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Primeiro Congresso para Empreendedores Católicos

A cidade de Maringá, no Paraná, vai sediar o Primeiro Congresso para Empreendedores Católicos. O evento será realizado no dia 19 de setembro, um sábado, das 8h às 17h no teatro Marista.

O palestrante principal será o professor Felipe Aquino. Professor Felipe Aquino é doutor em engenharia mecânica pela UNESP. Possui dois programas na TV Canção Nova, “Escola da Fé” e “ Pergunte e Responderemos”.

Professor Felipe fará três palestras durante o Primeiro Congresso para Empreendedores Católicos. Também haverá uma palestra sobre o atual momento econômico do Brasil e sobre “saúde mental em tempos de crise”, proferida pela irmã Adenise Somer, da Congregação da Copiosa Redenção.

O objetivo dos organizadores é que o evento se torne um espaço de encontro e partilha para os empreendedores católicos do Brasil.

Oração
Além das palestras temáticas focadas na espiritualidade dos empreendedores, o Primeiro Primeiro Congresso para Empreendedores Católicos terá adoração, atendimento para confissão, santa missa de cura e libertação presidida pelo padre Marcus Paulo e uma palestra sobre economia com o presidente da ACIM, Marco Tadeu Barbsoa e outra mini palestra com a irmã Adenise Somer, sobre saúde mental em tempos de crise.

Os convites estão sendo vendidos nas livrarias católicas em Maringá: Rainha da Paz, São José e livraria Paz e Luz.

Ingresso Felipe Aquino

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Jubileu de prata de Dom Edmar, padre Sidney Fabril e padre Paulo

O bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo, Dom Edmar Peron, vai celebrar o aniversário de 25 anos de ordenação presbiteral no próximo domingo, 18 de janeiro, em santa missa na igreja São José Operário em Maringá, às 10h.

Também irão celebrar os 25 anos de ordenação presbiteral o padre Sidney Fabril, pároco da paróquia São José, e o padre Paulo Campos, que atualmente trabalha na diocese de Paranaguá. Os três foram ordenados por Dom Jaime Luiz Coelho, a serviço da Arquidiocese de Maringá.

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Comenda dom Jaime Luiz Coelho

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Na manhã desta sexta-feira (19) o presidente da Câmara de Maringá, Ulisses Maia, instituiu a comenda dom Jaime Luiz Coelho, que passa ser a maior honraria do município de Maringá. A instituição foi feita na Cúria (escritório da Arquidiocese de Maringá) com a presença do arcebispo dom Anuar Battisti e diversos padres.

A comenda foi criada a partir do Projeto de Lei de autoria inicial dos vereadores Ulisses Maia e Carlos Mariucci. A partir de 2015 personalidades maringaenses que se destacaram nas áreas social, educacional e de direitos humanos poderão receber a homenagem. O artista plástico Anselmo José foi o responsável pela concepção do formato da comenda.

Dom Jaime Luiz Coelho é uma das principais personalidades da história de Maringá. Primeiro bispo e arcebispo da arquidiocese, foi idealizador e responsável pela construção do monumento símbolo de Maringá, a Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória. Fundou e dirigiu a Faculdade Estadual de Ciências Econômicas, onde foi ministrado o primeiro curso superior da cidade que originou a Universidade Estadual de Maringá.

Além disso, dom Jaime teve participação fundamental em uma série de acontecimentos importantes para o engrandecimento da cidade, tais como: a construção da Livraria Católica, depois entregue às religiosas da Pia Sociedade Filhas de São Paulo (Irmãs Paulinas); a transformação do Albergue Noturno, sob direção das Filhas da Caridade, em Albergue Santa Luíza de Marillac; a criação do jornal diário Folha do Norte do Paraná; a implantação da TV católica 3º Milênio, fundada pelo padre Gerhard Schneider; a obra de desfavelamento Núcleo Social Papa João XXIII e a consolidação da Santa Casa de Misericórdia de Maringá.

Ele morreu em 5 de agosto de 2013, aos 97 anos, vítima de insuficiência renal crônica e foi sepultado na cripta da catedral de Maringá.

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Irmã Dulce estreia no Maringá Park

O lançamento nacional do primeiro filme sobre a vida e missão da religiosa Irmã Dulce acontece nesta quinta-feira (27). Em Maringá o filme está em cartaz nas salas do Cineflix Cinemas, no Maringá Park. Veja os horários aqui http://goo.gl/zXgK8c

https://www.youtube.com/watch?v=wi-mg_m5P24

O filme retrata com fidelidade e verdade o testemunho cristão da freira beatificada em 10 de dezembro de 2010, em Salvador. A beata recebeu o título de Bem-Aventurada Dulce dos Pobres, tendo o dia 13 de agosto como data oficial de celebração de sua festa litúrgica.

Produção

Com direção de Vicente Amorim, roteiro de Anna Muylaert e L.G. Bayão, além da produção assinada por Iafa Britz, o longa-metragem, filmado em Salvador, mostra momentos marcantes da trajetória da beata.
O longa destaca o cuidado e o relacionamento de “mãe e filho” entre a freira e João, um menino pobre que pede abrigo à irmã após a família ser retirada de casa. Na infância e na vida adulta dele, Irmã Dulce o salva duas vezes da morte: retirando-o do ônibus após acidente em frente ao convento e quando criminosos o ameaçam de morte por conta de uma dívida.

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Parabéns a UEM

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Hoje quem faz aniversário é a nossa Universidade Estadual de Maringá. Quero parabenizar a todos os professores, técnicos e alunos. Lembro aqui de uma pessoa que foi fundamental para que o embrião da UEM fosse lançado: Dom Jaime Luiz Coelho, professor Honoris Causa da UEM. Desejamos que o poder público olhe com carinho para a nossa UEM, que não pode mais ser tratada com desprezo, com uma política de sucateamento. Todos nós desejamos ver uma UEM cada vez melhor. Que Deus abençoe!

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Horários de missa para o dia de Finados

A Arquidiocese de Maringá será responsável pela celebração de oito missas no dia de Finados, 02, no Cemitério Municipal de Maringá.

O dia de Finados é a data em que a Igreja reza pelos fiéis falecidos. Em 2013, o Papa Francisco fez a seguinte oração quando rezou na cripta do Vaticano: “Seja abençoado Deus Pai do Nosso Senhor Jesus Cristo, que na sua grande misericórdia nos regenerou mediante a ressurreição de Jesus dos mortos a uma esperança viva por uma herança que não se corrompe e não se decompõe. Ouça a nossa oração por todos os que deixaram este mundo. Abra os braços de sua misericórdia e os receba na assembleia gloriosa da Santa Jerusalém”.

Confira os horários das missas no Cemitério Municipal de Maringá:
09h, 10h, 11h, 12h, 14h, 15h, 16h e 17h.

“É coisa santa e salutar lembrar-se de orar pelos defuntos, para que fiquem livres de seus pecados”. (2Mac 12,46)

Foto: PMM

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Maringá celebra Centenário de Schoenstatt

A Arquidiocese de Maringá vai celebrar o Centenário mundial de Schoenstatt com missa presidida por Dom Anuar Battisti sábado, dia 18 de outubro.

A celebração será realizada às 16h no futuro Santuário da Mãe Peregrina em Maringá. As atividades começam a partir das 14h.

http://goo.gl/B5LhNW

O futuro Santuário da Mãe Peregrina em Maringá fica na Avenida Pioneiro Antônio Fernandes Maciel, sem número, Capela São Bonifácio – Bairro Cidade Alta.

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Maria, nosso exemplo

Estamos em pleno mês de outubro, domingo (12) dia das crianças e de Nossa Mãe Aparecida, que Deus nos deu por surpresa no Rio Parnaíba, pelas mãos de pescadores. Que bela surpresa!

Hoje é Mãe, Rainha e Padroeira desta nação, batizada de terra de Santa Cruz, terra mãe de todos, terra cor de brasa, Brasil. Ela, como mulher, plenamente humana, gerou como toda mãe, uma vida, um homem, diferente em tudo, porém homem, Homem Deus.

É por providência que o dia das crianças coincide com o dia da Mãe, Mãe de Deus e nossa. Bela coincidência! E se não bastasse, neste domingo culmina a Semana da Vida, colocando em primeiro lugar as crianças que estão por nascer.

Tudo isso com a cor rosa, a cor do combate ao câncer de mama, para clamar a vida das mães.
Recordo aqui aquele grito de uma mulher, dirigido a Jesus, no meio da multidão, elogiando o ventre e os seios de Maria. “Uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os seios em que mamaste” ( Lc 11,27).

A exclamação, vinda de alguém do povo, é uma homenagem à Mãe de Jesus. Que belo reconhecimento do ventre e dos seios, que fazem a mulher ser mãe, porque só ela tem ventre gerador e seios que amamentam. Somente a mãe tem esse privilégio, de conceber e dar à luz, de alimentar com um leite único, imunizando aquele minúsculo ser de tantas enfermidades, e projetando um futuro saudável. Cuidado de mãe, que como Maria, a Mãe de todos nós, soube dar o melhor de si, sem esperar nada, sendo proclamada por todas as gerações de “Bem aventurada”.

O Outubro Rosa, não é senão um clamor, em defesa da vida e da saúde das mães e das mulheres. Muitas mulheres não geraram e não podem gerar, porém trazem em si a beleza de mãe e de mulher, que ninguém pode subestimar.

Queremos defender a vida das mulheres e das crianças desde a concepção até a morte natural. Ninguém tem o direito de tirar a vida, “Deus deu, Deus tirou, bendito seja o nome do Senhor (Jó 1,21)”. Em nenhum momento da vida de Maria, acompanhando o filho, na festa e na dor da morte, nunca se ouviu um clamor de desespero.

Que Nossa Senhora Aparecida, a mulher Mãe negra, interceda por todo o povo brasileiro, de maneira especial, pelas crianças, que sofrem por não ter uma mãe presente. Pelas mulheres e crianças cuja vida é ameaçada por doenças, que saibam prevenir e buscar a cura em tempo. Senhora da Conceição Aparecida, interceda pelo Brasil, neste momento tão decisivo para o futuro de todos nós. Amém.

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá-PR

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Um caminho em comum

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De 20 a 21 de setembro a Arquidiocese de Maringá acolheu o primeiro encontro ecumênico do Paraná. O Concílio Vaticano II, no documento “Unitatis et Redintegratio” afirma: “Hoje, em muitas partes do mundo, mediante o sopro da graça do Espírito Santo, empreendem-se, pela oração, pela palavra e pela ação, muitas tentativas de aproximação daquela plenitude de unidade que Jesus Cristo quis.

Por ‘movimento ecumênico’ entendem-se as atividades e iniciativas, que são suscitadas e ordenadas, segundo as várias necessidades da Igreja e oportunidades dos tempos, no sentido de favorecer a unidade dos cristãos. Tais são: primeiro, todos os esforços para eliminar palavras, juízos e ações que, segundo a equidade e a verdade, não correspondem à condição dos irmãos” (UR nº4).

A Igreja Católica incorpora-se oficialmente ao movimento ecumênico a partir de 1960, quando o papa São João XXIII criou o Secretariado Romano para a Unidade dos Cristãos.

No Brasil e no mundo existem vários organismos de natureza ecumênica. O mais importante, no Brasil, é o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) , fundado em novembro de 1982, com sede em Brasília e cujo símbolo é um barco. Seus membros são: “Igreja católica Apostólica Romana, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil e Igreja Católica Ortodoxa Siriana do Brasil”. Em Maringá contamos somente com duas igrejas no movimento ecumenico: Igreja Luterana no Brasil e a Igreja Católica Romana.

“A solicitude na restauração da união vale para toda a Igreja, tanto para os fiéis como para os pastores. Afeta a cada um em particular, de acordo com sua capacidade, quer na vida cristã quotidiana, quer nas investigações teológicas e histéricas. Essa preocupação já manifesta de certo modo a união fraterna existente entre todos os cristãos, e conduz à unidade plena e perfeita, segundo a benevolência de Deus” (UR nº 05).
A conversão do coração é a condição número um para uma caminhada ecumênica. “Por isso, devemos implorar do Espírito divino a graça da sincera abnegação, humildade e mansidão em servir, e da fraterna generosidade para com os outros. Também das culpas contra a unidade, vale o testemunho de S. João: ‘Se dissermos que não temos pecado, fazemo-lo mentiroso e a sua palavra não está em nós’ (1 Jo. 1,10). Por isso, pedimos humildemente perdão a Deus e aos irmãos separados, assim como também nós perdoamos àqueles que nos ofenderam” (UR nº 07).

É com este espírito, que queremos caminhar juntos, buscando o que nos une e não o que nos divide. Lamentavelmente, hoje ainda existem igrejas cristãs que não aceitam caminhar juntas e têm medo de viver o testamento de Jesus: “Que todos sejam um para que o mundo creia” (Jo 17,21).

Não se trata de uniformidade e sim de unidade, respeito pelas diferenças, capacidade de tolerância, vontade de aprender com aquele que é diferente, que reza e crê diferente. Esquecemos que tem um só e único Deus.

É uma vergonha para nós cristãos quando ainda hoje acontecem ataques e agressões em nome de Deus. Que o Espírito Santo, de Nosso Senhor, Único e Eterno Salvador nos ilumine no caminho da comunhão e da unidade cristã.

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá

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A cura de uma sociedade doente

“O problema que divide os homens de hoje não é de ordem política, mas de ordem social. Trata- se de saber quem terminará vencedor, se o espírito de egoísmo ou o espírito de sacrifício; e se a sociedade será uma sociedade de lucro sempre maior para proveito dos mais fortes ou de dedicação de cada um ao bem de todos e, sobretudo, para a defesa dos mais fracos. Muitos têm em demasia e, todavia, querem ter mais; outros não têm o suficiente ou não têm nada, e querem obter pela força oque não lhes dão.

Prepara-se uma guerra entre estas duas classes e ameaça ser terrível: de um lado, o poder da riqueza; do outro, a força do desespero. Nós devemos nos interpor entre esses dois lados, se não para impedir o choque, ao menos para suavizar o confronto. Nossa juventude e nossa modesta condição podem facilitar-nos a tarefa de mediadores, tarefa esta que nossa condição de cristãos parece exigir-nos como obrigatória. Eis aqui a possível utilidade de nossa Conferência São Vicente de Paulo”.

Esta afirmação encontrada nas cartas da Juventude, de 1836, do bem aventurado Antônio Frederico Ozanam, fundador das Conferências Vicentinas, são de uma atualidade impressionante. O que nós assistimos hoje senão a guerra dos excluídos, buscando maior dignidade, justiça, igualdade.

Os fatos que ainda estão em nossa memória, acontecidos nas vésperas da Jornada Mundial da Juventude no Rio, da Copa do Mundo no Brasil, não foram sinais de guerra entre humanos insatisfeitos com a situação do país e do mundo?

O que seria do mundo se a Igreja católica e as mais variadas congregações, associações e movimentos cristãos, não tivessem entendido a exigência da caridade e do amor, criando as mais variadas obras de caridade?

Neste mês celebramos trinta anos do Asilo São Vicente de Paulo, uma obra de Deus, onde só existe caridade, amor concreto, para noventa e seis homens e mulheres no declinar da vida, para viver o tempo de Deus com dignidade.

“Se não sabemos amar a Deus como os santos o amavam, isso deve ser para nós um motivo de reprovação, ainda que nossa debilidade pudesse nos dar um motivo para nos dispensarmos, visto que, para amar, parece que faz falta ver, e nós vemos a Deus só com os olhos da fé. E nossa fé é tão debilitada! Mas os pobres, os pobres que vemos com um olhar humano, nós os temos diante de nós, podemos tocar suas chagas com nossas mãos e ver as feridas da coroa de espinhos em sua cabeça.

Sendo assim, não podemos deixar de crer, mas devemos prostrar-nos a seus pés e dizer-lhe com o apóstolo: ‘Meu Senhor e meu Deus!’ Vós sois nossos senhores e nós, vossos servos; vós sois a imagem sagrada deste Deus a quem não vemos, e, não podendo amá-lo de outro modo, o amaremos em vossa pessoa” (Bem aventurado Frederico Ozanam).

Como o exemplo da caridade de São Vicente, através das Conferências Vicentinas criadas por Ozanam, temos milhares de outros testemunhos, onde o amor-caridade é a razão do trabalho.

Os impérios caem, as riquezas apodrecem, o abismo entre ricos e pobres aumenta, os pobres lutam para ganhar o pão de cada dia, o mundo clama por mais amor, justiça e igualdade.

O mundo, a sociedade está doente. O remédio está no coração de cada cidadão. Ninguém deve imitar Pilatos, lavando as mãos, se declarando inocente e sem compromisso. O momento clama pela solidariedade de todos, para que as obras sociais e de promoção humana, continuem fazendo o bem, para um mundo de paz e de fraternidade.

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá-PR

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