Mês: março 2012



Missa no Albergue Santa Luiza de Marillac

Missa em ação de graças pelos 54 anos do Albergue Santa Luiza de Marillac

 

O Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti preside santa missa nesse sábado (31) às 17h no Albergue Santa Luiza de Marillac, que em 2012 completa 54 anos de fundação. O Albergue Santa Luiza de Marillac foi fundado em 27 de março de 1959 pelo então Bispo de Maringá, Dom Jaime Luiz Coelho.

A casa tem à frente uma Diretoria leiga e está sob a coordenação das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo. O objetivo era acolher e hospedar trabalhadores que vinham da zona rural em busca de auxílio. As primeiras Irmãs, Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo – Província de Curitiba – chegaram em 1960 para atender todo o serviço de coordenação e administração interna da entidade.

Hoje, as Irmãs, em parceria com toda a Diretoria e funcionários do Albergue, continuam acolhendo pessoas pobres. São doentes físicos e mentais, andarilhos, alcoolistas, desempregados, jovens e idosos, em sua maioria, pessoas totalmente abandonadas, sem vínculo familiar. Após realizar a entrevista, os usuários recebem os diversos encaminhamentos de acordo com suas necessidades: tratamento de saúde, emprego, benefícios por invalidez ou velhice, localização de familiares e moradia, permanecendo na entidade o tempo que for necessário.

Muitas famílias sem destino certo passam pelo Albergue Santa Luiza de Marillac. Elas são cadastradas e permanecem na entidade até conseguir emprego e lugar para morar. A missão das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, nesta Obra, é evangelizar e promover todas essas pessoas com o mesmo respeito, ternura e amor ensinado pelo próprio Filho de Deus.

O albergue fica na Rua Fernão Dias, 840, Maringá. Telefone: 044 3224-1673.

 

 

“A Caridade de Jesus Crucificado nos impele”

Comente aqui


A Paixão de Cristo 2012

Paixão de Cristo: Teatro encenado há 10 anos em Maringá contará com inovação tecnológica em 2012

 

Encenada há 10 anos na cidade de Maringá, a Paixão de Cristo reúne milhares de pessoas que, motivadas pela fé, ou mesmo pela curiosidade, se emocionam ao reviver as
últimas horas de Cristo. O espetáculo, que se tornou um marco no calendário da cidade, conta com uma equipe de aproximadamente 300 pessoas, entre atores amadores, técnicos e figurantes, que buscam recontar a trajetória de Jesus. Os integrantes fazem parte da Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de Maringá.

A cada ano a introdução de novas técnicas, além da inserção de cenas e personagens, faz com que a Paixão de Cristo se torne uma das maiores produções de Maringá, sendo o maior evento aberto ao público da cidade e chega a atrair turistas de toda a região. Em 2012 não será diferente. A expectativa é que com a inserção de novas ferramentas e efeitos especiais o espetáculo fique ainda mais bonito e emocionante, como pontua Anselmo José, diretor artístico da peça: “Este ano teremos novos cenários e cenas da vida de Jesus que por si só já são inspiradoras. Vê-las acontecer ao vivo é uma experiência cultural e de fé. O teatro pode fazer você realmente voltar aos tempos de Jesus”.

Marlos Almeida, produtor executivo da peça, destaca: “Este ano teremos surpresas tecnológicas para o público. Só posso adiantar que é alta tecnologia a serviço da Paixão de Cristo. Vai valer a pena conferir”.

A Paixão de Cristo, que é produzida pela Associação Lírius, conta com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, prefeitura de Maringá, e tem o patrocínio da Usina Santa Terezinha.

A encenação será realizada em dois dias: quatro (04) e seis (06) de abril às 20h, na Praça da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória. A encenação da Sexta-feira Santa será transmitida ao vivo pela TV 3º Milênio.

Comente aqui


Domingo de Ramos

Coleta da Solidariedade: Dinheiro arrecadado nas missas vai financiar projetos sociais

 

No próximo final de semana (31 de março e 1º de abril) as dioceses, paróquias e comunidades de todo país celebrarão o Domingo de Ramos, dia em que os cristãos de todo o mundo fazem memória a entrada de Jesus em Jerusalém. É nesta data que a Igreja realiza a Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade, em que todas as doações financeiras realizadas pelos fieis farão parte dos Fundos Nacional e Diocesano de Solidariedade.

Voltado para o apoio a projetos sociais, os fundos são compostos da seguinte maneira: 60% do total da coleta permanecem na diocese de origem e compõe o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% são destinados para o Fundo Nacional de Solidariedade. O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade de todas as celebrações do Domingo de Ramos será encaminhado à respectiva diocese.

Em 2012, com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, a Campanha da Fraternidade reflete junto aos seus fieis temas como a atual situação do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o texto base da CF 2012, dados do IBGE mostram que enquanto os mais ricos usam a maior parte de seu orçamento com saúde no pagamento de planos privados, os mais pobres têm os remédios como item de maior consumo de seus gastos com saúde.

Veja alguns gráficos da Coleta Nacional de Solidariedade no site da Cáritas Brasileira.

 

Na Arquidiocese de Maringá 14 projetos foram financiados com dinheiro do FAS em 2011. O total repassado foi de R$ 56.930,17. O valor arrecadado nas coletas das missas chegou a R$ 108.202,77. Como estabelecido pela Igreja no Brasil, 40% desta quantia (R$ 43.000,00) foram repassados à Cáritas Brasileira.

 

 

Reportagem em vídeo mostra  projetos financiados pelo FAS em Maringá e região

Comente aqui


Mudança em Cuba e no mundo só acontecerá pelo amor

“Cuba e o mundo precisam de mudanças, mas estas só terão lugar se cada um estiver em condições de se interrogar acerca da verdade e se decidir a enveredar pelo caminho do amor, semeando reconciliação e fraternidade”, afirmou o Papa Bento XVI durante sua homilia na Missa celebrada na Praça da Revolução em Havana, Cuba, na manhã desta quarta-feira, 28.

Aos mais de 300 mil fiéis cubanos presentes, que o receberam com o canto “Tu és Petrus”, Bento XVI disse que, ao ressaltar os valores que sustentam a ética, o cristianismo não impõe, mas propõe o convite de Cristo para conhecer a verdade que torna os homens livres.

“Queridos amigos, não hesiteis em seguir Jesus Cristo. Nele encontramos a verdade sobre Deus e sobre o homem. Ajuda-nos a superar os nossos egoísmos, a sair das nossas ambições e a vencer o que nos oprime”, disse.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia Papa – Missa na Praça da Revolução em Cuba – 28/03/2012
.: Confira programação da viagem do Papa a Cuba e ao México
.: Todas as matérias sobre a visita do Papa a Cuba

Liberdade religiosa

O Papa salientou ainda que a Igreja vive para partilhar com os outros a única coisa que possui: o próprio Cristo, esperança da glória (cf. Col 1, 27).

“Para realizar esta tarefa, é essencial que ela possa contar com a liberdade religiosa. Há que reconhecer, com alegria, os passos que se têm realizado em Cuba para que a Igreja cumpra a sua irrenunciável missão de anunciar e publicar abertamente a sua fé. Mas é preciso avançar ulteriormente. E desejo encorajar as instâncias governamentais da Nação a reforçarem aquilo que já foi alcançado e a prosseguirem por este caminho de genuíno serviço ao bem comum de toda a sociedade cubana”, reforçou.

Para o Pontífice, o direito à liberdade religiosa, tanto na sua dimensão individual como comunitária, manifesta a unidade da pessoa humana, que é simultaneamente cidadão e crente, e legitima também que os fiéis prestem a sua contribuição para a construção da sociedade.

“O seu reforço consolida a convivência, alimenta a esperança de um mundo melhor, cria condições favoráveis para a paz e o desenvolvimento harmonioso, e ao mesmo tempo estabelece bases firmes para garantir os direitos das gerações futuras”, destacou.

Bento XVI enfatiza que quando a Igreja põe em relevo o direito à liberdade religiosa, não está a reivindicar qualquer privilégio, pretende apenas ser fiel ao mandato de Jesus, consciente de que, onde se torna presente Cristo, o homem cresce em humanidade e encontra a sua consistência.

 

Por canção Nova

 

 

Que a Sexta-feira Santa seja feriado em Cuba

Pela segunda vez na história um Papa reuniu-se com a mais alta autoridade constitucional de Cuba. Durou mais ou menos uns 45 min o encontro entre o Papa Bento XVI e o presidente cubano Raúl Castro, realizado ontem no Palácio da Revolução.

 

O encontro, disse o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé padre Federico Lombardi, foi “cordial e sereno” e a sua extensão “testemunha a importância dessa conversa sobre a situação de Cuba e as expectativas da Igreja local, que deseja dar uma contribuição sempre maior ao bem comum, desenvolvendo a sua presença nos campos da educação e da assistência”.

 

Os dois chefes de estado discutiram problemáticas de forte atualidade na ilha do Caribe e sobre a evolução das relações entre Igreja e governo. O passo mais importante da entrevista foi, no entanto, a proposta do Santo Padre para Castro de reconhecer a Sexta-feira Santa como um dia festivo.

 

O pedido do Papa ainda não recebeu uma resposta oficial do governo da Havana. Se for acolhido, representará mais um passo para a liberdade da Igreja em Cuba, depois que, em 1998, o Beato João Paulo II conseguiu convencer o líder máximo Fidel Castro a restaurar o Natal como festividade civil.

 

No final do encontro teve-se a tradicional troca de presentes: Castro presenteou Bento XVI com uma reprodução em bronze da Nossa Senhora do Cobre, enquanto que o Papa presenteou entregando um fac-símile da Geographia de Ptolomeu (século XV).

 

Por Zenit

Comente aqui


Bento XVI em Cuba

Bento XVI em Cuba: Deus respeita a liberdade humana e tem necessidade dela

 

 

O Papa Bento XVI celebrou nesta segunda-feira, 26, em Santiago de Cuba, a Missa pelos 400 anos da devoção à Virgem de la Caridad del Cobre, na Praça Antonio Maceo, a qual contou com a presença do presidente do país, Raúl Castro. Esse foi o segundo compromisso de Bento XVI em Cuba, após a Cerimônia de Boas-Vindas no aeroporto de Santiago, Cuba, ocorrida segunda-feira (26).

No primeiro dia de visita apostólica ao país, o Santo Padre chegou de papamóvel ao local e foi acolhido pelo povo ao som da música “Bem-vindo Santo Padre”. Minutos antes da celebração, os cubanos gritavam: “Bento, amigo, Cuba está contigo”.

No início da celebração, o arcebispo de Santiago, Dom Dionísio García Ibáñez fez um discurso de boas-vindas ao Pontífice.

 

A homilia

Diante de 250 mil pessoas, neste dia no qual também se celebra a Solenidade da Anunciação do Senhor , Bento XVI iniciou sua homilia dizendo que a visita era muito desejada por ele. Referindo-se à liberdade humana, o Santo Padre também explicou como Deus age diante da liberdade que é conferida a cada homem.

“É comovente ver como Deus não só respeita a liberdade humana, mas parece ter necessidade dela. E vemos também como o início da existência terrena do Filho de Deus está marcado por um duplo `sim´ à vontade salvífica do Pai: o de Cristo e o de Maria”, disse.

Ele também acrescentou que quando Deus deixa de ser algo fundamental, o homem sente-se deslocado no mundo.

“Pelo contrário, quando Deus é posto de lado, o mundo transforma-se num lugar inospitaleiro para o homem, frustrando ao mesmo tempo a verdadeira vocação da criação que é ser o espaço para a aliança, para o `sim´ do amor entre Deus e a humanidade que Lhe responde”, destacou.

A partir do exemplo de Nossa Senhora, o Pontífice convidou cada fiel a seguir o exemplo de Maria que aderiu totalmente à vontade de Deus e anunciou, com sua vida, a novidade do Senhor.

 

“Vale a pena, amados irmãos, dedicar toda a vida a Cristo, crescer cada dia na sua amizade e sentir-se chamado a anunciar a beleza e a bondade da própria vida a todos os homens, nossos irmãos. Encorajo-vos na vossa tarefa de semear no mundo a palavra de Deus e oferecer a todos o verdadeiro alimento que é o corpo de Cristo”, salientou.

 

Homenagem à Virgem de la Caridad del Cobre

Ao final da celebração, Bento XVI ofereceu uma rosa de ouro à imagem da Virgem de la Caridad del Cobre. Trata-se de um gesto tradicional dos papas que serve para homenagear o título de Nossa Senhora venerado no país que recebe a visita do Pontífice.

 

Por Canção Nova

Comente aqui


Anestesia espiritual

Quando li a expressão “anestesia espiritual”, lembrei-me das vezes que levei na carne uma dose de anestesia e do seu efeito imediato. A carne não sente nada, as dores desaparecem, os sentidos já não existem e tudo parece dissipar-se da dura realidade humana. Como não entender que esta anestesia humana pode contaminar a vida espiritual?

Já não se sente a capacidade de amar, o gosto de orar ficou esquecido; o caminho do bem desapareceu dos pés; a rotina do trabalho sem respeitar o dia do Senhor se tornou normal; os tempos fortes do cultivo do espírito como a quaresma e Semana Santa se transformaram em tempos de turismo; a atenção que se deve dar ao outro foi substituída por aquilo que eu gosto e quero; a busca insaciável do ter e do prazer só termina quando termina a vida; o pecado já não existe mais, pois foi incorporado no comportamento cotidiano como normal. Tudo isso é resultado da citada anestesia espiritual.

O coração humano anestesiado de si mesmo e da presença do outro perde o sentido de viver. A doença que mais mata é o individualismo apaixonado por si mesmo, rodeado da insaciabilidade humana que jamais acabará, a não ser no túmulo do absoluto egoísmo. Carta aos Hebreus 10,24: “Olhemos uns pelos outros para estimularmos a caridade e as boas obras”. O outro já não nos interessa. É apenas um número que passa perto, um fantasma e não uma pessoa a ser amada, parte de nós mesmos. Atenção ao outro exige que se deseje para o outro todo o bem.

As pessoas não podem ser felizes por pedaços, como pedras de mosaico separadas umas das outras. É necessário que a felicidade seja construída em conjunto. Não há felicidade quando falta o pão na mesa, o trabalho, os meios para curar-se das doenças, o alimento cultural que gera desenvolvimento. É preciso uma revolução a partir de dentro de nós mesmos, que nos coloque diante do outro como nosso irmão e fazer ao outro o que nós gostaríamos que ele fizesse a nós.

A anestesia espiritual deixa-nos cegos perante os sofrimentos alheios. Atitudes de indiferença estão entrando na cultura do nosso mundo atual como algo cultural. Já não me interessa o que está acontecendo ao meu redor. Não dar importância ao outro que está caído se tornou recorrente. O mais importante sou eu e meus desejos.

Este tempo quaresmal em que vivemos é uma oportunidade de refazer em nós os relacionamentos verdadeiros, como nos disse o apóstolo Paulo: “Olhemos uns para os outros para estimular-nos na prática da caridade e das boas obras”. Não precisa fazer nada mais do que olhar. O olhar está carregado de si mesmo e da atenção que o outro precisa. Acordar da anestesia, sentindo a dor das próprias feridas e dos outros.

A vida cristã não é uma filosofia apenas; um viver alienado dos outros e da própria realidade. Por isso que exige do cristão ação concreta, compromisso social para que aconteçam verdadeiras mudanças das estruturas e dos estilos de vida.

 

Dobrar os joelhos diante de Deus e sujar as mãos com o pó da realidade nos leva a sair da anestesia espiritual e deixar correr, mesmo na dor, o sangue restaurador de uma vida no Espírito Santo. Este é o tempo de acordar, de deixar-se tomar pelos sentimentos mais humanos, olhar ao nosso redor e se dar conta de que não estamos sozinhos. Juntos e mais humanos podemos construir uma sociedade mais digna.

 

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá-PR

1 Comentário


Projetos apoiados pelo Fundo Arquidiocesano de Solidariedade

Conheça os projetos apoiados pelo Fundo Arquidiocesano de Solidariedade. Coleta para os projetos de 2012 será feita dias 31 de março (sábado) e primeiro de abril (Domingo de Ramos) em todas as paróquias da Arquidiocese de Maringá.

http://www.youtube.com/watch?v=d54PsQe1wD0&feature=youtu.be
1 Comentário


Ato público contra o projeto de queima do lixo em Maringá

Arquidiocese de Maringá convida: Ato público contra o projeto de queima do lixo em Maringá: Sábado (24) a partir das 9h na Praça Rocha Pombo. Após a concentração, haverá uma caminhada pela Avenida Brasil até a Praça Raposo Tavares (centro). Organização: Fórum Intermunicipal Lixo e Cidadania.

1 Comentário
 

Nota sobre o projeto de incineração do lixo

NOTA OFICIAL DA ARQUIDIOCESE DE MARINGÁ

 

 

A Arquidiocese de Maringá, atenta aos anseios do povo e preocupada com a defesa da saúde, assim como com a preservação do meio ambiente, vem a público emitir a seguinte NOTA DE ESCLARECIMENTO:

 

1- Temos acompanhado as discussões acerca da proposta de instalação, em Maringá, de uma usina de incineração dos resíduos sólidos urbanos. Ouvidos esclarecimentos de Cientistas, do Ministério Público do Trabalho, do Ministério Público Estadual e de Movimentos Sociais, concluímos não ser recomendável a utilização de tecnologia de incineração (queima do lixo). Entre os problemas apontados verifica-se o prejuízo social dos trabalhadores da reciclagem, além dos graves e irreversíveis danos à saúde dos seres vivos, notadamente das pessoas.

 

2- A Igreja tradicionalmente tem-se mostrado sensível à necessidade de cuidar do meio ambiente e da saúde. Prova-o a Campanha da Fraternidade, em especial nos dois últimos anos: 2011 – “A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22); 2012 – “Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8).  “É missão da Igreja a continuidade da ação de Jesus na história para que a saúde se difunda sobre a terra” (CF-2012 Texto-base, 178).

 

3- Os cidadãos não devem permitir que, num Município nacionalmente conhecido como “Cidade Verde”, o Poder Público Municipal implante uma política que privilegie a incineração dos resíduos sólidos urbanos, em detrimento da não geração, redução, reutilização, reciclagem e compostagem, tal como estipula a Lei que Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Nº 12.305/2010).

 

4 – Por fim, no âmbito do Estado democrático de direito, reconhecemos como nossa missão nos pronunciarmos sobre tudo o que diz respeito ao bem da comunidade, como igualmente incentivar e apoiar a sua conscientização e organização.

 

Maringá, 15 de março de 2012.

 

 

 

Dom Anuar Battisti

Arcebispo Metropolitano

 

 

Mons. Marcos Aurélio Ramalho Leite

Chanceler da Cúria Metropolitana

 

Prot. 70/2012

Fls. 200 v.

Comente aqui