Mês: janeiro 2011



Campanha da Fraternidade 2011: capacitação em Maringá

Para o ano de 2011 a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheu como tema da CAMPANHA DA FRATERNIDADE “Fraternidade e a Vida no Planeta”, e o lema será “A Criação geme em dores de parto” (Rm 8,22). 

Na Arquidiocese de Maringá o ENCONTRO DE CAPACITAÇÃO da Campanha será realizado no dia 12 de fevereiro, com início às 14h e término previsto para as 18h, no salão Paroquial da  Paróquia Santo Antonio de Pádua, localizado na  Rua: Vereador Joaquim P. de Castro nº 267 – Vila Santo Antônio – Maringá.

Além da capacitação em Maringá, o Movimento de Cursilhos, responsável pela articulação da campanha na Arquidiocese, fará palestras também nas cidades de Jandaia do Sul (17 de fevereiro), Castelo Branco (18 de fevereiro), e também em Paranacity (22 de fevereiro). Os encontros serão ministrados pelo coordenador da Ação Evangelizadora da Arquidiocese, padre Sidney Fabril.

Comente aqui


Alunos da PUCPR Câmpus Maringá colam grau

Quase 300 alunos da PUCPR Câmpus Maringá irão colar grau na próxima semana. A missa será realizada na segunda-feira (31), às 20h, na Catedral da cidade. Os formandos de Filosofia, Nutrição e Turismo irão receber o título no dia 1° de fevereiro.

A colação dos cursos de Administração e Direito será no dia 2 e 3 de fevereiro, respectivamente. Todas as cerimônias irão acontecer, às 20h, no Teatro Marista.

Comente aqui


Nada antes ou depois. Tudo a seu tempo

Nestes dias, vendo e ouvindo notícias sobre as trágicas ocorrências das enchentes e chuvas torrenciais, principalmente a perda de tanta gente, pessoas e famílias inteiras destruídas, desaparecidas, pergunto: o que fazer?

O que fazer diante de tantos lares sem lar, tantas famílias sem nada, nem mesmo os seus mais queridos? O que fazer quando as catástrofes naturais não marcam dia e nem hora e muito menos as consequências?

De nada adianta interpretações climáticas, culpar este ou aquele, ou dizer que são sinais do fim dos tempos quando menos responsabilizar o Deus Criador.

Ele fez tudo tão bom, “viu que tudo era muito bom”. Situações semelhantes já ocorreram em outros lugares do planeta, com intensidades muito mais graves e consequências que levarão anos para ser remediadas. Não será o primeiro e nem o último fenômeno da natureza a nos assustar.

Humanos que somos, criados “para crescer, multiplicar e aperfeiçoar a terra” resta-nos retomar a missão que Deus nos deixou e não lamentar como alguém que manchou a branca toalha ao derramar uma taça de vinho tinto.

Lamentações, não. Solidariedade, sim. Sentir mesmo à distância a dor e o sofrimento alheio, participar com gestos concretos, dando o pouco que temos na ordem material, acompanhado da prece que brota da fé, é o que faz a diferença nestes momentos de tragédias.

É hora de somar na busca de gestos concretos para dar às vítimas, irmãos e irmãs brasileiros, que nesta hora necessitam de nosso gesto de amor.

Nada mais toca a nossa sensibilidade humana do que a dor pessoal e do outro que jamais esperava por ela. Não somos máquinas e sim pessoas com sentimentos e desejos, coração que sente e chora, que grita e agradece.

Somos gente cuja vida encontramos sentido na luta e labuta diária, com a força do Senhor que gritou: “Se for possível afasta de mim este cálice, porém não faça a minha vontade e sim a Tua”.

A dor e o sofrimento são partes integrantes do nosso ser humano. Não fomos feitos para o sofrimento e sim para passar por ele, entender que só se chega ao amor, passando pelo fogo da dor.

Quantas situações pessoais só resolvidas através da dor, da perda e da morte. Se não entenderes pelo amor, entenderás pela dor. Por isso o sofrimento humano não é inútil. Encontramos a razão do seu existir quando nele somos capazes de ver, marcado com todo o carinho, o amor de Deus, pois Ele “prova aqueles a quem mais ama”. Por mais que se queira tirar o sofrimento e a dor, estes jamais vão deixar de habitar o coração humano, pois ao contrário deixaria de ser humano.

O caminho é o amor solidário, que vai além de uma simples doação. Doar muitas das vezes é fácil. Doar-se amando custa um pouco mais, pois o amor permanece como exigência do ser criado a imagem e semelhança do Criador.

Gestos momentâneos passam. Já o amor permanece como razão do ser e existir para nós e para os outros. Por isso aqui está uma forma concreta do amor solidário: A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), através da Cáritas, realiza no próximo dia 30 uma coleta nacional em todas as paróquias para ajudar as vítimas das enchentes ocorridas neste mês de janeiro.

Se você não puder ir à missa no próximo domingo faça a sua doação através das contas bancárias: Campanha “SOS Sudeste”(CNBB e Cáritas Brasileira) Caixa Econômica Federal (CEF). Agência-1041–OP.003, conta-corrente 1490-8, ou Banco do Brasil, agência-3475-4, conta-corrente 32.000-5.

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá

Comente aqui


Pedido de solidariedade – ARAS/Cáritas Maringá

No último dia 13 de Janeiro registrou-se no Rio de Janeiro a maior tragédia ambiental ocorrida na história do Brasil. A tragédia concentrou-se na região serrana do estado do Rio de Janeiro, atingindo diretamente a região pertencentes as dioceses de Petrópolis e de Nova Friburgo.

Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Santa Catarina, embora em menor proporção, também enfrentam os desastres das enchentes. Infelizmente, vivemos dias de luto diante do sofrimento de tantos irmãos e irmãs.

A ARAS/Cáritas e CALLM, em contato com o Arcebispo D. Anuar Battisti, ficou responsabilizou-se em, juntamente com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira, participar de uma campanha, nacional, em favor das vítimas dessas enchentes. Seguindo a sugestão da CNBB, que em nota solicitou “que se faça uma coleta comunitária, em dia escolhido por cada diocese. Como data conveniente, propomos o último domingo deste mês, dia 30 de janeiro”. Resolvemos nos mover nesta direção.

Assim, além da coleta em todas as comunidades, que ocorrerá no dia 30 de janeiro, a Arquidiocese de Maringá, Juntamente com ARAS (Associação de Reflexão e Ação Social – Cáritas Maringá) e CALLM (Conselho Arquidiocesano de Leigos e Leigas de Maringá) está disponibilizando uma conta corrente para que a população faça a sua doação em dinheiro, diretamente para a Cáritas Nacional. Aos interessados, o depósito pode ser feito nas seguintes contas:

Caixa Econômica Federal (CEF): Agência 1041 – OP. 003; Conta Corrente 1490-8.

Ou

Banco do Brasil: Agência 3475-4; Conta Corrente 32.000-5.

Pedimos, por favor, que divulguem essa ação solidária em suas paróquias e comunidades, motivando a população a participar. Por meio da solidariedade fraterna, podemos ao menos amenizar o sofrimento daqueles que estão sofrendo as duras conseqüências desse desastre ambiental. Vamos colaborar!

No coração de Deus o amor é infinito! Em nossos gestos a caridade é que o mundo acreditará nesta verdade!

Padre Zenildo Megiatto

Presidente da ARAS/Cáritas Arquidiocese de Maringá

Comente aqui


Na web: Coral Arquidiocesano na Europa

A TV 3º Milênio disponibiliza neste espaço o documentário “Um Canto Novo para um Velho Mundo”, lançado em 2010. São 5 blocos que possuem detalhes da turnê do Coral Infanto-Juvenil Arquidiocesano de Maringá pela Europa em 2009, inclusive contendo a apresentação ao Papa Bento XVI no Vaticano. Seguindo a orientação do Santo Padre, o Papa Bento XVI, de evangelizar pelas Redes Sociais, este é mais um passo neste caminho de evangelização na Arquidiocese de Maringá.

Primeira parte – Coral Arquidiocesano de Maringá na Europa

Segunda parte – Coral Arquidiocesano de Maringá na Europa

Terceira parte – Coral Arquidiocesano de Maringá na Europa

Quarta parte – Coral Arquidiocesano de Maringá na Europa

Quinta e última parte – Coral Arquidiocesano de Maringá na Europa

Comente aqui


Papa e o Dia Mundial das Comunicações Sociais

O papa Bento XVI divulgou hoje, 24, no site oficial do Vaticano, a Mensagem para 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais, intitulada “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”. O papa pede que as novas formas de comunicação sejam utilizadas apenas pensando no bem coletivo, destacando a verdade na atuação dos participantes das Redes Sociais e principalmente o papel dos jovens na Era Digital.

“As novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano”, destaca o papa.

Bento XVI diz que as novas tecnologias estão mudando “não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma. As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades”.

O papa faz um alerta, dizendo que “é importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida”.

O papa finaliza sua mensagem afirmando que a web está contribuindo para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual. ”Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1, 10)”.

Leia abaixo a íntegra da mensagem do papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais:

Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital

Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião do XLV Dia Mundial das Comunicações Sociais, desejo partilhar algumas reflexões, motivadas por um fenômeno característico do nosso tempo: a difusão da comunicação através da rede internet. Vai-se tornando cada vez mais comum a convicção de que, tal como a revolução industrial produziu uma mudança profunda na sociedade através das novidades inseridas no ciclo de produção e na vida dos trabalhadores, também hoje a profunda transformação operada no campo das comunicações guia o fluxo de grandes mudanças culturais e sociais.

As novas tecnologias estão mudando não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma, podendo-se afirmar que estamos perante uma ampla transformação cultural. Com este modo de difundir informações e conhecimentos, está nascendo uma nova maneira de aprender e pensar, com oportunidades inéditas de estabelecer relações e de construir comunhão.

Aparecem em perspectiva metas até há pouco tempo impensáveis, que nos deixam maravilhados com as possibilidades oferecidas pelos novos meios e, ao mesmo tempo, impõem de modo cada vez mais premente uma reflexão séria acerca do sentido da comunicação na era digital. Isto é particularmente evidente quando nos confrontamos com as extraordinárias potencialidades da rede internet e a complexidade das suas aplicações. Como qualquer outro fruto do engenho humano, as novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano.

No mundo digital, transmitir informações significa com frequência sempre maior inseri-las numa rede social, onde o conhecimento é partilhado no âmbito de intercâmbios pessoais. A distinção clara entre o produtor e o consumidor da informação aparece relativizada, pretendendo a comunicação ser não só uma troca de dados, mas também e cada vez mais uma partilha.

Esta dinâmica contribuiu para uma renovada avaliação da comunicação, considerada primariamente como diálogo, intercâmbio, solidariedade e criação de relações positivas. Por outro lado, isto colide com alguns limites típicos da comunicação digital: a parcialidade da interação, a tendência a comunicar só algumas partes do próprio mundo interior, o risco de cair numa espécie de construção da auto-imagem que pode favorecer o narcisismo.

Sobretudo os jovens estão a viver esta mudança da comunicação, com todas as ansiedades, as contradições e a criatividade própria de quantos se abrem com entusiasmo e curiosidade às novas experiências da vida. O envolvimento cada vez maior no público areópago digital das chamadas Redes Sociais, leva a estabelecer novas formas de relação interpessoal, influi sobre a percepção de si próprio e por conseguinte, inevitavelmente, coloca a questão não só da justeza do próprio agir, mas também da autenticidade do próprio ser.

A presença nestes espaços virtuais pode ser o sinal de uma busca autêntica de encontro pessoal com o outro, se se estiver atento para evitar os seus perigos, como refugiar-se numa espécie de mundo paralelo ou expor-se excessivamente ao mundo virtual. Na busca de partilha, de “amizades”, confrontamo-nos com o desafio de ser autênticos, fieis a si mesmos, sem ceder à ilusão de construir artificialmente o próprio “perfil” público.

As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades. Esta é uma grande oportunidade, mas exige também uma maior atenção e uma tomada de consciência quanto aos possíveis riscos. Quem é o meu “próximo” neste novo mundo?

Existe o perigo de estar menos presente a quantos encontramos na nossa vida diária? Existe o risco de estarmos mais distraídos, porque a nossa atenção é fragmentada e absorvida por um mundo “diferente” daquele onde vivemos? Temos tempo para refletir criticamente sobre as nossas opções e alimentar relações humanas que sejam verdadeiramente profundas e duradouras? É importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida.

Também na era digital, cada um vê-se confrontado com a necessidade de ser pessoa autêntica e reflexiva. Aliás, as dinâmicas próprias das Redes Sociais mostram que uma pessoa acaba sempre envolvida naquilo que comunica. Quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais. Segue-se daqui que existe um estilo cristão de presença também no mundo digital: traduz-se numa forma de comunicação honesta e aberta, responsável e respeitadora do outro.

Comunicar o Evangelho através dos novos midia significa não só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele. Aliás, também no mundo digital, não pode haver anúncio de uma mensagem sem um testemunho coerente por parte de quem anuncia. Nos novos contextos e com as novas formas de expressão, o cristão é chamado de novo a dar resposta a todo aquele que lhe perguntar a razão da esperança que está nele (cf. 1 Pd 3, 15).

O compromisso por um testemunho do Evangelho na era digital exige que todos estejam particularmente atentos aos aspectos desta mensagem que possam desafiar algumas das lógicas típicas da web. Antes de tudo, devemos estar cientes de que a verdade que procuramos partilhar não extrai o seu valor da sua “popularidade” ou da quantidade de atenção que lhe é dada.

Devemos esforçar-nos mais em dá-la conhecer na sua integridade do que em torná-la aceitável, talvez “mitigando-a”. Deve tornar-se alimento quotidiano e não atração de um momento. A verdade do Evangelho não é algo que possa ser objeto de consumo ou de fruição superficial, mas dom que requer uma resposta livre. Mesmo se proclamada no espaço virtual da rede, aquela sempre exige ser encarnada no mundo real e dirigida aos rostos concretos dos irmãos e irmãs com quem partilhamos a vida diária. Por isso permanecem fundamentais as relações humanas directas na transmissão da fé!

Em todo o caso, quero convidar os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana. A web está contribuindo para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual, de certeza compartilhada.

Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1, 10). A proclamação do Evangelho requer uma forma respeitosa e discreta de comunicação, que estimula o coração e move a consciência; uma forma que recorda o estilo de Jesus ressuscitado quando Se fez companheiro no caminho dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-35), que foram gradualmente conduzidos à compreensão do mistério mediante a sua companhia, o diálogo com eles, o fazer vir ao de cima com delicadeza o que havia no coração deles.

Em última análise, a verdade que é Cristo constitui a resposta plena e autêntica àquele desejo humano de relação, comunhão e sentido que sobressai inclusivamente na participação maciça nas várias Redes Sociais. Os crentes, testemunhando as suas convicções mais profundas, prestam uma preciosa contribuição para que a web não se torne um instrumento que reduza as pessoas a categorias, que procure manipulá-las emotivamente ou que permita aos poderosos monopolizar a opinião alheia. Pelo contrário, os crentes encorajam todos a manterem vivas as eternas questões do homem, que testemunham o seu desejo de transcendência e o anseio por formas de vida autêntica, digna de ser vivida. Precisamente esta tensão espiritual própria do ser humano é que está por detrás da nossa sede de verdade e comunhão e nos estimula a comunicar com integridade e honestidade.

Convido, sobretudo os jovens a fazerem bom uso da sua presença no areópago digital. Renovo-lhes o convite para o encontro comigo na próxima Jornada Mundial da Juventude em Madrid, cuja preparação muito deve às vantagens das novas tecnologias. Para os agentes da comunicação, invoco de Deus, por intercessão do Patrono São Francisco de Sales, a capacidade de sempre desempenharem o seu trabalho com grande consciência e escrupulosa profissionalidade, enquanto a todos envio a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, Festa de São Francisco de Sales, 24 de Janeiro de 2011.

Papa Bento XVI

Comente aqui


Em Maringá, coleta das missas do dia 30 será destinada às vítimas das enchentes

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) através da Cáritas, realiza no próximo dia 30 de janeiro uma coleta nacional em todas as igrejas, para ajudar as vítimas das enchentes ocorridas recentemente no Brasil. Convido a todos os cristãos da Arquidiocese de Maringá para fazer suas doações a fim manifestar a nossa solidariedade cristã e assim amenizar um pouco as dores e sofrimentos daqueles irmãos nossos que perderam, além dos bens materiais, seus próprios entes queridos. Se você não for à missa no domingo, dia 30, faça a sua doação através das contas bancárias:

Campanha “SOS Sudeste”(CNBB e Cáritas Brasileira) Caixa Econômica Federal (CEF) Agência 1041 – OP. 003 Conta Corrente 1490-8

Ou Banco do Brasil Agência 3475-4 Conta Corrente 32.000-5.

Deus não se deixa vencer em generosidade! Obrigado por mais este gesto cristão de amor e solidariedade! Dom Anuar Battisti Arcebispo de Maringá

Sem categoria
Comente aqui


Conferência Episcopal Italiana doa um milhão de euros para Diocese de Petrópolis

A Conferência Episcopal Italiana enviou à Região Serrana do Rio de Janeiro, 10 toneladas de materiais (roupa, alimento, material de higiene pessoal e limpeza e água. A doação vai atender, segundo informações da diocese de Petrópolis (RJ), os municípios de Petrópolis [2 paróquias]; Teresópolis [3 paróquias];Areal [1]; São José do Vale do Rio Preto [2]. Além desta doação, a diocese de Petrópolis recebeu a doação de um milhão de euros da Conferência Italiana.

O dinheiro arrecadado pela diocese de Petrópolis, inclusive o doado pela Cáritas Brasileira e pela Conferência Italiana, está sendo usado para a compra de material específico para as famílias, como roupa íntima e de higiene pessoal, quando falta nas paróquias para atender as vítimas. A matéria referente às doações é destaque no site oficial da Conferência Episcopal Italiana, nesta segunda-feira, 17.

Dom Filippo Santoro, bispo diocesano de Petrópolis, disse que as doações estão chegando de várias dioceses brasileiras, de empresas e instituições ligadas a Igreja Católica, como a Cáritas Brasileira e Internacional e da Conferência Episcopal Italiana. “A solidariedade as vítimas é muito grande. A Igreja Católica no Brasil está mobilizada para atender as vítimas na Região Serrana”.

O bispo de Petrópolis explicou que a doações que chegam as paróquias atingidas pela chuva, são levadas para os desabrigados ou para famílias que estão em locais de difícil acesso. “Estamos contando com voluntários que utilizam carro e motos, e até mesmo a pé, para fazer chegar aos sobreviventes todo material necessário para viverem este momento”.

Fonte: Diocese de Petrópolis

Comente aqui


Bento XVI manifesta solidariedade às vítimas das chuvas no Rio de Janeiro

O papa Bento XVI enviou mensagem de solidariedade às vítimas das chuvas na região serrana do Rio de Janeiro. Em telegrama assinado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcísio Bertone, o papa se diz “consternado com as trágicas consequências das fortes chuvas que atingiram a região serrana do Estado do Rio de Janeiro, particularmente Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo”.

Bento XVI manifesta sua “solidariedade espiritual ao querido povo fluminense, nessa hora difícil” e “recomenda as vítimas a Deus misericordioso e implora a assistência e consolação divina para os desalojados e quantos sofrem física e moralmente, enviando-lhes uma propiciadora bênção apostólica”. O telegrama foi enviado ao bispo de Petrópolis, dom Filippo Santoro.

Os números da maior tragédia climática do país não param de crescer. Os mortos já passam de 580 e são milhares de desabrigados e desalojados na região serrana do Rio. A presidente Dilma Rousseff decretou ontem luto oficial de três dias pelas vítimas dos temporais que assolaram vários municípios do País. Neste sábado, o governador do Rio, Sérgio Cabral, decretou luto oficial de sete dias no Estado.

Solidariedade
A solidariedade vem de toda parte do país. O bispo de Petrópolis, dom Filippo Santoro, e o de Nova Friburgo, dom Edney Gouvêa Mattoso, percorreram as áreas atingidas de suas respectivas dioceses cujos padres, seminaristas e religiosos estão trabalhando no atendimento às famílias desabrigadas ou desalojadas. As paróquias e casas religiosas estão recebendo as famílias que perderam tudo e não têm onde dormir e como se alimentar. Também se transformaram em postos de arrecadação de donativos.

Os seminaristas da diocese de Petrópolis passaram o dia 13 doando sangue para o atendimento emergencial dos feridos mais graves. Foi aberta também uma conta chamada “SOS Serra”, no Bradesco – agência 4014, conta 114134-1 – da mitra diocesana.

“A situação na Diocese de Petrópolis é dramática, sobretudo nos dois focos da própria cidade de Petrópolis, em particular Itaipava, no Vale de Cuiabá, e em Teresópolis, onde o desastre é ainda maior. Os padres estão todos mobilizados, as igrejas estão à disposição, recolhendo desabrigados em primeiro lugar, dando primeiros socorros, as refeições diárias e recolhendo mantimentos”, ressaltou Dom Filippo Santoro.

A CNBB e a Caritas Brasileira também lançaram a campanha SOS SUDESTE. As doações podem ser feitas pelas contas Caixa Econômica Federal – Agência 1041 – OP. 003 – Conta Corrente 1490-8 ou
Banco do Brasil – Agência 3475-4 – Conta Corrente 32.000-5.

Comente aqui


Saiba como ajudar. CNBB lança campanha SOS SUDESTE

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou  uma nota lamentando as tragédias causadas pelas chuvas, especialmente, na região sudeste do país.

“Causa-nos tristeza profunda o crescente número de mortos, bem como dos desabrigados que perderam seus entes queridos e assistiram à destruição inclemente de suas casas e de seus bens”, diz um dos trechos da nota.

Em todo o Sudeste, de acordo com a Defesa Civil, mais de 1 milhão de pessoas já estão afetadas pelos temporais. Centenas de pessoas morreram.

“Às vítimas desta dramática situação a CNBB vem manifestar sua solidariedade, ao mesmo tempo em que conclama a sociedade brasileira a intensificar suas doações, a fim de aliviar a dor e reavivar a esperança na certeza da superação de tamanha tragédia”, diz a nota CNBB.

Juntamente com a Cáritas Brasileira, a CNBB lança a Campanha SOS SUDESTE, com o objetivo de arrecadar dinheiro que será doado às regiões atingidas pelas chuvas. O presidente da Cáritas, dom Demétrio Valentini sugere que, no dia 30 de janeiro, todas as dioceses façam uma coleta em favor das vítimas das chuvas.

Leia, abaixo, a íntegra da nota da CNBB.

Nota de solidariedade às vítimas das chuvas

“Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos em apuros, mas não desesperançados; derrubados, mas não aniquilados” (2Cor 4,8-9).

O Brasil acompanha com dor, mais uma vez, as tragédias causadas pelas chuvas em vários estados do país, neste início de ano, de maneira especial, na região serrana do estado do Rio de Janeiro, Sul de Minas, Espírito Santo e São Paulo. Causa-nos tristeza profunda o crescente número de mortos, bem como dos desabrigados que perderam seus entes queridos e assistiram à destruição inclemente de suas casas e de seus bens.

Às vítimas desta dramática situação a CNBB vem manifestar sua solidariedade, ao mesmo tempo em que conclama a sociedade brasileira a intensificar suas doações, a fim de aliviar a dor e reavivar a esperança na certeza da superação de tamanha tragédia. Este gesto será facilitado com a campanha SOS SUDESTE, que a CNBB, juntamente com a Cáritas Brasileira, acaba de lançar apresentando a Conta 1490-8, Agência 1041 – OP. 003 – Caixa Econômica Federal e também a Conta 32.000-5, Agência 3475-4, Banco do Brasil, para doações.

Muitas destas tragédias poderiam ser evitadas ou, pelo menos, minimizadas se ações preventivas fossem tomadas, considerando o histórico de regiões que, ano após ano, vivem o mesmo drama. A CNBB confia, portanto, que as autoridades competentes se comprometam eficazmente na busca de solução para que catástrofes como estas a que assistimos não se repitam, vitimando milhares de pessoas.

Elevamos a Deus nossas preces pelos que morreram e por todos que sofrem com esta tragédia. Que Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, venha em socorro de seus filhos e filhas.

Brasília, 13 de janeiro de 2011

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

Sem categoria
Comente aqui