Senador



Requião diz que o PMDB tem que voltar a governar o Paraná

O senador Roberto Requião declarou em entrevista à Banda B, de Curitiba, que deseja que o PMDB volte a governar o Paraná. Mas ele não definou se será candidato ao governo ou ao Senado, no ano que vem.
Requião tem  76 anos, mas a idade nem de longe parece ser um empecilho para que tenha muitos planos políticos no futuro. Roberto Requião de Mello e Silva é advogado, jornalista, urbanista e político brasileiro, ou melhor, militante, como prefere dizer.

Senador, sabe que seu mandato chega ao fim no final de 2018. E se candidatará a quem em outubro do ano que vem? Depende, disse ele.

“O PMDB tem a obrigação de lançar candidato próprio ao Governo no ano que vem. E também terá candidato ao Senado. Coloco meu nome à disposição do partido. É uma decisão partidária e meu maior interesse que o velho PMDB de guerra volte a governar o Paraná”, afirmou.

Serão duas vagas ao Senado em 2018 e há a possibilidade de Requião disputar tanto a reeleição quanto o Governo.

O senador reforçou que o PMDB tem quadros no Paraná. “Nosso partido tem um quadro de nomes com experiência, é sério no combate à corrupção e pode desarmar esta ratoeira que se transformou o nosso estado e brigar contra a corrupção. Temos como reagir e voltar a trilhar o caminho da decência e do desenvolvimento”, concluiu.

Com informações da Banda B

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BNDES deu tudo que a JBS quis

Na CPMI da JBS, ontem, o ex-presidente do BNDES nos Governos Lula e Dilma, Luciano Coutinho, afirmou que “não se lembra” de nenhum pleito da JBS que tenha sido rejeitado pelo BNDES durante o tempo em que comandou a empresa. De acordo com ele, apenas alguns projetos que teriam sido “aperfeiçoados” pelo banco.
Esta foi uma resposta do ex-presidente do BNDES a pergunta do senador Ronaldo Caiado (Democratas-GO), em sessão da CPMI realizada ontem, dia 3. Coutinho é o presidente mais longevo do banco, ficando no comando de maio de 2007 a maio de 2016. Durante esse período, ele recebeu a visita dos sócios da JBS 23 vezes.
A liberação de projetos da JBS levou em média 20 dias. Demais projetos tinham uma tramitação média de 202 dias.

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Wilson Matos dá exemplo no Senado

Senador Wilson Matos se destaca no Senado

Senador Wilson Matos se destaca no Senado

O projeto do senador Wilson Matos (PSDB/PR) que determina a implementação gradual da educação integral na rede de ensino fundamental do País será votado na próxima terça-feira (02/12). O parecer favorável foi lido pelo relator, senador Cristovam Buarque (PDT/DF), na reunião da Comissão de Educação desta terça (25/11).

Muito interessante foi o voto do relator, senador Cristovam Buarque: “A única razão que eu teria para recusar esse projeto é porque não fui eu que fiz. O projeto do senador Wilson Matos é extremamente oportuno e necessário. Não há dúvidas de que a escola em tempo integral contribuirá para a melhoria do desempenho escolar e da permanência na escola, em especial nos territórios mais vulneráveis, uma vez que a educação em tempo integral propicia melhor aproveitamento do tempo ocioso do aluno, com possibilidade de orientação dos estudos e das tarefas. Ademais, a articulação entre educação, assistência social, cultura e esporte, que poderá ser propiciada pela escola em tempo integral no ensino fundamental, constituir-se-á como uma importante intervenção para a proteção social e a prevenção a situações de violação de direitos da criança”.

O projeto do senador Wilson Matos foi elogiado pelos senadores da Comissão de Educação: “Educação é o caminho da revolução social. Parabenizo o autor e o relator”, disse o senador Cícero Lucena (PSDB/PB).

“Se nós queremos, realmente, um País voltado para a educação, com metas rígidas, temos que ser ousados. Na semana que vem, vamos ter oportunidade de presentear o senador Wilson Matos com a aprovação deste projeto”, destacou o presidente da CE, senador Cyro Miranda (PSDB/GO).

Para o senador Wilson Matos, a aprovação do projeto será fundamental para garantir uma educação de qualidade no País: “Hoje, dos alunos que terminam o 9º ano neste Brasil só 12% dominam as proficiências da matemática e 22% dominam proficiência da língua portuguesa, ou seja, fazendo a média, somente 17% dos alunos que ficam nove anos no ciclo do ensino fundamental passariam para o ano seguinte se tivéssemos um exame que cobrasse o domínio das proficiências. No ensino médio, só 5,2% dos que terminam o ensino médio têm o domínio das proficiências em matemática. De língua portuguesa, 23,3%. Esses dados são retirados das provas do Enem, das provas do Ideb, que o Governo mesmo aplica. Então, 50% dos que chegam ao ensino superior hoje são analfabetos funcionais. Essa é a grave situação. Não vamos conseguir fazer um ensino médio melhor nem uma universidade melhor se não corrigirmos rapidamente essa base que está muito deficitária em nossa Nação. Acho que chegou a hora. Nós só vamos ter uma verdadeira democracia quando todos tiverem direito de acesso a uma escola de qualidade”, declarou Wilson Matos.

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Coletiva com Alvaro Dias, às 15 horas, em Maringá

O senador mais votado dessas eleições,  no país, estará a disposição da imprensa hoje à tarde, às 15 horas, no Bristol Hotel.
Além de senador mais votado, Alvaro vai para o seu quarta mandato como senador e será um recordista de tempo de presença no Senado.

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Senador Alvaro Dias atenderá a imprensa, em Maringá

Senador reeleito para o quarto mandato pelo PSDB-PR, Alvaro Dias concederá coletiva de imprensa dia 14 de outubro (terça-feira), às 15 horas, no Hotel Bristol, em Maringá, para comentar sobre os resultados das eleições no Estado e no País.
O convite à imprensa está sendo feito pelo senador e seu atual suplente em exercício, o reitor do UniCesumar, Wilson de Matos Silva.
Alvaro Dias foi o senador mais votado do Brasil em termos proporcionais e conquistou no Paraná 77% dos votos válidos nas eleições do último dia 5. Com o cumprimento do novo mandato, o quarto, se tornará o senador pelo Paraná com mais tempo no Senado, 32 anos.
Nascido em Quatá, no interior de São Paulo, Alvaro Dias foi criado em Maringá. Formou-se em História pela Universidade Estadual de Londrina e iniciou sua carreira política elegendo-se vereador em 1968 pelo MDB.
Em 1971 foi eleito deputado estadual e, em 1974, deputado federal. Em 1982 foi eleito ao Senado, onde ficou até assumir o governo do Estado do Paraná, de 1987 a 1991. Foi eleito senador em 1998 e atualmente exerce seu terceiro mandato na Casa.
O senador tucano foi reeleito pela coligação Todos pelo Paraná (PSDB / PROS / DEM / PSB / PSD / PTB / PP / PPS / PSC / PR / SD / PSL / PSDC / PMN / PHS / PEN / PT do B) e tem como 1º suplente Joel Malucelli (PSD) 2º suplente, Severino Araújo (PSB).

Coletiva de Imprensa do senador Alvaro Dias
Terça-feira 14/10/2014
Às 15 horas, no Hotel Bristol (Sala Rio de Janeiro) – Maringá (Av. 15 de Novembro, 470 – Centro)
DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PSDB – MARINGÁ
10/10/2014

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Alvaro Dias faz discurso em defesa dos municípios

Faço questão de compartilhar aqui o link para o discurso do senador Alvaro Dias defendendo os municípios.
Segundo ele “o município é o maior patrimônio do cidadão. Nele está sua casa, sua família, seu trabalho, seu salário e sua propriedade. Sua vida! Quem não defende o município não devia estar no Congresso!”

Concordo.

Acesse o discurso AQUI

 

 

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Alvaro Dias perde aposentadoria e imagem

O próprio senador anunciou há pouco no seu blog: “Fui informado por jornalistas no final da tarde de hoje que o Governo do Paraná decidiu anular a decisão que me conferia direitos à aposentadoria como ex-governador do Estado.”
Na Folha de São Paulo o senador foi notícia na primeira página: “Procurador pede cancelamento de pensão especial de Alvaro Dias”. A Procuradoria Geral do Paraná fundamentou o pedido na tese de que o prazo para o pedido estava prescrito, pois ele concluiu o mandato em 1990 e requereu o benefício 20 anos depois.
Sempre admirei o senador Alvaro Dias por não ter solicitado essa aposentadoria especial. Era uma iniciativa exemplar, que fazia justiça a sua tentativa de impedir este privilégio na Constituição Estadual. A mensagem que mandou para a Assembleia do Paraná, entretanto terminou arquivada.
O senador alega que pediu a aposentadoria para fazer caridade. Quem o conhece sabe que ele não precisa desse dinheiro, nem para si e nem para fazer caridade. O argumento da beneficência pegou muita mal, soou falso, piorou a situação.
Não quero analisar o comportamento político do senador Alvaro Dias no ano passado, até porque não consegui entender o que ele pretendia. De todas as atitudes, no entanto, a de requerer a aposentadoria foi a mais desastrada.
Também não sei prever o estrago na sua imagem. Dá para imaginar que foi muito grande. Em 1990 o candidato Roberto Requião, aquele mesmo do Ferreirinha, chamou o candidato José Richa de “senador aposentado”, no debate da Rede Paranaense de Televisão/Globo. Foi um golpe duro, acusado por José Richa e refletido na sua votação, que o deixou fora do segundo turno, disputado entre Martinez e Requião.
Agora, em 2010, Alvaro Dias terminou se transformando em senador com mandato e ex-governador aposentado, a partir de uma decisão dele mesmo que eu e muitos que o conhecem não conseguimos explicar e nem entender.

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