Texto

 

‘O Assunto é Política’: Texto e vídeo estão no site da CBN Maringá

A coluna de hoje está no site da CBN Maringá.

Hoje em áudio e texto.

Às 14h20, segunda edição. Amanhã, 9h40, direto de Curitiba, na transmissão de cargo no Palácio Iguaçu.

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Mensagem de um professor a mães e pais, a estudantes, especialmente adolescentes

Compartilho aqui mensagem de um professor, em momento de perda, de dor, de milhares de perguntas com respostas difíceis. Bom pensar e repensar, refletir, fazer o possível (mas fazer!), ter força, fé, e seguir em frente, mesmo que isto às vezes pareça impossível… “Aos Pais e Mães do meu Facebook Um pequeno pedido … Olhem […]

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“O Assunto é Política”: Moradores cobram dos vereadores obras e serviços no São Silvestre

SESSÃO ITINERANTE. Foi realizada na noite desta segunda-feira (20) a primeira sessão itinerante da Câmara Municipal em 2018. Aconteceu no Centro Esportivo do São Silvestre. Ela deveria ter acontecido no dia 27 de fevereiro, mas foi cancelada, no dia 23 de fevereiro. A nota oficial da Câmara, publicada no seu site, alegou o cancelamento por […]

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Começando?

Para muitos o ano começa agora… depois do Carnaval.
2018 começou agitado, com muitos desafios, mas com o tradicional “depois do Carnaval”. Sem dúvida muitas decisões ficaram para ser tomadas e muitas coisas vão acontecer a partir de agora.
Algumas coisas são inadiáveis, outras não dependem de nós, outras serão ainda proteladas.
Desejo a todos que os planos se tornem realidade, que os obstáculos se tornem motivação e energia.
Vamos em frente!

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Redes sociais reais

Valther Ostermann transcreveu este texto e compatilho aqui. Vale a reflexão, que talvez ajude a diminuir os “micos” e postagens desnecessárias.

“Claro que você já leu nas redes sociais mas vale o registro pela crítica comportamental embutida no texto bem-humorado, cuja autoria desconheço:

‘Para as pessoas da minha geração que não compreendem realmente porque existe o Facebook, WhatsApp etc.
Atualmente, estou tentando fazer amigos fora do Facebook, enquanto utilizo os mesmos princípios.
Portanto, todo dia eu ando pela rua e digo aos pedestres o que eu comi, como me sinto, o que fiz na noite anterior e o que farei amanhã.
A seguir, eu lhes dou fotos de minha família, do meu cachorro e fotos minhas cuidando do jardim e passando o tempo na piscina… etc.
Também ouço as suas conversas e lhes digo que os amo.
E isto funciona!
Eu já tenho 3 pessoas me seguindo: dois policiais e um psiquiatra!'”

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Para refletir (publicado no grupo de whatsapp Ideias&Fatos)

O grupo de whatsapp Ideias&Fatos reúne amigos do nosso projeto (coluna, blog e facebook) e tem sido um local de excelentes contribuições e bons debates, sempre tendo como base o respeito a todas as opiniões, especialmente as contrárias.

Hoje Walter Guerlles no brindou com essa publicação, que compartilho aqui:

“Recebi hoje e achei uma aula:

Onde quer que vc esteja, faça diferença neste lugar…
Discutir não alimenta.
Reclamar não resolve.
Revolta não auxilia.
Desespero não ilumina.
Tristeza não leva a nada.
Lágrima não substitui suor.
Irritação intoxica.
Calúnia responde sempre com o pior.
Para todos os males, só existe um medicamento de eficiência comprovada.
Continuar na paz, compreendendo, ajudando, aguardando o curso sábio do Tempo, na certeza de que o que não for bom para os outros não será bom para nós…
Pessoas feridas ferem pessoas.
Pessoas curadas curam pessoas.
Pessoas amadas amam pessoas.
Pessoas transformadas transformam pessoas.
Pessoas chatas chateiam pessoas.
Pessoas amarguradas amarguram pessoas.
Pessoas santificadas santificam pessoas.
Quem eu sou interfere diretamente naqueles que estão ao meu redor.
Acorde…
Se cubra de gratidão, se encha de amor e recomece…
O que for benção para a sua vida, Deus entregará a você. O que não for, ele livrará!
Um dia bonito nem sempre é um dia de sol… Mas com certeza é um dia de paz.”

Para fazer parte do grupo é só clicar aqui.

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Histórias de um país cada vez mais difícil de entender

Impressionantes coisas que acontecem neste país.
Adolescentes não podem trabalhar, por lei.
Leis que não levam em conta boa parte da realidade e das necessidades dos adolescentes e suas famílias, seus pais.
Muitas pessoas bem-sucedidas hoje começaram a trabalhar na adolescência. Isto não impediu que continuassem a estudar e a se preparar para a vida.
Um texto, de uma crônica para reflexão, foi citado por Alisson Maia:

“Olá … Hoje um adolescente infrator me deixou sem ação e reação diante dele! Estava na delegacia fazendo mais uma cobertura de notícias policiais quando me deparei com um adolescente de 14 anos sentando esperando para ser autuado por porte ilegal de arma de fogo. Olhei para ele e pensei, mais um moleque que não fica preso, então nem vou perder meu tempo.. Mas enquanto aguardava uma outra ocorrência que estava a caminho da delegacia, me aproximei dele e como às vezes faço, comecei a dar conselhos para ele: – ‘Sai dessa vida rapaz, você vai morrer, a vida das drogas e do crime não compensa’.
Foi quando ele, que até então estava calado, olhou bem para mim e disse:
– ‘Esse papo do senhor eu já cansei de ouvir, estava armado porque vendo droga, e ganho muito fazendo isso, mas eu antes de ser vendedor eu trabalhava numa oficina e sabe o que fizeram? Denunciaram o dono da oficina porque eu estava trabalhando lá. Ele me pagava legal, eu tinha minhas coisas, meu tênis, tinha tudo. Mas ele teve que me mandar embora para não ir preso. Acho que ele esta até hoje respondendo na justiça por ter dado emprego a um menor. Depois eu fui trabalhar na feira. Trabalhei sete meses e sabe o que aconteceu lá ? A mesma coisa que na oficina, tive que sair. Não sei quem é meu pai e minha mãe é uma coitada. Eu tentei trabalhar honestamente, e até trabalhava e estudava direito, mas não deixaram e achei no tráfico o sustento meu e da minha casa. Guarda seus conselhos para esses safados que vocês votam e que acham que menor não pode trabalhar, mas pode roubar, matar e traficar. Entrei nessa vida porque sem trabalhar quero um tênis mas não posso comprar, quero comer um sanduíche, mas tambem não posso, quero ir no cinema tambem não posso, então já que não posso trabalhar como gente, vou traficar, pelo menos assim tenho dinheiro”.
Tive que ouvir isto de um garoto de 14 anos estragado pelo sistema. Logo o chamaram e não foi possível continuar conversando.
Fiquei mudo, sai calado. Sei que há vítimas do sistema, mas foi um garoto de 14 anos que me calou, mostrando o quanto nós, com nossas escolhas erradas, estamos acabando com a juventude. Por causa dessas quadrilhas que colocamos e ainda mantemos no poder é que jovens estão matando, roubando e traficando.
Ele disse: ‘Não posso trabalhar, mas posso roubar, traficar e matar!’ Esse é o futuro que estamos construindo nesse país! Senhores eleitores, leiam isso e se envergonhem do Brasil que estamos deixando para a juventude!”

Como escrevi na coluna, o texto não é a defesa de um criminoso, é um alerta para a incompatibilidade de algumas leis com a realidade do nosso país.

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Horário comercial

Texto de Martha Medeiros000

Faleceu ontem, terça-feira, depois de alguns anos respirando por aparelhos, o digníssimo Horário Comercial. Ironicamente, morreu fora do horário comercial, às 23h42min da noite, quando o telefone tocou na casa de uma família que já estava recolhida em seus aposentos, de luz apagada.
Ao levantar da cama, onde se encontrava deitado, quase pegando no sono, o sr. Vladimir, que acorda todos os dias às 5h da manhã para pegar um ônibus a fim de chegar às 7h30min ao trabalho, arrastou as chinelas até a cozinha, onde fica o único aparelho fixo da casa, e, ao atender, escutou a voz indiferente de uma moça desconhecida que passou a listar as vantagens que o sr. Vladimir teria caso renovasse a assinatura de duas revistas que ele, curiosamente, nunca assinou. Sr. Vladimir, muito gentil, mandou a moça para aquele lugar – a cama dela – e voltou para a sua resmungando qualquer coisa que dona Adelaide, que também estava sonolenta, entendeu com muito custo.
“Outro que morreu”, foi o que seu marido sentenciou. Aquele telefonema perto da meia-noite foi a pá de cal no que se convencionou chamar de “horário restrito para assuntos comerciais e profissionais”. Não existe mais.
Era um período variável. Das 8h às 18h. Ou, mais curto, das 9h às 17h. Mais curto ainda, das 10h às 16h. Nunca ficou bem determinado, mas subentendia-se que horário comercial era aquele em que as lojas abriam e fechavam, os bancos abriam e fechavam, os escritórios abriam e fechavam, os consultórios abriam e fechavam, e, dentro deste espaço de tempo, os que prestavam serviço se entendiam com seus potenciais clientes.
Parece cena de filme mudo em preto e branco.
Hoje o mundo é uma emergência de hospital 24/7. Você manda uma piadinha por WhatsApp às duas da manhã para uma amiga porque sua emergência é a insônia. Você telefona às 10 e meia da noite para um hidráulico porque sua emergência é um chuveiro pingando. Você manda um SMS de madrugada para o ex-namorado porque sua emergência é atrapalhar o novo relacionamento dele. Você manda uma mensagem para seu secretário pelo inbox do Face, em pleno domingo, porque sua emergência é o narcisismo: precisa sentir que estão todos a seu dispor.
Horário comercial, hoje, é apenas uma lembrança. Entrou para o obituário dos bons modos.

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A dor que também é nossa

felipe-sandrin

Felipe Sandrin, de Florianópolis, escreveu o seguinte texto sobre a tragédia com a Chapecoense.

“Quando um avião cai a gente cai junto. Um avião transporta mais do que vidas, transporta sonhos. É o pai que está indo reencontrar os filhos, é a mãe que está indo buscar o sustento de sua família, são pilotos que planejam estar em casa ao jantar e a aeromoça que leva na bagagem o perfume favorito do namorado.
Quando cai um avião a gente cai junto, pois quantos de nós viram os sonhos começar dentro de um avião. A viagem tão esperada, a assinatura de um contrato, o encontro com alguém que tanto sonhamos estar junto.
Aviões partem rumo a sonhos, e era isso que cabia também neste trágico voo que quase chegou a seu destino. Jogadores que representavam o sonho do menino que quer ser jogador, jogadores que representavam seus familiares, seus torcedores.
Quando um avião cai todos nós caímos juntos. Morrem sonhos, morrem encontros que não vão mais ocorrer, morrem saudades que não vão ser vencidas e que dali por diante vão apenas crescer e se tornar um buraco junto a quem nunca chegou.
Quando um avião cai a dor é compartilhada, pois todos nós somos torcedores, torcemos para quem amamos, torcemos para logo poder dar o abraço, torcemos, pois ninguém sonha sozinho.
Hoje esse humilde time de Santa Catarina tem a maior torcida do mundo, pois quando sonhos despencam do céu a solidariedade é a única camisa que todos vestem, pois essa é a única camisa que nesse momento nos conforta”.

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