Mês: setembro 2011



São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!

São Miguel

O nome do Arcanjo Miguel possui um revelador significado em hebraico: “Quem como Deus”. Segundo a Bíblia, ele é um dos sete espíritos assistentes ao Trono do Altíssimo, portanto, um dos grandes príncipes do Céu e ministro de Deus. No Antigo Testamento o profeta Daniel chama São Miguel de príncipe protetor dos judeus, enquanto que, no Novo Testamento ele é o protetor dos filhos de Deus e de sua Igreja, já que até a segunda vinda do Senhor estaremos em luta espiritual contra os vencidos, que querem nos fazer perdedores também. “Houve então um combate no Céu: Miguel e seus anjos combateram contra o dragão. Também o dragão combateu, junto com seus anjos, mas não conseguiu vencer e não se encontrou mais lugar para eles no Céu”. (Apocalipse 12,7-8)

 

São Gabriel

O nome deste Arcanjo, citado duas vezes nas profecias de Daniel, significa “Força de Deus” ou “Deus é a minha proteção”. É muito conhecido devido a sua singular missão de mensageiro, uma vez que foi ele quem anunciou o nascimento de João Batista e, principalmente, anunciou o maior fato histórico: “No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré… O anjo veio à presença de Maria e disse-lhe: ‘Alegra-te, ó tu que tens o favor de Deus’…” a partir daí, São Lucas narra no primeiro capítulo do seu Evangelho como se deu a Encarnação.

 

São Rafael

Um dos sete espíritos que assistem ao Trono de Deus. Rafael aparece no Antigo Testamento no livro de Tobit. Este arcanjo de nome “Deus curou” ou “Medicina de Deus”, restituiu à vista do piedoso Tobit e nos demonstra que a sua presença, bem como a de Miguel e Gabriel, é discreta, porém, amiga e importante. “Tobias foi à procura de alguém que o pudesse acompanhar e conhecesse bem o caminho. Ao sair, encontrou o anjo Rafael, em pé diante dele, mas não suspeitou que fosse um anjo de Deus” (Tob 5,4).

 

São Miguel, São Gabriel e São Rafael, rogai por nós!

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Balanço da viagem do papa Bento XVI pela Alemanha

“O papa continua a surpreender. Está ótimo, muito feliz com tudo e todos, de ótimo humor, e, sobretudo, superou bem uma programação tão intensa. Do ponto de vista da saúde, esta viagem foi um verdadeiro sucesso”.

Assim afirmou o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi e o e o presidente da Conferência Episcopal Alemã, dom Robert Zollisch.

Além de apreciar o apego dos jovens e dos leigos à Igreja, o papa Bento XVI quis também encorajá-los a prosseguir aprofundando sua fé e espiritualidade: “Sim, é esta a mensagem desta visita do papa. Está claro como o tema: ‘Onde estiver Deus há futuro’. Realmente o papa veio para reforçar a fé no amanhã e na fé cristã em uma sociedade secularizada na qual o esquecimento de Deus é cada dia mais comum. A fé em Deus e em Jesus Cristo não é óbvia, e por isso o fulcro em Deus foi central para o que o papa se propôs”, disse o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano.

No almoço de domingo em Friburgo com os bispos da Alemanha, Bento XVI “os incentivou a continuar na renovação espiritual”. Ele bem sabe que existem problemas na Igreja alemã, mas ele confia em nós e nos encoraja a prosseguir no caminho empreendido”, destacou dom Robert Zollisch.

A viagem do papa chegou ao fim com um espírito de “missão cumprida”. O recado foi dado, a Igreja Católica o assimilou e agora deve dar provas de que a fé que o papa quer que chegue em todo lugar leve realmente Deus ao centro de nossa existência. Esta “maratona” de quatro dias, em que os compromissos e escalas se sucediam em um ritmo mais rápido que o tempo, teria colocado à dura prova a resistência de um jovem.

Aos 84 anos, o papa alemão suportou tudo com absoluta naturalidade, encontrando energias até para improvisar, brincar e incluir novos eventos na agenda, uma jornada em que viajou duas vezes de avião e duas de helicóptero.

 

Por CNBB

 

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Assembleia em Curitiba

Até domingo, 25, as 18 dioceses do Paraná estão reunidas em Curitiba por ocasião da 32ª Assembleia do Povo de Deus do Regional Sul 2 da CNBB, que teve início nesta sexta-feira, 23. O tema deste ano é direcionado a partir das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, aprovadas na última Assembleia Geral da CNBB.

 

O encontro, realizado na Casa de Retiros Mossunguê, está sendo assessorado pelo secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner. Além dos bispos, participam da Assembleia os coordenadores da Ação Evangelizadora das dioceses, os coordenadores regionais de pastorais, movimentos e organismos e 3 representantes de cada diocese. Da Arquidiocese de Maringá acompanham o Arcebispo Dom Anuar Battisti, o coordenador da Ação Evangelizadora, padre Sidney Fabril além do Diácono César de Castro, e os leigos Ivanildo Deringer e Osmar Schellworth.

 

Ao falar sobre a temática da Assembleia, padre Sidney Fabril destaca que “o Regional Sul 2 faz a adaptação das novas diretrizes à sua realidade, escolhendo prioridades e sugerindo ações comuns. O objetivo do regional é aplicar as novas diretrizes apoiando as dioceses e promovendo uma pastoral de conjunto, dando sempre espaço para cada diocese traçar seus próprios planos e projetos”.

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Pastoral do Turismo Religioso

Nesta semana tive a oportunidade de participar de uma reunião sobre turismo religioso com representantes de vários países da América Latina. Aprendi muitas coisas e voltei convencido de que turismo não é só viajar e sim viajar bem e voltar enriquecido e descansado para dar seguimento ao cotidiano da vida.

Cada vez mais se faz necessário deixar a rotina e buscar outros ares, encontrar pessoas, lugares, culturas e costumes diferentes, contemplar a criação. Tudo isso faz parte de um turismo sadio e renovador das energias físicas e espirituais.

O Livro do Eclesiástico diz: “Quem viajou aprendeu muitas coisas; quem muito experimentou falará com conhecimento. Quem não tem experiência pouco sabe; aquele que viajou, porém, tem grande habilidade. Viajando, vi muitas coisas e compreendi muitos assuntos” ( Ecl 34,9-12).

O turismo tem crescido como uma das maiores indústrias globais, pelo volume financeiro que movimenta, pelo número de postos de trabalho que cria e pela oportunidade de pessoas que viajam em busca de descanso, de diversão, de acesso à cultura ou para ter contato com a natureza. Sua incidência sobre o desenvolvimento dos países está se tornando fundamental.

O turismo, quando bem orientado, leva à descoberta dos dons que o Criador e Pai semeou com profusão no universo e no coração dos homens e mulheres de quaisquer raça, língua, cultura e religião.

No mundo inteiro, entre os destinos turísticos mais importantes podemos citar as catedrais, os mosteiros, os santuários, antigos caminhos de peregrinações, que exercem uma grande atração sobre o ser humano. Uma das características especiais das viagens turísticas é a busca espiritual de cada pessoa; as peregrinações são praticadas por membros de todas as religiões.

Diante desta realidade tão presente na vida das pessoas, a Igreja reconhece o grande valor que há no turismo e o bem que ele pode trazer para o enriquecimento cultural, social e religioso da humanidade.

Ao mesmo tempo, a Igreja não ignora os gritantes contrastes econômicos e sociais do mundo atual, e se preocupa com os aspectos inquietantes do turismo moderno, como o desrespeito ao meio ambiente, a exploração sexual, o tráfico de pessoas e a falta de consideração com a comunidade local.

Por isso, hoje, a Igreja propõe uma Pastoral do Turismo Religioso, lembrando que a programação turística deve estar inserida em um quadro ético, que respeite os valores fundamentais do ser humano e leve os turistas a uma experiência de fé em vista de um mundo melhor.

O Beato João Paulo II disse: “O Turismo favorece o contato dos homens e mulheres com a natureza e com as culturas, promove a valorização dos recursos ambientais e apresenta as belezas da criação como uma herança comum de toda a família humana”.

Portanto, turismo é uma verdadeira peregrinação que proporciona o contemplar das belezas naturais, das belas catedrais, das fulgurantes obras artísticas, das imortais culturas e, principalmente, contemplar você mesmo e os outros, criados à imagem e semelhança do Deus Criador. Turismo sem uma experiência de fé não p assa de um momento de alienação.

 

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá

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Escolas Católicas celebram o Dia Internacional da Paz em Maringá

Com o objetivo de contribuir com a construção de uma “cultura de paz”, as escolas católicas de Maringá vão promover amanhã, 21, a”Manifestação das Escolas Católicas a favor de uma cultura de paz” com uma série de atividades artísticas para marcar o Dia Internacional da Paz.

 

As atividades terão início às 9h no Colégio Marista, com término às 11h. Cada uma das sete escolas católicas (Marista, Santa Cruz, Regina Mundi, Carlos Démia, Santo Inácio, São Francisco Xavier e Lumen Christi) levará cerca de 150 alunos. Os grupos terão até 15 minutos para apresentar músicas, teatros, coreografias e danças, com a temática da paz.

 

 

 

Serviço
“Manifestação das Escolas Católicas a favor de uma cultura de paz”
Dia 21 de setembro, quarta-feira

Das 9h às 11h

Local: Colégio Marista de Maringá

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Padre Sidney Fabril escreve sobre as Diretrizes da CNBB 2011-2015

Novas Diretrizes da CNBB 2011-2015  – Marcas do nosso tempo

Para realizar sua missão evangelizadora, o discípulo missionário de Jesus Cristo precisa conhecer a realidade e “nela mergulhar com o olhar da fé, em atitude de discernimento” (nº 17). Cristo, para anunciar-nos o Evangelho do Reino, se encarnou, assumiu nossa condição, entrou na nossa história. Ele nos enviou para ser “sal da terra”, “luz do mundo” e “fermento na massa”. Isso significa que a terra, o mundo, a massa, é o lugar onde devemos evangelizar.

 

Não somos anjos e não vamos evangelizar os anjos, mas pessoas situadas historicamente em uma cultura, num lugar, num determinado tempo. Por isso, temos que conhecer as realidades do mundo e enfrentar corajosamente toda hostilidade que ele tem em relação a Cristo e seu Reino. Somos fracos, é verdade, mas não podemos ser medrosos e covardes diante da maldade e injustiça do mundo.

 

As realidades do mundo são complexas e nem sempre é fácil conhecê-lo. Nele há luzes e sombras. Não podemos achar que tudo no mundo é mau. Por isso, nossa atitude deve ser sempre de diálogo, visão crítica e solidariedade para com todos, especialmente com os mais pobres. O mundo oferece diversos elementos comuns que nos permitem estabelecer princípios para ação.

 

Nosso tempo está marcado por transformações tão profundas que dizemos não mais viver numa “época de mudanças, mas numa mudança de época” (nº 19). A globalização é algo que não apenas atinge todos os recantos do planeta, mas todos os setores da vida humana, afetando os critérios de compreensão e julgamento da vida, deixando as pessoas desnorteadas, abalando seus valores mais profundos, sua identidade e relações.

 

Em períodos de mudança de época surgem, de um lado, os que começam a relativizar tudo, oscilando entre as inúmeras possibilidades oferecidas; e de outro, os fundamentalistas, que se fecham em certos aspectos da realidade, não considerando a pluralidade e o todo. Outras atitudes surgem também, como “o laicismo militante, com posturas fortes contra a Igreja e a Verdade do Evangelho, a irracionalidade da chamada cultura midiática, o amoralismo generalizado; as atitudes de desrespeito diante do povo” (nº 20). Os critérios que regem as leis do mercado passam a regular também as relações humanas, incluindo até certas atitudes religiosas.

 

Vigora o individualismo e os pobres são considerados supérfluos e descartáveis. Acentuam-se o desequilíbrio entre as nações, a depredação do meio ambiente, a dificuldade de acesso à terra e ao trabalho, o comprometimento da cidadania. A função do Estado precisa ser repensada, a fim de que redescubra os valores éticos, supere a corrupção, a violência, o narcotráfico, além do tráfico de pessoas e de armamentos. Em todas essas situações, o discípulo missionário age de acordo com o espírito das bem-aventuranças, sempre promovendo e defendendo a vida, desde o seio materno até a morte natural.

 

No aspecto religioso, observa-se com preocupação o surgimento de práticas ligadas predominantemente ao emocionalismo e sentimentalismo, onde se leva em conta só o indivíduo e a sua prosperidade material, sua saúde física e sua realização afetiva. O sentido de pertença e de compromisso comunitário fica bastante reduzido. Em vez de se colocar como servo de Deus, muitos se servem d’Ele. Isso adquire força por causa das “incontáveis carências das mínimas condições que grande parte da nossa população tem para enfrentar problemas ligados à saúde, à moradia, ao trabalho e às questões de natureza afetiva” (nº 23).

 

Períodos assim nos desafiam a discernir, com a ajuda do Espírito santo, os sinais dos tempos, pedem um tipo específico de ação evangelizadora. Estes são tempos propícios para voltar às fontes e buscar os aspectos centrais da fé. E o fundamento não é outro senão Jesus Cristo, o mesmo ontem, hoje e sempre.

 

 

Pe. Sidney Fabril

Coordenador da Ação Evangelizadora

Contato: [email protected]

Revista Maringá Missão/setembro 2011

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A união gay e o olho da mídia

Por meio de grandes ou de pequenos veículos, direta ou indiretamente, a mídia exerce incontestável influência na opinião individual e coletiva de um povo. De forma subliminar, imperceptível, mas eficaz, a mensagem vai fixando sua marca, mais talvez no inconsciente do que no consciente das pessoas.

A influência pode ser perigosa, a depender do senso crítico de que dispõe ou não o receptor para processar o que lê ou ouve. Desprovido do filtro da crítica, o destinatário da mensagem corre o perigo de introjetar falsos valores. Ou de reafirmar comportamentos antiéticos, até contrários às leis da natureza.

Infelizmente, a força midiática nem sempre se direciona à defesa de verdadeiros valores da vida. Sou leitor assíduo e articulista do O Diário.

Este jornal tem prestado enorme serviço à sociedade. Não só na informação, como também na defesa dos valores da família, da sociedade, da política… Tem primado por uma comunicação construtiva.

Tenho que lembrar, entretanto, que, no dia 7 de setembro, dia em que a Terra de Santa Cruz celebrou 189 anos de independência, este veículo publicou em destaque a notícia do primeiro “casamento” gay realizado em Maringá.

Segundo minha análise, foi infeliz a escolha do termo “casamento”. Não podemos negar que à primeira união civil entre pessoas do mesmo sexo, em Maringá, caberia figurar na pauta do dia. Atribuir-lhe, no entanto, o caráter de “casamento” já é desprezar a etimologia da palavra e a sua vasta concepção histórico-cultural-religiosa.

Para mim foi péssima escolha estampar na capa a foto de cerimônia erroneamente identificada como “casamento”. Não se discute que diversidade e pluralidade devem ser sempre respeitadas. Mas querer impingir um equívoco terminológico, atribuindo-lhe falsamente o conteúdo de outro conceito, isso é, no mínimo, desrespeitar o leitor.

Falo do O Diário porque infelizmente aconteceu aqui. Outros veículos seguem na mesma trilha. A poderosa Folha de S. Paulo, por exemplo, durante a Jornada Mundial da Juventude, em Madri, estampou foto de dois rapazes se beijando e, ao fundo, multidão de jovens com o Papa Bento 16. O destaque foi dado ao beijo, não aos milhões de jovens reunidos por outro motivo.

Entre vários acontecimentos a mídia escolhe (será por sensacionalismo?) sempre o que mais causa impacto. Com isso, vai formando uma mentalidade, um conceito de convivência, um modo de viver, uma interpretação e compreensão da vida e da liberdade pessoal que, muitas vezes, são distorcidos.

Hoje, costumes, hábitos, comportamentos, escolhas, são adquiridos muito mais através da mídia do que no seio da família, da escola ou da religião.
Entendo que também à mídia cabe avaliar a força de que está investida.

Como um componente público, tem o direito de noticiar fatos iguais ao acontecido em Maringá. Mas apresentá-lo como valor moral de aceitação unânime (ou, pelo menos, sem nenhuma ressalva) caracteriza desprezo às bases sociais da nossa concepção de humanidade.

Para parcela considerável da sociedade, casamento ou matrimônio só existe entre um homem e uma mulher. Só este evento gera vida e está conforme aos desígnios de Deus. Em Maringá houve cerimônia de união civil entre pessoas do mesmo sexo. Jamais poderá ser chamada de casamento.

 

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá

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Revelado nome do assassino material de Dom Romero

Por (ZENIT.org) – O bispo auxiliar de San Salvador, Dom Gregorio Rosa Chávez, disse que a recente publicação do jornal Co Latino, sobre o assassino de Dom Romero – em processo de beatificação –, pode ser um dado a mais para investigar em profundidade o assassinato do bispo, ocorrido enquanto ele celebrava a Eucaristia na capital salvadorenha, em 24 de março de 1980.

 

“Li com muito interesse essas duas páginas do jornal Co Latino. Este é um tema que eu investiguei desde que Dom Romero foi assassinado e estive em contato com investigadores da Comissão da Verdade. Uns investigadores peruanos me disseram que estava quase tudo claro, exceto o nome de quem atirou”, disse.

 

O jornal publicou, na quinta-feira passada, que Marino Samayoa Acosta, sub-sargento da seção II da Guarda Nacional e membro da equipe de segurança do ex-presidente da república, coronel Arturo Armando Molina, foi quem atirou em Romero. Co Latino denunciou que foi Mario Molina, filho do ex-presidente Molina, quem sugeriu o atirador. Do crime, indicou-se o fundador do partido Alianza Republicana Nacionalista (ARENA), Roberto d´Aubuisson, como o autor intelectual.

 

“Quem quiser chegar à verdade com poder de investigação pode fazê-lo, já há pessoas que sabem disso; essa publicação talvez permita que cheguemos ao final da investigação”, explicou o bispo. Rosa Chávez fez estas declarações durante a coletiva de imprensa habitual, no final da Missa dominical.

 

Dom Rosa abordou outros temas atuais, como as marchas e a possível greve dos professores, a quem pediu diálogo, com o fim de encontrar uma solução que não afete os alunos. “A greve é o último recurso”, disse. Referiu-se também às candidaturas não-partidárias e ao voto no exterior, que podem ser elementos que oxigenem o âmbito político salvadorenho. “Os dólares são bem-vindos, o voto não”, expressou, diante da demora em aprovar que os salvadorenhos no exterior emitam o sufrágio.

 

Da mesma forma, informou que, a partir do dia 19 de setembro, a Igreja Católica convocará grupos para discutir os planos de segurança e a situação de delinquência. Deles, participarão diversos setores da sociedade. Posteriormente, apresentarão às autoridades uma proposta para enfrentar os problemas.

 

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Presidente do Regional Sul 2 em Maringá

http://www.youtube.com/watch?v=1JbbfuT-KtM

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja Católica no Brasil foram pauta da reunião do Clero da Arquidiocese de Maringá, nesta quinta-feira, 08 de setembro. As diretrizes foram estudadas sob orientação do presidente do Regional Sul 2 da CNBB, o Bispo de União da Vitória, Dom João Bosco de Sousa, que destacou a centralidade de Jesus no documento. “As novas diretrizes têm como partida a pessoa de Jesus Cristo. E de uma forma muito especial porque nós vemos Jesus no Evangelho a partir da sua gratuidade e alteridade, que é o olhar atencioso para o outro e não para si próprio”.

 

As novas diretrizes, aprovadas este ano durante a Assembleia Geral da CNBB em Aparecida já começam a ser aplicadas também nos seminários, como explicou o padre Reginaldo Teruel, reitor do Seminário de Filosofia Nossa Senhora da Glória em Maringá. “Nossa espiritualidade é o Cristo Pastor então nós estamos  estudando juntos as novas diretrizes”, apontou o sacerdote.

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