15 de agosto: Dia de Nossa Senhora da Glória

Nessa quarta-feira (15) a Igreja celebra o Dia de Nossa Senhora da Glória, Padroeira da cidade de Maringá e da Arquidiocese de Maringá. A programação oficial do Dia da Padroeira começa logo cedo, às 7h, com o Solene Ofício de Nossa Senhora (Ofício das Leituras e Laudes) e a Solenidade de (re) entronização de imagens da Bem-aventurada Virgem Maria nos lares, na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória. Esta celebração será presidida pelo Cardeal Dom João Braz de Aviz, com a presença do Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti.

Às 12h repicar dos sinos de todas as Paróquias da Arquidiocese de Maringá; às 18h procissão e Missa Solene (campal) seguida da coroação da imagem da Bem-aventurada Glória Virgem Maria, Senhora Glória – com saída do Parque do Ingá em direção à Catedral Metropolitana Basílica Menor Nossa Senhora da Glória. A santa missa será  presidida pelo Cardeal Dom João Braz de Aviz.

 

Sobre a Assunção de Nossa Senhora

Amanhã (15 de agosto) solenemente a Igreja celebra o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”

Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.

Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.

É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.

Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado. Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória. Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.

 

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

Por Canção Nova

Deixe um Comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.