Mês: fevereiro 2012

 

Comitê Municipal de Combate às Drogas promove passeio ciclístico

A Diretoria de Programas Sobre Drogas da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Sasc) vai promover no próximo domingo (4), das 14h às 17h, um passeio ciclístico com saída da Praça da Catedral. A ação é uma atividade do Comitê Municipal de Combate às Drogas, criado no final do mês de janeiro. Os participantes poderão se inscrever no local um pouco antes da saída e também serão oferecidas atividades para crianças.

 
Durante o passeio ciclístico serão distribuídas camisetas alusivas ao tema. O Comitê Municipal de Combate às Drogas é formado pelas secretarias municipais de Assistência Social e Cidadania, Esportes, Saúde, Educação, Cultura, Transportes, Meio Ambiente, Mulher, Juventude e Esportes, Núcleo Regional de Educação, Igreja Católica, igrejas evangélicas, Guarda Municipal, Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim), Sindicato das Escolares Particulares (Sinepe), Conselho Municipal da Assistência Social (Comas), Conselho Municipal Antidrogas (Comad), Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (CMDI), Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (CMDPD), Conselho Municipal de Saúde e Conselho Municipal de Segurança (Conseg).

 

Com informações da Prefeitura de Maringá

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Na Rádio Vaticano

Para o Consistório que criou o terceiro Arcebispo de Maringá Dom João Braz de Aviz Cardeal, esteve presente em Roma, o Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, que na manhã terça-feira (21 de fevereiro) visitou os estúdios da Rádio Vaticano. A Redação Brasileira conversou com ele.

 

Ouça a entrevista

http://www.oecumene.radiovaticana.org/bra/articolo.asp?c=564938

 

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Reunião sobre a Jornada Mundial da Juventude

“RIO que cresce entre nós – Rumo à JMJ Rio-2013”

 

No dia 25 de fevereiro (sábado) o Regional Sul 2 da CNBB vai se reunir com jovens da Arquidiocese de Maringá interessados em participar da Jornada Mundial da Juventude 2013, que será realizada em no Rio de Janeiro com a presença do Papa Bento XVI. Intitulada “RIO que cresce entre nós – Rumo à JMJ Rio-2013”  a ação é uma iniciativa de divulgação da JMJ. Cada paróquia poderá encaminhar para a reunião cinco jovens indicados pelo pároco.

 

Os indicados  devem  pertencer a alguma pastoral ou movimento juvenil. A reunião contará com a presença do Arcebispo Dom Anuar Battisti; do padre Mário Spaki (Secretário Executivo do Regional Sul 2 da CNBB); do padre Rodolfo Rodrigo Benedetti ( Setor Juventude da Arquidiocese de Maringá) e do padre Jéferson Batista da Cruz (Assessor da Pastoral da Juventude da Arquidiocese de Maringá).

 

Com início às 15h o encontro será no Auditório João Paulo II, anexo ao Centro de Formação Bom Pastor e Seminário Nossa Senhora da Glória. Após a reunião Dom Anuar Battisti vai plantar, juntamente com os jovens presentes, a Cruz do 10º ENPJ – Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, realizado em janeiro deste ano em Maringá.

 

Jovens: procurem outras informações nas paróquias.

 

Por Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Maringá

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Quarta-feira de Cinzas: horários de missa na Catedral

Quarta-feira de Cinzas: horários de missa na Catedral de Maringá

 

Os horários das missas na Quarta-feira de Cinzas na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória em Maringá serão os seguintes: 7h, 12h, 15h e 19h30 (a missa das 19h30 será presidida pelo Arcebispo Dom Anuar Battisti).

 

Significado da Cerimônia de Cinzas

A Igreja nos indica, nas orações recitadas por seus ministros, o significado da cerimônia das Cinzas: “Ó Deus, que não quereis a morte do pecador mas a sua conversão, escutai com bondade as nossas preces e dignai-vos abençoar estas cinzas que vamos colocar sobre as nossas cabeças. E assim reconhecendo que somos pó e que ao pó voltaremos, consigamos, pela observância da Quaresma, obter o perdão dos pecados e viver uma vida nova à semelhança do Cristo ressuscitado”. É, pois, a penitência que a Igreja nos quer ensinar pela cerimônia deste dia.

Já no Antigo Testamento os homens cobriam se de cinzas para exprimir sua dor e humilhação, como se pode ler no livro de Jó. Nos primeiros séculos da Igreja os penitentes públicos apresentavam-se nesse dia ao bispo ou penitenciário: pediam perdão revestidos de um saco, e como sinal de sua contrição cobriam a cabeça de cinzas. Mas como todos os homens são pecadores, diz santo Agostinho, essa cerimônia estendeu-se a todos os fiéis, para lhes recordar o preceito da penitência. Não havia exceção alguma: pontífices, bispos, sacerdotes, reis, almas inocentes, todos se submetiam a essa humilhante expressão de arrependimento.

Tenhamos os mesmos sentimentos: deploremos as nossas faltas ao recebermos das mãos do ministro de Deus as cinzas bentas pelas orações da Igreja. Quando o sacerdote nos disser “lembra-te que és pó, e ao pó hás de tornar”, ou “convertei-vos e crede no Evangelho”, enquanto impõe as cinzas, humilhemos o nosso espírito pelo pensamento da morte que, reduzindo-nos ao pó, nos porá sob os pés de todos. Assim dispostos, longe de lisonjearmos o nosso corpo destinado à dissolução, decidir-nos-emos a tratá-lo com dureza, a refrear o nosso paladar, os nossos olhos, os nossos ouvidos, a nossa língua, todos os sentidos; a observar, o mais possível, o jejum e a abstinência que a Igreja nos prescreve.

Meu Deus, inspirai-me verdadeiros sentimentos de humildade, pela consideração do meu nada, ignorância e corrupção. Dai-me o mais vivo arrependimento das minhas iniqüidades, que feriram vossas perfeições infinitas, contristaram vosso coração de pai, crucificaram vosso Filho dileto, e me causaram um mal maior do que a perda da vida do corpo, pois que o pecado mortal é a morte da alma e nos expõe a uma morte eterna.

A Igreja sempre admoestou os fiéis a não nos se contentarem com sinais externos de penitência, mas a lhe beberem o espírito e os sentimentos. Jejuemos, diz ela, como o Senhor deseja, mas acompanhemos o jejum com lágrimas de arrependimento, prosternando-nos diante de Deus e deplorando a nossa ingratidão na amargura dos nossos corações. Mas essa contrição, para ser proveitosa, deve ser acompanhada de confiança. Por isso a Igreja sempre nos lembra que nosso Deus é cheio de bondade e misericórdia, sempre pronto a perdoar-nos, o que é um forte motivo para esperarmos firmemente a remissão das nossas faltas, se delas nos arrependermos. Deus não despreza jamais um coração contrito e humilhado.

A liturgia termina exortando-nos a tomarmos generosas resoluções confiando em Deus: “Pecamos, Senhor, porque nos esquecemos de vós. Voltemo-nos logo para o bem, sem esperar que a morte chegue e que já não haja tempo. Ouvi-nos, Senhor, tende piedade, porque pecamos contra vós. Ajudai-nos, ó Deus salvador, pela glória do vosso nome libertai-nos”. O pensamento da morte convida-nos ainda a viver mais santamente, e quão eficaz é essa recordação!

À borda do túmulo e à porta do tribunal supremo, quem ousaria enfrentar o seu Juiz, ofendendo-o e recusando o arrependimento ou vivendo na negligência, tibieza e relaxamento? Colocai-vos em espírito em vosso leito de morte e armai-vos dos sentimentos de compunção que então quereríeis ter. Depositai vossa confiança na misericórdia divina, nos méritos de Jesus e na intercessão da divina Mãe. Prometei ainda ao Senhor:

– 1º de cortar aos vossos pensamentos, conversas e procedimento tudo o que lhe desagrada;

– 2º de viver quanto possível na solidão, no silêncio e, sobretudo, no recolhimento interior que favorece em vosso espírito a oração e vos separa de tudo que não é Deus.

 

 

Adaptado de Quarta-Feira de Cinzas, em Meditações para todos os dias do ano. Pe. Luís Bronchain CSSR, Petrópolis, Editora Vozes, 1949 (2ª edição em português, pag. 132-134)

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Ficha Limpa

A Lei da Ficha Limpa surgiu a partir de uma iniciativa popular, com o recolhimento de 1,5 milhão de assinaturas. “Tive a oportunidade de estar no plenário do STF para dar uma demonstração de apoio a esta lei complementar”, disse o cardeal Raymundo Damasceno, presidente da CNBB, mencionando que a CNBB foi uma das principais entidades que promoveram a coleta de assinaturas a favor da lei.

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Cardeal Dom João Braz de Aviz

Na foto: Mosenhor Júlio, Dom Anuar, Dom João, Dom Jaime Luiz Coelho com o Papa João Paulo II no Vaticano

Dom Anuar celebra aniversário natalício em Roma, no Consistório que criará Dom João Braz de Aviz cardeal

 

O Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, completará mais um ano de vida no próximo domingo, 19. Nascido em fevereiro de 1953, Dom Anuar é o quarto Arcebispo de Maringá. A data deve se tornar ainda mais especial já que Dom Anuar irá participar das celebrações do Consistório Ordinário Público para a criação de vinte e dois novos cardeais que será realizado na Basílica de São Pedro em Roma. Entre os cardeais que serão criados está o terceiro Arcebispo de Maringá, Dom João Braz de Aviz, atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

 

Dois padres da Arquidiocese de Maringá estarão na comitiva maringaense: Monsenhor Júlio Antônio da Silva e Monsenhor Antônio de Pádua Almeida.

 

De acordo com o Departamento das Celebrações Litúrgicas anunciou o programa do Consistório no Vaticano “no dia 18 de Fevereiro, às 10h30, na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVI terá o Consistório Ordinário Público para a criação de vinte e dois novos cardeais, a imposição do barrete, a entrega do anel e a atribuição do Título ou Diaconia. Ao final do rito o Santo Padre realizará um Consistório Ordinário Público para a canonização dos Beatos: Giacomo Berthieu, sacerdote professo da Companhia de Jesus, mártir; Pedro Calungsod, leigo catequista, mártir; Giovanni Battista Piamarta, sacerdote, fundador das Congregações Sagrada Família de Nazaré e Humildes Servas do Senhor; Maria do Monte Carmelo, fundadora da Congregação das Irmãs Concepcionistas Missionárias da educação; Maria Anna Cope, religiosa professa da Congregação das Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco de Syracuse (Nova York), Caterina Tekakwitha, leiga; Anna Schäffer, leiga.

 

Das 16h30 às 18h30 no próximo sábado, na Sala Paulo VI e em algumas salas do Palácio Apostólico, os novos cardeais receberão aqueles que desejam fazer visitas de cortesia nos seguintes locais: O cardeal João Braz de Aviz receberá os convidados no  átrio da Sala Paulo VI.

 

Domingo, 19 de fevereiro, solenidade da Cátedra de São Pedro Apóstolo, às 9h30, na Basílica Vaticana, o Santo Padre presidirá a celebração eucarística com os novos Cardeais. A celebração deverá ser transmitida pelas redes de TVs de inspiração católica no Brasil. A rádio Vaticano transmitirá as celebrações ao vivo.

 

Por Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Maringá

Everton Barbosa – Com informações da ZENIT e rádio Vaticano

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Levanta-te e vai; a tua fé te salvou!

Por ocasião do Dia Mundial do Enfermo, que celebramos ontem, 11 de fevereiro, e também em memória da bem-aventurada Virgem de Lourdes, aqui reporto uma síntese da mensagem do Papa Bento XVI: “Desejo renovar a minha proximidade espiritual a todos os enfermos que se encontram nos locais de reabilitação e são acolhidos nas famílias, exprimindo a cada um a solicitude e afeto de toda a Igreja.

Na colhida generosa e amorosa de toda vida humana, sobretudo daquela fraca e doente, o cristão exprime um aspecto importante do próprio testemunho evangélico, sob o exemplo de Cristo, que inclinou-se sobre os sofrimentos materiais e espirituais do homem para curá-lo.

Neste ano, que constitui a preparação mais próxima do solene Dia Mundial do enfermo que se celebrará na Alemanha, no dia 11 de fevereiro de 2013, e que se deterá sobre a emblemática figura evangélica do samaritano (Lc 10, 29-37), gostaria de destacar os Sacramentos da Cura, isto é, o sacramentos da penitência e reconciliação e da unção dos enfermos, que possuem seus naturais cumprimentos na comunhão eucarística.

O Sacramento da Penitência já esteve por diversas vezes no centro das reflexões dos Pastores da Igreja, exatamente por causa da grande importância no caminho da vida cristã, a partir do momento que todo o valor da Penitência consiste no restituir-nos à graça de Deus unindo-nos a Ele em íntima e grande amizade (Catecismo da Igreja Católica, 1468). A Igreja, continuando o anúncio do perdão e da reconciliação ressoado por Jesus, não cessa de convidar a humanidade inteira a converter-se e a crer no Evangelho.

Pela leitura dos Evangelhos, emerge claramente como Jesus mostrou particular atenção aos enfermos. Ele não somente enviou os discípulos a curar-lhes as feridas (Mt 10, 8; Luc 9,2; 10,9), mas também instituiu para eles um sacramento específico: a Unção dos Enfermos. A carta a Tiago atesta a presença desse gesto sacramental já na primeira comunidade cristã (Tg 5, 14-16): com a Unção dos enfermos, acompanhada pela oração dos presbíteros, toda a Igreja recomenda os enfermos ao Senhor sofredor e glorificado, a fim que alivie suas penas e os salve, e ainda os exorta a unirem-se espiritualmente à paixão e à morte de Cristo, para contribuir ao bem do Povo de Deus.

Junto a esses dois sacramentos, gostaria de sublinhar a importância da Eucaristia. Recebida no momento da doença, contribui em maneira singular, a operar tal transformação, associando quem se nutre do Corpo e do Sangue de Jesus à oferta que Ele fez de si mesmo ao Pai para a salvação de todos. Naquele momento da existência ressoam em modo ainda mais incisivo as palavras do Senhor: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna e Eu o ressuscitarei no último dia (Jo 6,54).

Desejo encorajar os doentes e sofredores a encontrar sempre uma âncora segura na fé, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, pela oração pessoal e pelos Sacramentos, enquanto convido os Pastores a serem sempre mais disponíveis para as celebrações aos enfermos. A todos os que trabalham no mundo da saúde, como também às famílias que nos próprios parentes veem o rosto sofrido do Senhor Jesus, renovo o meu agradecimento e da Igreja, porque, na competência profissional e no silêncio, mesmo sem proferir o nome de Cristo, o manifestam concretamente.

A Maria, Mãe da Misericórdia e saúde dos enfermos, que ela acompanhe e sustente a fé e a esperança de cada pessoa doente e sofrida no caminho da cura das feridas do corpo de do Espirito”.

Dom Anuar Battisti 
Arcebispo de Maringá

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