele possa se tornar bom para os paranaenses, com menos tarifa e mais investimentos.

O sr. tem convicção de que a saída é a antecipação da renovação dos contratos com as atuais concessionárias?
Eu estou convencido de que, se pudermos negociar com as concessionárias, numa corresponsabilidade com o governo federal, porque dependemos da delegação deles no caso das rodovias federais, isso necessariamente é bom para o Paraná. Se nós podemos antecipar obras e reduzir tarifas agora, porque devemos esperar mais sete anos? Vamos antecipar. Esse é o caminho e devemos fazer isso com absoluta transparência.
O governo do estado tem batido na tecla de que é possível separar a delegação da renovação das concessões.
É nisso que eu discordei do governador. Não vai acontecer dessa forma. A União nos dará a renovação da delegação se souber o que o governo do estado vai fazer com essa delegação. Não vai dar uma carta em branco para o estado.

O sr. vê semelhanças entre a crise da gestão Richa com a do governo Dilma?
Não. O problema do governo federal está em outro estágio. A presidente tem um problema de consolidação do governo de coalizão, que o governador não tem. Ele tem uma base segura, que participa do governo efetivamente. Cada secretário segue uma diretriz, mas tem a liberdade de aplicar o programa do seu partido na área em que atua. No governo federal não é assim. O PT quer que todos ajam dentro da sua mentalidade e detém a enorme maioria dos cargos. Evidentemente, o compromisso dos partidos que fazem parte da coalizão é bem menor. Os ministros não se sentem corresponsáveis pelo governo. É isso que fragiliza o governo Dilma.

Qual deles têm mais possibilidades de recuperar a popularidade?
O governador. Ele já fez o ajuste fiscal. Recuperando o governo, recupera sua imagem. Vejo no governo Dilma mais dificuldades para o ajuste fiscal e na relação com a base aliada.

De Brasília saem recursos para o Paraná?
Saem. Evidentemente que eu, como relator-geral do orçamento de 2016, privilegiarei o Paraná, que é minha obrigação e farei com prazer.

Hoje o sr. acha que a vice-governadora Cida Borghetti é a candidata natural à sucessão do governador?
Não acho que ela é a candidata natural. Mas ela, assumindo o governo [em caso de desincompatibilização de Richa para disputar o Senado, por exemplo], vai concorrer ao governo. Claro que isso vai depender de vários fatores. Mas é natural que ela, como vice-governadora, pleiteie o governo ao assumir a cadeira. Temos outras pretensões legítimas também que se apresentam no estado. Para nós, não tem problema, é democrático. Como é nosso estilo, ao acabar a eleição, se ganharmos, estaremos convidando todos para estar juntos. E se perdermos, estaremos juntos. Para nós, disputar eleição é disputar a oportunidade de servir a comunidade.

A candidatura da Cida só se viabiliza se o governo Richa for bem?
Nós estamos trabalhando muito para o governo ir bem. Por isso, trabalhamos em frentes que não dependem do caixa do estado. Esperamos que o governo, terminando bem, facilite a possibilidade de ela concorrer. Mas a nossa referência política é Maringá. Então, qual será o discurso da vice-governadora? Vamos fazer no Paraná o que fizemos em Maringá. É uma prefeitura extremamente organizada, com a melhor gestão fiscal do Paraná, com 22% de capacidade de investimento sobre a arrecadação. Somos primeiro no estado em quase tudo e segundo no que não dá para concorrer com a capital. A gente tem muita alegria de poder ter construído, junto com outros administradores competentes que a cidade teve, essa referência que é Maringá.

Se o governador optar, por exemplo, em tentar fazer um sucessor do PSDB, Cida pode ser candidata mesmo assim? Independe de uma decisão do grupo de Richa?
O governador, se deixar o cargo, será candidato. Evidentemente, será candidato na coligação da vice. Não vai ser candidato para ser contra quem está no governo. É natural que estejamos juntos no próximo pleito. Não vejo nenhuma dificuldade nisso. Acho que a aliança está bem formada. Temos outros pretendentes dentro do mesmo grupo político, mas não vejo nenhuma dificuldade de compor. Tem espaço para todos.

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A cidade que se destaca

ricardo

Está na página 4 do impresso de hoje reportagem de Ederson Hising sobre a importância da Feira de Aviação para o projeto do Polo Aeronáutico.
Segundo o prefeito de Maringá, Roberto Pupin, 20 empresas estão interessadas em vir para Maringá.
Destaque para a declaração do deputado federal Ricardo Barros: “A cidade que se destaca é aquela que se especializa em determinado setor”.
Maringá é uma cidade brasileira que tem um projeto de futuro. Foi feito em parceria dos poderes públicos com a sociedade organizada. A revista da ACIM que circulou essa semana tem como tema “A Maringá que queremos para as próximas décadas”.
Com boas ideias, com foco, planejamento solidário e inteligente, Maringá não é apenas uma das 30 melhores cidades do Brasil, é uma cidade muito a frente das demais.
Quem vive aqui pode até não perceber, mas é animador confirmar o quanto Maringá terá papel relevante no futuro do Paraná e do Brasil.

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