Papa Bento XVI



Bento XVI garante reverência e obediência ao novo Papa

Na manhã desta quinta-feira, 28 de fevereiro, o Papa Bento XVI teve um encontro com os membros do Colégio dos Cardeais, renovou seu compromisso de permanecer unido a todos, pediu que permaneçam em oração e declarou, solenemente, incondicionada reverência e obediência ao futuro Papa.

Assim como o cardeal Sodano, o Papa também citou a experiência dos discípulos de Emaús, afirmando que também para ele foi uma alegria caminhar em companhia dos cardeais nesses anos na luz da presença do Senhor ressuscitado.

Como disse ontem diante de milhares de fiéis que lotavam a Praça S. Pedro, a solidariedade e o conselho do Colégio foram de grande ajuda no seu ministério. “Nesses oito anos, vivemos com fé momentos belíssimos de luz radiosa no caminho da Igreja, junto a momentos em que algumas nuvens se adensaram no céu. Buscamos servir Cristo e a sua Igreja com amor profundo e total. Doamos a esperança que nos vem de Cristo e que é a única capaz de iluminar o caminho. Juntos, podemos agradecer ao Senhor que nos fez crescer na comunhão. Juntos, podemos pedir para que nos ajude a crescer ainda nessa unidade profunda, de modo que o Colégio dos Cardeais seja como uma orquestra, onde as diversidades, expressão da Igreja universal, concorrem à superior e concorde harmonia.

Aos Cardeais, o Papa expressou “um pensamento simples” sobre a Igreja e sobre o seu mistério, que constitui para todos nós a razão e a paixão da vida, escrita por Romano Guardini. Ou seja, de que a Igreja não é uma instituição excogitada, mas uma realidade viva. Ela vive do decorrer do tempo, transformando-se, mas em sua natureza permanece sempre a mesma. O seu coração é Cristo.

“Parece que esta foi a nossa experiência ontem na Praça. Ver que a Igreja é um corpo vivo, animado pelo Espírito Santo, e vive realmente da força de Deus. Ela está no mundo, apesar de não ser do mundo. É de Deus, de Cristo, do Espírito Santo e nós o vimos ontem. Por isso é verdadeira e eloquente a outra famosa expressão de Guardini:

A Igreja se desperta no ânimo das pessoas. A Igreja vive, cresce e se desperta nos ânimos que, como a Virgem Maria, acolhem a palavra de Deus e a concebem por obra do Espírito Santo. Oferecem a Deus a própria carne e o próprio trabalho em sua pobreza e humildade, se tornando capazes de gerar Cristo hoje no mundo.

Através da Igreja, disse o Papa, o mistério da encarnação permanece presente sempre. E fez um apelo aos Cardeais:

“Permaneçamos unidos, queridos irmãos, neste mistério, na oração, especialmente na Eucaristia cotidiana, e assim serviremos a Igreja e toda a humanidade. Esta é a nossa alegria que ninguém pode nos tirar. Antes de saudá-los pessoalmente, desejo dizer que continuarei próximo com a oração, especialmente nos próximos dias, para que sejais plenamente dóceis à ação do Espírito Santo na eleição do novo Papa. Que o Senhor vos mostre quem Ele quer. E entre vós, entre o Colégio dos cardeais, está também o futuro Papa, ao qual já hoje prometo a minha incondicionada reverência e obediência.”

 Por CNBB
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Mensagem de Bento XVI para a JMJ Rio2013

Mensagem de Bento XVI para a JMJ Rio2013: “Deixem-se atrair pelo Cristo Redentor”

“Queridos jovens, ejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros.”

Aqui na íntegra<<<http://arquimaringa.org.br/noticias/noticias/id/1584

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A oração de louvor

A oração de louvor: Bento XVI prossegue com a catequese sobre a oração

 

De volta ao Vaticano, Bento XVI prosseguiu nessa quarta-feira (05) com a série de catequeses sobre a oração durante a Audiência Geral de quarta-feira, na Sala Paulo VI.

No âmbito da “escola de oração”, Bento XVI falou da oração no Apocalipse, o último livro do Novo Testamento, onde é possível ver “a oração viva e palpitante da assembleia cristã reunida no domingo, ‘no dia do Senhor’ que envolvida pelo amor do Senhor, sente-se livre dos laços do pecado e proclama-se como reino de Jesus Cristo: isto é, pertence só a Ele”, prosseguiu.

O Papa recordou a missão do cristão recebida no Batismo, de levar ao mundo a presença de Deus. “Conclui esta sua celebração de louvor, fixando o olhar diretamente em Jesus e, com entusiasmo crescente, reconhece que Ele detém a glória e o poder para salvar a humanidade”.

O “ámen” final, nesta leitura do Apocalipse, conclui o hino de louvor a Cristo Senhor. “Tudo isto nos ensina que a nossa oração, feita muitas vezes só de pedidos, deve, pelo contrário, ser sobretudo louvor a Deus pelo seu amor, pelo dom de Jesus Cristo, que nos trouxe força, esperança e salvação”, concluiu o Santo Padre.

Após a catequese Bento XVI dirigiu a seguinte saudação em português:

Amados fieis brasileiros de Nossa Senhora das Dores e de São Bento e São Paulo, a graça e a paz de Jesus Cristo para todos vós e demais peregrinos de língua portuguesa. Quanto mais e melhor souberdes rezar, tanto mais sereis parecidos com o Senhor e Ele entrará verdadeiramente na vossa vida. É na oração que melhor podereis dar conta desta presença de Jesus em vós, recebendo serenidade, esperança e força na vossa vida. Tudo isto vos desejo, com a minha Bênção.

 

Por Zenit

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Cristianismo não é a religião de medo mas a da confiança e do amor

Na audiência geral de quarta-feira (23) o Papa Bento XVI assinalou que “o cristianismo não uma religião do medo, mas sim da confiança e do amor ao Padre que nos ama”.

Em sua catequese habitual das quartas-feiras e diante de milhares de peregrinos na Praça de São Pedro, o Papa fez uma profunda reflexão sobre o sentido de chamar Padre a Deus, tendo como exemplo a Cristo na cruz que diz “Abbá! Pai!” (papai ou papaizinho).

Desde o início de seu caminho, assinala Bento XVI, “a Igreja acolheu esta invocação e a fez própria, sobretudo na oração do Pai Nosso, na qual dizemos todos os dias: “Pai, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu’”.

“O cristianismo não é uma religião do medo, mas da confiança e do amor do Pai que nos ama. Essas duas grandes afirmações nos falam do envio e do acolhimento dado ao Espírito Santo, o dom do Ressuscitado, que nos torna filhos em Cristo, o Filho Unigênito, e nos coloca em uma relação filial com Deus, relação de profunda confiança, como aquela das crianças; uma relação filial análoga àquela de Jesus, mesmo essa sendo de origem e teor diferentes”, explica o Santo Padre.

Jesus, prossegue, “Jesus é o Filho eterno de Deus que se fez carne, por outro lado, nós, nos tornamos filhos nele, no tempo, mediante a fé e os Sacramentos do Batismo e do Crisma; graças a esses dois Sacramentos, mergulhamos no Mistério Pascal de Cristo”.

Bento XVI lamenta logo que “talvez o homem de hoje não perceba a beleza, a grandeza, e a consolação profunda contidas na palavra “pai” com a qual podemos nos dirigir a Deus na oração, por causa da figura paterna que geralmente não é suficientemente presente, ou suficientemente positiva na vida cotidiana, nos tempos de hoje”.

Diante disso, continua, “a partir do próprio Jesus, do seu relacionamento filial com Deus, podemos aprender o que significa exatamente o “pai”.

Beto XVI afirmou “que em Deus, o ser Pai tem duas dimensões. Antes de tudo, Deus é nosso Pai, porque é nosso Criador. Cada um de nós, todo homem e toda mulher é um milagre de Deus, é desejado por Ele e é conhecido pessoalmente por Ele”.

“Quando no livro do Gênesis se diz que o ser humano é criado à imagem de Deus (CFR 1,27), se deseja exprimir exatamente esta realidade: Deus é nosso Pai, para Ele não somos anônimos, impessoais, mas temos um nome”.

Além disso, indica, “o Espírito de Cristo nos abre a uma segunda dimensão da paternidade de Deus, além da criação, porque Jesus é o Filho em sentido pleno, consubstancial ao Pai, como professamos no Creio. Se tornando um ser humano como nós, com a encarnação, a morte e a ressurreição, Jesus, por sua vez, nos acolhe na sua humanidade e no próprio ser Filho, assim, também nós podemos entrar na sua específica pertença a Deus”.

O Papa Bento XVI afirma também que “desde quando passou a existir, o homo sapiens está sempre à procura de Deus, à procura de falar com Deus, porque Deus inscreveu-se nos nossos corações. Portanto, a primeira iniciativa vem de Deus, e com o Batismo, Ele de novo age em nós, o Espírito Santo age em nós; é o primeiro iniciador da oração para que possamos depois realmente falar com Deus e dizer “Abbá” a Deus. Portanto, a sua presença abre a nossa oração e a nossa vida, abre os horizontes da Trindade e da Igreja”.

“Quando nos dirigimos ao Pai na nossa morada interior, no silêncio e no recolhimento, não estamos nunca sozinhos. Quem fala com Deus não está sozinho. Estamos na grande oração da Igreja, somos parte de uma grande sinfonia que a comunidade cristã, espalhada em todas as partes da terra e em todos os tempos, eleva a Deus; claro, os músicos e os instrumentos são diferentes – e isso é um elemento de riqueza – , mas a melodia de louvor é única e em harmonia”.

Ao falar sobre a diversidade de carismas na Igreja, o Santo Padre ressalta que “a oração guiada pelo Espírito Santo, que nos faz dizer: “Abbá! Pai” com Cristo e em Cristo, nos insere no único grande mosaico da família de Deus no qual cada um tem um lugar importante e um papel importante, em profunda unidade com o todo”.

Como última reflexão o Papa disse que “nós aprendemos a gritar “Abbá, Pai” também com Maria, a Mãe do Filho de Deus. O cumprimento da plenitude dos tempos, do qual fala São Paulo na Carta aos Gálatas (cfr 4,4), acontece no momento do sim de Maria, da sua adesão plena à vontade de Deus: “eis, sou a serva do Senhor”.

“Queridos irmãos e irmãs, aprendemos a provar na nossa oração a beleza de sermos amigos, filhos de Deus, de poder invocá-lo com a confiança de uma criança que se dirige aos pais que a amam. Abramos a nossa oração à ação do Espírito Santo para que nós gritemos a Deus “Abbá! Pai” e para que a nossa oração transforme, converta constantemente o nosso pensar, o nosso agir para torná-lo sempre mais conforme àquele do Filho Unigênito, Jesus Cristo. Obrigado”, concluiu.

 

Por ACI Digital

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Mudança em Cuba e no mundo só acontecerá pelo amor

“Cuba e o mundo precisam de mudanças, mas estas só terão lugar se cada um estiver em condições de se interrogar acerca da verdade e se decidir a enveredar pelo caminho do amor, semeando reconciliação e fraternidade”, afirmou o Papa Bento XVI durante sua homilia na Missa celebrada na Praça da Revolução em Havana, Cuba, na manhã desta quarta-feira, 28.

Aos mais de 300 mil fiéis cubanos presentes, que o receberam com o canto “Tu és Petrus”, Bento XVI disse que, ao ressaltar os valores que sustentam a ética, o cristianismo não impõe, mas propõe o convite de Cristo para conhecer a verdade que torna os homens livres.

“Queridos amigos, não hesiteis em seguir Jesus Cristo. Nele encontramos a verdade sobre Deus e sobre o homem. Ajuda-nos a superar os nossos egoísmos, a sair das nossas ambições e a vencer o que nos oprime”, disse.

Acesse
.: NA ÍNTEGRA: Homilia Papa – Missa na Praça da Revolução em Cuba – 28/03/2012
.: Confira programação da viagem do Papa a Cuba e ao México
.: Todas as matérias sobre a visita do Papa a Cuba

Liberdade religiosa

O Papa salientou ainda que a Igreja vive para partilhar com os outros a única coisa que possui: o próprio Cristo, esperança da glória (cf. Col 1, 27).

“Para realizar esta tarefa, é essencial que ela possa contar com a liberdade religiosa. Há que reconhecer, com alegria, os passos que se têm realizado em Cuba para que a Igreja cumpra a sua irrenunciável missão de anunciar e publicar abertamente a sua fé. Mas é preciso avançar ulteriormente. E desejo encorajar as instâncias governamentais da Nação a reforçarem aquilo que já foi alcançado e a prosseguirem por este caminho de genuíno serviço ao bem comum de toda a sociedade cubana”, reforçou.

Para o Pontífice, o direito à liberdade religiosa, tanto na sua dimensão individual como comunitária, manifesta a unidade da pessoa humana, que é simultaneamente cidadão e crente, e legitima também que os fiéis prestem a sua contribuição para a construção da sociedade.

“O seu reforço consolida a convivência, alimenta a esperança de um mundo melhor, cria condições favoráveis para a paz e o desenvolvimento harmonioso, e ao mesmo tempo estabelece bases firmes para garantir os direitos das gerações futuras”, destacou.

Bento XVI enfatiza que quando a Igreja põe em relevo o direito à liberdade religiosa, não está a reivindicar qualquer privilégio, pretende apenas ser fiel ao mandato de Jesus, consciente de que, onde se torna presente Cristo, o homem cresce em humanidade e encontra a sua consistência.

 

Por canção Nova

 

 

Que a Sexta-feira Santa seja feriado em Cuba

Pela segunda vez na história um Papa reuniu-se com a mais alta autoridade constitucional de Cuba. Durou mais ou menos uns 45 min o encontro entre o Papa Bento XVI e o presidente cubano Raúl Castro, realizado ontem no Palácio da Revolução.

 

O encontro, disse o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé padre Federico Lombardi, foi “cordial e sereno” e a sua extensão “testemunha a importância dessa conversa sobre a situação de Cuba e as expectativas da Igreja local, que deseja dar uma contribuição sempre maior ao bem comum, desenvolvendo a sua presença nos campos da educação e da assistência”.

 

Os dois chefes de estado discutiram problemáticas de forte atualidade na ilha do Caribe e sobre a evolução das relações entre Igreja e governo. O passo mais importante da entrevista foi, no entanto, a proposta do Santo Padre para Castro de reconhecer a Sexta-feira Santa como um dia festivo.

 

O pedido do Papa ainda não recebeu uma resposta oficial do governo da Havana. Se for acolhido, representará mais um passo para a liberdade da Igreja em Cuba, depois que, em 1998, o Beato João Paulo II conseguiu convencer o líder máximo Fidel Castro a restaurar o Natal como festividade civil.

 

No final do encontro teve-se a tradicional troca de presentes: Castro presenteou Bento XVI com uma reprodução em bronze da Nossa Senhora do Cobre, enquanto que o Papa presenteou entregando um fac-símile da Geographia de Ptolomeu (século XV).

 

Por Zenit

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Bento XVI em Cuba

Bento XVI em Cuba: Deus respeita a liberdade humana e tem necessidade dela

 

 

O Papa Bento XVI celebrou nesta segunda-feira, 26, em Santiago de Cuba, a Missa pelos 400 anos da devoção à Virgem de la Caridad del Cobre, na Praça Antonio Maceo, a qual contou com a presença do presidente do país, Raúl Castro. Esse foi o segundo compromisso de Bento XVI em Cuba, após a Cerimônia de Boas-Vindas no aeroporto de Santiago, Cuba, ocorrida segunda-feira (26).

No primeiro dia de visita apostólica ao país, o Santo Padre chegou de papamóvel ao local e foi acolhido pelo povo ao som da música “Bem-vindo Santo Padre”. Minutos antes da celebração, os cubanos gritavam: “Bento, amigo, Cuba está contigo”.

No início da celebração, o arcebispo de Santiago, Dom Dionísio García Ibáñez fez um discurso de boas-vindas ao Pontífice.

 

A homilia

Diante de 250 mil pessoas, neste dia no qual também se celebra a Solenidade da Anunciação do Senhor , Bento XVI iniciou sua homilia dizendo que a visita era muito desejada por ele. Referindo-se à liberdade humana, o Santo Padre também explicou como Deus age diante da liberdade que é conferida a cada homem.

“É comovente ver como Deus não só respeita a liberdade humana, mas parece ter necessidade dela. E vemos também como o início da existência terrena do Filho de Deus está marcado por um duplo `sim´ à vontade salvífica do Pai: o de Cristo e o de Maria”, disse.

Ele também acrescentou que quando Deus deixa de ser algo fundamental, o homem sente-se deslocado no mundo.

“Pelo contrário, quando Deus é posto de lado, o mundo transforma-se num lugar inospitaleiro para o homem, frustrando ao mesmo tempo a verdadeira vocação da criação que é ser o espaço para a aliança, para o `sim´ do amor entre Deus e a humanidade que Lhe responde”, destacou.

A partir do exemplo de Nossa Senhora, o Pontífice convidou cada fiel a seguir o exemplo de Maria que aderiu totalmente à vontade de Deus e anunciou, com sua vida, a novidade do Senhor.

 

“Vale a pena, amados irmãos, dedicar toda a vida a Cristo, crescer cada dia na sua amizade e sentir-se chamado a anunciar a beleza e a bondade da própria vida a todos os homens, nossos irmãos. Encorajo-vos na vossa tarefa de semear no mundo a palavra de Deus e oferecer a todos o verdadeiro alimento que é o corpo de Cristo”, salientou.

 

Homenagem à Virgem de la Caridad del Cobre

Ao final da celebração, Bento XVI ofereceu uma rosa de ouro à imagem da Virgem de la Caridad del Cobre. Trata-se de um gesto tradicional dos papas que serve para homenagear o título de Nossa Senhora venerado no país que recebe a visita do Pontífice.

 

Por Canção Nova

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Cardeal Dom João Braz de Aviz

Na foto: Mosenhor Júlio, Dom Anuar, Dom João, Dom Jaime Luiz Coelho com o Papa João Paulo II no Vaticano

Dom Anuar celebra aniversário natalício em Roma, no Consistório que criará Dom João Braz de Aviz cardeal

 

O Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, completará mais um ano de vida no próximo domingo, 19. Nascido em fevereiro de 1953, Dom Anuar é o quarto Arcebispo de Maringá. A data deve se tornar ainda mais especial já que Dom Anuar irá participar das celebrações do Consistório Ordinário Público para a criação de vinte e dois novos cardeais que será realizado na Basílica de São Pedro em Roma. Entre os cardeais que serão criados está o terceiro Arcebispo de Maringá, Dom João Braz de Aviz, atual prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica.

 

Dois padres da Arquidiocese de Maringá estarão na comitiva maringaense: Monsenhor Júlio Antônio da Silva e Monsenhor Antônio de Pádua Almeida.

 

De acordo com o Departamento das Celebrações Litúrgicas anunciou o programa do Consistório no Vaticano “no dia 18 de Fevereiro, às 10h30, na Basílica de São Pedro, o Papa Bento XVI terá o Consistório Ordinário Público para a criação de vinte e dois novos cardeais, a imposição do barrete, a entrega do anel e a atribuição do Título ou Diaconia. Ao final do rito o Santo Padre realizará um Consistório Ordinário Público para a canonização dos Beatos: Giacomo Berthieu, sacerdote professo da Companhia de Jesus, mártir; Pedro Calungsod, leigo catequista, mártir; Giovanni Battista Piamarta, sacerdote, fundador das Congregações Sagrada Família de Nazaré e Humildes Servas do Senhor; Maria do Monte Carmelo, fundadora da Congregação das Irmãs Concepcionistas Missionárias da educação; Maria Anna Cope, religiosa professa da Congregação das Irmãs da Ordem Terceira de São Francisco de Syracuse (Nova York), Caterina Tekakwitha, leiga; Anna Schäffer, leiga.

 

Das 16h30 às 18h30 no próximo sábado, na Sala Paulo VI e em algumas salas do Palácio Apostólico, os novos cardeais receberão aqueles que desejam fazer visitas de cortesia nos seguintes locais: O cardeal João Braz de Aviz receberá os convidados no  átrio da Sala Paulo VI.

 

Domingo, 19 de fevereiro, solenidade da Cátedra de São Pedro Apóstolo, às 9h30, na Basílica Vaticana, o Santo Padre presidirá a celebração eucarística com os novos Cardeais. A celebração deverá ser transmitida pelas redes de TVs de inspiração católica no Brasil. A rádio Vaticano transmitirá as celebrações ao vivo.

 

Por Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Maringá

Everton Barbosa – Com informações da ZENIT e rádio Vaticano

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Lançada a logomarca oficial da JMJ Rio 2013

Na noite dessa terça-feira, 7 de fevereiro, foi lançada a logomarca oficial da próxima Jornada Mundial da Juventude. O evento contou com a presença de padres, bispos, leigos, autoridades do estado, inclusive, com o Governador do Rio, Sérgio Cabral. Dom Orani, arcebispo do Rio de Janeiro, falou a respeito do processo de seleção e da importância de se levar um evento como a JMJ para o Brasil e, especialmente, para a cidade carioca. O design da marca é alegre, colorido e possui as cores do Brasil. A JMJ 2013 será realizada de 23 a 28 de julho de 2013, na capital fluminense, e atrairá jovens de todo o mundo para o encontro com o Papa Bento XVI.

O lançamento contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, do prefeito da cidade, Eduardo Paes, do presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Dom Raymundo Damasceno, do secretário da Congregação para os Bispos no Vaticano, Dom Lorenzo Baldisseri, e de cerca de 100 bispos do Brasil e exterior, além de diversas autoridades e representantes da sociedade.

O diretor geral da Promocat Marketing Integrado e responsável pelas negociações com a CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e com a Arquidiocese do Rio de Janeiro para a realização da feira ExpoCatólica como evento oficial da JMJ 2013, Fábio Castro, elogiou a logo selecionada por possuir tecnicamente todos os elementos necessários para que a logomarca componha de forma eficaz a identidade visual do evento. “Foi uma escolha assertiva, uma logotipia leve, com traços suaves e, ao mesmo tempo, modernos”, disse.

Na logomarca foi utilizada a imagem do Cristo Redentor juntamente com as cores da bandeira nacional. “Não poderiam deixar de fora o maior símbolo da Brasil que também é católico e da Igreja Católica”. Na marca há o detalhe do coração, que remete imediatamente ao coração de Cristo, acolhedor e gratuito, simples e direto. “É uma marca que traz em si várias mensagens cristãs, basta um olhar amplo” concluiu Castro.

A JMJ, em 2013, deve trazer ao país, de acordo com o Ministério do Turismo, entre 1,5 milhão e dois milhões de turistas, de mais de 170 países. “Jovens de todos os continentes vão vir para o Rio de Janeiro. Será um evento marcante e o Governo do Estado vai trabalhar para que a nossa Jornada seja a melhor da história”, disse o governador
Sérgio Cabral.

O prefeito da cidade do Rio de Janeiro Eduardo Paes acredita que o encontro aquecerá a economia da região. “A cidade tem a oportunidade de fazer uma das melhores Jornadas de todos os tempos. Temos a chance de aquecer nossa economia e aumentar os números do nosso turismo”, afirmou.

A última JMJ teve Madri como sede, e foi beneficiada com mais de 354 milhões de euros. A comunidade de Madrid estimou que a JMJ gerou um incremento de 147 milhões de euros no Produto Interno Bruto da localidade. “Quando estive em Madri fiquei maravilhado com tudo que aconteceu lá. O evento tem um padrão diferenciado, a cidade estava lotada.”, lembrou Eduardo Paes.

O processo de seleção

Para selecionar a logomarca foi lançado no dia 27 de setembro de 2011 com o edital do concurso para escolher o símbolo da JMJ. Mais de 200 trabalhos enviados de todas as partes do mundo chegaram ao Comitê Organizador Local (COL) e demonstraram, além de criatividade e técnica, a força da fé e da alegria da juventude católica. No dia 31 de outubro, começou o processo de seleção. As logomarcas foram avaliadas por um grupo de designers, por uma comissão do Setor Juventude e também pelos setores pastoral e presidência do COL. Em 13 de dezembro duas logos finalistas foram apresentadas ao Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), em Roma, que escolheu a vencedora em comum acordo com os representantes do Comitê Organizador Local.

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Vaticano confirma data da visita do Papa Bento XVI ao Rio

O Vaticano confirmou hoje, 13 de dezembro, a data da visita do Papa Bento XVI ao Rio de Janeiro: será entre os dias 23 e 28 de julho de 2013, por ocasião da realização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013, que reunirá jovens de todo o mundo na cidade maravilhosa. A data oficial foi decidida durante a reunião entre o Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), que é o Comitê Organizador Central da Jornada, e a comissão do Comitê Organizador Local (COL) do Rio, que está em Roma desde ontem.

Estão participando pelo COL o presidente da comissão e arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta, os dois bispos auxiliares que acompanham mais diretamente a Jornada, dom Antônio Augusto Dias Duarte e dom Paulo Cezar Costa, monsenhor Joel Portella Amado, da coordenação geral, e os padres Márcio Queiroz, responsável pela Comunicação, e Renato Martins, responsável pelos Atos Centrais.

Entre as questões estão sendo tratadas está também a escolha da logomarca da JMJ Rio2013. Um concurso foi realizado para a escolha do símbolo oficial e mobilizou pessoas de todo o Brasil e de outros países que enviaram seus trabalhos ao COL. Os melhores desenhos foram selecionados e levados pela Comissão ao PCL, que escolheu a logo finalista. Segundo Dom Orani João Tempesta, em breve será anunciada a data para apresentação oficial da logo.

A comissão retorna ao Rio amanhã e está prevista uma reunião de todos os setores do Comitê para que seja apresentado o que foi ratificado e o que foi retificado do documento de trabalho do COL, que contem os projetos de cada setor.

JMJ 
A Jornada Mundial da Juventude é um encontro internacional de jovens para celebrar a mensagem de amor, paz e união pregada por Jesus Cristo. Idealizada pelo beato João Paulo II, o encontro dura aproximadamente uma semana. A última edição da JMJ foi realizada em agosto de 2011, na cidade de Madri, na Espanha, e reuniu cerca de dois milhões de jovens do mundo inteiro.
O Brasil já vive o clima da Jornada, com a peregrinação da Cruz dos jovens e do Ícone de Nossa Senhora no Brasil. Os símbolos da JMJ percorrerão todas as dioceses brasileiras e os países do Cone Sul em preparação para a JMJ Rio2013. Para acompanhar de perto o trajeto da cruz, a JMJ Rio2013 lançou o aplicativo “Siga a Cruz” para tablets,  Iphone e android. Também em preparação a este grandioso evento, está em andamento o Concurso para a escolha da letra do Hino da JMJ Rio2013 que, assim como a Logo, formam a identidade do evento.

Assessoria de Imprensa JMJ Rio2013

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