Aparecida



Maria, nosso exemplo

Estamos em pleno mês de outubro, domingo (12) dia das crianças e de Nossa Mãe Aparecida, que Deus nos deu por surpresa no Rio Parnaíba, pelas mãos de pescadores. Que bela surpresa!

Hoje é Mãe, Rainha e Padroeira desta nação, batizada de terra de Santa Cruz, terra mãe de todos, terra cor de brasa, Brasil. Ela, como mulher, plenamente humana, gerou como toda mãe, uma vida, um homem, diferente em tudo, porém homem, Homem Deus.

É por providência que o dia das crianças coincide com o dia da Mãe, Mãe de Deus e nossa. Bela coincidência! E se não bastasse, neste domingo culmina a Semana da Vida, colocando em primeiro lugar as crianças que estão por nascer.

Tudo isso com a cor rosa, a cor do combate ao câncer de mama, para clamar a vida das mães.
Recordo aqui aquele grito de uma mulher, dirigido a Jesus, no meio da multidão, elogiando o ventre e os seios de Maria. “Uma mulher dentre a multidão, levantando a voz, lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os seios em que mamaste” ( Lc 11,27).

A exclamação, vinda de alguém do povo, é uma homenagem à Mãe de Jesus. Que belo reconhecimento do ventre e dos seios, que fazem a mulher ser mãe, porque só ela tem ventre gerador e seios que amamentam. Somente a mãe tem esse privilégio, de conceber e dar à luz, de alimentar com um leite único, imunizando aquele minúsculo ser de tantas enfermidades, e projetando um futuro saudável. Cuidado de mãe, que como Maria, a Mãe de todos nós, soube dar o melhor de si, sem esperar nada, sendo proclamada por todas as gerações de “Bem aventurada”.

O Outubro Rosa, não é senão um clamor, em defesa da vida e da saúde das mães e das mulheres. Muitas mulheres não geraram e não podem gerar, porém trazem em si a beleza de mãe e de mulher, que ninguém pode subestimar.

Queremos defender a vida das mulheres e das crianças desde a concepção até a morte natural. Ninguém tem o direito de tirar a vida, “Deus deu, Deus tirou, bendito seja o nome do Senhor (Jó 1,21)”. Em nenhum momento da vida de Maria, acompanhando o filho, na festa e na dor da morte, nunca se ouviu um clamor de desespero.

Que Nossa Senhora Aparecida, a mulher Mãe negra, interceda por todo o povo brasileiro, de maneira especial, pelas crianças, que sofrem por não ter uma mãe presente. Pelas mulheres e crianças cuja vida é ameaçada por doenças, que saibam prevenir e buscar a cura em tempo. Senhora da Conceição Aparecida, interceda pelo Brasil, neste momento tão decisivo para o futuro de todos nós. Amém.

Dom Anuar Battisti é Arcebispo de Maringá-PR

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Assembleia da CNBB em Aparecida

Aqui em Aparecida digo que esta é uma Assembléia que marca um novo caminho, com um novo Papa.

Somos ao redor 300 bispos que desejamos criar comunhão e unidade para uma nova evangelização. Queremos contar com as orações de todos e nós aqui rezamos por todos. Juntos queremos caminhar, construir, e edificar um novo estilo de ser cristão no mundo. Deus vos abençoe!!!

Dom Anuar

Reportagem da Rádio Colmeia: http://arquimaringa.org.br/2011/noticias/noticias/id/1732

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Hoje posso ver “O Milagre”

Dirigido por Tizuka Yamasaki, o filme “Aparecida – o milagre” estreia hoje, sexta-feira, nas salas de cinema de todo o Brasil. De acordo com o material de divulgação dos produtores, “a obra conta a história de Marcos (Murilo Rosa), um empresário agnóstico muito rico que vive brigando com o filho Lucas (Jonatas Faro) por ele ter escolhido a carreira artística.

Na cidade de Aparecida, o menino Marcos (Vinícius Franco) tem uma infância humilde, mas feliz ao lado dos pais, pessoas simples, amorosas e devotas de Nossa Senhora Aparecida. O menino tem como grande sonho uma chuteira de futebol, que ultrapassa as possibilidades financeiras do pai, trabalhador da construção da Basílica de Nossa Senhora Aparecida.

Para realizar seu sonho, o menino faz uma promessa à Nossa Senhora: se conseguir a chuteira, nunca mais vai fazer bagunça, ou melhor, ‘só um pouquinho’. A morte do pai (Rodrigo Veronese) em acidente na Basílica que tanto cultuava, e da qual não pretendia se afastar por nada neste mundo, provoca uma dupla perda no menino: a do companheiro próximo, que lhe narrava os milagres de Nossa Senhora, e também a fé na em Nossa Senhora Aparecida venerada pelo pai por motivos que não conhece e a quem passa a responsabilizar pela sua morte.

Trinta e cinco anos depois, Marcos (Murilo Rosa) é um empresário de sucesso na região, e tem como assessora a competente Beatriz (Maria Fernanda Cândido) com quem tem uma relação afetiva insatisfatória.

De temperamento explosivo e voltado apenas para as conquistas materiais, Marcos vive separado de Sonia (Leona Cavalli), seu amor de infância com quem se casou e teve um filho, Lucas. Marcos é um pai distante e frio, e não aceita as opções de Lucas pela vida artística e tampouco acredita em sua recuperação após um envolvimento com drogas.

Depois de uma briga violenta com o pai, Lucas sai desesperado com a moto em alta velocidade, sofre um grave acidente e fica entre a vida e a morte. Transtornado pela possibilidade de perder o filho, Marcos revive sua infância, a convivência com o pai, relembra a fé daquele homem simples.

Diante do sofrimento de Marcos, Julia (Bete Mendes) sua mãe, revela finalmente a misteriosa graça obtida pelo pai e que norteou a vida de toda a família. Julia sugere ao filho que reze à Nossa Senhora, mas ouve uma recusa: ‘Ela matou meu pai e agora quer tirar meu filho.’

Marcos começa a vagar pela margem do rio onde, três séculos antes, Nossa Senhora Aparecida operou o milagre dos peixes. Tragado pelo passado, Marcos revive os fatos históricos vinculados ao surgimento de uma imagem de barro resgatada do fundo do rio pelo pescador João Alves durante a visita do Conde de Assumar, representante da coroa portuguesa à região. Neste retorno catártico, Marcos tem um comovente reencontro com a Santa Aparecida, esplendorosa e protetora com seu manto e coroa. Neste exato momento, a vida de Lucas, desenganado pelos médicos, tomará um novo rumo.

Aparecida – o Milagre narra uma história de transformação, superação e reencontro de um homem – com a família, com o filho, e sobretudo, consigo mesmo através da fé em Nossa Senhora Aparecida – a Padroeira do Brasil.” (texto de divulgação). Desejamos sucesso ao filme e que você possa levar a sua família neste fim de ano a uma sala de cinema e experimentar essa bela história de fé.

 

 

Dom Anuar Battisti é arcebispo de Maringá

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Aparecida, o Milagre – boa repercussão em Maringá

Na próxima sexta-feira, 17, o filme Aparecida, o Milagre, chega aos cinemas de todo o país. Em Maringá numa das salas do Cinesystem do shopping Maringá Park, nessa terça-feira, religiosos tiveram a oportunidade de ver antecipadamente a obra dirigida por Tizuka Yamasaki.

Aparecida, o Milagre contém elementos presentes no dia a dia das famílias brasileiras. Uma história de  transformação, superação e reencontro com a  espiritualidade que gira em torno de um menino que perdeu a fé em Nossa Senhora depois que o pai dele morreu trabalhando na construção da basílica no Santuário Nacional.

Sobre o filme>>>

Mais:
Site Oficial: www.aparecidaomilagre.com.br

 

MAKING OF EXCLUSIVO:

http://www.videolog.tv/Aparecidaofilme

Redes Sociais:
Twitter: http://twitter.com/aparecidaofilme
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Aparecida, o Milagre terá pré-estreia especial em Maringá

A estréia nacional do filme Aparecida, o Milagre está marcada para o dia 17 de dezembro. Mas em Maringá, a pré-estreia será às 16h do dia 14, terça-feira em uma das salas do Cinesystem Cinemas no shopping Maringá Park, especialmente para sacerdotes, religiosos e religiosas da Arquidiocese de Maringá.

O arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, confirmou participação no evento. O filme tem gerado grande expectativa no público católico. O ator Murilo Rosa está no papel principal. O elenco também conta com Maria Fernanda Cândido, Rodrigo Veronese, Bete Mendes e Jonatas Faro.

Sinopse

Na cidade de Aparecida, o menino Marcos (Vinicius Franco) tem uma infância humilde, mas feliz ao lado dos pais, pessoas simples, amorosas e devotas de Nossa Senhora Aparecida. O menino tem como grande sonho uma chuteira de futebol, que ultrapassa as possibilidades financeiras do pai, trabalhador da construção da Basílica de Nossa Senhora Aparecida.

Para realizar seu sonho, o menino faz uma promessa à Santa: se conseguir a chuteira, nunca mais vai fazer bagunça, ou melhor, ‘só um pouquinho’. A morte do pai (Rodrigo Veronese) em acidente na Basílica que tanto cultuava, e da qual não pretendia se afastar por nada neste mundo, provoca uma dupla perda no menino: a do companheiro próximo, que lhe narrava os milagres da Santa, e também a fé na Santa idolatrada pelo pai por motivos que não conhece e a quem passa a responsabilizar pela sua morte.

Trinta e cinco anos depois, Marcos (Murilo Rosa) é um empresário de sucesso na região, e tem como assessora a competente Beatriz (Maria Fernanda Cândido) com quem tem uma relação afetiva insatisfatória. De temperamento explosivo e voltado apenas para as conquistas materiais, Marcos vive separado de Sonia (Leona Cavalli), seu amor de infância com quem se casou e teve um filho, Lucas. Marcos é um pai distante e frio, e não aceita as opções de Lucas pela vida artística e tampouco acredita em sua recuperação após um envolvimento com drogas.

Depois de uma briga violenta com o pai, Lucas sai desesperado com a moto em alta velocidade, sofre um grave acidente e fica entre a vida e a morte. Transtornado pela possibilidade de perder o filho, Marcos revive sua infância, a convivência com o pai, relembra a fé daquele homem simples.

Diante do sofrimento de Marcos, Julia (Bete Mendes) sua mãe, revela finalmente a misteriosa graça obtida pelo pai e que norteou a vida de toda a família. Julia sugere ao filho que reze à Santa, mas ouve uma recusa: “Ela matou meu pai e agora quer tirar meu filho”.

Marcos começa a vagar pela margem do rio onde, três séculos antes, Nossa Senhora Aparecida operou o milagre dos peixes. Tragado pelo passado, Marcos revive os fatos históricos vinculados ao surgimento da Santa, uma imagem de barro resgatada do fundo do rio pelo pescador João Alves durante a visita do Conde de Assumar, representante da coroa portuguesa à região.

Neste retorno catártico, Marcos tem um comovente reencontro com a Santa Aparecida, esplendorosa e protetora com seu manto e coroa. Neste exato momento, a vida de Lucas, desenganado pelos médicos, tomará um novo rumo.

Aparecida – o Milagre narra uma história de transformação, superação e reencontro de um homem – com a família, com o filho, e sobretudo, consigo mesmo através da fé em Nossa Senhora Aparecida – a Padroeira do Brasil.

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