Mês: janeiro 2013



Domingo: três seminaristas vão ser ordenados diáconos

A Arquidiocese de Maringá tem a graça de comunicar que a Ordenação Diaconal dos seminaristas Alécio Carini, Edivaldo Rossi Gonçalves e Geovani José da Silva será realizada domingo, 03, às 15h na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória. A solene celebração Eucarística será presidida pelo Arcebispo Dom Anuar Battisti.

O Diaconato é o primeiro degrau das ordens sagradas e a última etapa antes da ordenação presbiteral.

 

Por tudo dai graças (1Ts 5,18)

 

Por Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Maringá-PR.

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Jovens convidam para oração em solidariedade às vítimas de Santa Maria

Nesta terça-feira (29), em Maringá, será realizado um momento de oração em solidariedade às famílias dos jovens e trabalhadores vítimas do incêndio ocorrido na madrugada do último domingo, em Santa Maria – RS. A celebração, de caráter ecumênico, terá início às 20h na Praça da Catedral. Pede-se para levar vela. A atividade é organizada pela Pastoral da Juventude com apoio do Setor Juventude.

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No peito eu levo uma Cruz, no meu coração o que disse Jesus…

Estamos às vésperas da chegada da Cruz de Cristo e do ícone de Nossa Senhora em Maringá – símbolos das Jornadas Mundiais da Juventude. Nos próximos dias 09 e 10 de fevereiro Maringá vai receber, nestes símbolos, os milhões de jovens que já participaram das jornadas, viram essa cruz ou tocaram nela.

Por isso somos todos convocados para acolher, junto com todos os jovens da Arquidiocese estes símbolos, marcando assim mais um passo na preparação da JMJ no Rio de Janeiro. Conheça um pouco da sua história, com informações da organização da JMJRio2013:

“A Cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.

A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião:

‘Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção’. (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 2004).

Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Levaram a cruz ao Centro São Lourenço, que se converteria em sua morada habitual durante os períodos em que ela não estivesse peregrinando pelo mundo.

Desde 1984, a Cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e agora no Brasil, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994 a Cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do país sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento.

Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz da JMJ: o Ícone de Nossa Senhora, ‘Salus Populi Romani’, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no ocidente, Santa Maria Maior. ‘Hoje eu confio a vocês… o Ícone de Maria. De agora em diante ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a Cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o Apóstolo João, a acolhe-la em suas vidas’ (Roma, 18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003).”

Está chegando a nossa vez, a vez da juventude da Arquidiocese de Maringá. E no ritmo da canção, vamos nos preparar para este momento de festa: “No peito uma cruz, e no meu coração o que disse Jesus”.

 

Dom Anuar Battisti

Arcebispo de Maringá-PR

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Um testemunho de fé

Em pleno Ano da Fé, domingo passado (20), no calendário dos santos, relembramos a vida e o exemplo de um militar, apaixonado por Jesus, no início do cristianismo. São Sebastião nasceu em Narbonna, em 250 d.C., em Roma. Era um valente soldado, tendo ingressado no exército com cerca de 19 anos.

Sua fama de bom soldado era tamanha que tornou-se estimado pelos imperadores Diocleciano e Maximiano; tanto que confiaram o comando do primeiro exército pretoriano a ele. Era, sem dúvida, um soldado exemplar.
Sebastião vivia num tempo em que era proibido confessar que era seguidor de Jesus.

Os soldados prendiam sem dó nem piedade os cristãos. Sebastião era um cristão, e o imperador não sabia disso. E Sebastião ajudou tanto aos demais cristãos que foi conhecido depois como o defensor da Igreja.

A atuação de Sebastião nesse sentido consistia, principalmente, em confortar aos cristãos que eram perseguidos, e especialmente aos que padeciam no martírio. Até mesmo pessoas em altos postos do sistema carcerário romano se converteram à fé em Jesus por meio do seu testemunho.

Então, Sebastião foi denunciado ao imperador Diocleciano, que ficou indignado e irado, pois o homem em que pusera sua confiança era um cristão, e o condenou à morte. Levaram-no para um campo aberto, e os arqueiros da Mauritânia o flecharam.

Dando-o por morto, abandonaram-no preso a uma árvore. Sebastião, por um milagre, resistiu às flechadas e sobreviveu. Não muito depois, foi encontrado por uma piedosa viúva, que cuidou de suas feridas. Após sua recuperação, o valente Sebastião se apresentou ao imperador Diocleciano, censurando-o por sua crueldade e exortando-o a deixar de adorar os falsos deuses, mediante suas imagens de escultura.

O imperador ficou estarrecido ao ver em sua presença aquele que cria estar morto. Preso novamente, foi açoitado até morrer.

Meu pai, Aniceto Battisti, foi Pracinha do Exército Brasileiro. Quando estava para embarcar no navio para a Itália durante a Segunda Guerra Mundial, ele recebeu de uma senhora um livrinho com a vida e a oração de São Sebastião.

Na oportunidade, São Sebastião era considerado padroeiro dos soldados. Meu pai colocou o material no bolso e não mais tirou. Na guerra, o trabalho do meu pai era desarmar as granadas soterradas. Era serviço para os chamados “especialistas de minas”. Neste trabalho ele perdeu vários companheiros, como também vários ficaram mutilados.

Meu pai não sofreu nenhum ferimento grave. Voltou sem traumas e perfeito. Hoje com 92 anos, mantém a sua devoção ao santo. Nossa família construiu um pequeno oratório ao lado da casa em que ele mora, em Tupãssi. Local em que ele reza o santo rosário todos os dias.

A partir do testemunho do meu pai, relembramos hoje a história de São Sebastião, um santo e um testemunho de fé a ser seguido, neste Ano da Fé.

 

Dom Anuar Battisti
Arcebispo de Maringá

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Jesus no litoral

Faz dez anos que jovens tocados pela experiência do encontro pessoal com Jesus, dedicam uma semana para evangelizar na praia. Depois do Natal até a festa dos Reis Magos, ou Epifania, mais de quinhentos jovens de todo o Paraná fazem um verdadeiro arrastão evangelizador.

No contato pessoal com os turistas, os jovens levam o testemunho de conversão e no palco, através da música, teatro, aeróbica, terço, missa e adoração, anunciam a alegria de serem jovens cristãos, que vivem o evangelho com radicalidade.

Esse tipo de evangelização tem provocado verdadeiras conversões e renovação do ser cristão em muitos corações em plena praia e em tempo de descanso.

Jovens que não têm outro interesse a não ser provar que é possível viver uma outra vida hoje, sem se misturar com o vazio do mundo moderno, com tudo aquilo que parece trazer satisfação e alegria de viver. Neste sentido, acredito que o testemunho destes jovens já é a prova de que um mundo novo é possível, sim.

Jovens normais, realizados e felizes provam para o mundo, que é possível estar e viver no mundo sem ser do mundo. Jesus orou ao Pai dizendo: “Não te peço para tirá-los do mundo, mas para guardá-los do maligno. Estes não são do mundo como eu também não sou do mundo” (Jo 17,15).

O Senhor Jesus, na mesma oração, confirma o testemunho destes jovens, não só dos Apóstolos, dizendo; “Eu não te peço só por estes, mas também por aqueles que vão acreditar em mim por causa da palavra deles” (Jo 17, 20).

Certamente o evangelho anunciado por estes jovens, não só por palavras, faz muitos a acreditarem e a renovarem a adesão a Jesus. Essa experiência já é uma prova concreta de que, quem encontra Jesus e se deixa apaixonar por Ele, a sua vida é transformada, e um mundo novo começa a nascer.

Tudo é possível para aqueles que amam a Deus acima de tudo, inclusive da própria vida. Estamos no Ano da Fé, no ano da juventude, no ano da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, e podemos dizer que já estamos plenamente inseridos em tudo isso.

São vários os momentos que marcarão esse caminho com a juventude. Na Arquidiocese de Maringá, nos dias 09 e 10 de fevereiro receberemos a Cruz da Jornada e o Ícone de Nossa Senhora – símbolos mundiais da Juventude, sinais que convocam e fazem não só os jovens, mas todos nós, a refazer o caminho no seguimento de Jesus, carregando a nossa cruz.

A quaresma será animada pela Campanha da Fraternidade cujo tema será Fraternidade e Juventude e o lema: “Eis-me aqui, envia-me” (Is 6,8). O grande objetivo é “Acolher os jovens no contexto de mudança de época, proporcionando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus, na vivencia eclesial e na construção da vida, da justiça, e da paz”.

Assim como acontece no “Jesus no Litoral”, em que centenas de jovens, verdadeiros protagonistas  da civilização do amor e do bem comum, desejamos que centenas de outros venham somar neste mutirão evangelizador em nossas comunidades, nos grupos de jovens, nos grupos de oração, como verdadeiros discípulos e discípulas de Jesus, Caminho, Verdade e Vida. Que Deus abençoe a nossa juventude.

 

Dom Anuar Battisti

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