Mês: abril 2013



1° de maio tem Romaria do Trabalhador

1° de maio: 24º Romaria do Trabalhador da Arquidiocese de Maringá

 

Quarta-feira, dia 1° de maio, a Arquidiocese de Maringá vai realizar a 24º Romaria do Trabalhador. A concentração será na Universidade Estadual de Maringá, em frente ao Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) a partir das 13h30.

Os romeiros seguirão em caminhada até a Praça da igreja Santo Antônio percorrendo o seguinte trajeto:

Ruas Dez de Maio, Antônio Marin, Sueo Toda, avenida Morangueira e rua Coripheo de Azevedo Marques.

Às 16h o Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, irá presidir a santa missa na praça da igreja.

 

Temática:

Em 2013 a Campanha da Fraternidade tem como tema: “Fraternidade e Juventude”, e nessa mesma proposta a Romaria do Trabalhador da Arquidiocese de Maringá também escolheu “Trabalho e Juventude” como o tema da romaria e o lema “Construindo um Mundo Novo”.

“Vamos sair em romaria até a praça da igreja Santo Antônio, como um grande gesto simbólico da juventude que entra na universidade e sai para o mundo evangelizar” – Comissão organizadora.

 

 

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Vocações, sinal de esperança.

Nesse domingo (21) celebramos o quinquagésimo Dia Mundial de Oração pelas Vocações. O Papa Emérito Bento XVI enviou uma mensagem que apresento aqui uma síntese: “O problema do número suficiente de sacerdotes, interpela todos os fieis, não só porque disso depende o futuro da sociedade cristã, mas também porque este problema é o indicador concreto e inexorável da vitalidade de fé e amor de cada comunidade paroquial e diocesana, e o testemunho da saúde moral das famílias cristãs.

A esperança é expectativa de algo de positivo para o futuro, mas que deve ao mesmo tempo sustentar o nosso presente, marcado frequentemente por dissabores e insucessos.

A esperança é, de fato, uma palavra central da fé bíblica, a ponto de, em várias passagens, ser possível intercambiar os termos ‘fé’ e ‘esperança’. Assim, a Carta aos Hebreus liga estreitamente a ‘plenitude da fé’ (10,22) com a ‘imutável profissão da esperança’ (10,23). De igual modo, quando a Primeira Carta de Pedro exorta os cristãos a estarem sempre prontos a responder o sentido e a razão da sua esperança (3,15), ‘esperança’ equivale a ‘fé’.

Assim a esperança nutre-se desta certeza: ‘Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele’ (1 Jo 4,16). E este amor exigente e profundo, que vai além da superficialidade, infunde-nos coragem, dá-nos esperança no caminho da vida e no futuro, faz-nos ter confiança em nós mesmos, na história e nos outros. Apraz-me repetir, de modo particular a vós jovens, estas palavras: Que seria da vossa vida, sem este amor? Deus cuida do homem desde a criação até ao fim dos tempos, quando completar o seu desígnio de salvação. No Senhor ressuscitado, temos a certeza da nossa esperança.

Também hoje, como aconteceu durante a sua vida terrena, Jesus, o Ressuscitado, passa pelas estradas da nossa vida e vê-nos imersos nas nossas atividades, com os nossos desejos e necessidades. Jesus repete também hoje: ‘Vem e segue-Me!’ (Mc 10,21).

Para acolher este convite, é preciso deixar de escolher por si mesmo o próprio caminho. Segui-Lo significa entranhar a própria vontade na vontade de Jesus, dar-Lhe verdadeiramente a precedência, antepô-Lo a tudo o que faz parte da nossa vida: família, trabalho, interesses pessoais, nós mesmos. Esta comunhão de vida com Jesus é o «lugar» privilegiado onde se pode experimentar a esperança e onde a vida será livre e plena.

A oração constante e profunda faz crescer a fé da comunidade cristã, na certeza sempre renovada de que Deus nunca abandona o seu povo e que o sustenta suscitando vocações especiais, para o sacerdócio e para a vida consagrada, que sejam sinais de esperança para o mundo. Na realidade, os presbíteros e os religiosos são chamados a entregar-se de forma incondicional ao Povo de Deus, num serviço de amor ao Evangelho e à Igreja. Por isso, oxalá não faltem sacerdotes zelosos que saibam estar ao lado dos jovens como ‘companheiros de viagem’, para os ajudarem, a reconhecer Cristo, Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14,6).

Do mesmo modo, desejo que os jovens, no meio de tantas propostas superficiais e efêmeras, saibam cultivar a atração pelos valores, as metas altas, seguindo os passos de Jesus. Sereis felizes por servir, e aprendereis a ‘dar a razão da vossa esperança’ (1 Ped 3,15).”

 

Dom Anuar Battisti

Arcebispo de Maringá

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Novena a São José Operário

A paróquia São José Operário em Maringá vai iniciar a novena do Padroeiro no dia 23 de abril com santa missa às 20h, com benção especial para os que se preparam para o casamento (solteiros, namorados e noivos).

 

Programação

Dia 23 de abril missa às 20h para os que se preparam para o casamento.

Dia 24 de abril missa às 20h pelos que são casados.

Dia 25 de abril missa às 20h pelos que esperam filhos (biológicos ou adotivos).

Dia 26 de abril missa às 20h pelos filhos.

Dia 27 de abril missa às 19h pela cura dos vícios.

Dia 28 de abril missa às 19h pelos doentes e acidentados no trabalho.

Dia 29 de abril missa às 20h pelos aposentados.

Dia 30 de abril missa às 20h pelos desempregados.

Dia 01 de maio missa às 20h pelos trabalhadores.

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Assembleia da CNBB em Aparecida

Aqui em Aparecida digo que esta é uma Assembléia que marca um novo caminho, com um novo Papa.

Somos ao redor 300 bispos que desejamos criar comunhão e unidade para uma nova evangelização. Queremos contar com as orações de todos e nós aqui rezamos por todos. Juntos queremos caminhar, construir, e edificar um novo estilo de ser cristão no mundo. Deus vos abençoe!!!

Dom Anuar

Reportagem da Rádio Colmeia: http://arquimaringa.org.br/2011/noticias/noticias/id/1732

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Festa da Misericórdia: Domingo na Catedral de Maringá

Domingo (07) a Igreja Católica celebra a Festa da Divina Misericórdia – devoção instituída pelo beato João Paulo II em abril de 2000. A devoção teve início com as revelações de Jesus à santa polonesa Faustina Kowalska, para que a Festa fosse estabelecida no domingo após a Páscoa.

Em Maringá haverá Vigília Eucarística com adoração ao Santíssimo Sacramento na Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória com início sábado (06) logo após a missa das 19h30. O encerramento da Vigília está marcado para as 3h (três da madrugada) com santa missa presidida pelo Padre Rodrigo Gutierrez.

No domingo a Festa da Misericórdia terá início às 14h. Às 15h haverá adoração ao Santíssimo Sacramento com oração do Terço da Misericórdia. A santa missa será celebrada às 16h.

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Dia do Sim será domingo, 21 de abril, no Regina Mundi

Domingo, 21 de abril, será realizado o Dia do Sim das 13h às 17h no Colégio Regina Mundi em Maringá.

O DIA DO SIM é destinado à juventude da Arquidiocese de Maringá, onde todos são convidados a expressar o seu SIM à vocação recebida das mãos de Deus. O SIM à vida, à santidade, à juventude… SIM ao projeto de Amor que Deus, ininterruptamente, quer realizar em nossas vidas!

É um projeto desenvolvido pelo do Serviço de Animação Vocacional da Arquidiocese de Maringá (SAV).

Jovens que quiserem fazer apresentações de teatro e dança devem se inscrever gratuitamente até o dia 16 de abril pelo e-mail [email protected]

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Maria Madalena, de madrugada, viu o túmulo vazio

O evangelista João começa a narrativa do túmulo vazio na madrugada do primeiro dia da semana, dizendo: “No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. Correu então e foi ter com Simão Pedro e com o discípulo amado e disse-lhes: Levaram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o puseram” (Jo.20,1-2).

Naquela madrugada Maria Madalena fez e experiência do vazio. Nem mesmo o cadáver do Senhor Jesus estava ali. Nada restava para fazer o luto. Como é doloroso a morte de um ente querido quando seu corpo desapareceu, onde não existe túmulo para ir em homenagem. Quantas Madalenas, quantos Pedros e Joãos ainda hoje vivem a mesma experiência.

Aquele coração de mulher, transpassado pela dor, nunca imaginaria que se tratava de ressurreição.  Era o primeiro dia da semana, um novo dia, um novo tempo, uma nova vida começava a existir fora do túmulo.

O Homem novo iniciava a sua existência constatado por uma mulher que vai sozinha, na madrugada, no escuro. Foi ela que fez Pedro e João correrem para testemunhar que o túmulo estava vazio e os lençóis dobrados. Dois sinais apenas: o túmulo e os lençóis. Caminho de perda e de silêncio, nenhuma explicação, só o tempo vai dar razões para continuar vivendo.

A comunidade começa a acreditar na notícia depois do testemunho, da mulher e dos discípulos. Tudo começa no escuro da madrugada, do nascer de um novo dia. No caminho da vida, as noites escuras podem oferecer um novo caminho. As trevas não são só causa de domínio do mal, são oportunidades de ver a luz de maneira nova, ver de novo que tudo pode ter um recomeço mesmo sem saber como será.

A pergunta que certamente cruzava a mente e o coração daqueles homens e mulheres era: O que faremos agora depois que perdemos o Mestre?

Na medida em que a comunidade se une para buscar uma saída, aparece Jesus, e o povo começa a entender que Jesus devia ressuscitar dos mortos.

A experiência do ressuscitado não acontece automaticamente. Não se torna algo compreensível de imediato. Tudo será entendido na medida em que juntos buscam uma luz.

Mesmo sem a presença de todos, ali se manifesta o Senhor, o Mestre, Aquele que sopra sobre Ele o Espírito da vida, do entusiasmo, da alegria, dissipando o medo. “Não tenhais medo! Sou eu que falo com vocês”.  O sopro do Espírito abre a mente  e o coração e faz cantar : Aleluia o Senhor ressuscitou! Ele está vivo. Aleluia! Desde aquela madrugada escura e fria, a notícia é sempre a mesma: “O túmulo está vazio, só ficou o lençol dobrado. A vida venceu a morte! Eu também vou vencer e contemplar o túmulo da minha vida, vazio das minhas misérias, e recomeçar um caminho novo na direção do céu, da verdadeira vida. Assim a Páscoa (passagem) não será um dia e sim um propósito de vida.

 

Dom Anuar Battisti

Arcebispo de Maringá-PR

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