Mês: maio 2010

   

Domingo em Ivatuba. 50 anos da Paróquia Nossa Senhora do Rocio

Domingo, 30, o arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, preside a santa missa de encerramento do Jubileu da Paróquia Nossa Senhora do Rocio em Ivatuba, às 10h. Logo após a celebração será servido o almoço no salão paroquial. O pároco Altair Ciarallo pede que os pioneiros sejam comunicados para que participem deste momento histórico na vida da comunidade de Ivatuba.

Por Assessoria de Imprensa

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Economia de Comunhão e o perfil do empresário

A Economia de Comunhão, idealizada por Chiara Lubich, do Movimento dos Focolares, tem como propósito a distribuição do lucro, de modo a construir e apresentar uma sociedade que possa ser semelhante à primeira comunidade de Jerusalém, onde “entre eles não havia necessitados”.

Para tanto, envolve empresários, trabalhadores, gestores, consumidores, cidadãos, estudiosos.

A espinha dorsal do projeto são as empresas que, livremente, decidem colocar em comunhão seus lucros, segundo três finalidades de igual importância, quais sejam:

1 – Ajudar as pessoas que estão em dificuldade, criando novos postos de trabalho, e satisfazer as suas necessidades básicas por meio de ações de desenvolvimento, começando com aqueles que partilham o espírito do projeto.

2 – Difundir a “cultura do dar” e da reciprocidade, sem a qual é impossível realizar uma Economia de Comunhão. 3 – Desenvolver a empresa, que deve permanecer eficiente e competitiva enquanto se abre à gratuidade.

Do ponto de vista da sociedade, ao longo do tempo, a palavra “empresário” concentra vários sentimentos. Ele é observado de modos opostos: há quem o considere um benfeitor social, que cria empregos, riquezas e bens. Em palavras simples, se diria “de direita”, ou seja, vê qualquer forma de empreendedorismo como positiva, capaz de levar ao desenvolvimento e à riqueza.

Por outro lado, há outra linha de pensamento que vê o empresário como o opressor que expropria a força de trabalho dos seus colaboradores e enriquece por meios ilícitos.

É no primeiro contexto que o empresário ganha importância fundamental ao se tornar um agente econômico que, percebendo oportunidades de lucro, toma a iniciativa de reunir fatores de produção numa empresa com o objetivo de sua continuidade e crescimento de suas atividades.

De um modo geral, podem-se reconhecer dois aspectos característicos do empresário: primeiro, o de empreendedor, por conviver bem com o risco e com a incerteza, ou seja, é uma pessoa que tem uma estrutura psicológica que o torna capaz de conviver com esses fatores e, segundo, o de especulador ou oportunista, ao visar lucros.

Para diferenciar esses aspectos, surge o empresário de EdC, do qual se podem citar quatro características básicas: é sempre membro de uma comunidade, ou dentro da empresa ou com outros empreendedores; tem como principal objetivo a fraternidade, mas não é ele somente que vive essa fraternidade, e sim alguém que a ativa ao seu redor, pois a EdC não é um projeto apenas de empresários ou somente uma ética que se propõe a tornar melhores os empresários; só se dá por satisfeito quando vê a sua comunidade empresarial se tornar um local de comunhão, e, por último, tem por fim a fraternidade, ou seja é um irmão de todos.

Portanto, se alguém leva a sério isso, desencadeia uma revolução. Por quê? Porque o modo normal de compreender o papel do empreendedor – seja ele de direita, de esquerda, de centro, liberal, democrático etc – é considerá-lo como o gestor da empresa.

Cabe acrescentar que o propósito principal do empresário de EdC não é “fazer assistência aos pobres”, mas proporcionar meios que diminuam a desigualdade social.

Deve-se orientar no sentido de criar uma comunidade onde se diminua a existência de pobres no sentido econômico, porque todos são pobres no sentido cristão e estão trilhando um caminho de fraternidade.

Para que seja possível exercer tudo isso, quatro pontos fundamentais podem ser destacados no desempenho da função de empresário da EdC: primeiro, é essencial tratar todos com estima, com escuta profunda.

Se as pessoas – trabalhadores, dependentes, executivos – não se sentirem estimados, mas simplesmente um número na empresa, eles não respondem aos estímulos; segundo, a dignidade. Quem recolhe o lixo deve sentir-se tão importante como o banqueiro.

Todos são tratados como verdadeiros irmãos. terceiro, a participação, ou seja, não se pode dizer pela manhã “vamos viver a comunhão” e durante o dia não fazer existir nenhuma forma de participação. Não é possível que a comunhão não se traduza em práticas participativas de todos os atores em algum nível.

Por último, a decisão da destinação da riqueza produzida pela empresa deve ser tomada em conjunto entre empresário e colaboradores. Dessa forma, espera-se que as relações humanas nas empresas de EdC possam proporcionar elevação de competitividade e, principalmente, harmonia entre proprietários e colaboradores, no sentido de que todos pratiquem a fraternidade como princípio de reciprocidade

 Artigo semanal de Dom Anuar Battisti publicado em O Diário

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Mais dois padres para a Igreja. Participe das ordenações no fim de semana

Nessa sexta-feira, 28, a Arquidiocese celebra a ordenação presbiteral do Diácono Rodolfo Rodrigo Benedetti. Local: Paróquia Divino Espírito Santo em  Bom Sucesso. Início às 20h.

E no domingo, 30, será a vez do diácono Jéferson Batista da Cruz ser ordenado. A Santa Missa será às 18h na quadra Esportiva do Colégio Adaile Maria Leite – Rua Armando Crippa, 735 – Jardim Liberdade – Paróquia Nossa Senhora da Liberdade – Maringá.

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Ética e eleições 2010

Os Presidentes das igrejas-membro que compõem o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) estiveram reunidos esta semana em Brasília, para a reunião do Conselho Curador da entidade. O objetivo do encontro foi analisar balancetes fiscais e fazer uma análise da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos e da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010.

O Conselho Curador também refletiu sobre os temas: Ética na política e Eleições 2010. Estiveram presentes: o secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa; o bispo primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB), dom Maurício de Andrade; o Presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), pastor doutor Walter Altmann; o moderador da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil (IPU), pastor Enoc Wenceslau; o padre da Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Joanilson Pires do Carmo; o presidente do CONIC, pastor sinodal Carlos Möller e o secretário geral do CONIC, reverendo Luiz Alberto Barbosa.

Neste link você encontra a declaração na íntegra:

 http://www.conic.org.br/pub/PDFDECLARACAOETICA2010.pdf

Com CNBB

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